História The four elements. - Capítulo 18


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Mitologia Grega, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Apollo, Artemis, Atena, Clint Barton, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Hades, James Buchanan "Bucky" Barnes, Loki, Natasha Romanoff, Perséfone, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Poseidon, Steve Rogers, Thor, Wade Willson (Deadpool)
Tags Apolo, Ares, Atena, Bucky Barnes, Caçadores De Artemis, Clint Barton, Deuses Do Olimpo, Eris, Hades, Incestos, Inveja, Loki, Mitologia Grega, Os Quatorze Males Gregos, Poseidon, Steve Rogers, Thor, Triângulo Amoroso, Vingança, Zeus
Visualizações 11
Palavras 1.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - You are bipolar today, brother?


Segui Ártemis até o quarto que a garota estava. Apolo andava ao meu lado, ele resmungava palavras horríveis para a irmã mais velha, eu sei meio infantil para alguém de sua idade, mais fazer o que. Também não posso falar nada, Plínio e Gregório são do mesmo jeito.

Ártemis abriu a porta e entramos lá dentro. Me sentei ao lado da minha mãe, que pegou na minha mão com o curativo e balançou a cabeça negativamente, logo depois para dizer:

— Não falei que não era para sair daquela cama?

— Desculpe, força do hábito! — sorriu para ela que sorriu e fez um carinho em minha mão.

Os outros estavam em pé, esperando a garota acordar. Espera… Ártemis havia dito que ela estava acordada! Como diz meus bons amigos: Mais em? Eu realmente não estava entendendo nada.

— Olha, a baby doll acordou? — Sofía disse se virando em direção a garota, ainda encostada no pedestal.

— Ain! — a garota sentou, levando a mão na cabeça. — Por que estou vestida assim?

— É, aquela sua roupa estava suja e com magia negra... Para ser bem direta, colocamos fogo nela! — Bárbara disse, logo em seguida recebendo um tapa no braço dado pela mãe. — Oxe, a senhora mesmo sempre me ensinou a dizer sempre a verdade… — sussurrou.

— Agora uma pergunta bem direta: Cadê a jóia? — Atena perguntou sem olhar para garota.

— Enviei para um amigo no Brasil. — ela respondeu, todos se entreolharam.

— Foi rápido demais! — Thor falou semicerrando os olhos.

— Confia em nós? — Babi perguntou com um ar de curiosidade.

— Eu aprendi a confiar! — respondeu balançando a cabeça, como se estivesse com alguma dor.

— Tome, vai te fazer bem! — Bruce deu um comprimido com um copo de água para ela.

— Eu agradeço muito. — ela sorriu meiga, Bruce apenas sussurrou um "Não a de quer" e se distanciou.

— Voltando… Como aprendeu a confiar em pessoas desconhecidas? — Grego perguntou, saindo daquele silêncio.

— Vocês me salvaram, uma pessoa de má índole não me salvaria! Me mataria, talvez? — ela disse como se fosse um óbvio. Isso com certeza foi uma afronta para meu irmão.

— Diga, nossos nomes e eu acredito! — ele disse afrontando a garota.

— Eu sempre pensei que fosse loira! — ela olhou para Sofía.

— Depende da história que leu! — a outra disse, meio incomodada. — E Gregório, deixa de afrontar a menina.

— Gregório, para de afrontar a menina! — ele imitou a voz de Sofía, fazendo Apolo rir.

— Eu disse "DEIXA", nunca falei "PARA"! — o corrigiu.

Ah esse dois! Quando eu era criança para mim eles eram o melhor casal, e isso foi uma boa inspiração para mim. Eu sempre quis um namoradinho que olhasse para mim, como meu irmão mais velho olhava para Sofía! Mais como todas as histórias que rondam nossas famílias são trágicas, está não foi diferente. A tragédia acabou com a "Meu casal favorito". E até hoje, posso dizer que as lembranças ruins os rondam. Todos tem seus demônios e suas lembranças, seja ela boa ou ruim.

***

Olhei para a mão de Plínio que também estava com o curativo. E claro, eu curiosa como sou, me aproximei dele.

— Hey Plínio, por que sua mão também está com o curativo? — perguntei sentindo que tenho que lembrar de algo.

— Lembra não; daquela vez que nós dois fomos amaldiçoados por uma maldita bruxa? — perguntou e eu neguei com a cabeça. — Eu acho que não, éramos pirralhos né? — perguntou, não obtendo resposta da minha parte. — Uma bruxa havia amaldiçoado nós dois, se um morrer o outro também, se um se feri gravemente, — balançou a mão com o curativo em frente ao meu rosto. — O outro também…

— Ah, eu me feri e você… Como foi? — perguntei.

Ele abriu a boca para responder, só que a porta foi aberta por Ariana, ela parecia estar furioso. Aria esbarrou em Plínio, eu acho que sem querer.

— Ain Ariana, olha por onde anda ta bom? — meu irmão gêmeo perguntou, segurando no ombro dela. Ela não respondeu, apenas pegou o a mão dele e jogou em direção do chão.

— Voltem fazer a bosta que faziam antes! — Ariana disse para aqueles que a olhavam. Quando ela terminou de subir as escadas, e saiu da nossa vista, um abajur voou. Mais não foi em direção do chão e sim do Loki! — Filho da puta! — ela gritou lá de cima.

Os outros olharam para Loki, que ergueu os braços em rendição e soltou:

— Eu não fiz nada!

Um dia, quando eu e Apolo conversávamos, o deus do sol comentou algo como: "Estou preocupado com Aria!", Eu curiosa como sou, perguntei o que estava acontecendo com ela. Ele não respondeu, quis mudar de assunto, então eu insisti bastante mesmo, até ele falar: "O Loki…" foi interrompido – como sempre –, pelo Stark. Então só sei que o Loki tem algo haver com o nervosismo de Aria e Zeus também. Pois o mesmo abriu a porta, e saiu andando até Hera.

Eu voltei meu rosto para Plínio, que me olhou. Ela sabia que eu o olhava era para o mesmo continuar, e assim o mesmo fez:

— Eu estava lutando ao lado do Hulk, quando eu senti minha mão queimar e eu caí de joelhos, queimava eu comecei a me retorcer no chão. Só que depois eu levantei, ergui minha espada e voltei a lutar! — ele disse de uma forma meio dramática. Bárbara semicerrou os olhos para ele, que me olhou e recomeçou: — Tá bom… Na verdade, eu comecei a vomitar Sangue e a Bárbara que cuidou de mim! Tá satisfeita? — a outra assentiu. — Estraga prazer!

— Idiota… — ela mostrou o dedo.

— Mãe a Bárbara mostrou o dedo aqui, Ó! — Pedro gritou, apontando para a irmã mais velha. — Aí! Sua bruxa, macumbeira! — ele passou a mão no pé, onde Babi apertou, estava até vermelho!

Quando deu a hora dos deuses ir embora — menos Hermes, pois segundo Zeus estava andando pela terra, fazendo sei lá o que —, Hera exigiu a presença da filha ali com ela. Apolo, enjoado da deusa foi chamar a irmã, que não estava no quarto. Depois da minha pessoa da um abraço apertado em minha mãe, agora estávamos nos despedindo deles.

— Vou sentir faltas de vocês! — Greg falou na maior falsidade.

— Filho, o que eu havia falado sobre ser falso?! — minha mãe perguntou, e Gregório fez um sinal de beleza e claramente envergonhado.

Os outros taparam a boca em sinal para segurar o riso.

— Babi, Maia… Depois vamos assistir um filme? — Pedro perguntou para as irmãs, sorrindo sapeca.

— Mãe, quase que a senhora esquece do Pedro! — Barbara empurrou o pequeno para perto de mãe deles.

— Não, Pedro irá ficar. — ela disse séria.

— O que? — Mácaria perguntou, Perséfone assentiu.

— Eu vou ficar, vocês vão ter que me aturar! — Pedro fez biquinho de diva e saiu para dentro da casa, depois voltou como um furacão e abraçou a mãe. — Tchau mãe, te amo. — ele olhou para Perséfone ainda com abraçado a ela, a mesma deu um beijo na testa do garoto e sussurrou um "Eu te amo".

Se Hades estivesse aqui, com certeza ele faria o mesmo. Mais assim que acabou nossa reunião, ele foi embora. Olhei para Pedro e depois para Apolo, o mesmo percebeu meu olhar e já foi logo falando:

— De jeito nenhum!

— Eu nem pensei direito. — me protegi, ele ergueu e abaixou os ombros em um gesto de: "Tô nem aí".

Pedro se afastou e deu um tchau com a mão para mãe. Então em segundos eles não estavam mais lá.

***

Arrumei minha mala. Por incrível que pareça iremos de avião, queremos parecer normal uma vez nessa vida. Me aproximei da cama de Luz, que dormia calma, finalmente! Há alguns dias atrás, ela estava a acordar chorando, dizia que tinha pesadelos com a mãe dela. Vê-la daquele jeito me partia o coração, digamos que ela é pra mim uma filha.

— Agnes? — ela sentou na cama esfregando os olhinhos, me olhava totalmente confusa. — O que faz aqui?

— Vim ver como estava. — falei baixo, a deitando. Arrumei a coberta no corpo de Luz, fazendo um carinho em sua bochecha. — Com o que sonhou?

— Com a minha mamãe… — ela disse, seus olhos se encheram de água. Eu a levantei e a abracei, eu não queria mais solta-la, nunca mais… Eu não queria vê-la sofrer novamente.

— Você sabe que ela esta em um lugar muito melhor, né minha princesa? — perguntei, se afastando dela para fita-la.

— Sei. Tia Sofía disse que ela está nos campos Lisios! — ela sorriu meio forçado. Sequei suas lágrimas com meus lábios em suas bochechas rosadas, a olhei e sorri.

— A forma certa é Elísios! — a corrigi e ela assentiu. — Mais chega de falar de Elísios, passado e chorar… Você agora tem que dormir um sono muito grande! — tentei imitar a voz dela, substituindo o R pelo L.

— Sim, sim! — disse um pouco mais animada, erguendo os braços.

Eu a peguei no colo, e me levantei da cama. Aproveitei para pegar seu unicórnio de pelúcia.

—Onde vamos? — ela perguntou.

— Você irá dormir hoje comigo. — eu beijei sua bochecha, tentando conter meu riso da careta que ela havia feito.

Abri a porta do meu quarto, batendo o pé na mesma para fechar. Depois de arrumar Luz em minha cama, deito junto a ela, que me olha sorrindo.

— Boa noite, Iggy! — ela diz logo depois fechando os olhos azuis.

Eu sussurrei um boa noite para ela e fiquei a observando até pegar no sono. Quando eu acordei Luz não estava ali comigo. Levantei e fiz minhas higiene pessoais, logo depois de me vestir. Desci as escadas apressada, sentando ao lado do Steve que tomava café, enquanto conversava com Ágata ao seu lado. Só estavamos nós três, Plínio e Greg ali tomando café.

— Bom dia. — falei após me sentar, eu estava apressada.

— Tá apressadinha em, que houve? — Plínio perguntou desconfiado.

— Preciso fazer um negócio, antes de irmos ao Brasil! — falei pegando a xícara da mão do Greg e tomei. — Valeu!

— Te admiro demais em, pegar a xícara da mão de um deus como eu e tomar. Tá desafiando a morte, Iggy? — perguntou-me ele. Não sei se o mesmo fingia, só sei que eu fiz o sinal de beleza, logo me tocando que eu estava desafiando a morte.

— Qual é a sua pressa? — Steve perguntou sorrindo meigo.

— Nada, era só pra testa minha velocidade! — eu sorri para ele.

— Desgraçada! — Plínio exclamou.

— Eu irei te ensinar com quantos paus faz uma canoa! — Greg disse colocando a mão no queixo. — Ah… Cem polichinelos!

Me levantei e comecei a fazer os polichinelos, aquilo não me cansava era até bom para descontrair. Ele mandou eu parar, assim fiz. Greg me abraçou forte, e me rodou.

— Você está bipolar hoje, irmão? — perguntei assustada.

— Não, é que você é obediente, me vê como seu irmão mais velho, tô até chorando aqui! — sorriu fingindo limpar lágrimas.

— Essa é boa. Agnes não cai não, ele quer algo de você! — Plínio disse, recebendo um dedo do meio do nosso irmão mais velho.

Eu semicerrei os olhos, olhando para Gregório.

—Tabom… Me empresta cem dracmas de ouro? — ele perguntou.

— Tudo bem. — eu sorri, logo depois fechei a cara. — Pra que?

— Aposta minha cara Agnes! Eu fiz uma maldita aposta com o maldito do Apolo, quem era melhor no arco e flechas. O viado do sol ganhou. — ele passou a mão na nuca.

— Por motivos óbvios, Apolo não erra uma! — revirei os olhos.



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