História The Four Knights - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), CNBlue, EXO, Got7
Personagens BamBam, Jung Yong Hwa, Jungkook, Personagens Originais, Sehun
Tags Comedia, Drama, Romance
Exibições 9
Palavras 1.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Três horas




                YOUNG DO
    Encarei o relógio que estava no meu pulso e vi que faltavam apenas 10 segundos, encarei BamBam, que ainda estava dormindo e o acordei, ele tirou os fones, foi quando o Sehun apareceu na sala.

    -O vovô perdeu tudo? - perguntou e o Jungkook entrou na sala, parando ao lado do Sehun.

    -Cadê o vovô? - ele perguntou e o Yong apareceu ficando ao lado do Jungkook.

    -O vovô está bem? - perguntou e Bambam riu fraco.

    -Eu disse que eles eram trouxas, acreditaram mesmo que era o vovô, eles já deviam ter percebido que o vovô não ameça para conseguir o que quer, ele tira antes mesmo de receber. - comentou Bambam ainda sentado no sofá, eu revirei os olhos e os 3 de pé na sala lançaram um olhar mortal para ele. - O quê? Não é só porque não foi o nosso querido avô que nos chamou, que isso vai deixar de ser importante.

    -Quando quiser calar a boca. - retruquei o encarando e ele fez sinal de zíper na boca.

    -Olha, eu perdi um Talk Show muito importante, é melhor isso ser tão importante quanto. - falou Yong e eu peguei 4 convites em cima da mesa de centro.

    -Espero que os 4 apareçam. - distribuí os convites e o Sehun foi o único a abrir o cartão.

    -Olha só! Quem diria? O nosso avô vai casar! Pela quinta vez! - exclamou fingindo animação.

    -Eu não vou. - verbalizou Jungkook colocando o convite em cima da mesa de centro.

    -Nem eu. - falou Yong fazendo a mesma coisa, eu encarei o Sehun esperando que ele fizesse a mesma coisa, só que ele não fez.

    -O quê? É lógico que eu vou! Quero conhecer a felizarda que vai casar com o meu amado avô. Quero ver se dessa vez, ela tem idade para ser a minha mãe ou a minha irmã. - falou irônico eu revirei os olhos. - Tô louco para conhecer a vovó.

    -Era só isso? Eu já posso ir? - perguntou Jungkook e eu cruzei os braços.

    -Fiquem sabendo que se vocês não forem, vão perder os privilégios de ser um herdeiro do império Kang.

    -O quê?! - exclamou Bambam se levantando do sofá. - Quer dizer que se esses retardados não forem, eu perco todo o meu dinheiro?!

    -Exatamente. - respondi sorrindo fraco. - Dessa vez o presidente Kang está ameaçando e não tirando, mas fiquem sabendo que não vão gostar quando ele tirar. Com licença. - me retirei da sala e respirei fundo. Uma família que tem de tudo, mas não sabe valorizar, é um desperdício.



                        [...]





                    HA-NI
    Assim que pus os pés dentro de casa, escutei minha madrasta conversando (quase gritando) com a minha irmã postiça. Entrei na sala e vi Sun-Hee fechando o notebook furiosa, enquanto a minha madrasta, comia pipoca, assistindo um filme na televisão. Respirei fundo e me aproximei delas, eu precisava pedir, mesmo que eu não quisesse.

    "-Já que não pode se casar com um dos herdeiros do império Kang, devia ter, pelo menos, entrado na faculdade, Suh-Hee!" - foi o que eu ouvi a minha madrasta quase gritar.

    -Madrasta. - chamei e elas me encararam. - Eu posso usar o notebook só dessa vez? - perguntei e ela arqueou uma das sobrancelhas.

    -Posso saber para quê precisa usar o notebook? - perguntou ríspida e eu encarei o chão. - Não me diga que se inscreveu em uma faculdade? - perguntou e eu assenti, Sun-Hee riu e se levantou de onde estava sentada.

    -Bom, veja se passou. - falou e eu fui até o notebook que estava em cima da mesinha de centro. Coloquei o nome da faculdade e escutei minha madrasta rir fraco.

    -Universidade de Ensino de Seul? Jura? Quer ser professora? - perguntou e eu sorri fraco.

    -Era o que minha mãe queria. - respondi e ele bufou.

    -Você devia fazer algo que eu quisesse já que eu sou a sua mãe. - resolvi ignorar o que ele disse. - Mas é bom que você não sonhe muito alto, cada um deve sonhar com o que lhe é permitido. -falou e eu coloquei o número da minha inscrição, apareceu uma pasta separada e quando a abri, vi que eu tinha passado.

    -Isso! - exclamei animada.

    -Bom, não é como se qualquer um pudesse entrar para a faculdade, é preciso de 4 mil wons para a matrícula. - falou Sun-Hee e eu sorri vitoriosa.

    -Eu tenho dinheiro suficiente para a matrícula, o resto eu pago com o salário do meu trabalho. - falei animada, eu saí dalí e fui para o quartinho de limpeza, que, na verdade, virou o meu quarto. Assim que eu fechei a porta, eu comecei a pular de alegria, eu finalmente sairía daqui. - Eu sou uma universitária, mamãe!



                        [...]






                    SEHUN
    Aproveitei que não tinha ninguém na mansão e resolvi que era hora de dar uma festa. Meu avô ficaria contente em saber que eu vou dar essa festa em homenagem ao casamento dele ou talvez não. A mansão estava lotada de gente, a música estava alta. Passei pela sala de jantar e olhei para o teto.

    -Como é a casa vista daí de cima? - gritei para que o mordomo pregado no teto com montes e montes de fita adesiva. Ele grunhiu algo que eu não entendi e eu ri fraco. - Desculpe, mas os meus amigos estão a minha espera! - saí de perto dele e fui a procura dos meus amigos.




                        [...]




    -Minha avó tem idade para ser a minha mãe e eu não estou nenhum pouco afim de ter um tio que é um bebê. - resmunguei bebendo o resto do líquido que estava no copo.

    -O que vai fazer? - perguntou Kaius e eu passei o braço em volta dos seus ombros.

    -Seguinte, eu vou levar para o casamento do meu avô a primeira garota que passar por aquela porta. - apontei para a porta dupla de vidro, se passou alguns minutos e as portas automáticas se abriram, foi quando apareceu uma entregadora, segurando várias caixas de pizza.

    -A pizza chegou! - exclamou a garota e Kaius começou a gargalhar. É, que merda!





                        [...]






                    HA-NI
    Só mais essa entrega e o meu turno acaba. Cheguei no local indicado e passei pelo enorme gramado. Aquele lugar era enorme. Andei mais um pouco até chegar nas portas duplas de vidro, que se abriram automaticamente. Quem quer more aqui, deve ser muito rico.

    -A pizza chegou! - exclamei e dois garotos ergueram os braços, eu fui até eles e coloquei as caixas de pizza em cima da mesinha diante deles. - São 2 mil wons. - falei e um deles arqueou uma das sobrancelhas.

    -O que você está fazendo aqui? Eu pedi que a entregadora mais gata viesse, não você, verme. - falou e eu tentei ingnorar o insulto.

    -Pague as pizzas enquanto eu ainda o trato como cliente. - alertei e ele riu fraco.

    -Eu não vou pagar nada. - falou e o outro garoto derrubou as pizzas no chão, o que só fez a minha raiva aumentar.



                        [...]



                    SEHUN
    -Eu vou resolver isso. - falei assim que vi o cara derrubando as pizzas no chão, eu ia até eles, mas o Kaius me impediu.

    -Você não vai até lá, se for, vai ter que pagar a conta do hospital deles. - falou e eu peguei a carteira.

    -Eu não vou bater neles, eu vou... - parei de falar após ver o cara ser lançando em cima de uma mesa perto da gente, arregalei os olhos e a entregadora se aproximou do cara jogado no chão.

    -Eu poderia fazer pior, existem vários entregadores por aí, em cima de uma moto, quase se matando para oferecer o melhor para vocês, clientes, e vocês nos tratam como vermes? - bravejou ela com os punhos serrados. - Você vai fazer de novo? - perguntou e ele negou com sacolejar de cabeça. - Como é que se fala? - perguntou ameaçadora.

    -Desculpe, eu não vou fazer mais. - ele murmurou e ela sorriu vitoriosa.

    -Deu 2 mil wons. - falou e ele pagou para ela.

    -É dela que eu preciso. - murmurei cruzando os braços.

    -Peço desculpas por atrapalhar a festa. - se desculpou ela e eu sorri de lado.

    -Como vai fazer isso? - perguntou Kaius e eu mordi o lábio inferior.

    -Eu vou dar um jeito. - respondi começando a ir atrás da garota, que já estava saindo da mansão, quando ela foi para a rua e subiu na moto, eu corri para tentar alcançá-la, peguei o celular no mesmo instante em que ela deu partida na moto, não perdi tempo em tirar fotos da placa da moto.


                        [...]





                    HA-NI
    Depois que tomei um longo de um banho e vesti o meu pijama, eu fui dormir, estava cansada e amanhã eu teria que fazer tudo de novo, peguei o meu celular e verifiquei se tinha alguma mensagem do meu pai, não tinha nenhuma, ele devia estar ocupado, ele sempre estava ocupado, eu só queria logo que esses 3 dias passassem logo, para que eu pudesse vê-lo de novo. Amanhã é o aniversário da morte da minha mãe e eu vou visitá-la.


                        [...]


    -Só falta mil wons para eu ter 4 mil wons! - falei animada, encarando o papel da minha conta bancária. Já devia ser uma 2 horas da tarde, meu turno aqui já estava acabando. - Quatro mil wons! Quatro mil wons!

    -Desculpe, quatro mil wons não é muito caro para um picolé? - escutei uma voz masculina perguntar e eu me assustei, abaixei o papel e encarei o moreno diante de mim, segurando um picolé.

    -Desculpe. - ele me deu o picolé e eu passei pelo scaner. - Deu 4 wons... ah! É uma promoção one plus one. - falei e ele franziu o cenho. - One plus one.

    -O quê? - perguntou confuso.

    -Quer dizer: 'Um mais um', compre um e leve um de graça. - respondi e ele fez cara de decepcionado.

    -E agora? Eu só queria um... você quer o outro? - perguntou e eu arqueei uma das sobrancelhas. - Se aceitar, vai ter que se sentar comigo.



                        [...]




    -Posso te fazer uma pergunta? - perguntou assim que nos sentamos em uma mesa na área reservada para clientes, eu assenti. - Não é bem uma pergunta, é que eu... eu queria ter 3 horas com você. - falou e eu parei para encará-lo.

    -Eu acho melhor eu voltar para o trabalho. - verbalizei me levantando, mas ele segurou o meu pulso.

    -Eu te pago mil wons. - falou e eu puxei o meu pulso.
    -Acho que o seu picolé está estragado. - repliquei voltando  para o caixa e ele me seguiu.

    -Acha que eu não tenho dinheiro? - perguntou e eu não o respondi. - Eu tenho muito dinheiro, tanto que eu estou disposto a dar o que você quiser se passar apenas 3 horas comigo. - retrucou e eu arqueei uma das sobrancelhas.

    -Prove.

    -Quer que eu prove que eu tenho dinheiro? - perguntou e eu assenti.



                        [...]





    Arregalei os olhos quando ele colocou mais de 15 milhões de wons em cima do balcão.

    -Tudo certo? - perguntou e eu olhei para toda a loja, todas as prateleiras estavam vazias, até mesmo os freezers. Ele tinha comprado tudo, literalmente tudo. - Eu compraria o estabelecimento, mas você disse que o dono não está aqui, então tive que dar o meu jeito. Isso é prova o suficiente para você ou...? - eu o interrompi.

    -Tudo bem, você tem dinheiro. - ele sorriu vitorioso e pegou uma caneta do bolso da sua jaqueta.

    -Como eu sou um cara legal, vou te dar 4 horas para você se decidir se vai ou não aceitar, se for aceitar... - ele começou a escrever o que parecia ser o seu número na nota fiscal. - ... me ligue, daqui à 4 horas, pode ser antes, não mais que 4 horas, entendeu?




                        [...]





Notas Finais


Espero muito que tenham gostado, beijos e até o próximo capítulo!


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