História The Friends Of Love - Capítulo 4


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Tags Alicelina, Carmiel, Ciriquina, Del'art, Jorgerina, Laudriano
Exibições 46
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey mios amores eu não lembro se eu disse ou não que eu postaria todo dia, mas eu vou esclarecer que eu não vou poder postar todos os dias porque eu não vouter tempo para escrever os capítulos todos os dias. Então provavelmente eu postarei dois capítulos por semana

Esse capítulo é um P.O.V da Marcelina

Pão com ovo pra vocês😘

Capítulo 4 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction The Friends Of Love - Capítulo 4 - Capítulo 3

– depois não se queixe quando você estiver gorda e eles não te contratarem pra fazer mais trabalho nenhum - Ruth aparece resmungando na sala ao ver que eu comia uma barra de chocolate, dou um curto sorriso e enfio mais um pedaço na minha boca que já estava toda suja

– Não se preocupe eu comprei light - mostro a embalagem marrom com a palavra Light escrita em cinza

– Okay. Okay… - ela massageia as têmporas - Você já escolheu o seu vestido para essa noite tão especial?

– Não. Nem sei se quero ir - confesso me deitando no sofá cansada de nada fazer

– não sabe se quer ir? Você vai e ponto - Ruth diz autoritária me apontando o dedo - o dinheiro é bom e você vai ganhar um vestido lindo e maravilhoso que você escolher

– Mas pra que dinheiro e um vestido se eu só vou fazer filmes e ir em estréias? - isso era verdade, eu quase não saia. Nos filmes o personagem tinha seu próprio estilo, o que significava que eu tinha que vestir as roupas que eles escolhessem. Nas estréias eu tinha que usar um vestido chamativo e que não fosse esquisito, trabalho para Ruth! Eu praticamente não vivia a vida do jeito que eu queria viver

– Porque para ir em estréias você precisa de dinheiro, para comprar aqueles vestidos meu anjo - ele diz o óbvio, as vezes era chato ser famoso, sério era a pior coisa do mundo. Não poder ter amigos, não poder ir no shopping sem quase ter um ataque cardíaco por susto de várias câmeras miradas na minha direção. Não poder ir almoçar sem ter que escrever meu nome em um braço ou em uma teta.

– Tem razão, eu vou ter que vestir um vestido lá, não é? - ela assente desconfiada de minhas intenções - pronto então só vou botar uma calça e estou pronta

– Uma calça? Você não pode sair assim, sabe vai ter imprensa e muitos repórteres e muitos fãs, você não pode ir de calça - Ruth se desespera me impedindo de levantar do sofá para ir à minha suíte

– Okay um vestido bonitinho e simples. Talvez um azul? - pergunto fazendo um biquinho, a mesma abre um grande sorriso sumindo para o meu quarto

~°~

Eu me olhava obsessivamente no espelho, eu estava bonita mas estava faltando alguma coisa. Pra falar a verdade eu sempre senti isso, mas nunca soube o que faltava, talvez só faltasse a minha vontade de aparecer nas festividades – você está linda Guerra!

– você acha? eu tenho certeza que falta algo - confesso ainda alisando o vestido azul procurando algum defeito nele, o que seria impossível já que ele foi escolhido pela Ruth, que não admite nenhum erro e nenhuma falha

– talvez falte isso - me viro e vejo que em suas mãos havia um colar de prata, com um pingo como pingente.

– Eu tenho certeza que já o vi antes - digo o pegando nas mãos com cuidado, ele me parecia tão delicado que dava medo de pegar

– É claro que já viu! Mas lembra aonde? - ela sorri para o retrato na estante, era o retrato de minha mãe. Nele ela vestia um vestido azul e o mesmo pigente que eu carregava nas mãos, dou um largo sorriso para Ruth - Anda se vira para eu coloca-lo em você

~°~

A festa estava badalada e muito insuportável, havia várias pessoas bem sucedidas na sua carreira de artistas, e pessoas iniciantes nela. Apesar de ser sucedido ou não, os ambos tipos de classificação continham pessoas fúteis e egoístas, claro que tinha suas exceções mas não ponho minha mão no fogo por nenhum deles.

Havia também vários jornalistas bem vestidos e eu diria bem elegantes também, eu até posso os considerar mais elegantes que eu – é claro que eu tenho o convite seu segurança idiota! Só não está comigo… - uma forte movimentação na entrada me chamou a atenção, uma linda moça morena estava discutindo com o segurança. Ela não me lembrava alguém famoso, talvez fosse apenas uma jornalista barraqueira extremamente gostosa, que merece uns tapinhas.

– O que eu acabei de pensar? Marcelina você é hetera lembre-se disso - digo baixo para mim mesma, mostrar interesse por uma mulher era no mínimo… Estranho? Já que até agora eu nunca senti nada disso

– Qual é cara? alivia a minha barra, eu preciso fazer uma boa matéria se não perco o meu emprego - viro meu olhar novamenre para a emtrada vendo a morena pede fazendo um biquinho tentando convencer o segurança a fazer ela entrar, mas ele apenas manteve o seu semblante sério e a empurrava para os lados para outros convidados entrarem

– Psiu - faço um barulho para o segurança me aproximando da porta de entrada, ele vira o rosto para mim e eu o chamo com a mão - vem cá

Ele chama outro segurança para ficar em seu lugar, e se aproxima desconfiado de mim – Senhorita Guerra?

– me diz quem é aquela moça na porta? Por que ela não pode entrar? - pergunto tentando não mostrar interrese pela moça. Apesar de não querer mostrar interesse pela mulher, eu ainda queria ver o seu rosto de perto.

– Senhorita Guerra, ela é uma jornalista e está acompanhada por seu câmera man e os dois estão sem convite para entrar e ela afirma ter seus nomes na lista, mas eu procurei e não o encontrei senhorita. - ele diz como se fosse um robô, às vezes poderia engraçado se não desse medo

– Faça a moça ali entrar, - ele se assusta com a minha ordem e tenta impedi-la colocando alguns empecilhos - qualquer problema que ela cometer será diretamente cobrado para mim, agora por favor faça a moça entrar

– Sim senhorita, como a senhorita desejar. - ele assente e sai da minha frente indo liberar a entrada da moça


Notas Finais


Marcelina sua safada, você ainda é hetera viu?

Vestido da Marce na imagem


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