História The friendship simply surpasses all - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Dave, Endoskeleton, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Fritz Smith, Golden Freddy, Jeremy Fitzgerald, Mangle, Marionette, Mike Schmidt, Personagens Originais, Purple Guy, Sammy, Shadow Bonnie, Shadow Freddy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Animatronicos, Crianças, Crianças Encapirotadas, Five Nights At Freddy's, Five Nights At Freddy's 2, Five Nights At Freddys 3, Fnaf, Fnaf2, Fnaf3, Friendship, Misterios, Pizza, Pizzaria, Segredos
Exibições 58
Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então né, a net tá uma merda esses dias... ._. está explicado o motivo de eu não ter postado antes!
Hue, amei essa capa de cap ù.ú
Feliz dia das crianças 'u' E se vc n tá lá mt feliz com isso pq cresceu e n pode mais ganhar presente... Lembrem de mim, meu aniversário é daq uns dias, ou seja, perto do dia das crianças... então, eu quase nunca ganhei presente, só dos profs msm ;u; Minha vida sempre foi assim = ou no aniver ou no dia das crianças, e como no meu aniversário é mais importante ._. ...
Enfim, por um milagre de Deus, eu ganhei presente hoje...doces, nossa melhor presente pra uma pessoa que n gosta mt de doces... nem tem chocolate no meio desses doces... (mas enfim né :') melhor q nada.) O outro "presente"... Uma cólica infernal que só falta me matar -_- desse presente eu não precisava.
E~, very thanks pelos favoritos e comentários *-* a tia tá muito feliz com eles <3
Podem ler, agora eu deixo :')
Boa leitura~

Capítulo 24 - Not so in control...


Fanfic / Fanfiction The friendship simply surpasses all - Capítulo 24 - Not so in control...

~Freddy POV's~

 Eram lá pras oito da manhã. Eu e a Bia acordamos tarde hoje.

Sabe, ela não para de estudar, logo entrará em uma faculdade, eu a entendo. Não quero que ela deixe de me dar atenção... Mas reconheço que ela tem uma vida e a precisa viver...

Ela está tomando café da manhã agora, e eu não gosto dessas coisas, então o quê eu faço? Fico moscando em algum canto escuro da casa...

Estava debaixo da escada, sentado no canto. Amo esses cantos escuros... Me sinto bem... Ouvi um sussurro horripilante ao longe, digo, Fredrick, a minha alma ouviu, era algo espiritual, minhas orelhas balançaram pra trás.

Sinto um arrepio estranho na alma. O que está acontecendo aqui?

Percebi que comecei a tocar meu jingle. WOW WOW WOW, QUEM MANDOU? (N/A: Freddy ficou irritado.)

E-eu não mandei isso tocar, meu corpo está em perfeito estado, né? Eu...

Bonnie: Cara, que quê você está fazendo ai? — Vi que ele estava agachado no lado claro da escada. Com certeza o som da Marcha Toreadora e as luzes chamaram a atenção dele.

— Nada. — Falei secamente, me agachando e saindo debaixo da escada.

Meu jingle continuava, oh droga. Não importa o que eu faça ou mande, não para! Ah, enfim, parou. Ufa, já estava me desesperando. Imagina se eu quebro? Parecia que eu não estava no controle...

Bobagem.

Andei um pouco, e vi Toy Bonnie, Foxy, Golden e Puppet na sala.

Foxy: Você já morreu umas vinte e oito vezes...

Golden: Os dois vão demorar muito? Queremos assistir.

Foxy: Vamos sim, ele não me deixa jogar!

— Ei, o que houve?

Golden: Queremos assistir, mas esses dois não desocupam a TV.

— Querem ver um programa em específico? — Indaguei, já imaginando a resposta.

Golden: Não, só queimar os neurônios. — Eles sequer têm neurônios?

— Foxy, a quanto tempo estão jogando?

Toy Bonnie: Meia hora.

— Joguem por mais meia hora, deixe o Foxy ter sua vez. E depois, deixem o Puppet e o Golden assistirem TV. — Falei.

Foxy: Está bem. — Saí dali, em direção a cozinha. Vi o Dave com o rosto escorado na mesa, e as mãos na cabeça, percebi que ele tremia e suava muito. Ue.

Toy Bonnie apareceu atrás de mim.

Toy Bonnie: O que aconteceu com ele? — Perguntou confuso, sussurrando.

— Não sei. — Respondi no mesmo tom.

Dave: Não por favor, de novo não... — Ele sussurrou com um tom de desespero.

Toy Bonnie: Tio Miller? — O chamou, se aproximando.

— Toy Bonnie, volta. — Sussurro um pouco alto.

Dave: Sim? — Falou parando de tremer.

Toy Bonnie: O senhor está bem? — Ele parou no lado do Dave. Que levantou o rosto da mesa , com os olhos fechados e sorrindo de lado.

Dave: Claro. — Sorriu mais abertamente, abrindo os olhos e encarando Toy Bonnie. Nota, os olhos dele estavam negros e a íris estava branca, e sua pupila vermelha.

Toy Bonnie: Uh-oh, não parece bom.

— Irei chamar alguém... — Não terminei a frase, Dave avançou com tudo no Toy Bonnie, apertando o pescoço do mesmo e o empurrando fortemente até a parede, fazendo soar um alto baque.— Ah. Não...

Ele pressionou a cabeça do Toy Bonnie bem forte na parede. Tentei me aproximar, mas quando estava próximo apenas ouvi um estalo bem alto. Olhei Toy Bonnie e... A cabeça dele sangrava muito... — Sendo que nem sangue nós não temos.

Dave o largou e se virou para mim.

— Me lasquei.

Dave: Finalmente, depois de todos esses anos... — Ele simplesmente pulou em cima de mim e me derrubou no chão, senti minha cabeça batendo com força no piso, aquilo machucou. O encarei assustado, ele é incrivelmente forte... Seu olhar demonstrava puro ódio, enquanto um sorriso estranho permanecia em seus lábios. Tentei me levantar, mas ele colocou as mãos em meu pescoço e me pressionou contra o chão. — Qual sua última palavra, Ursinho?

— Eu... Posso pensar?

Dave: Ah, está bem... — Ele parou de sorrir ao menos, tomando uma expressão mais séria.

— Nossa, é difícil... Minhas últimas palavras podem ser: Olha atrás de você? — Sorri.

Dave: Fredrick, pode ser o que você quiser.

— Não, é sério. Olha atrás de você.— Vi um pouco de confusão em seu olhar, ele virou a cabeça para trás. Encontrando as duas figuras que ali estavam... Eram elas: Kelly e Jénnifer.

Dave: ...Certo. — Ele voltou a atenção pra mim, okay... A reação não foi como eu esperava. — São só essas mesmo?

— Esse cara vai me matar! Pronto...

Dave: Ótimo. — Ele parecia querer apertar meu pescoço. Mas...

Beatriz: Pai, o que o senhor está fazendo? — Ouvi aquela voz linda.

Kelly: Will...

Dave: Me chamo Dave agora.

Jénnifer: P-papai...

Beatriz: Pai, s-solta o Fred. — Ela pediu trêmula, sei que não é o momento pra dizer isso, mas eu acho tão lindo quando ela demonstra que se preocupa comigo.

Jénnifer: Pa-pai, o que o senhor acha d-de nós irmos procurar tinta roxa para cabelo? Que tal tomar café com torrada?

Dave: Soa desinteressante. — Comecei a sentir necessidade de respirar, meus mecanismos precisam ficar ventilados.

Jénnifer: Esse não é meu pai. Mãe faz algo! — Ela estava desesperada.

— É, dona Kelly, faz algo. — Minha voz saiu muito fraca e distorcida.

Dave: Vocês sabem que nunca poderão me parar. — Sua voz estava completamente diferente, mais demoníaca. Lembrou um pouco a voz do Golden. — Eu irei destruir essa... Família, sequer se pode ser chamada assim. —  Ele se levantou, soltando meu pescoço, mas infelizmente colocando o pé em meu peito e pressionando forte.

Kelly: William... Você está ai...? — Ela se aproximou de nós.

Dave: Uh? — Olhou para ela e riu sarcástico.

Beatriz: Pai...

Dave: Eh. — Ele tirou o pé do meu peito e as encarou.

Beatriz: M-mãe, não tem uma maneira de fazê-lo parar? — A voz dela estava chorosa, isso estava me destruindo, mas me sinto fraco. Tentei me levantar, mas tudo o que conseguir foi sentar no chão.

Dave: Fique parado. — Ele sussurrou pra mim, com um sorriso de canto assustador, me senti intimidado.

Kelly: Beatriz, acho que tem uma maneira sim, mas...

Jénnifer: Por favor. Eu quero meu pai de volta...

Beatriz: Evite que ele machuque mais alguém. — Dave as encarava com um olhar de reprovação.

Dave: Vocês não estão ouvindo? Ele não está no controle, ele sempre pensou que sim, mas ele nunca esteve acima das consequências. — Riu ainda com aquela voz estranha.

Kelly: Não vou mentir que estou  com medo de fazer isso... Mas enfim, — Ela se aproximou do Dave, ele arqueou as sobrancelhas com um olhar debochado.

Dave: O qu-... — Ele foi interrompido pois Kelly o abraçou fortemente. Ele ficou estático por um momento. — Qual seu problema? S-sabe que eu posso te matar a-agora mesmo, não é?

Kelly: Mas você não vai. — Ela encostou a cabeça no ombro dele, ele tinha um olhar meio apavorado. Dave começou se debater para tentar sair, mas, ele tem força de sobra pra sair, porém não a usa... A força na qual ele se debatia ia se diminuindo. Até que ele permanecesse quieto nos braços dela. Ele arfou devido a força que usou, seus olhos ficaram castanhos novamente, e ele sorriu levemente de lado.

Dave: Amor? — Falou docemente, nem parecia que era o Dave. — Não, eu fiz merda de novo? — Ele pareceu preocupado por um instante.— Eu...

Kelly: Shhh. — Ela o cortou. — Não foi sua culpa... Não foi sua culpa, Will. — Ela repetiu. Dave sorriu, pondo os braços em volta dela. Sorri de leve, ouvi passos bem leves se aproximando (ter audição de animatrônico é uma maravilha), virei a cabeça e vi a Bia. Ela se agachou e olhou fixamente em meus olhos.

— Beatriz... — A abracei.

Beatriz: Você está bem? — Ela me abraçou de volta.

— Vou ficar melhor. Olhei por cima dos ombros dela, notando que Jénnifer olhava com os olhos brilhantes, tanto para nós como para o Dave e a Kelly. Acho que por causa dos shipps dela serem reais... Espero que isso não a faça sentir falta do Jeremy.

Kelly: Oh, o Toy Bonnie... — Ela separou-se do abraço, passando a encarar o filhote de coelho.

Dave: Eu arruinei tudo de novo... — Ele sussurrou mas eu ouvi. — Não se preocupem, irei consertá-lo. De alguma forma... — Ele foi até o Toy Bonnie, pegando-o no colo e saindo da cozinha.

Jénnifer: Nossa, eu nunca vi meu pai assim... Nem naquele dia que ele vestiu o SpringBonnie ele não agiu tão agressivo assim. Fiquei assustada...

Beatriz: Tem razão. — Ela me soltou. — Mesmo naquele dia, ele não batia forte, não a esse ponto ao menos...

— Espero que o baixinho fique bem. — Confessei. Beatriz me ajudou a levantar, deixando os braços em volta da minha cintura para eu me apoiar nela. — Eu irei ficar bem, é só um pouco de falta de ar. — Coloquei o braço em volta do pescoço dela. A minha humana... Naquela noite em que eu a vi pela primeira vez... Eu entrei no escritório apenas querendo matá-las, mas quando cheguei lá... Eu fiquei hipnotizado por ela, apesar de que eu tinha uma tarefa, eu só havia conseguido me aproximar e continuar observando aquele ser, a cor dos cabelos e olhos, cada traço de seu rosto, e até a área do pescoço abaixo, fuhuhu. E acabei falhando na missão de matar, para minha sorte hein? Se eu tivesse a matado... Não sei o que seria de nós, e o próprio Puppet teria matado-me. E naquela outra noite, que eu estava me aproximando do escritório, e a vi mandando Foxy devolver o cupcake (só  podia) á Toy Chica, fingindo ser eu. Notei, nenhum guarda tentaria fazer algo assim, ela era realmente diferente, eu tinha que saber sobre aquela humana que havia me despertado o interesse.

Eu havia começado a falar isso a meus amigos, mas quando menos notei, eu já estava começando a falar dela com um sorriso abobado e um olhar apaixonado... É, eu estava apaixonado por uma guarda noturna. Á início não acreditei e tentei ao máximo apenas ficar claro que éramos só amigos, mas, falhei nisso também...

Notei que a dona Kelly parecia estar bastante pensativa.

Kelly: Há algo estranho nisso.

Jénnifer: Muito. — Bia e eu fomos até a sala. Lá vi Toy Freddy, Golden e Puppet.

Golden: Freddy! — Já sabia que ia sobrar pra mim. — Cara, pode nos ajudar? — Eu queria muito revirar os olhos, cruzar os braços e dizer que apenas queria descansar perto da minha princesa, mas sou o líder, e infelizmente, tenho um papel a fazer e seguir. Além de que eu me acostumei a ajudá-los.

— Ajudar em quê?

Golden: Consegue acalmar o Toy Freddy? Ele não para de fazer drama! Se bem que seu estado não está dos melhores não... — Me aproximei do Toy Freddy, ele parecia bastante triste.

— Toy Freddy, qual o problema? — Ele levantou o olhar, me encarando.

Toy Freddy: Toy Bon...

— Sim, ele está um pouquinho mal, mas ele vai ficar bem logo logo... — Sorriu fraco. — Você gosta muito dele né? — Ele assentiu.

Toy Freddy: Bastante...

— Por que não conta pra ele? — Indaguei.

Toy Freddy: Vergonha? Timidez?

— Ah, vai lá. Tenho certeza absoluta que ele gosta de você também, ele não vai te rejeitar. — O incentivei, ele deu um sorriso brilhante.

Toy Freddy: Obrigado! — Fiz cafuné no cabelo da minha segunda versão.

— De nada. — Saí de perto dele, andando lentamente até a Bia. Ela estava sorrindo, com certeza ouviu tudo.

Beatriz: Sabe como motivar alguém, já pode ser pai. — Falou em um tom brincalhão. Tossi fortemente, ela deu um sorriso divertido. — Eu só estou brincando, seu bobo. Relaxe...

Freddy: Ainda bem, eu não acho que estou pronto para uma responsabilidade dessa. É algo muito sério não? Eu sou apenas uma criança.

Beatriz: Ah, você não pareceu ser uma criança dia desses. — Tossi mais alto, pra disfarçar o quão corado eu estava, eu sabia muito bem de que dia ela estava falando. E pra piorar, comecei a lembrar perfeitamente daquela noite, o corpinho frágil e quente dela, cada fio de cabelo espalhado pela cama... Melhor parar, não quero ficar excitado logo de cara, não quero que ela pense que eu sou pervetido. Mais do que ela já possa pensar que eu sou.

Freddy: Então, — Tentei buscar argumentos contra o fato.

Jénnifer: De que vocês estão falando? — Ela apareceu do nada. Fazendo eu me assustar, essa garota roubou os poderes do Golden? Só assim pra eu nunca notar a presença dela.

Beatriz: N-nada, Jénnifer. — Notei a falta da minha cartola.

Jénnifer: Hum.

Beatriz: Dois. — Usou um tom zombeteiro.

Jénnifer: Três índiozinhos. — Tentei encontrar a lógica.

Error 404: The logic is not found.

Ah, okay. Me afastei um pouco delas, quem sabe um cochilo não ajuda?

Arg, desde quando dormir ajuda alguém? Acho que eu ando passando muito tempo com a Bia.

Ouvi passos, olhei para trás e percebi que a Bia me seguia, normalmente eu que a sigo.

— Eu apenas vou dormir... Quer dormir comigo? — Ela ficou um tempo calada, e depois assentiu. Sorri docilmente para ela e fomos para nosso quarto.

Ao chegar lá, olhei a janela, estava um lindo dia lá fora. Pássaros cantando, flores desabrochando. Em dias como esse o Foxy e o Dave deviam estar plantando flores.

Minha visão ficou turva por um instante, ah cara, não acredito que esse corpo vai começar a dar defeito. Encarei a Bia, ainda conseguia vê-la, ela me olhava com uma das sobrancelhas franzida, e a outra erguida.

Sorri da maneira mais amistosa que consegui e pulei na cama., ela se deitou calmamente do meu lado.

Beatriz: Você não gosta de dormir... Tem algo errado? — Eu não queria parecer fraco pra ela, então...

— Um pouco de defeito no sistema. Mas vai passar, meu amor. — Ela pareceu se acalmar um pouco, abracei-a e fechei os olhos. Relaxando minha alma, a Beatriz me acalma de uma forma que eu nunca consegui me acalmar antes...

Sentia meus motores desligando aos poucos. Ou seja, eu estava desligado. Meu corpo estava ao menos.

Sabe, agora, talvez eu possa sair do meu corpo, hehe, descobri isso a pouco tempo, e portanto que eu não me afaste muito, se não volto pra lá e fico sem poder sair por um tempão. Heh, isso é até bom, me livrar dos metais por um tempo faz eu relaxar. Me sentir mais leve talvez...

Como apenas o espírito do Fredrick, fui para o lado da Bia. Notei que ela estava bem confortável ao lado do meu corpo físico, fazendo carinho em minha orelha, e com a outra mão mexia no celular. Como um bom bisbilhoteiro, olhei o celular dela.

Ah, ela estava apenas conversando com uma tal de "Alice", nada que me enciúme. Não sou muito ciumento, mas como o ursinho dela, óbvio que quero deixá-la como minha né?  Então, melhor sair de perto dela, ela parece ter um dom, e se ela me ver? Talvez não dê nada, talvez dê merda.

Sai flutuando do quarto, atravessando paredes até chegar à área de serviço, tava tudo beleza até...

Eu vi três figuras lá conversando seriamente, até me assustei, eram dois garotos e uma garota.

Um garoto meio emo de olheiras grandes, ele usava um fone agora. Um garoto meio assustador, ele tinha marcas de lágrimas e um sorriso de sangue, apesar de que parecia muito que ele não estava pra sorrir. E a garota de cabelos longos, havia muitas marcas de facadas no pescoço. Dava arrepio.

Eles eram cinza escuro, enquanto eu sou branco. Eles notaram minha presença e me encararam, o emo me encarou com nojo e os outros dois, neutros. Deu novamente aquele arrepio.

Olá? — Pensei em ser formal, como espírito minha voz fica infantil e dócil, isso ajuda em ser formal, mas acaba completamente com a ideia de passar medo.

Garoto emo: ... — Ele ficou em silêncio. — Seu urso nojento. — A voz dele era bastante infantil, mas meio rouca, como se não gostasse muito de falar e suas cordas vocais não estivessem tão exercitadas. Espera, ele me chamou de nojento?

Ahn? — Virei um pouco a cabeça, para olhá-lo de um ângulo diferente.

Garota: Acho que ele não sabe do que você está falando... — Falou dirigindo-se ao emo. A voz dela era amável, mas cansada, muito cansada.

 

Garoto assustador: Ouve, Fredrick. Nós não queremos machucar você, ao contrário, e perdoe nosso amigo, vamos dizer que ele não foi muito com sua cara. — A voz dele era rouca, e causava um leve eco.

 

Quem são vocês? — Indaguei curioso.

 

Garoto assustador: Você conhece o homem roxo? — Assenti. — Somos vítimas inocentes dele, nós nem sequer havíamos tido algum tipo de interação com ele...

— Entendo...

Garoto assustador: Nós pretendemos arruinar a vida dele, quer ajudar?

... — Fiquei pensando, ora, eu tinha perdoado ele, e ele é o pai da Bia, Jénny e Sam... Apesar de que ele não goste muito de mim, nem eu dele, somos uma família. — Boa oferta, mas não... Eu recuso.

Garoto Assustador: Ah qual é? Depois de tudo o que ele fez?! Só porque ele tem alguns problemas na mente não justifica o quê ele fez! Ele não é um bom homem, ele é mau! E ele nunca vai mudar! Acha que só porquê ele ficou feliz com a família e pediu desculpas, isso vai mudar algo para nós? Não é só pedir desculpas e pronto, tudo muda. Você sequer tem certeza que ele mudou? — Parei pra pensar. Eles estavam me confundindo.

Garoto Emo: Eu falei que ele seria inútil. — O encarei, ele olhou com nojo pra mim. — Quando você menos esperar, você não controlará mais seu corpo, assim como o Miller, e sua humana será minha, assim como a vida dele. — Franzi as sobrancelhas, esse papo não me agrada, eles sorriram e desapareceram ao mesmo tempo.

Isso não é bom, me teletransportei de volta para meu quarto. A Bia estava dormindo, mas já parecia que ia acordar. Voltei ligeiramente ao meu corpo, e liguei-o de volta. Me sentando na cama.

Senhor Miller, algo me diz que eles vão conseguir...


Notas Finais


Obrigada por ler, comentar ou favoritar. Bye~ :3


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