História The Future - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave
Tags Diva, Drama, Gravidez, Kiera Cass, Romance
Exibições 92
Palavras 1.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiiiiiiiiiiiiiii
Demorei? Sim, mas ai esta um capítulo...
Estou escrevendo o próximo... Mas vamos lá...
Amei os comentários do último capítulo, espero ter eles novamente. VAMOS COMENTAR E FAVORITAR... Isso me ajuda, vejo que vcs estão gostando e acabo ficando feliz e com isso surgem ideias e mais animação... Beijinhos
ÓTIMA LEITURA GENTEEEEEEEEEEEEE

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction The Future - Capítulo 3 - Capítulo 2

Acordei sentindo Maxon me envolver com o braço. Em algum momento da noite, eu reclinara a cabeça em seu peito, e o ritmo pausado das batidas de seu coração ecoava em meus ouvidos. Sem uma palavra, ele beijou minha cabeça e me abraçou mais forte. Não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Maxon e eu estávamos ali, juntos, acordando na minha cama. Naquela mesma manhã, ele me daria um anel...

— Podíamos acordar assim todos os dias... A noite ontem foi maravilhosa— ele murmurou.

Achei graça.

— Você lê meus pensamentos. – falo e coro.

Ele suspirou, satisfeito.

— Como você está minha querida?

— Neste momento, com vontade de dar um soco em você por me chamar de “minha querida” — respondi, enquanto cutucava sua barriga.

Com um sorriso no rosto, ele sentou ao meu lado.

— Pois bem, então. Minha linda? Minha amada? Meu amor?

— Qualquer um serve desde que seja usado apenas comigo — eu disse. Minhas mãos passeavam pelo seu peito e seus braços. — Como devo chamá-lo?

— Meu Majestoso Marido. Receio que seja obrigatório por lei — ele respondeu. Suas mãos também deslizavam pela minha pele, até encontrar uma parte sensível no meu pescoço.

— Não! — eu disse, fugindo das cócegas.

Ele deu um sorriso triunfante.

— Você sente cócegas!

Apesar dos meus protestos, ele começou a fazer cócegas pelo meu corpo inteiro, me fazendo gritar a cada toque de brincadeira. Mal tinha começado a gritar e tive que parar. Um guarda entrou no quarto com a arma em punho.

Naquele momento, dei um grito de verdade e puxei o lençol para cobrir o corpo. Estava tão assustada que demorei um pouco para perceber que os olhos determinados daquele soldado eram de Aspen. Era como se meu rosto estivesse em chamas de tanta vergonha. Aspen não pareceu abalado. Vi em seu rosto uma expressão diferente, como se ele estivesse feliz... Por fim, meus pensamentos foram quebrados por uma gargalhada. Apesar de todo o meu terror, Maxon não podia estar mais relaxado. De fato, ele parecia feliz por ser flagrado, e sua voz soou até um pouco orgulhosa:

— Garanto, soldado Leger, que ela está perfeitamente segura.

Aspen sorriu maliciosamente e disse:

— Claro, Alteza.

Ele fez uma reverência, saiu e fechou a porta.

Desabei na cama e comecei a gemer no travesseiro.

Maxon veio me abraçar.

— Não fique tão envergonhada. Não estávamos nus. E é provável que volte a acontecer no futuro.

— É tão humilhante — resmunguei.

— Ser pega na cama comigo? — a dor em sua voz era nítida.

Sentei e olhei para ele.

— Não! Não é você. É que, sei lá, isso deveria envolver alguma privacidade — tentei explicar, para depois enterrar a cabeça nos cobertores. Maxon acariciou minha bochecha carinhosamente.

— Sinto muito.

Levantei os olhos. Sua voz era sincera demais para ser ignorada.

— Sei que vai ser difícil para você — ele continuou —, mas as pessoas vão sempre observar nossa vida a partir de agora. Nos primeiros anos, é provável que haja muitas interferências. Todos os reis e rainhas tiveram apenas um filho. Tenho certeza de que alguns o fizeram por opção. Contudo, depois das dificuldades da minha mãe, vão querer ter certeza de que podemos formar uma família.

Ele parou de falar. Seus olhos desviaram do meu rosto e se fixaram em um ponto da cama.

— Bom — eu disse, segurando seu rosto. — Eu sou Cinco, lembra? Tenho bons genes nesse departamento. Vai dar tudo certo.

Ele abriu um sorriso desanimado.

— Espero que sim. Em parte porque, de fato, temos a obrigação legal de produzir herdeiros. Mas também porque... quero tudo com você, America. Quero os feriados e os aniversários, as épocas corridas e os finais de semana preguiçosos. Quero manchas feitas por dedos sujos de creme de amendoim na minha mesa de trabalho. Quero piadas internas, brigas e todo o resto. Quero uma vida com você.

Imediatamente esqueci o que tinha acontecido poucos minutos antes. A crescente sensação de ternura em meu peito afastava todo o resto.

— Também quero — assegurei.

Ele sorriu.

— Que tal tornarmos tudo oficial em algumas horas?

Dei de ombros.

— Acho que não temos outros planos para hoje.

Maxon me empurrou para a cama e me cobriu de beijos. Eu o deixaria me beijar daquele jeito por horas, mas o flagra de Aspen fora suficiente. Não haveria como evitar a comoção das minhas criadas caso testemunhassem aquilo.

Ele se vestiu e eu pus meu roupão. Talvez aquele momento em que nos vestíamos devesse ter sido esquisito. Contudo, ao ver Maxon cobrir as cicatrizes com a camisa, só pude pensar em como a noite tinha sido incrível. Aquilo que eu nunca quis que acontecesse me deixava tão feliz.

Maxon me deu um último beijo antes de abrir a porta e seguir seu caminho. Foi mais difícil me separar dele do que eu tinha imaginado. Disse para mim mesma que depois de poucas horas tudo valeria a pena.

Antes de fechar a porta, ouvi Maxon falar em voz baixa:

— A senhorita agradeceria sua discrição, soldado.

A resposta não veio, mas pude imaginar Aspen curvando a cabeça solenemente. Permaneci atrás da porta fechada, me perguntando o que diria, ou se deveria dizer algo mesmo. Passaram-se alguns minutos, mas sabia que precisava encarar Aspen.

Não podia seguir em frente com aquele dia sem antes conversar com ele. Respirei fundo e, nervosa, abri a porta. Ele virou a cabeça na direção do corredor para checar se estávamos sós. Por fim, lançou um olhar malicioso em minha direção que me deixou espantada.

Corei, sabendo que ele imaginava e tinha quase certeza que eu e Maxon havíamos feito algo a mais além de dormir... E ele acertou, sim, me entreguei a Maxon.

Me senti pronta, até porque vamos nos casa e é ele que eu amo e sempre amarei...

—  Meri, eu sempre soube que você iria ficar com Maxon, eu posso ver em seu olhar, e no dele também que vocês dois se completam, mais acima de tudo se amam. Meri eu queria te falar que eu amei você e sempre amarei, mas como amigos. E eu e a... Lucy estamos juntos, — nessa hora eu abri o maior dos sorrisos — eu sei que você vai pensar que eu estava com você e com ela ao mesmo tempo, mas desde o nosso ultimo beijo eu tenho ficado mais tempo com Lucy e acabei me apaixonando...

— Aspen eu acho que você e a Lucy formam um casal esplêndido, eu também sempre amarei você, mas como você disse será como amigos, hoje eu percebo que enquanto eu estava participando da seleção de Maxon, eu criei a minha própria seleção, só que com dois participantes, você e Maxon, e eu decidi  Aspen, eu amo o Maxon, e queria saber se você me perdoa por eu ter lhe dado esperança em algumas vezes e talvez ter atrapalhado seu romance com a Lucy. Me desc... — eu disse, e Aspen me abraça.

— Não importa o passado — nos separamos e ele olha fundo em meus olhos — e você não tem que pedir desculpas, eu também lhe dei esperanças. Mas eu descobri que está dentro de mim ser o seu herói, te  proteger. E nos sempre seremos amigo, quer dizer se você aceitar.

O abracei e disse em seu ouvido:

— Sempre seremos amigos, mas quero ser a madrinha do casamento...

Nesta hora olho por cima de seu ombro e vejo um par de olhos marejando nos observando...

- Maxon – falei baixo, praticamente um sussurro.

Aspen olha em direção a Maxon e ele se aproxima.

- Então você esta de caso com ela America? – Maxon pergunta me segurando pelo braço.

- Não – falo convicta. – Somos apenas amigo.

- E esse abraço cheio de sentimento? – ele fala e vejo que esta vermelho de raiva.

- Eu estava o abraçando porq – Maxon não me deixa terminar.

- Guarde suas explicações, não quero ouvir mais sua voz, – eu arregalo os olhos e ele me encara, com um semblante frio – acabou America, acabou. Você vai para casa, Kriss ganhou.

Quando ele fala isso eu começo a chorar, vejo que Aspen tenta falar com ele, explicar o que realmente houve, mas Maxon sai caminhando.

Vou para meu quarto e me deito e choro.

Choro...

Isso não pode estar acontecendo. Não agora!


Notas Finais


O que acharam?
Quem será a primeira a comentar?
Beijos


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