História The Game - Capítulo 35


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Categorias Ciara, Cristiano Ronaldo, Karim Benzema
Personagens Ciara, Cristiano Ronaldo, Karim Benzema, Personagens Originais
Tags Ciara, Cr7, Cristiano Ronaldo, Futebol!, Jogadores De Futebol, Karim Benzema, Kb9, Real Madrid, Romance
Visualizações 112
Palavras 2.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, tudo bem?
Obrigada pelos comentários e favoritos. Esse feedback tem me motivado demais.
Capítulo curtinho, mas escrito com carinho. Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 35 - Não fui contratado para isso


Fanfic / Fanfiction The Game - Capítulo 35 - Não fui contratado para isso

NÃO FUI CONTRATADO PARA ISSO

 

O coração batia acelerado no peito, imitando o ritmo com o qual os pés se agitavam. A certificação de ser seguida serviu apenas para que Leona revivesse temores que anteriormente não presenciava, pois se julgava erroneamente segura, já que repetira aquele trajeto tantas vezes antes sem detectar uma única ameaça sequer.

Ao mesmo tempo em que deveria priorizar a própria segurança, fora tomada por uma latente necessidade de desvendar quem era a pessoa responsável por lhe causar tal aflição. Algumas hipóteses emergiam de sua mente, mas nenhuma delas fazia sentido. Ao menos a princípio.

Cristiano jamais mandaria alguém para vigiá-la, porque para ela ficara nítido que a única coisa que o jogador nutrira por si compunha-se do mais feroz desprezo, sendo assim, provavelmente não dedicaria um pingo de esforço para descobrir o que ela andava fazendo com sua miserável vida. Achava que o craque se intitulava bom demais para aquilo.

Em contrapartida, a hipótese de seu perseguidor ser o cliente que a admirava com frequência tornava-se a mais óbvia. A forma como ele a olhara naquela noite, os orbes compenetrados como se desejasse lhe mandar algum tipo de mensagem subliminar, a compaixão constante quando lhe entregou costumeiramente cem euros – valor muito acima do que recebia dos demais frequentadores da boate -, ansiando ajudá-la financeiramente... Tudo, tudo fazia com que Leona cresse com muita intensidade que o vulto que ainda se locomovia às suas costas fosse ele.

Num ato impensado, estancou.

Virou o corpo de rompante, e a visão captou um esgueirar taciturno para trás de uma caçamba de lixo, situada a poucos metros de si. Exceto por eles dois, a rua se encontrava deserta, como se o trecho nunca tivesse experimentado a presença de alguma forma de vida.

- Quem está aí? – perguntou, agarrando a bolsa com força, pronta para arremessá-la sobre o sujeito, caso ele decidisse partir para cima dela.

O homem se manteve em silêncio.

- Quem está aí, hein? – repetiu. – Não adianta se fazer de surdo, sei que você está escondido atrás dessa caçamba – narrou, a voz firme, embora um tanto temerosa. – Quem é você? Um psicopata? Um maluco? Um bandido? Um tarado? – discorreu, erguendo a cabeça e posicionou-se na ponta dos pés, à espreita. – Eu gostaria que soubesse que eu não tenho medo de você – blefou. – E se você não sair daí agora mesmo, vou lhe arrancar desse esconderijo à base da força. Sou boa de braço, viu? – gritou, em bom tom.

Prendeu a respiração, em busca de respostas que não vieram.

 Determinada, obrigou-se a andar rumo ao objeto que ocultava o indivíduo misterioso, e conforme os sapatos marcaram um compasso na calçada, as mãos se fecharam em punho, pronta para socar quem quer que fosse.

- Eu estou indo até aí, só para te lembrar! – proferiu. – E estou sem paciência, você não vai gostar disso – aproximou-se da caçamba e bateu com a bolsa em sua lateral. Um barulho oco ressonou e o homem levantou bruscamente, revelando sua identidade.

Leona abriu a boca, em espanto. Conhecia muito bem aquele rosto. Mas que droga ele queria com ela?

 

***

 

O enorme telão do estádio indicava que a partida se encaminhava para os 35 do segundo tempo. O empate parecia um resultado irrefutável.

“Tenho um pouco mais de 10 minutos”, pensou, enquanto se aquecia à beira do gramado. “Essa é a chance de provar meu valor”, fechou os olhos e inspirou o ar, alongando-se, na direção da linha central. “Só entre lá e faça o que você sabe fazer. Só entre lá e faça”, divagou, para si mesmo, enchendo-se de confiança.

Merda, estava deveras ansioso.

A torcida aplaudiu quando Karim finalmente entrou em campo. Viajou em busca de se posicionar de forma adequada. No primeiro toque na bola, deu um passe errado e recompôs taticamente, para ajudar na marcação. Agradeceu quando o zagueiro do Chelsea acabou cedendo um lateral para os Gunners. Por sorte, sua desatenção não causara nada grave.

Manteve-se quase imperceptível até que, faltando dois minutos para o fim do jogo, Giroud percebeu que ele estava livre e enfiou a bola entre dois defensores dos Blues. Karim a dominou, com a parte de fora do pé direito e partiu numa arrancada, rumo à grande área. Notando sua aproximação, o goleiro tentou fechar o ângulo, mas Karim, externado uma pequena amostra do seu talento, deu-lhe um drible desconcertante, avançou e chutou cruzado, à meia altura. A bola correu rasteira, no cantinho e balançou as redes.

Gol.

Saiu correndo de braços abertos, comemorando como se aquele fosse o melhor momento de sua vida. A torcida do Arsenal gritou seu sobrenome, e ele migrou para onde Giroud estava, abraçando-o com força.

- Obrigado – murmurou para o francês, que apenas sorriu. O semblante orgulhoso. Ambos abafados pelo peso dos outros jogadores, que se empoleiravam sobre seus ombros.

A partida foi reiniciada, mas nada de emocionante ocorreu. O juiz soou o apito findando o confronto. Arsenal 2 x 1 Chelsea.

Vitória importante do time treinado por Wenger, graças ao golaço marcado por Karim Benzema, em sua tão aguardada estreia como camisa nove da equipe inglesa. Seu primeiro feito na Premier League. A equipe de Londres ocupava agora a quinta posição no campeonato nacional mais disputado do mundo.

Tentou desfazer o riso que lhe apossou, dado o êxtase, quando os jornalistas se aproximaram. Uma confusão de câmeras e microfones, uma parede sedenta, doida para usurpar de Karim algumas palavras. Todavia, tamanha era sua alegria que não conseguira arrancar o sorriso do rosto.

- Benzema, como se sente após essa estreia decisiva para o resultado desse clássico? – o repórter inquiriu, e a interrogação reverberou por seu cérebro, antes que ele conseguisse finalmente processá-la.

- Melhor do que nunca – respondeu, coçando a testa suada. Soltou um longo suspiro. – É bom estar de volta. É indescritível poder marcar meu primeiro gol, num jogo como esse, e honrar essa camisa de tanta tradição e importância.

As coisas estavam começando a dar certo, afinal. Seu interior doava-se a uma inebriante sensação de alívio. Era provável que depois do episódio Wenger lhe enxergasse com olhos mais dispostos e lhe desse a tão desejada titularidade.

- Você acha que o Benzema de hoje, daqui para frente, será melhor do que o Benzema do Real Madrid? – uma jornalista inquiriu, colocando um celular quase dentro de sua boca.  – A torcida do Arsenal pode depositar em você esperanças de títulos nessa temporada?

Karim a olhou, contemplativo.

- Bem... – calou-se, por céleres instantes. – A torcida do Arsenal pode ter certeza que farei o meu melhor e me entregarei ao máximo para que eu, junto com meus companheiros, consiga alcançar bons resultados e levar o Arsenal para o topo de a tabela. Títulos são consequências de um trabalho bem feito.

- Benzema! – outro profissional da imprensa o chamou, contudo, Karim se desvencilhou do contingente humano, rumo ao vestiário. – Benzema! – insistiu. – Cristiano Ronaldo é artilheiro da La Liga, você pretende superá-lo e marcar mais gols do que ele, nessa temporada?  – questionou, impertinente, destilando uma pitada de veneno. – Benzema! Benzema!

 

***

 

Na garagem de sua mansão, Cristiano Ronaldo observava o novo brinquedo que saíra direto da fábrica de uma famosa montadora italiana. Um pequeno mimo que ganhara de um dos seus patrocinadores mais fiéis. O carro importado lhe custaria alguns milhões caso decidisse comprá-lo, entretanto, ser o melhor jogador do planeta lhe proporcionava, vez ou outra, presentes como aquele.

- Fiufiu – Quaresma assobiou, ao dar uma boa conferida no veículo prata que reluzia tal qual diamante. – Bela máquina – torceu os beiços, admirando-a.

- Conseguiu o que eu pedi? – Cristiano perguntou, rejeitando o elogio. Não culpava Quaresma pelo deslumbre, qualquer um com menor poder aquisitivo se portaria daquela maneira. – Conseguiu, ou não? – interpelou, vendo que o outro não tirava os olhos do automóvel.

- O que? – indagou, sobressaltado. – Ah, sim, sim! – corrigiu-se, e arrancou do bolso da bermuda um pedaço de papel. – Aqui está.

Cristiano desdobrou-o rapidamente, e percorreu as linhas, lendo-as, atento. “Ela ainda está em Madri”, pensou, checando o endereço.

- Pois é – Ricardo concordou –, eu também não esperava que ela permanecesse na cidade – comunicou, como se decodificasse os pensamentos do outro.

- Por que ela não foi embora? – Cristiano inquiriu, confuso.

Tinha dado a Leona grana o bastante para que ela se mudasse. Para que migrasse para qualquer lugar do mundo. Todavia, ela mantivera-se na capital espanhola, morando num bairro conhecido por ser refúgio daqueles que eram abertamente desprezados pela sociedade madrilena. Viciados, marginais, mendigos... Prostitutas. Ouvira dizer que alguns políticos até cogitavam adotar medidas mais rígidas que pudessem causar o êxodo daquela escória, com o intuito de posteriormente revitalizar a área, dedicando ao local investimentos pesados, em de busca dar à imediação aspectos familiares.

“Será que ela perdeu o dinheiro?”, ponderou. “Gastou-o com coisas banais?”

- Não tenho ideia – Ricardo disse, sucinto. Os orbes enlevados. Contornou o veículo, abriu a porta do passageiro e enfiou-se no interior, desfrutando a maciez do estofado. – Nossa, por dentro é ainda melhor.

Cristiano não objetou e consentiu que o amigo se divertisse um pouco. Na verdade, estava tão intrigado e absorto em desvendar os motivos de Leona, que teria dado a Quaresma o carro importado, caso ele lhe pedisse.

- Ela virou a porcaria de uma striper? – indagou, surpreso. – Essa tal de Supreme é uma boate onde dançarinas eróticas se apresentam, não é? – falou mais para si mesmo, porque o outro homem continuava distraído, abismado com o conforto do automóvel de luxo. – Claro que é – prosseguiu com o monólogo -, recordo-me que Pepe costumava frequentar esse buraco, tempos atrás. – Passou a língua ao redor dos lábios, reflexivo. – Ricardo! – chamou-o, porém fora completamente ignorado. – Ricardo!

- Oi! O que foi? – atendeu ao chamado, cessando o desvendar e posicionando-se do lado de fora, ereto, como uma estátua.  Abaixou a cabeça quando recebeu do jogador um olhar de repreensão. – Foi mal – disse, envergonhado. – É que eu nunca tinha chegado tão perto de um carro desses – justificou-se, como um moleque travesso.

- Preciso que seja honesto comigo e me responda uma coisa – Cristiano narrou. Ricardo encarou-o, espantando.

- Você tipo pedindo um conselho meu? – apontou para si mesmo, e riu, pasmo.  – Já vou logo te avisando que não vou te ensinar a ganhar no pôquer, não tenho culpa se naquela modalidade você é um fracasso – levantou as mãos abertas, em rendição, desculpando-se por falar a verdade.

- Caralhos! – Cristiano xingou, impaciente. – Não tem nada a ver com apostas – rebateu. – Quero saber se acha que sou capaz de me disfarçar bem o suficiente para não ser reconhecido. Acha que eu posso passar despercebido?

Ricardo fitou-o, dos pés à cabeça. Alisou o queixo, estudando o craque meticulosamente.

- Com a minha ajuda, sem dúvidas. Mas... – sibilou.

- Mas o quê? – Cristiano questionou, enfezado.

- Você tem que me deixar dar uma voltinha nesse bebê – fez uma carícia na lataria do carro. – E então, temos um trato?

 

 

***

 

 

Leona olhou para o pulso, checando o relógio. O homem estava atrasado.

Acomodada frente à uma mesa reclusa, num dos cantos da lanchonete, continuava esperando que o sujeito aparecesse e lhe explicasse melhor porque tinha resolvido segui-la, na madrugada anterior.

Arrancar dele algum tipo de informação, naquela circunstância, não fora algo fácil. Teve que recorrer à insistência e ao argumento de que não se renderia atá que ele lhe dissesse a razão de ir assistir suas apresentações quase continuamente. E pior, o porquê de ter decidido ir atrás dos seus rastros assim que ela deixara a boate após outra jornada de trabalho.

Com muito custo, foi capaz de convencê-lo a ter uma conversa mais esclarecedora, durante a tarde, no local optado por sua escolha. O indivíduo, que agora sabia se chamar Joaquim, concordara e era por isso que saboreava um cachorro-quente enquanto o aguardava. Detestava demoras, e Joaquim extrapolara quase uma hora do combinado.

Viu-o entrar, meio sem jeito, e cumprimentar a garçonete que servia fregueses situados perto da porta. Os lábios dele se moveram e ela indicou o assento onde Leona estava. Leona se obrigou a sorrir, por pura cordialidade, à medida que ele encurtava a distância entre eles.

- Desculpe pelo atraso – Joaquim pediu, e passou as mãos pelos cabelos castanhos, antes de se sentar.  – Isso é bom? – apontou para o lanche que Leona devorava. – Pedi um desses, espero que seja bom.

- Acredito que nós dois não estamos aqui para falar sobre cachorro-quente – rechaçou, porque estava tão curiosa que quase não pregara os olhos no período que antecedeu o reencontro.

- Você tem razão – Joaquim concordou. – Novamente, me desculpe por tê-la feito esperar.

- E por ter me seguido, e por ficar me vendo dançar com esse ar de mistério – Leona pontuou. – E sim, por ter me feito esperar. Eu já estava quase desistindo – virou os olhos, extenuada.

- Como eu disse, me desculpa – Joaquim repetiu. – Creio que você deve ter muitas perguntas e gostaria de dizer que estou disposto a respondê-las, então sinta-se à vontade para começar quando quiser.

Leona abocanhou o cachorro-quente e mastigou, devagar, estudando com a visão o homem que sentava do outro lado da mesa. Pegou um guardanapo e passou-o nos lábios. Bebeu um gole de Sprite e bocejou.

Estava pronta.

- Seu nome é mesmo Joaquim? – Afastou o prato para o lado, cruzou as mãos, e apoiou os cotovelos na mesa.

- Sim – o homem confirmou. – O seu é mesmo Leona? – provocou-a.

- Não banque o engraçadinho. Nós dois sabemos que essa é uma pergunta cuja resposta você tem certeza... Joaquim – pronunciou o substantivo próprio, de forma irônica. – Por que vai à boate sempre que me apresento e por que é tão generoso? Digo, financeiramente. Isso é uma maneira que você encontrou de tentar me persuadir a transar contigo? – fitou-o, desconfiada. – Já adianto, não vai funcionar. Eu não me prostituo mais.

- Oh, não! – ele defendeu-se. – Não quero te levar para a cama, fique calma. Não que você não seja uma mulher atraente, você é e sabe disso. Eu apenas não fui contratado para isso.

Leona ficou em choque. O que aquilo significava?

- Espera, você foi contratado para me dar dinheiro? – indagou, confusa. – Foi contratado para me seguir também?

- Sim – novamente confirmou.

“Cristiano?”, supôs. “Miserável. Por que não me deixa em paz?”

- Foi o Crist...

- Aqui está, senhor – a garçonete brecou a pergunta e depositou na mesa outro cachorro-quente. Dessa vez para Joaquim.

- Obrigado – ele agradeceu e esboçou um sorriso amplo. Leona observou que as arcadas dentárias superior e inferior dele não se encaixavam perfeitamente. – Hum, muito bom – Joaquim elucidou, depois de provar o sanduíche à base de pão e salsicha.  

- Há quanto tempo vem me seguindo? – Leona quis saber. Já perdia a compostura. A pouca que possuía. – Seja direto, objetivo. Não percebe que isso não tem a mínima graça, caramba? Se você for um serial killer, um psicopata eu vou chamar a polícia – ameaçou-o.

- Eu não sou nada disso, fique tranquila, não vou te machucar – Joaquim esclareceu. – Estou te seguindo há mais ou menos três meses.

Três meses! Três malditos meses e Leona não havia percebido até então. Se o português estivesse envolvido naquilo iria matá-lo, como pudera ser tão audacioso?

- Três meses... – ela repetiu, remoendo o anúncio, indignada consigo mesma.

- Sim, três meses – Joaquim reafirmou, perdido entre uma mordida e outra.

- Ok, quem está te pagando para você ficar na minha cola? –  Leona exigiu saber. Levantou da cadeira e debruçou-se, meio encurvada, em cima da mesa, achegando o rosto para perto de Joaquim, a fim de mirá-lo no fundo dos olhos. - Quem é o filho da puta que está de sacanagem comigo? Quem é o seu patrão? – prosseguiu. - Para quem você trabalha? Hein, cara? É para aquele desgraçado do Ronal...

- Eu trabalho para o seu pai, Leona – Joaquim confessou, calmo e seguro. – Eu trabalho para o seu pai – tornou a proferir.

Assombrada, Leona caiu de bunda no chão.

O barulho da queda fez com que os demais clientes voltassem sua atenção para ela, que se ergueu rápido, acenando para que eles tornassem a tomar conta das próprias vidas.

- Podem voltar a comer, eu estou bem! – falou, alto. E começou a recolher o que derrubara. Joaquim se abaixou ao lado dela, e ajudou-a.

- Eu não tenho pai – Leona murmurou, entredentes, dilacerando a piada que parecia de muito mau gosto. Falhou ao tentar catar a lata de refrigerante. Atrapalhou-se, as mãos trêmulas, quase inertes dada a revelação.

- Tem sim – Joaquim contrapôs. – Você apenas não o conhece. E é para mudar essa situação que eu estou aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Benzema desencantou, Cris está cheio de ideias cabulosas na cabeça e Leona tem um pai, Brasil. Um pai!

Sendo assim, quem vocês acham que é o pai da nossa prostgirl?
1- Um magnata do petróleo
2- Um ex cantor de uma boyband latina da década de 60
3- Márcio Araújo (#foraZéRicardo mas #quemvaisertécnicodoFlaseZéRicardocair?)

E então, o que acharam, amores?
Beijos, volto loguinho <333


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