História The Gangster Love Second Season - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chanel Celaya, Julianne Hough, Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Alexia Campbell, Alfredo Flores, Candice Sparks, Cassie Smith, Chaz Somers, Chris Beadles, Emma Marshall, Justin Bieber, Luara Brown, Ryan Butler, Shopie Wood, Zack Gray
Exibições 127
Palavras 3.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU! E COM NOVIDADES!

A TERCEIRA TEMPORADA VAI ACONTECER SIM!

eu já criei ideias que na minha humilde opinião são bem legais e eu to animada com essas ideias. Ainda não tenho data certa pra dizer que vou postar porque depois que acabar essa segunda temporada eu irei começar outra fic de suspense e tal ( espero que vocês também deem uma força e leiam essa) mas se tudo der certo eu posto ela junto com essa nova! ( mas nada prometido).

me desculpem pela demora serio gente eu to cheia de trabalho, BUT estou aqui né.. enfim eu espero que vocês gostem, desculpem qualquer erro e boa leitura.

Capítulo 18 - Dollhouse


Fanfic / Fanfiction The Gangster Love Second Season - Capítulo 18 - Dollhouse

 

Narradora ~

Tudo aparentava estar calmo e tranquilo, e de certo modo estava; a dor ainda estava lá, mas agora eles sabiam lidar com ela.  Luara desceu naquela manha empolgada demais queria sair, ir pro shopping gastar com as amigas. Terem um tempo só delas.

- nós precisamos ir – ela dizia entusiasmada.

- não sabemos ainda, vamos pensar Lulu – Sophie respondeu sendo a porta voz.

- que mané vamos pensar, nós vamos sim! – ela já havia se decidido e não deixaria que as amigas dissessem o contrario. Nem que para isso ela precisasse arrastar uma por uma.

- talvez ela possa ter razão, seria bom para nós sair e ocupar a mente. – Alex saiu em defesa.

- é contando com os fatos desses últimos meses, seria ótimo uma diversão. – Emma também aceitou.

- tudo bem nós vamos então. – Sophie revirou os olhos.

- ta bom onde vocês querem ir? – Lexi dirigia

- não sei, deixa a gente pensar – Candice disse refletindo – podemos ir ao Beverly Center*.

- ótima escolha – Lexa sorriu e elas seguiram pro local.

 

Elas andaram por tudo, comprar varias coisas.. comeram, riram, andaram mais um pouco. Tudo estava perfeito, o que poderia ser melhor do que sair com as amigas em um shopping onde pudessem comprar tudo que quisessem?

- tira isso, ta parecendo uma palhaça. – Emma ria sem parar da roupa que Luara vestiu pra zoar.

-  é pra combinar com as atitudes dela – Lexi disse e Luara a fuzilou

- vai se fuder vai Lexi – ela revirou os olhos e adentrou o provador novamente.

- vem vamos embora, já são seis horas.. os meninos já estão ligando desesperados – Candie disse mostrando a tela do celular que mostrava o nome de Chaz.

As meninas saíram carregando varias e varias sacolas nas mãos e conversando animadamente. Tinha esfriado e o vento gelado batia contra o rosto de cada uma. O estacionamento estava cheio, ainda estava claro, e quem poderia imaginar que algo sairia do controle? Quer dizer, o que poderia dar errado?

Tudo.

Enquanto Alex e Emma guardavam as coisas atrás do carro, Candice, Sophie e Luara foram ao banheiro. O problema começou quando se passou mais de quarenta minutos e nem uma delas havia voltado, as duas garotas que sobraram começaram a achar estranho quando saíram à procura das amigas dentro do shopping e não acharam ninguém no banheiro ou em qualquer lugar dali. Emma ligava insistentemente para as três só que nenhum sinal de vida era dado.

- Oi.. será que algum de vocês viram três meninas passarem por aqui? Uma cacheada, uma morena e uma loira? – Alexia já estava desesperada demais e resolveu pedir ajuda. Ela perguntou para os atendentes de um restaurante que ficava próximo ao banheiro.

- não vimos não – um dos garotos disse.

- elas não foram para o banheiro não? – seu tom de voz tinha ficado mais acelerado.

- não moça.. – outro deles respondeu.

- vocês tem certeza? – agora foi à vez de Emma questionar.

- temos sim moça, nós ficamos aqui o tempo todo e ninguém com essas características passou por aqui ou entrou no banheiro. – os meninos responderam e as duas tiveram que se segurar uma a outra para não cair.

- tudo bem, obrigada – elas correram para fora novamente e viram algo que as incomodou. O carro estava com o alarme ligado. Alexia correu para perto e destravou, encarando a amiga ela deu de ombros.

Emma ainda tentava fazer contato com alguma delas, mas como sempre sem sucesso. Ate que uma atendeu.

- Alô? – Emma quase chorou de alivio.

- Alô.. – ela colocou no viva voz.

- quem está falando? – aquilo estava estranho.

- sou eu, a Luara – Alexia fez sinal para Emma com o dedo indicador na boca indicando um “shiu”

- ah, onde vocês estão? – Alexia incentivava a amiga a continuar a conversa.

- estamos esperando vocês, aqui dentro do shopping – aquela não era a voz de Luara.

- nós estamos esperando vocês..  – Emma estava suando frio.

- a gente se perdeu de vocês quando fomos pegar sorvete – definitivamente algo estava bem errado.

- mas vocês não disseram que iam ao banheiro? – as duas tremiam.

- temos que desligar, estamos vendo vocês. – não deu tempo de processarem aquela frase. As duas foram agarradas por trás e elas só sentiram cheiro de alguma substancia Alexia ainda conseguiu identificar como sendo Éter e logo após nenhuma das duas viram mais nada.

Ao acordarem elas tiveram um susto, suas cabeças foram cobertas por sacos tampando toda a visão de qualquer coisa que as ajudasse, a saber, onde estavam com as mãos amarradas elas não podiam fazer nada. E dessa vez elas podiam ter a certeza de que não eram os homens de Justin ali.

 

 

 

[....]

O telefone chamava pela vigésima vez no mesmo minuto, mas nenhum sinal era feito, já se passava das sete e as garotas não tinham ligado em nenhum minuto. Chaz havia falado com Candice e ela tinha dito que estavam voltando. Mas não apareciam e por mais que tentassem os telefones das cinco estavam no mudo.

- nós temos que ir procurar por elas, isso não é normal.. Sempre alguma liga pra avisar onde estão. Caras isso é muito serio. – Zack tinha os cabelos despenteados.

- aí eu não to em posição de falar nada, mas precisamos procura-lás. Ainda mais que os capangas da Victoria estão nos caçando como cães, e eu não quero arriscar de mais alguma das minhas amigas não voltarem mais pra casa como a Cassie. – Chris cruzou o braço ainda sentado no sofá.

- onde foi o ultimo lugar em que elas estavam? – Justin perguntou saindo com os amigos atrás.

- no shopping Beverly Center* - Chaz respondeu caminhando pra fora.

- vamos começar dai – o carro foi arrancado com uma velocidade impressionante. Bieber dirigiu o mais rápido possível para lá.

Ainda estava aberto, mas não era surpresa, geralmente os shoppings fechavam as portas às dez. Justin parou o carro no estacionamento, mas não teve coragem de descer. Ryan foi o primeiro a descer e caminhar lentamente até um dos carros estacionado ali, ele engoliu em seco quando pode comprovar que era o de Alexia. Ryan encarou os amigos que estavam ao seu lado apreensivos e levantou a tampa do porta malas.. todas as compras estavam ali, completamente intactas. Um arrepio frio passou pelo corpo de todos instantaneamente. O sentimento de medo tomou conta, sabem quando você esta para receber a prova mais importante e quando vê sua nota todo aquele frio na barriga se torna pura decepção? Era exatamente esse sentimento que estava instalado em todos eles.

- dudes! – Chaz apontou para a câmera de segurança, eles não pensaram e Justin já estava correndo pra dentro do shopping em busca da sala de vigilância. Foi fácil entrar sem ninguém ver..   afinal de contas eles ainda eram uma gangue. Chris se conectou aos computadores imediatamente; fez uma busca com data e horário e lá estavam as filmagens. As câmeras gravaram tudo desde Luara, Candice e Sophie sendo pegas assim que viraram o corredor pra entrar de novo até Alexia e Emma no celular e depois sendo agarradas. O sangue subiu e eles estavam a ponto de explodir em ver as imagens, eles jogaram elas dentro da van como se jogam sacos de lixo.  O loiro plugou um fio de entrada e saída no computador e em seu celular passando todas as imagens daquele dia para o aparelho. O sentimento de não saber o que fazer invadiu aqueles meninos.

- FILHOS DA PUTA! – Ryan chutou a lata de lixo no pátio do shopping.

- calma mano, com isso aqui é rapidinho pra achar elas..  vamos somos os melhores, não vai ser tão difícil achar o endereço da casa. – o que Christian não sabia é que elas não tinham sido levadas para lugares comuns, para casas, galpões e afins que tem localização por satélite.. Elas estavam presas em um lugar subterrâneo onde jamais pegaria qualquer tipo de sinal ou rastreamento.. elas estavam em uma casa de bonecas de tamanho real.

 

 

[....]

 

- tem que ter alguma falha pra sair. – Emma estava sentada no chão.

- não tem Emma, nós estamos ferradas. – Luara dizia pessimista.

- olha eu posso não ser a melhor pessoa pra falar aqui, mas agora você esta parecendo realmente uma vadia! – Candie estava cansada.

- eu vadia? Olha só pra você querida, só o que tem feito é chorar e chorar.-

- calem a boca vocês duas, podem parar já, vamos focar em sairmos dessa merda de casa de bonecas ou seja lá que porra é essa. – Alexia tinha medo.

- vamos concordar que desde que a Cassie morreu você foi à única que não ajudou em nada. - Luara dizia amarga 

- LUARA! - Alexia a repreendeu

- não Lexi, agora ela vai escutar umas verdades - as duas só faltavam pular no pescoço uma da outra e não demoraria pra que elas fizessem. 

- cala a sua boca Luara, quem é você pra falar de mim.  – Candice levantou do chão

 

- cala a boca você – Luara a empurrou fazendo assim Candice bater com as costas na parede.

 

- sua vadia! – as duas estavam emboladas enquanto as outras tentavam separa-lás.

 

- OU QUE MERDA É ESSA? VOCÊS FICARAM LOUCAS? PERDERAM O POUCO DE JUIZO QUE TEM? – Alexia gritou. – se eu ver alguma provocação de qualquer uma das partes,  eu juro por deus que vou socar a cara de vocês.

 

- temos que ter organização para conseguir sair daqui..  não ficarmos atacando uma a outra – Sophie as repreendeu também.

 

- vamos continuar andando – Emma empurrou Luara e Candice que começaram a andar imediatamente.

 

 

As coisas não estavam nada fáceis para as meninas, 10 semanas já haviam ido embora e elas continuavam lá, sem saber como sair daquele lugar. Todas as vezes que elas conseguiam ter algum processo de caminho para a liberdade uma sirene ensurdecedora tocava e não parava enquanto elas não voltassem para dentro dos quartos. Câmeras era o que não faltavam, elas eram vigiadas 24 horas por dia todos os dias da semana. Aquilo já estava virando rotina, mas parece que quem estava as mantendo ali queria guardar a surpresa para o final. Em mais um dia em que elas tinham que ir para uma porta no fim do corredor para fazer bonecas de pano a sirene tocou mais alta do que de costume. O lugar era feio, não tinha nada de atrativo, era escuro e gelado. Como sempre mandavam elas entraram nos quartos e as portas fecharam. Mas o de Emma se abriu. Por algum motivo o qual ela não entendia.. mas já descobriria.

 

Setas luminosas indicavam onde ela deveria ir, saindo com cuidado ela foi seguindo até a penúltima porta do terceiro corredor, a porta que jamais abria estava destrancada nesse momento. Emma parou e pensou se deveria, pensou o porquê só ela tinha saído, e quem deveria estar manipulando tudo por ali. Sem mais delongas ela entrou e a porta se fechou.

 

Dentro da sala não existia nada além de uma cadeira, uma mesa com algumas alavancas e uma luz fraca sobre essa mesma mesa. Emma não era burra, sabia que teria que sentar ali. E não demorou a fazer, mas seus olhos fizeram contato com algo que ela jamais imaginou. Colado em baixo de cada uma das cinco alavancas havia cinco fotos. Das cinco meninas que estavam presas ali.. Incluindo ela claro.

 

Embaixo disso era se notável um recado: “escolha uma delas para tomar um choque, e nem pense em se escolher.. ao toque do terceiro sinal você deve obrigatoriamente ligar uma, e se não fizer as consequências vão ser inimagináveis para você.”

 

Emma estava chocada só com a ideia de ter que escolher uma das melhores amigas para tomar choques por todo o corpo. Um arrepio nada bom se apoderou do corpo da loira sorridente que agora já tinha perdido o brilho nos olhos.

 

O primeiro sinal tocou.

                                   

Emma já começará a chorar, ela não queria fazer isso e sabia que as amigas também teriam que escolher e sabia que elas também não teriam coragem.

O segundo sinal tocou.

 

Emma não sabia o que fazer só chorar, ela encarou as fotos, respirou fundo virou a cabeça para o outro lado e esperou pelo que viria.

O terceiro sinal tocou.

 

Tinha que ser feito agora. A garota tateava tudo e quando encontrou apoio ela empurrou sem olhar a quem tinha feito mal.

 

Um silencio absoluto se fez e a porta destravou. Emma encarou o lugar todo antes de olhar qual alavanca tinha puxado..  a foto de Luara era coberta pelo cano da maquina.. Emma entrou em choque.  O resto dos dias se seguiram nesse mesmo esquema cada um tendo que escolher alguma para sofrer. Elas já estavam com o psicológico afetado e não aguentavam mais passar por aquilo, as brigas entre Candice e Luara haviam cessado dando lugar para outras, mas nada que não se resolvesse.

 

 

[.....]

 

Enquanto as meninas passam por poucas e boas, os meninos também estavam passando por maus bocados. A dor deles era física, apreensivos, sem saber onde as garotas estavam, o que queriam com elas, o que fariam e muitas outras coisas que se passavam pelas cabeças deles.

- EU NÃO CONSIGO ACHAR! – Chris estava histérico.

- calma dude – os meninos tentavam acalma ló

- nós vamos achar – Ryan tentou dizer

- NÃO VAMOS RYAN, VOCÊS SABEM QUE NÃO, EU JÁ PERDI A CASSIE..  não consigo perder as outras. Manos vocês não sabem qual é a dor, eu não quero que meus parceiros sintam o que eu sinto. – ele abaixou a cabeça e colocou as mãos no rosto.

- bro temos que ter calma, elas não devem estar muito longe. – Justin estava desesperado também. Todos estavam.

- alô! – Chaz atendeu o celular que tanto tocava.

- querem ver suas amigas de novo? – não dava para identificar de quem era à voz, estava modificada por algum aparelho.

- sim, claro que queremos! – ele botou no viva voz após os amigos estranharem a afobação.

- estrada Rotten Two, virem na curva antes da placa de aviso, chegarão em frente a uma casa abandonada, vão nesse endereço, hoje à noite.. sozinhos sem seguranças..  esperem por quatro sinais e terão suas amigas de volta..  – a pessoa parou por uns minutos – todas elas! – o telefone ficou mudo.

- o que acha Bieber? Devemos ir? – Alfredo questionou em duvida.

- eu não sei, não sei quem é dudes..  Mas se esta prometendo trazer nossas meninas de volta, eu vou onde for. – já estava decidido e ninguém ousaria discordar. Naquela noite coisas mudariam. Pessoas mudariam, e surpresas jamais imaginadas iam vir à tona..

 

[.....]

 

As meninas já tinham conseguido armar um plano para conseguir escapar, só não sabiam se ária certo, mas elas tentariam mesmo assim. A umas semanas elas já haviam percebido que tinham falhas no sistema, eram pequenas, mas ainda sim eram falhas. Uma delas — talvez a mais importante — é que as câmeras por mais que fossem muitas tinham lugares que não alcançavam o tempo de visão. O lugar onde elas teriam que passar era bem estreito. Outra delas era que quando os alertas tocavam as câmeras desligavam por alguns segundos, teria que ser tudo na velocidade da luz. Para chamar atenção elas começaram a discutir, sabiam que quem as vigiava odiava gritos e muito barulho.

- você está fazendo errado! – Emma disse para Sophie.

- não se mete,  cuida da sua vida Emma – Sophie disse grossa.

- eu estou tentando ajudar garota estúpida – soltando bruscamente o vaso que estava sob os cuidados de Sophie ela disse.

- você vai colar,  não fiquei aqui horas e horas fazendo essa merda pra você vir com as suas crises e quebrar meu negocio. – Sophie a empurrou do banco.

- eu não tenho nada a ver com isso! – Emma se soltou bruscamente.

- ARRUMA! – a gritaria começou.

- NÃO, FAZ OUTRO JÁ QUE É TÃO BOA EM TUDO, SENHORITA “EU SOU MELHOR QUE TODOS” – e os alertas estavam prestes a começar.

- VAI SE FUDER! – Sophie empurrou de novo.

- PAREM, VOCÊS PARECEM DUAS CRIANÇAS – Candice deu um toque pra ser mais rápido.

- CALA A BOCA CANDICE! – as duas berraram

- NÃO ME MANDEM CALAR A BOCA SUAS IDIOTAS – o negocio ficou mais serio e os sinais começaram.

- VIRAM OS QUE VOCÊS TRÊS FIZERAM? – Luara disse com as mãos no ouvido.

- virem à esquerda! – Alexia disse baixinho passando na frente de todas. - se abaixem e sigam até o corredor dois -  as ordens eram obedecidas com sucesso. O sinal parou e barulho de portas foi ouvido. O plano esta indo bem, ao chegarem ao corredor dois às portas estavam todas trancadas, não tinha dado certo.

 

Os sinais começaram mais fortes e altos e ponto de os corações pularem, as meninas se agacharam e tamparam os ouvidos, a pessoa que as prendia lá estava muito irritada. Elas temiam pelo que ele faria com elas a partir daquele momento.

 

Quatro sinais foram ouvidos, logo depois tudo parou, nada além do barulho de respirações descompassadas eram ouvido. As portas destravaram, as luzes se acenderam, as setas ligaram indicando o caminho, as câmeras desligaram. As meninas não tinham ideia do que estava acontecendo naquele momento, mas se as setas estavam ligadas indicando algum tipo de liberdade elas iam seguir sem questionar. Alexia foi a primeira a levantar e sair pelos corredores, as amigas não abriram a boca e fizeram o mesmo.

 

As cinco estavam diante de uma única porta iluminada. Alexia suspirou pesado, colocou devagar uma das mãos na maçaneta, olhou por cima dos ombros as amigas, e girou a mesma empurrando. Luzes invadiram os olhos delas, imediatamente suas mãos foram por cima dos olhos na tentativa de enxergar alguma coisa, ou alguém.

- MEU DEUS, SÃO ELAS! – vozes conhecidas ecoaram pelos ouvidos das meninas e elas quase choraram de emoção quando sentiram braços as segurando com força.

- o que aconteceu com vocês? – Justin alisava o cabelo desgrenhando e sem vida de Alex tentando entender o porque elas estavam tão abatidas e magras.

- eu não sei! – ela só sabia chorar de felicidade em finalmente se sentir segura.

- como sabiam onde estávamos? Isso aqui é impossível de se localizar – Candie estava escorada no carro quase sem cor no rosto.

- não sabíamos, recebemos uma ligação hoje de tarde de uma pessoa estranha, sua voz era modificada com algum aparelho, não sabemos ao certo.. mas ela só disse o endereço e horário, pediu para virmos sem seguranças e policia, que esperássemos quatro sinais. – Chris começou.

- e teríamos vocês de volta. – e Chaz terminou.

- por enquanto!  - os alto falantes tocaram.

- NOS DEIXEM EM PAZ – Luara gritou cansada de tudo aquilo.

- soltem elas, e podem ir embora! – homens estavam parados com armas.

- anda seus garotos intrometidos – eles puxaram os meninos para longe acertando socos neles.

- NÃO OUSEM TOCAR UM DEDO NELAS! – Ryan gritou ainda no chão.

- calem a boca – alguns deles seguravam os meninos no chão. Eles estavam deitados enquanto os homens tinham os joelhos apoiados nas costas deles não permitindo que fizessem algo. E as armas ainda estava lá apontadas para as cabeças.

- EU VOU MATAR UM POR UM SE ENCOSTAREM EM UM FIO DE CABELO – Justin gritou o que fez os homens se irritarem.

- seu moleque nojento! – o chefe deles andou até Justin o pegando pela gola da blusa, seu nariz sangrava pelo soco. – a mocinha ta sangrando hein? – ele riu fazendo os outros imitarem seu gesto. – vou te fazer sangrar mais seu merda. – o homem acertou o cabo da arma no rosto de Bieber que caiu com tudo no chão cuspindo sangue.

- JUSTIN! – Alexia berrava histérica ainda segurada pelos outros.

- cala a boca você também. – ele apertava as bochechas de Alex. – não quero ter que ferir essa carinha linda.

Alexia sempre fora o tipo de garota que não leva desaforo para casa. Muito menos deixa alguma coisa passar. Ainda mais quando mexem com o homem que ela ama. Todos sabiam que ela tinha Justin na palma de suas mãos. Ele podia ser o chefe enquanto estava eliminando inimigos, queimando casas, roubando alguma coisa, participando de emboscadas, mas quem realmente comandava tudo era ela. Ela era a rainha má do conto nem tão de fadas assim, mas os dois se completavam. E ela já havia prometido pra si própria que não teria piedade alguma de quem fizesse algo a ele — ou aos amigos.

Em um movimento mais que rápido ela se soltou alçando a arma dele.

- o que? – eles estavam rendidos.

- não sei se sabe quem eu e meu pessoal somos, mas deixa eu te dizer uma coisinha: Nunca se meta com os meus amigos e o meu namorado.. por que se fizer.. – ela riu – vai acabar com o corpo boiando no rio na manha seguinte.. e você mexeu com todos eles ao mesmo tempo. – seus olhos transbordavam raiva.

- eu nem sei quem são vocês.-

- meu nome é Alexia Campbell..  e eles são a porra do meu squad, apresentações feitas tenha uma boa noite! – ela sorri e apertou o gatilho em seguida.

- fala ai vocês já viram uma princesa se tornar vadia má? – Chaz olhou pra os amigos sugestivo.

- SAIAM! – as meninas gritavam para os homens impressionados. Tiros foram ouvidos e eles iam caindo um por um.

- mas que merda ta rolando aqui? – Alfredo estava sem entender.

- eu não sei, mas quero ir embora! – Emma grudou em Ryan como chiclete no cabelo.

- QUEM ESTÁ AI? NOS DEIXE IR EMBORA.. – Alfredo começou a dizer – NÃO TEMOS NADA A VER COM ISSO, NÓS SÓ VIEMOS BUSCAR NOSSAS AMIGAS. – não adiantaria de nada.

- eu sei, fui eu que mandei vocês virem – a voz estranha de mais cedo falou.

- puta que pariu, no que fomos nos meter – Zack estava apreensivo.

- foi você que nos prendeu? – Sophie estava raivosa.

- não, fui eu que ajudei vocês a saírem, quem vocês acham que desligou os alarmes e as câmeras? – havia uma sombra no meio das arvores.

- porque fez isso? Nem ao menos sabemos quem é você. – Alexia questionou.

- vocês me conhecem, mas não devem se lembrar. Eu só quis ajudar. –

- venha pra cá, por favor só queremos agradecer por ter nos salvado – Alex pediu.

- não posso, ainda não..  – o tom era triste.

- não vamos fazer mal algum a você, matamos esse caras porque eles mereciam! – Candice disse doce.

- eu sei que não fariam mal a mim, é uma das coisas que mais tenho certeza na vida.

- não nos mate, não fizemos nada! – Alfredo se ajoelhou no chão suplicando.

- achei que você era um dos mais fortes na gangue Fredinho..  mas to vendo que é tudo mentira. – a sombra saiu de trás das arvores entrando sob a luz e a visão dos presentes ali. As meninas tiveram que se segurar nos meninos, que se escoraram um a um para aquela cena.

- ótimo jeito de receber os conhecidos né.. – de braços cruzados ela disse.

 

Ali estava ela, sorridente. Em carne e osso. E viva..

 

Cassie estava viva. E trazia Izzy com ela. 

 

 

 

 

 


Notas Finais




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