História The Garota Black - Capítulo 51


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Palavras 4.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei para postar, eu estava com bloqueio de criatividade e o capitulo ainda não ficou como eu queria, mas eu não queria demorar mais do que eu já tinha demorado para postar, prometo que o próximo será melhor e desculpem por fazer isso com Fredressa, tinha que ter uma discursão entre eles, porque? Vocês vão ver o porque é que eles tinham que brigar Muahaha bom me desculpem qualquer erro tive que fazer pelo celular, já que eu to sem notbooke, pois o meu está quebrado e eu não tenho mais pc. Outra coisa que queria dizer é que THE GAROTA BLACK COMPLETOU DOIS ANOS DIA 14 AEEEEEEE VAMOS COMEMORAR <3 <3

Capítulo 51 - Carta de Percy, Sirius na lareira e Fred.


Andressa Black narrando

                No dia seguinte eu acordei muito melhor, a minha cabeça já não doía mais e eu podia pensar com mais clareza, pude percebe que a parti daquele momento eu teria dias negros como o de ontem, teria dias que eu teria que me afastar das pessoas para não causar mal a ninguém, eu tinha um dom das trevas e eu teria que enfrentar todas as trevas para permanecer com a bondade que eu tenho, ou pelo menos eu acho que tenho.

Mas se eu iria lidar com tudo isso, Fred terá que saber de tudo, não quero magoar ele e muito menos ficar longe dele, se tem uma coisa que eu percebi ultimamente é que eu não consigo mais viver sem ele. Apesar de que o começo da nossa relação foi algo muito estranho, começamos bem, depois tivemos uma intriga, mas logo voltamos a ficar bem um com outro e um amor surgiu do nada e rapidamente, algo que eu diria que é clichê, entre um intervalo de tempo veio meu pequeno e curto relacionamento com Cedrico, o que era mais estranho ainda, já que eu e Cedrico só sentíamos amizade um pelo outro, teve os meus agarramentos com o Malfoy, confesso que gostei de ficar com ele, Draco era totalmente outra pessoa comigo, o porque eu não sei, mas ele era ate legal, mas os papeis de idiota que ele fazia me fez esquecer tudo de bom que ele fez comigo e me fez o achar mais idiota ainda. Pensando bem eu estou percebendo o quanto eu sou indecisa e confusa, um pouco, muito, bipolar, mas agora sei que eu gosto do Fred e quero está com ele. E agora com essa maldita guerra que está chegando, eu tenho que tentar aproveitar o máximo com ele.

                [...]

                O dia passou rapidamente, não tive chances de conversar com Fred, ele não me olhava e muito menos dirigia a palavra a mim, meus amigos estavam um pouco distante e eu me vi sozinha hoje, parecia que as pessoas estavam me evitando, quando eu topava com alguma aluno do primeiro ano no corredor, ele logo sai do meu caminho correndo, com cara de assustado, as pessoas me olhavam com duvida e com um certo medo, talvez depois do meu espetáculo as pessoas criaram medo e repugnância de mim, mas eu já estava acostumada com isso não é mesmo? Afinal todos me olhavam como a filha de Sirius Black, o assassino. Mas meu pai era inocente e ninguém sabia disso e achavam que eu sou igual ao assassino que eles dizem que ele é sim talvez tenha capacidade e coração frio para matar alguém, mas isso não quer dizer que eu faria isso com alguém que não merecesse um trouxa, alguém inocente, eu não faria isso nem com os sonserinos, que eu odeio tanto.

Terminei de vestir minha roupa de Quadribol no dormitório, peguei minha vassoura e sai da sala comunal da Grifinória, estava andando pelos corredores quando vejo Blasio e Daphne, fazia tempo que eu não via esses dois e muito menos batia um bom papo com eles.

                - Ei vocês dois, espero que não estejam ai para pregar uma peça em alguém da Grifinória – Falei e eles me olharam assustados, dei uma risada e eles suspiraram de alivio quando me viram.

                - Andressa – Daphne veio correndo ate mim e me abraçou, aquele contato me incomodou um pouco, mas me esforcei para retribuir – Quanto tempo – Ela disse se afastando de mim e me olhando, ela colocou as mão na cintura e me olhou de cima a baixo – Você se esqueceu da gente.

                - EI, não venha com essa, vocês que se esqueceram de mim, nem falam mais comigo, vi de longe que vocês tinham voltado a andar com a turminha do Malfoy – Eu disse fazendo careta.

                - Vamos deixar esse assunto para depois, estávamos esperando você, alguns colegas da nossa casa vão assistir o treino de Quadribol da Grifinória, então viemos te acompanhar ate o campo para ver você treinando – Blasio disse animado, ele era fanático por Quadribol.

                - Com alguns colegas você quis dizer, a trupe do Malfoy? – Eu perguntei revirando os olhos e Daphne riu sem graça em concordância. – Merlin me dê paciência para lidar com esses cães sem adestramento. – Eu disse e sai puxando os dois comigo ate o campo de Quadribol.

 

[...]

 

O treino foi um desastre, a sonserina ficou o tempo todo zombando da gente, tinha faltado pouco para eu pousar minha vassoura naquela arquibancada e sentar minha mão na cara de cada sonserino. Para piorar, o Rony, não era de fato bom no Quadribol, se ele era não estava demonstrando nenhum pouco suas habilidades, mas falar aquilo para ele só faria com que ele perdesse a confiança nele, acho que esse era o problema, ela não tinha confiança em si mesmo e Fred e George também não colaboravam, sempre zoando o pobre Rony, que parecia bastante constrangido com aquela situação. Depois do treino vi Fred e George irem em direção ao castelo, me apressei para alcançar os dois.

- Fred – Chamei ele, quando vi que eu não poderia alcançar eles, já que eu estava muito atrás e eles muito na frente, os dois pararam e olharam pra mim, George olhou, Fred encarou os seus sapatos esperando eu falar – Posso falar com você?

- Olha Andressa agora realmente não dá, eu tenho umas coisa para fazer com o George, amanhã a gente se fala – Ele disse passando a mão no cabelo ruivo e voltando a andar, puxando o irmão sem me deixar responder.

- Tudo bem, pode ser – Eu disse baixo com a voz um pouco embargada, controlando a á vontade de chorar, Fred tinha acabado de me rejeitar, mas eu não o culpava por isso, eu o rejeitei ontem.

- Está tudo bem Andy? – Rony perguntou, quando ele e Harry se aproximaram de mim.

- Tudo – Falei e pigarreando logo em seguida quando percebi que minha voz tinha saído falhada – Vamos voltar para o Castelo para fazer os deveres – Eu disse voltando a andar.

[...]

Fizemos nossas atividades e depois de um tempo Hermione acabou nós ajudando mesmo dizendo que queria que a gente sentisse na pele o que é deixar os deveres se acumularem, porém os meus não estavam acumulados, então terminei logo e fiquei apenas vendo Harry e Rony fazerem o deles, em silencio e os ajudando junto com Hermione.  Do nada Hermione gritou:

- Olhem - Hermione estava apontando para a janela mais próxima. Eu, Harry e Rony olhamos. Uma bela coruja-das-torres estava pousada no parapeito da janela, olhando para Rony dentro da sala.

- Aquela não é Hermes? - perguntou Hermione.

- Caracas, é mesmo! - respondeu Rony, largando a pena e se levantando. - Para que será que o Percy está me escrevendo?

Rony abriu a janela para que a coruja pudesse entrar, ela pousou na mesa e Rony tirou a carta amarrada em sua pata e a coruja saiu voando.

- Decididamente é a letra de Percy - disse Rony, afundando de volta na poltrona e fixando as palavras no exterior do pergaminho: Ronald Weasley, Grifinória, Hogwarts.- Que é que vocês acham?

- Abre! – Disse Hermione.

Rony desenrolou o pergaminho e começou a ler. À medida que seu olhar descia pelo pergaminho, mais carrancudo ele ia ficando. Quando terminou de ler, parecia absolutamente enojado. Atirou a carta para mim, fazendo Harry e Hermione sentarem cada um do meu lado, juntando suas cabeças á minha para ler o pergaminho:

 

 

 

- Então - Harry começou a falar quando terminou de ler a carta - Se você quiser... hum... como é mesmo? - Ele consultou a carta de Percy - Ah, sim... cortar os vínculos comigo, juro que não serei violento.

- Me dá isso aqui - disse Rony, estendendo a mão. - Ele é - disse Rony gaguejando e rasgando a carta de Percy ao meio - a maior - e rasgou-a em quartos - anta - e mais uma vez em oitavos - do mundo - E atirou os pedaços no fogo - Vamos, precisamos terminar esse dever antes do dia amanhecer - disse a Harry com renovada energia, tornando a puxar o trabalho da Profª Sinistra para perto.

- A me deem isso, eu vou termina isso para vocês – Disse Hermione pegando as atividades dos meninos.

Fiquei apenas deitada no sofá olhando o nada, passava agora da meia-noite e a sala comunal estava deserta, com exceção da gente.

 

- O.k., escreva aí - disse Hermione a Rony, depois de alguns minutos em silencio, empurrando-lhe o trabalho e uma folha escrita com sua letra - e depois acrescente a conclusão que fiz.

- Hermione, sinceramente, você é a pessoa mais maravilhosa que eu já conheci - disse Rony com a voz fraca - e se eu tornar a ser grosseiro com você...

- Saberei que você voltou ao normal - completou ela - Harry, o seu está bom, exceto o pedacinho final. Acho que você deve ter entendido mal a Profª Sinistra. A lua Europa é coberta de gelo, não de grelos... Harry?

Harry escorregara da poltrona sobre os joelhos e agora estava agachado no tapete puído e chamuscado, espiando as chamas.

- Hum... Harry? - chamou Rony - Por que é que você está aí embaixo?

- Porque acabei de ver a cabeça de Sirius no fogo - disse Harry.

Levantei-me rapidamente e sentei no sofá espiando o fogo, a possibilidade de poder ouvir a voz do meu pai, me deixava extremamente feliz e poder falar com ele agora era tudo que eu queria, mesmo que eu achasse que ele dá mais atenção a Harry do que a mim.

- A cabeça de Sirius? - repetiu Hermione - Você quer dizer como na vez em que ele quis falar com você durante o Torneio Tribruxo? Mas ele não faria isso agora, seria... Sirius! - Ela exclamou, os olhos fixos na lareira. Ali, no meio das línguas de fogo, estava parada a cabeça do meu pai, os cabelos longos e escuros emoldurando o seu rosto sorridente.

- Eu estava começando a pensar que você iria se deitar antes de todos os outros terem desaparecido - disse ele - Tenho verificado de hora em hora.

- Você tem aparecido no fogo de hora em hora? - perguntou Harry com um ar de riso no rosto.

- Só por uns segundos para ver se a barra estava limpa...

- Mas e se alguém o tivesse visto? - perguntou Hermione, ansiosa.

- Bom, acho que uma garota... caloura pelo jeito... talvez tenha me visto de relance mais cedo, mas não se preocupe - apressou-se Sirius a dizer, quando Hermione levou a mão à boca - desapareci no instante em que ela me encarou, e aposto que deve ter pensado que eu era uma tora de madeira de forma esquisita ou outra coisa qualquer.

- Mas, Sirius, isto é um risco enorme - começou Hermione.

- Você está parecendo a Molly. Esta foi à única maneira que pude imaginar de responder à carta de Harry sem recorrer a um código: os códigos são decifráveis.

- Você não contou que tinha escrito a Sirius! - disse Hermione em tom de acusação.

 

- Me esqueci. Não me olhe assim, Hermione, não havia nenhuma maneira de alguém ter extraído informações secretas da carta, havia, Sirius?

- Não, estava muito boa - disse ele sorrindo - Em todo o caso, é melhor nos apressarmos, caso alguém venha nos perturbar... A sua cicatriz. – Como sempre era tudo sobre o Harry, ele ao menos havia me notado ali, me deitei novamente no sofá e comecei a os ouvir conversando sem nenhum interesse no assunto.

- O quê...? - perguntou Rony, mas Hermione o interrompeu.

- Nós lhe falaremos depois. Continue Sirius.

- Bom, eu sei que não tem a menor graça quando dói, mas achamos que não há realmente nada com que se preocupar. Ela doeu o tempo todo no ano passado, não foi?

- Foi, e Dumbledore disse que isso acontecia toda vez que Voldemort estava sentindo uma emoção muito intensa — confirmou Harry - Então, talvez ele estivesse apenas, sei lá, realmente furioso ou outra coisa qualquer na noite em que cumpri aquela detenção.

- Bem, agora que ele voltou deverá doer com mais frequência - disse Sirius.

- Então você acha que não teve nenhuma ligação com o fato da Umbridge me tocar quando eu estava cumprindo a detenção? - perguntou Harry.

- Duvido. Conheço a reputação dela, e tenho certeza de que não é uma Comensal da Morte...

- Ela é maligna bastante para ser – Eu disse com a voz rouca e Harry concordou com a cabeça. Sentei-me de novo no sofá olhando para o fogo onde estava a cabeça do meu pai, que pela primeira vez naquela noite estava me olhando.

- É, mas o mundo não está dividido entre os bons e os Comensais da Morte - disse Sirius - Mas sei que ela não é flor que se cheire... Vocês deveriam ouvir o que o Remo diz dela.

- Padrinho a conhece? – perguntei.

- Não, mas ela apresentou um projeto de lei contra lobisomens há dois anos, que torna quase impossível para ele arranjar um emprego. – E foi a parti dessas palavras que eu comecei a odiar mais ainda a sapa rosa.

- Que é que ela tem contra lobisomens? - perguntou Hermione, indignada.

-Tem medo, imagino - disse Sirius, sorrindo da indignação de Hermione - Aparentemente, ela tem aversão a semi-humanos; no ano passado também fez campanha para que os sereianos fossem arrebanhados e etiquetados. Imagine desperdiçar tempo e energia perseguindo sereianos quando há biltres como o Monstro à solta por aí.

- Sirius! - disse em tom de censura. - Francamente, se você fizesse um mínimo esforço com o Monstro, tenho certeza de que ele corresponderia. Afinal de contas, você é o único membro da família dele que restou, e o Prof. Dumbledore disse...

 

- Então, como são as aulas da Umbridge? - interrompeu-a Sirius. - Está treinando vocês para matar mestiços?

- Não - Disse Harry.

- Quem dera ela está ensinando alguma coisa - Eu disse.

- Ela não está deixando a gente usar magia - Harry Falou.

- Só o que fazemos é ler livros-texto idiotas - disse Rony.

- Ah, bom, era de esperar. A informação que temos de dentro do Ministério é que Fudge não quer que vocês recebam treinamento de combate.

- Treinamento de combate! - repetiu Harry incrédulo. - Que é que ele acha que estamos fazendo aqui, formando um exército bruxo?

Caro Rony;

 

Acabei de saber (por ninguém menos que o ministro da Magia em pessoa, que soube por sua nova professora, Profª Umbridge) que você foi nomeado monitor em Hogwarts.

 

Fiquei agradavelmente surpreso quando ouvi a notícia, e primeiramente preciso lhe dar os meus parabéns. Devo admitir que sempre receei que você tomasse o que poderíamos chamar de “caminho do Fred e do Jorge”, em lugar de seguir os meus passos, por isso pode imaginar o que senti quando soube que você parou de zombar da autoridade e decidiu assumir uma responsabilidade de peso.

 

Mas quero lhe dar mais do que os parabéns, Rony, quero lhe dar um conselho, razão pela qual estou preferindo mandar esta carta à noite em vez de mandá-la pelo correio matinal.

 

Esperemos que você possa lê-la longe de olhares curiosos e evitar perguntas embaraçosas.

 

Por uma coisa que o ministro deixou escapar quando me contou que você agora é monitor, deduzo que você ainda esteja vendo o Harry Potter com muita frequência. Preciso lhe dizer, Rony, que nada pode torná-lo mais vulnerável de perder seu distintivo do que continuar se confraternizando com esse garoto. Tenho certeza de que você está surpreso com isso – sem dúvida você dirá que Potter sempre foi o favorito de Dumbledore – mas me sinto na obrigação de lhe informar que Dumbledore talvez não continue por muito tempo à frente de Hogwarts, e as pessoas realmente influentes têm uma opinião diferente – e provavelmente mais exata – do comportamento de Potter. Não direi muito mais do que isso, mas se você ler o Profeta Diário amanhã terá uma boa ideia para que lado estão soprando os ventos – e veja se consegue reconhecer o seu caro irmão!

 

Seriamente, Rony, você não quer ser igualado a Potter, poderia ser muito prejudicial para os seus projetos futuros, e estou me referindo aqui à sua vida depois de terminar a escola também. Como você deve saber, uma vez que o nosso pai acompanhou Potter ao tribunal, ele compareceu a uma audiência disciplinar este verão, perante toda a Corte Suprema, e não saiu com uma boa imagem. Foi inocentado por uma mera tecnicalidade, se quer saber, e muitas pessoas com quem falei continuam convencidas de que ele é culpado.

 Talvez você tenha receio de cortar seus vínculos com Potter – sei que ele pode ser desequilibrado e violento – mas se isso o preocupar de alguma forma, ou se observou mais alguma coisa no comportamento de Potter que o possa estar incomodando, peço que vá procurar Dolores Umbridge, uma mulher realmente encantadora que estou certo que terá muito prazer em aconselhá-lo.

 

Isto me leva a lhe dar mais conselhos. Como já insinuei acima, o regime de Dumbledore em Hogwarts talvez esteja no fim. Sua lealdade, Rony, não deve ser a ele, mas à escola e ao ministro. Lamento muito saber que, até o momento, a Profª Umbridge está encontrando muito pouca cooperação dos professores em seu esforço para realizar as mudanças necessárias em Hogwarts que o ministro tão ardentemente deseja (embora sua tarefa deva ficar mais fácil a partir da próxima semana – leia o Profeta Diário amanhã!). Só lhe adiantarei uma coisa – um estudante que se mostrar disposto a ajudar a Profª Umbridge agora talvez fique bem colocado para se candidatar a função de monitor-chefe dentro de mais uns dois anos!

 

Sinto muito não ter podido vê-lo com mais frequência durante o verão. Dói-me criticar os nossos pais, mas receio que não possa continuar a viver sob o teto deles enquanto insistirem em se misturar com o grupo perigoso que cerca Dumbledore. (Se você estiver escrevendo à mamãe uma hora dessas, talvez possa lhe dizer que um tal Estúrgio Podmore, que é um grande amigo de Dumbledore, recentemente foi mandado para Azkaban por invadir o Ministério. Talvez isto abra os olhos deles para o tipo de ralé com que presentemente estão convivendo.) Considero-me uma pessoa de muita sorte por ter escapado do estigma de me associar com gente dessa laia – o ministro não poderia ter sido mais generoso comigo – e realmente espero, Rony, que você também não permita que os laços de família o ceguem para a natureza equivocada das crenças e atos dos nossos pais. Com sinceridade, espero que, em tempo, eles percebam como estavam enganados, e naturalmente estarei pronto a aceitar desculpas formais quando esse dia chegar.

 

Por favor, reflita com muita atenção sobre o que eu disse, particularmente quanto ao Harry Potter, e parabéns mais uma vez por ser agora monitor.

 

Seu irmão,

 

Percy

- É exatamente o que ele acha que vocês estão fazendo - disse Sirius - ou melhor, é exatamente o que ele receia que Dumbledore esteja fazendo: formando seu exército particular, com o qual poderá tomar de assalto o Ministério da Magia.

- Mais que idiota – Resmunguei revirando os olhos.

- Essa é a coisa mais idiota que eu já ouvi, mesmo levando em conta todas as que Luna Lovegood inventa – Disse Rony.

- Então estamos sendo impedidos de aprender Defesa Contra as Artes das Trevas porque Fudge tem medo que a gente use os feitiços contra o Ministério? - perguntou Hermione, furiosa.

- É - confirmou Sirius - Fudge acha que Dumbledore não se deterá diante de nada para tomar o poder. Está ficando cada dia mais paranoico com relação a Dumbledore. É uma questão de tempo ele mandar prendê-lo sob alguma acusação fajuta.

- Você sabe se vai sair alguma coisa sobre o Dumbledore no Profeta Diário amanhã? Percy, o irmão de Rony, acha que sairá...

- Não sei. Não vi ninguém da Ordem o fim de semana inteiro, estão todos ocupados. Ficamos somente o Monstro e eu... Belle aparece aqui quando pode -Havia uma nítida nota de amargura na voz do meu pai.

- Então você também não teve nenhuma notícia de Hagrid?

- Ah... - disse Sirius - bom, ele já devia estar de volta, ninguém tem muita certeza do que aconteceu. Mas Dumbledore não está preocupado, então vocês não precisam ficar nervosos. Tenho certeza de que Hagrid está ótimo.

 

- Mas se ele já devia estar de volta... - comentou Hermione com uma vozinha ansiosa.

- Ele e Madame Maxime estavam juntos, estivemos em contato com ela e soubemos que os dois tiveram de se separar na volta... mas não há nada que sugira que ele esteja machucado ou... bem, nada que sugira que ele não esteja perfeitamente bem. Escute, não saia por aí fazendo perguntas sobre a ausência de Hagrid - acrescentou Sirius - Assim, irá atrair mais atenção para o fato de ele não ter voltado, e sei que Dumbledore não quer isso. Hagrid é durão, vai se sair bem e, afinal, quando é o próximo fim de semana de vocês em Hogsmeade? Estive pensando, nós saímos muito bem com o disfarce de cachorro na estação, não foi? Achei que podia...

- NÃO! - Exclamou Harry e Hermione juntos

- Sirius, você não leu o Profeta Diário? - perguntou Hermione, nervosa.

- Ah, aquilo - comentou Sirius rindo - sempre estão adivinhando onde estou, mas não têm realmente a menor ideia...

- É, mas acho que desta vez eles têm - disse Harry. - O Malfoy disse uma coisa no trem que nos fez pensar que ele sabia que era você, e o pai dele estava na plataforma, Sirius... você sabe, o Lúcio Malfoy... então não apareça por aqui em hipótese alguma. Se Malfoy o reconhecer de novo...

- Está bem, está bem, entendi o recado - ele pareceu desgostoso. - Foi só uma ideia, pensei que você talvez gostasse de se encontrar comigo – Eu bufei com suas palavras e revirei os olhos.

- Sempre querendo se arriscar por nada – Eu disse.

- Tem certeza de que é minha filha? Eu me divirto com o risco. – Sirius disse.

- Não sei, talvez o Harry seja – Alfinetei e todos ficaram em silencio.

- Andressa... – Ele começou a falar, mas eu o interrompi.

- Como está a mamãe? Faz tempo que ela não me manda uma carta – Disse melancólica.

- Está bem, ela está tendo muito trabalho no ministério. – Ele disse – E eue tenho uma novidade para contar – Ele falou sorrindo.

- O que? – Eu e Harry perguntamos ao mesmo tempo.

- Eu e a Belle iremos casar – Ele disse alegre – Pretendemos fazer uma cerimonia no natal, temos que aproveitar que está tudo calmo.

- Mais que maravilha, Sirius – Hermione disse sorrindo.

- Meus parabéns – Disse Rony.

- Eu fico feliz por você Sirius – Harry disse.

- E você Andy o que acha? – Meu pai perguntou me olhando, fazendo Harry, Rony e Hermione me encarar.

- Eu acho isso incrível – Eu disse sorrindo de lado, fazendo meu pai da uma risada.

- Que bom que gostou filha, bom eu preciso ir agora, tchau para vocês – Ele disse Ouviu-se um estalido mínimo e o ponto em que estivera a cabeça de Sirius foi retomado pelas chamas saltitantes.

[...] (No outro dia)

Depois do café da manhã percebi que eu havia esquecido um livro no dormitório, então voltei para sala comunal da grifinória, falei a senha e passei pelo quadro da mulher gorda, dei de cara com Fred ele estava saído e eu entrando. Ficamos nós encarando por um momento, então ele disse:

- Eu preciso passar – Ele falou e concordei com a cabeça dando espaço para ele passar, quando ele estava preste a sair eu falei:

- Porque está fazendo isso?

- Isso o que? – Ele se fez de desentendido.

- Não pague um de doido Fred – Eu disse amargurada, ele suspirou e começou a falar:

- Andressa você só me magoa, eu só queria te ajudar e você me expulsou de perto de você, fui tocar em você e você me olhou com repugnância, acho que você não gosta de mim, provavelmente só estava comigo por pensar que eu sou um pobre coitado – Enquanto ele falava isso eu prendi a respiração – Algo a acrescentar? – Ele perguntou, mas eu não sabia o que dizer – Foi o que pensei – Ele saiu andando e me deixou ali olhando para o nada. Senti meu coração parti em um milhão de pedacinhos, eu não estava com ele por conta disso.

 

obs: Leiam as notas iniciais



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