História The Gipsy Werewolf - Capítulo 1


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Categorias Cara Delevingne, Machine Gun Kelly, One Direction, Ruby Rose
Personagens Cara Delevingne, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Ruby Rose
Tags Criaturadastrevas, Fantasia, Ficção, Harrystyles, Lobisomens, Magia
Exibições 7
Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Galerinha um aviso, a historia vai se passar em !980 por que eu sou fascinada nas musicas e na essência da época, espero que não se incomodem.

Capítulo 1 - Prologo


Fanfic / Fanfiction The Gipsy Werewolf - Capítulo 1 - Prologo

De longe eu vi o pobre e indefeso veado se alimentar da grama verde em que pisava, sem hesitar corri ao seu encontro e abocanhei seu abdômen, comecei a rasgar sua carne com os dentes caninos e com minhas unhas retirar a pele das patas e da cabeça, ouvi ele grunhir até o ultimo respiro, um dos melhores sons da natureza, o ultimo suspiro dos indefesos. Depois de dias sem comer e ter me aproveitado da minha refeição me levantei e senti os pelos se escorrerem pela minha pele como a água de um chuveiro, e então minha pele humana voltou um pouco mais escura que o normal, sinal de quando fico muito tempo na metamorfose. Ao meu lado podia ouvir o rosnado de Jace e seus latidos estridentes, também ficaria brava se depois de dias atrás de uma caça, ele comesse tudo, mas eu não resisti, foi um mal necessário.

- Cala boca Jace, levanta, vamos embora – disse passando por ele e colocando minhas roupas que eu havia deixado na sombra de uma arvore, vi Jace começar a contorcer seu pescoço e em questão de minutos sua linda pele branca já brilhava de encontro aos raios solares.

- Você é miserável Jenna, não deixou nem o sangue para eu lamber, sacanagem, depois de dias procurando algo pra comer você vem e come tudo? Isso não se faz.- reclamava sem pausas para respirar, e vestia sua roupa com uma raiva que chegava a ser engraçada.

- Isso é Gales, não é possível que não tenha mais nenhum ser animal por ai esperando para ser comido, vamos, temos que ir para Londres e ainda falta atravessar metade da floresta.

- E como pretende ir para Londres?- ele me questionou depois de mais ou menos uma hora de caminhada.

- Como todas as pessoas de Gales vão, pela barca.

- Mas nós não temos dinheiro- parou e encostou numa arvore de sombras enormes.- E eu já cansei de ficar invadindo lugares e ameaçando pessoas, perdeu a graça, e se continuarmos com essa, logo seremos presos e descobertos.

- E você quer que a gente faça o que?- perguntei me sentando na sombra da mesma arvore d Jace, ele desencostou, estava com raiva e era aparente.

- Acho que devêssemos permanecer em Gales. – Não era uma pergunta, e nem um pensamento em voz alta, ele estava decidido.

- Se a gente continuar aqui a gente morre Jace.- perdi a paciência e me coloquei a sua frente, com todas a minhas forças comecei a gritar realidades que Jace parecia querer ignorar.- O Pais de Gales é o único pais no mundo que nós ainda não somos lendas, eles caçam a gente, é o hobbie natural de todas as famílias dessa merda. Eles mataram mamãe e papai, e se continuarmos aqui vão matar a gente.- e sem perceber senti uma lagrima escorrer pelo canto do meu nariz, e rapidamente a sequei, não chorei quando vi meus pais serem dilacerados por espadas, não vou chorar agora.

- Ok, e qual o seu plano?- Jace cedeu, aparentemente não era só eu que tinha medo de morrer.

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- Você quer matar os pobres cachorros e entrar nas gaiolas? – Ele me olhou com uma cara de deboche, não estava confiando no meu plano.- Você não acha que vão perceber que somos lobos e não cachorros? E quando chegarmos em Londres?, vamos ficar por ai andando nus?

- Cara nós matamos pobres veados todos os dias, por que não pobres cachorros? A galera da balsa esta tão apressada que nem vão parar pra notar os detalhes diferentes de um cão para um lobo, e é Londres, é só fingir que ta chapado demais além da conta.

- Mas os cães são como nossos primos velho.- Ele falou olhando para os cães, que estavam olhando para gente por causa do nosso cheiro.

- E os humanos também, e matamos 15 só no ultimo mês, vamos logo e chega de frescura, temos poucos minutos.- comecei a me despir e vi Jace seguir meus passos.

Nós tínhamos poucos minutos, tratamos de entrar na metamorfose o mais rápidos possível, e matar os cães também. Entramos nas gaiolas e logo fomos transportados , e como eu imaginava, os funcionários da balsa nem notou a diferença. Já dentro do barco comecei a observar  as pessoas abordo, a maioria eram famílias que estavam em direção a Londres em busca de uma vida melhor, e não precária como em Gales. Desde o fim da segunda guerra mundial, depois de Londres se reconstruir, muitas famílias saem de Gales em direção a grande capital em busca de luz e gloria, mas chegando lá se vem em situação pior, uma situação sem volta, e é esse o medo que eu tenho, fugir dos caçadores de Gales para ser caçada na Inglaterra.

Olhei para o lado e vi meu irmão mais novo dormir num sono profundo, nós vivíamos em guerra mas ainda sim Jace era meu amuleto da sorte e a pessoa mais preciosa que eu possuía, até por que era a única pessoa que eu possuía, e eu não poderia pedir uma melhor. Fiz uma espécie de cama com o feno que tinha na gaiola e me aninhei no fundo da mesma e me coloquei num sono profundo. Quando acordei me deparei com um jovem com roupas de couro, algumas tatuagens e cabelos grande, ele era lindo e seus olhos verdes brilhavam enquanto me encarava, mas ele me transmitia medo, até por que é 1987 e o movimento skinhead esta entrando na moda e eles costumam espancar gente como eu e Jace até a morte, não lobisomens, mas ciganos, e antes de lobisomens nossa família é cigana e é disso que nós vivemos, e estando fora das florestas somos ameaçados pela nossas duas etnias. O alto-falante da balsa fez um barulho estranho anunciando que havíamos chegado ao nosso destino, meu irmão se mexeu acordando e logo percebeu o menino na nossa frente, e teve a mesma reação que a minha, nós dois sentimos que o garoto não era boa coisa, talvez um agressor animal acho.

Como de costume tiraram primeiro as bagagens e os animais do barco e reservaram a gente num canto do porto, logo depois saíram as pessoas, e a primeira foi o jovem, ele veio ate a gente e com um olhar ameaçador se ajoelhou e disse.

- Eu sei o que vocês são, venham comigo. – ele falou autoritário e abriu as gaiolas sem que ninguém percebesse.

Eu e Jace hesitamos mas o jovem olhou para trás com um olhar ainda pior, saímos da gaiola em passos devagar e começamos a segui-lo. Durante o percurso as pessoas se afastavam da gente com medo, até por que não é todo dia que lobos enormes andam pela grande capital. O garoto caminhava na nossa frente como se fosse nosso dono, e nós o seguia como se fossemos dele, depois de meia hora andando entre as pessoas, entramos dentro de uma catedral gótica aparentemente sem uso, e então ele começou as devidas apresentações.

- Olha,olha, fazia tempo que não via um lobisomem, achei que estavam em extinção, e então para minha surpresa eu encontro dois, depois de ter desistido de procurar por todo País de Gales.- ele sorriu e então vimos que ele não era tão ameaçador.- Meu nome é Styles, Harry Styles.

Quando ouvimos o nome Styles rapidamente tratamos de sair da metamorfose, sabíamos que não tínhamos perigo perto de algum Styles. Eles são vampiros e correm o mundo ajudando outras criaturas das trevas e era essa ajuda que estávamos procurando.

- Eu sou Jenna Harrison e o carinha aqui é o Jace, meu irmão.- sorri apertando sua mão, não são todos que tem a honra de trombar um Styles.- E seria ótimo se você arranjasse roupas para gente.

- Claro que sim, sigam me.- começou a subir as escadas, e Jace, ao meu lado, que sempre foi admirador dos Styles não parava de sorrir com cara de bobo. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, não sei se a historia vai ir pra frente depende muito da minha imaginação e se a fic alcançar minhas expectativas.


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