História The girl that raised from my backyard - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Anjos, Drama, Fantasia, Humanos, Mistério, Romance, Suspense
Visualizações 5
Palavras 1.845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


O maior capítulo que eu escrevi na minha vida como pode isso.
Temos várias "visões" nesse capítulo e ele foi bem difícil de escrever socorro
Para meus lindos leitores que gostam de lol... VOCÊS VIRAM AS NOVAS SKINS STARGUARDIAN? MEU CORAÇÃO NÃO AGUENTA SKASKASKASKASKASAKSKASKASKSKA
Voltando ao capítulo; eu realmente espero que gostem <3

Capítulo 4 - Yes


 Dominic acordou ao som irritante do despertador do celular, que tocava já faz dez minutos e foi adiado duas vezes. Com um grunhido de frustração, e olheiras, o ruivo finalmente decide se levantar e desligar o maldito aparelho. Coloca os óculos e se dirige ao pequeno espelho do seu quarto e escova o cabelo, não satisfeito com ele, passa a mão pelo mesmo o bagunçando um pouco.

Saindo do quarto o rapaz bate com o mindinho do pé (sim, o maldito mindinho!) na quina do balcão da cozinha. Um gemido de dor e um aperto no dedo fazem o garoto tomar coragem e continuar a sua aventura até ao frigorífico. A manhã já começou agitada.

Retira o leite fresco da porta do frigorífico e a caixa de cereal do armário de cima e dirige-se à mesa de vidro ao pé da janela. Senta-se e fica algum tempo a olhar para caixa de cereal, logo batendo com a cabeça na mesa. Esqueceu-se da taça e da colher. Andando até ao balcão, novamente, pega em uma colher da gaveta e em uma taça do armário. Perambulando novamente até à mesa ele olha pela janela. Estava escuro.

- ... - o garoto olha para o relógio por cima do frigorífico e arregala os olhos. - Só pode ser brincadeira.

Com uma energia que veio sabe-se lá de onde, talvez pela indignação, Dominic anda rapidamente até ao quarto e liga o celular a uma velocidade impressionante. O relógio do celular indicava duas horas da manhã. Com raiva ele muda até à aplicação do despertador e verifica o último alarme. Por alguma razão o despertador foi acertado para uma e meia e não sete e meia.

Indignado e sem sono, ele volta à cozinha e continua a preparar a sua refeição. Já que teve todo o trabalho e dor de conseguir arranjar os itens necessários para o seu "café da manhã" nada seria mais justo do que terminar o que começou. O ruivo pega no seu celular e fica olhando as redes sociais, mais especificamente olhando o Instagram e vendo as publicações de artistas. Vida social? Sério, isso. Quem tem? Esse ruivo enraivecido não.

Quando terminou o seu "café da manhã noturno" levou a loiça suja para a pia e começou a lava-la. Seria uma dor de cabeça se ela fica-se amontoada. Secou e arrumou a mesma. Com preguiça o rapaz foi para a sala, quando se preparava para se sentar os seus olhos pousaram no piano preto. Sentou-se no pequeno banco do piano e começou tocando músicas aleatórias. Começou com algumas músicas de Zelda, passando a "Hall of Fame" por alguma razão. Após algumas músicas ele decide parar, não estava soando bem. Jogou-se no sofá e pegou o seu celular, procurando alguém para conversar. De todas as pessoas na sua lista (que eram poucas por sinal) o nome que chamou mais a atenção foi o número marcado como "Andrew", não só por ser o único online, mas também pelo facto de que ambos tinham um trabalho juntos, que nem sequer foi começado ainda.

"Andrew, está acordado?"

Passaram alguns minutos e ele finalmente recebeu uma resposta.

"Não."

Dominic bufou um riso de tédio e respondeu de volta.

"Precisamos de falar sobre o trabalho de francês. Estou com preguiça de escrever por isso me liga"

Mais alguns minutos e ele recebeu uma chamada de Andrew.

- Fala. - ele falou com a voz sofrega, talvez voz de quem acabou de acordar.

- Temos que planear um dia para fazer o trabalho de francês. - ele falou rápido.

- Sério tem mesmo que ser agora? – ele bufou – Está muito desconfortável aqui. Os lençois estão molhados e está um calor dos demónios aqui, e quando eu finalmente estava conseguindo dormir você me liga. Devia ter vergonha.

- Não tenho culpa, meu celular me trollou, culpa ele. - era possível ouvir um grunhido de sono do outro lado da linha, e não era de Andrew. Dominic formou um sorriso cínico. - Lençois molhados, hun?

É. Bem desconfortável. De manhã combinamos isso, estou cansado. Boa noite. - o garoto desligou a chamada.

O ruivo ficou olhando a tela do celular com um sorriso cínico no rosto, mas após algum tempo ele decidiu desligar o celular e ir fazer algo diferente e/ou mais produtivo. Com a cabeça pesada e os óculos tortos ele seguiu andando até o quarto, tendo cuidado para não bater em nenhuma quina com o mindinho.

Ele olhou a sua cama, pensando se deveria ou não ceder à vontade de pousar a cabeça na almofada e dormir mais algumas horas. Foda-se, mais algumas horas de sono seriam bem-vindas. Jogou-se na cama e pousou os óculos algures no criado-mudo, deu uma olhada no celular e, pelas contas que fez mentalmente, tinha por volta de quatro horas e um pouco para dormir. Acertou o alarme para as sete e voltou a dormir.

 

- - - - - - -

 

Rachel acordou cansada. Apesar de ter dormido mais do que necessário ainda se sentia fatigada. Como Andrew e Michael saíram mais cedo da lanchonete na tarde passada ela tinha ficado completamente sozinha cuidando de tudo. É verdade que não ter de lidar com o temperamento difícil de Andrew é um alívio, mas mesmo assim ter de lidar com tudo sozinha é bem chato.Mas isso já meio que faz parte da sua vida, né? Ela sempre se virou sozinha e lidou com tudo do seu jeito, claro que ter de amadurecer mais rapidamente do que as outras crianças à sua volta era bem estressante e chato. Ela se sentia de parte, sentia-se a mais naquele mar de pessoas.

Com dificuldade e uma dor insuportável nas costas ela finalmente decidiu se levantar do sofá da sala e ir em direção ao banheiro.

Ela mora com seu pai e seus dois irmãos. Seu pai é um homem bastante simpático e divertido. Ele trabalha numa pequena loja de doces na esquina do bairro e sempre está de bom humor e disposto a ir trabalhar. Os garotos são duas pestes em miniatura. Ficam correndo pela casa e roubando biscoitos da jarra do balcão; raramente brigam e estão sempre dispostos a fazer de tudo para conseguirem uns bombons que sobraram da loja. A mãe de Rachel fugiu quando os dois garotos nasceram, pois não tinha paciência alguma para cuidar dor filhos. E como a bastarda tem a sorte de ter primos podres de rico no estrangeiro aproveitou a oportunidade e fugiu para lá.Graças a isso ela foi praticamente obrigada a crescer mais rápido para ajudar o pai a cuidar dos irmãos. E isso, realmente, é uma merda.

Rachel lava a cara com água fria e se olha no espelho, os seus olhos estão vermelhos e pesados. Ela liga a água quente e prepara-se para encher a banheira. Tranca a porta (mesmo não estando ninguém na casa naquele momento) e entra na água.

Os azulejos cinza e azuis do banheiro fazem o local transmitir uma sensação de calma, que ajudam a garota a relaxar. Ela mergulha a cabeça na água e coloca os pés na beira da banheira a fazendo olhar os vários calos ali presentes. Para alguém que fica andando de um lado para o outro o dia todo ela até se admira de não ter mais ali presentes.

O celular está no chão sujeito a ser molhado pela água que pode, ou não, cair. Rachel pega no aparelho e olha o horário. Meio dia.O seu turno começou faz três horas. Mas não é importante certo? Ela pode simplesmente ficar ali na água quente. Sim, ela pode ficar descansando ali. Afinal ela já fez mais do que necessário naquele lugar. Ela cobre os turnos dos outros, ela fica muitas vezes trabalhando até tarde e ela é quem limpa a máquina de café mais vezes. Sim, é justo ela ter aquele dia de descanso. Sim, ela pose simplesmente dormir ali e ninguém a incomoda. Sim.

 

- - - - - - -

 

Phoebe adormeceu em uma árvore alta algures no bosque. Ela já não tinha nenhum trabalho ou algo do tipo então não era necessário ela se preocupar em ficar pulando de dimensão em dimensão, de linha do tempo em linha do tempo. Mas será que tudo realmente ficaria bem? Quer dizer, não há muitos caçadores de recompensas por aí, ou seja, não tem ninguém para ficar de olho nos diferentes mundos para ter a certeza que tudo está bem. O Alto Conselho nunca se importou mesmo e não. Claro que eles prezam a paz acima de tudo, mas nenhum deles fica olhando as infinitas dimensões para ter a certeza que tudo é justo.

Phoebe não é nenhuma defensora da paz ou algo do tipo. Não é que ela queira o caos em todo e lado e ela não deseja mal a ninguém, mas ter a sensação de ter esse tipo de poder é bastante satisfatória.

Será que Achlys está bem? Ela não a visita faz bastante tempo e as saudades são muitas. Talvez com essa quebra de contrato recente ela possa dar uma passadinha no céu para ir tomar um chá ou assim com ela. Bom, conviver com Sarah todo dia deve ser bastante chato. Ela é uma piralha mimalha que por alguma razão teve de ser o floco de neve especial para nascer sem asas. Mas isso nem é mau de todo certo? Só de imaginar aquela peste voar dá a Phoebe voltas no estômago, ela voar e sair falando bosta para todo canto é doloroso só de pensar.

Quando se preparava para sair do seu acampamento improvisado, a garota quase deixa um pequeno ninho de beija-flor cair. Com reflexos incríveis (um pé no local certo) ela consegue salvar o ninho. Ela o coloca no local certo e confirma se nenhum dos ovos foi danificado, felizmente isso não aconteceu.

Ela revela as suas asas e voa sem rumo. Ela acaba voando até a cidade onde esteve no dia anterior, aquele crepe era delicioso. Mas sério, o que se passa com essa dimensão? Tem apenas uma espécie dominante e todas as outras servem apenas para a sobrevivência dessa mesma? O mundo humano é realmente algo aterrador e confuso. É uma pena o Alto Conselho não ter feito nada de bom nesse mundo. Por alguma razão as criaturas desse lugar gostam bastante de ficar arrumando guerra em todo o canto; sério não dá para todo mundo relaxar por um segundo?

Mas deixando isso tudo de lado, esse mundo é bem bonito. As cores espalhadas em todo o lado realmente dá um novo ar a esse lugar, o que o torna ainda mais confortável de morar. O sol está bem alto alertando que já passa do meio dia. Olhando para baixo ela vê diversas cabeças coloridas andando de um lado para o outro. O que é bem divertido de ver, parece um monte de formigas coletando alimento.

Phoebe voa até ao alto de uma construção qualquer. Ela recolhe as suas asas e fica ali sentada balançando as pernas para a frente e para trás. Não tem muito que ela possa fazer nesta dimensão.


Notas Finais


Dominic é como eu comassim
HUMM ANDREW apenas eu sei o que se passou naquele quarto
Rachel não, se acalme. Eu escrevi essa parte quando estava depressiva na noite passada, como assim eu estava na bad das bads
Phoebe sua linda te amo
O que acharam desse capítulo? Deem a vossa opinião pq eu estou precisando disso nesse momento. Obrigada por lerem e até ao próximo capítulo!


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