História The Girlfriend Of My Friend - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p, Laucy
Exibições 895
Palavras 3.521
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores, como vocês estão??


O que foi esse clipe de Bad Things???? Eu to aqui jogada no chão até agora, não da pra sobreviver com essas meninas, é um tiro atrás do outro...

Bom vamos ao capitulo, aaah, eu acabei de escrever ele agorinha pouco, então eu não revisei. Me desculpe se tiver algum erro... Enfim, vamos lá. Boa leitura amores.

Capítulo 10 - Tudo bem, eu ajudo.


 

  POV LAUREN

 

Eu estava nervosa, estava nervosa demais para o meu gosto sobre essa conversa com Lucy. É estranho porque eu não tenho medo da reação da Lucy, se vai ser positiva ou negativa eu não sei, na verdade não estou nem ai, e só estou falando com ela por causa de Ally e Camila. Mas ao mesmo tempo um nervosismo absurdo me atingia, as minhas mãos suadas o meu coração acelerado e para piorar eu não consegui falar com a Ally e muito menos com a Camila, na verdade eu nem vi elas depois do intervalo, as única pessoa que vi foi a Dinah que fez as duas últimas aulas comigo.

 

- Oi Lauren, quanto tempo em? – A loira parou em minha frente com um sorrisinho cafajeste no rosto e eu arquei as sobrancelhas e me sentei no capô do carro e fiquei encarando ela.

 

- O que você quer? – Perguntei grosseira e Britt sorriu e se aproximou de mim, ficando entre as minhas pernas.

 

- Eu estava pensando, agora que a Keana não está aqui, você bem que podia me levar pro vestiário e... – Segurou a minha jaqueta – Você sabe né? – Sorriu ao terminar de falar.

 

Rapidamente empurrei sua mão me esquivando de seu toque. Primeiro porque estávamos no meio da garagem da escola e ainda tinha alguns alunos por ai, segundo porque eu não estava afim de aguentar essas vadiazinhas hoje, não estava no clima.

 

- A única coisa que eu sei, é que você vai sair de perto de mim agora, porque a minha namorada deve estar chegando – Falei grosseira e ela olhou para a porta do prédio da escola e me olhou sorrindo erguendo suas mãos em rendição e saiu andando e rebolando a sua bunda mais do que o normal. – Vadia – Xinguei assim que ela se afastou e a desgraçada me olhou e soltou uma piscadinha me provocando. Uma infeliz mesma.

 

Olhei para a porta e soltei um suspiro aliviado quando vi que Lucy estava saindo. Dinah me disse que ela havia se enrolado um pouco na aula e que aquele velho insuportável que chamamos de professor pediu para conversar com ela.

 

- Graças a Deus – Falei assim que ela se aproximou. – O que ele queria? – Perguntei curiosa e já fui abrindo a porta do meu carro para ela entrar.

 

- Ah, eu fiquei com a nota baixa na última prova que ele passou... – Começou a falar e eu fechei a porta e rodeei o carro entrando também, e assim que eu fechei a porta e fui colocar o sinto a Lucy continuou a falar – E ele quer me passar um trabalho para recuperar as notas, mais isso é um absurdo eu fiz tudo certinho e a Mila e a Dj fizeram a prova exatamente igual a mim e elas tiraram dez, eu não entendo como a minha pode ter sido baixa – Falou irritada e eu bufei ligando o carro.

 

- Você sabe que isso é implicância, não é? – Olhei para ela rapidamente e logo foquei os meus olhos no retrovisor e comecei a dar ré, saindo daquela garagem e daquela escola. – Ele fez isso, porque sabe que você vai abaixar a cabeça para ele e fazer o que ele te pedir, eu já falei pra você parar de ser besta Lucy – Falei já começando a me irritar.

 

- Eu não sou besta, ele é o professor Lauren, eu só respeito – Falou e eu revirei os meus olhos.

 

- Respeita quem merece respeito Lucy, ele não merece. Olha só o que ele fez, as meninas não falaram nada? – Perguntei intrigada.

 

- Não, o sinal mal bateu e a Camila saiu praticamente correndo da sala junto com a Vero e a.... – Parei de ouvir no Camila e Vero. Apertei o volante com força, controlando a minha raiva. – E ai ele esperou eu ficar sozinha para começar a falar. – Lucy finalizou e eu bufei.

 

- Isso não vai ficar assim. – Falei, mas na verdade eu estava me referindo a Verônica. Primeiro fica cheia de gracinhas e sorrisinhos para Lucy, ai como se não bastasse eu me vejo sendo obrigada a jogar em parceria com ela, e ai quando você acha que não pode piorar, ela e a Camila agora estão cheias de conversinhas e beijinhos para lá e pra cá, sem contar naquela cena patética no refeitório hoje mais cedo. O que foi aquilo de dar o pudim para a Dinah? Eu havia pegado o da minha amiga apenas para implicar, eu iria devolver para ela, ai me vem aquela inconveniente da Verônica, ela quer tudo o que é meu, minha namorada, meus amigos, meu time, minha Camila.... Espera, minha Camila? Lauren pelo amor de Deus ne....

 

- Você não vai fazer nada Lauren, você sabe que um dia ele vai conseguir acabar fodendo com a sua vida lá na escola. – Lucy falou me tirando dos meus pensamentos e eu olhei para ela e bufei revirando os meus olhos.

 

- Aquele velho nojento não pode fazer nada – Debochei – Enfim, você quer ir almoçar aonde? Eu acho que lá em casa não vai ter nada no momento – Mudei de assunto e sorri boba ao me lembrar da princesinha lá em casa, ela deve estar dando um trabalho danado para a minha mãe.

 

 

- Não sei – Deu de ombros – Vamos naquela barraquinha de sempre – Falou e eu assenti.

 

Era a barraquinha de hot dog que tinha em uma praça a duas quadras de minha casa, eu e as meninas sempre nos reuníamos lá quando não tinha nada para fazer, e eu sempre levava Lucy para comer lá, aquele é o melhor hot dog da face da terra.

 

Logo estacionei o meu carro na frente da barraca e Lucy foi a primeira a descer, peguei a minha carteira no porta luvas e puxei algumas notas de lá e joguei a carteira no porta luvas novamente e desci do carro. Sorri para Lucy que estava me esperando e segurei a mão dela e seguimos até as mesas que tinha espalhada pela a praça, Lucy se sentou e eu fui até Joseph, dono da barraca pedir os nossos lanches.

 

- Minha menina, achei que tinham esquecido de mim – O senhor de cabelo grisalho falou sorridente e acenou para Lucy que estava sentada e eu sorri.

 

- Qual é velhote, você acha que iria me esquecer do melhor hot dog dessa cidade? – Falei sorrindo e ele riu fraco.

 

- Vai saber, vocês jovens... onde estão as outras? – Perguntou simpático e eu dei de ombros.

 

- Hoje é só eu e a Lucy mesmo – Falei sorrindo.

 

- Então pode deixar que eu vou caprichar, é o de sempre? – Perguntou e eu assenti sorrindo – Então, jajá levo lá para vocês. – Falou e já foi entrando no seu trailer, sorri e assenti.

 

- Você é o melhor – Falei sorrindo e sai andando até Lucy estava sentada.

 

- O que você queria conversa? – Lucy perguntou assim que eu me sentei e eu suspirei.

 

- Calma apressadinha, na hora certa eu vou falar – Falei sorrindo e Lucy revirou os olhos.

 

- Porque você simplesmente não fala logo, você sabe que eu fico aqui criando mil coisas na minha cabeça. – Falou e eu suspirei mais uma vez e me ajeitei na cadeira.

 

- Porque eu não sei como te falar. – Confessei e ela arqueou as sobrancelhas – Calma, não é nada sobre a gente, ou talvez seja, sei lá enfim, só tenha calma, ok? – Pedi e ela suspirou rendida e assentiu.

- Aqui minhas meninas – Joseph apareceu colocando os lanches encima da mesa e eu sorri agradecida e ele logo se afastou.

 

Peguei o meu lanche e dei uma mordida e Lucy fez o mesmo. E mais uma vez ficou um silencio constrangedor, aquele clima estranho que eu logo tratei de quebrar.

 

- Como está o grupo de teatro? – Puxei assunto e Lucy me olhou e puxou o guardanapo e limpou a sua boca e logo desandou a falar.

 

- Esta uma correria só, estamos em processo de seleção para o musical do Natal sabe? – Assenti sorrindo – Então, a senhora....

 

Eu não sei por quanto tempo ficamos sentadas ali comendo e conversando sobre coisas aleatórias, Lucy é uma pessoa legal e eu gosto de conversar com ela, até porque se ela não fosse legal eu não levaria esse namoro adiante. Agora eu estava estacionando o meu carro na frente de minha casa, eu não sabia como conversar com ela, então decidi que a melhor forma seria mostrar.

 

- Ok. – Desliguei o carro e retirei o meu cinto e olhei para Lucy. – Antes de entrarmos lá, eu quero te falar uma coisa – Falei e ela me olhou, respirei fundo e fechei os meus olhos por breves segundos, eu sentia minhas mãos soares e borboletas no meu estomago anunciando o meu nervosismo – Ta legal, você se lembra daquela festa em que nos conhecemos, que eu fui com a Ally? – Repeti a mesma pergunta que fiz a Camila e Lucy assentiu – Ok, e você lembra daquela menina que eu fiquei dando encima quase que a festa inteira e tudo mais? – Perguntei novamente e Lucy arqueou as sobrancelhas.

 

- Ta, oque que tem? – Perguntou e eu suspirei mais uma vez.

 

- Então, recentemente ela descobriu um tumor e infelizmente ela morreu – Falei e Lucy ficou me encarando sem esboçar nenhuma reação, talvez esperando que eu continuasse. – Ontem quando a minha mãe me ligou aquele tanto de vez, era basicamente para me falar isso, e quando eu cheguei em casa.... bom... é melhor você ver. – Falei e já fui abrindo a porta do carro e descendo.

 

- Lauren, você está me assustando. – Falou descendo do carro e eu sorri.

 

- Não precisa se assustar, vem – Segurei a sua mão e puxei até a entrada de casa, e assim que eu abri a porta – Mãe, cheguei – Falei alto e fechei a porta atrás de mim. – Mãe? – Chamei e não demorou muito para a dona Clara descer as escadas praticamente correndo.

 

- Fala baixo infeliz, a.... Ah, oi Lucy – Sorriu e caminhou até a minha namorada a abraçando – Finalmente apareceu, achei que tinha perdido o endereço de casa. – Brincou e Lucy sorriu fraco.

 

- Ah tia, isso é culpa da Lauren que não me traz mais aqui. – Respondeu para minha mãe e eu revirei meus olhos.

 

- Eu falei para ela, você sumiu daqui menina – Minha mãe falou e eu bufei.

 

- Ta chega, ela ta aqui agora. Aonde está a Angel? – Perguntei e minha mãe me olhou.

 

- Ela acabou de dormir, não acorda ela. – Minha mãe falou e eu sorri.

 

- Deus me livre, eu que não quero acordar ela – Falei sorrindo me lembrando do que aquela pestinha linda me fez passar durante essa noite.

 

- Quem é Angel? – Lucy perguntou e minha mãe me olhou.

 

Olhei para Lucy e estendi a minha mão para ela.

 

- Vem, vamos subir – Chamei e ela segurou a minha mão e olhou para a minha mãe que sorriu para ela como se a incentivasse me seguir – Lembra do que eu estava te falando? – Perguntei enquanto subíamos as escadas e Lucy assentiu – Então.... – Parei na frente do meu quarto e abri a porta e dei de cara com a minha princesinha dormia de joelhos na cama com a bundinha para cima e o rosto afundado no travesseiro, em sua volta havia várias almofadas como uma espécie de barreira. Ela parecia um anjo realmente. Angel era um anjo.

 

- O que... como... quem é essa menina? – Lucy perguntou entrando no quarto com um olhar confuso e eu suspirei fechando a porta atrás de mim.

 

- Essa é a Angel – Falei sorrindo e Lucy olhou para a minha filha e em seguida me olhou -  Aqui, leia. – Peguei a carta que Alycia havia me mandado, ela estava encima do criado mudo ao lado de minha cama e entreguei para Lucy.

 

Ela me olhou com as sobrancelhas arqueadas e abriu a carta, enquanto deixei que ela lesse a carta, eu me sentei na beirinha da cama e me inclinei um pouco e com cuidado deixei um beijo em seus cabelinhos castanhos e lisos, sorri aproveitando daquele cheiro gostoso de bebê.

 

- Ei princesinha, a mama Lauren chegou – Sussurrei baixo e logo franzi o cenho – Ou seria papa? Estou confusa agora – Digo comigo mesma – Hum... acho que isso você vai decidir quando crescer – Sorri e beijei os seus cabelinhos mais uma vez – Eu estava com saudades de você sabia? – Perguntei abobalhada e um barulho de folha se amassando chamou a minha atenção, olhei para Lucy e ela jogou a carta amassada no chão – O que você está fazendo? – Perguntei confusa.

 

- Sua filha? Sério Lauren? – Soltou uma risadinha baixa e eu arquei as sobrancelhas ainda mais e me levantei da cama.

 

Caminhei até aonde ela havia jogado a carta e me abaixei pegando a mesma do chão e comecei a desamassa-la. Eu queria mostrar aquela carta para Angel ainda.

 

- Sim, é minha filha. – Respondi e coloquei a carta encima do criado mudo.

 

- Você só pode estar de brincadeira com a minha cara né Lauren, faça-me o favor – Falou e eu fiquei encarando ela sem falar absolutamente nada. Porque todo mundo acha que eu estou brincando. – Essa menina aparece lá da puta que pariu com uma criança falando que é a sua filha? E ainda deixa por uma carta? Lauren... – Sorriu debochada e eu suspirei. Aquela não era a Lucy que eu conheço.

 

- Lu, você viu o que ela falou, não viu? – Perguntei tentando manter a calma.

 

- Em uma carta Lauren? Qualquer um pode escrever uma carta dessa, e quem garante que essa menina é a sua filha? – Perguntou apontando para Angel.

 

- Ela é a minha filha – Falei pausadamente e Lucy bufou.

 

- E como você tem certeza disso? Você já fez exame por acaso? Quem não te garante que essa garota está te enganando só porque sabe que a sua família tem dinheiro e.... – A interrompi.

 

- Ela é a minha filha Lucy – Me exaltei – Eu não preciso de porcaria de exame nenhum para saber disso, eu sinto, ela é a minha filha e... – Fui interrompida pelo o choro de Angel que soou alto por aquele quarto. Suspirei e olhei para a cama, a minha filha estava sentada na cama, coçando os seus olhinhos enquanto chorava, olhei para Lucy – Otimo, ótimo Lucia, você acordou ela, ótimo – Bufei e caminhei até a cama e peguei Angel no colo que logo se agarrou em meu pescoço – Não chora princesinha, já passou. – Falei enquanto balançava o meu corpo em uma tentativa que o choro dela sessasse.

 

- Eu não acordei ninguém, quem estava gritando aqui era você – Lucy respondeu e eu olhei para ela.

 

- Sai daqui Lucia, depois a gente conversa. Sai – Falei irritada e Lucy ficou me encarando por alguns segundos e no minuto seguinte ela deu as costas e saiu do quarto batendo a porta com tanta força que a mesma acabou se abrindo sozinha novamente e o choro de Angel ficou ainda mais alto – Shiiu, shiiu já passou princesa, já passou – Falei enquanto a ninava e acariciava os seus cabelos.

 

Eu comecei a cantarolar uma música qualquer e o choro de Angel foi cessando aos poucos, e quando eu olhei para a porta a minha mãe estava ali parada me encarando.  

 

POV CAMILA

 

Eu sentia todo os pelos de meu corpo se arrepiando conforme os beijos de Vero ia descendo pelo o meu pescoço, a sua mão passeava por todo o meu corpo e ela apertava a minha coxa com firmeza, pressionando as nossas intimidades, a desgraçada tinha uma pegada do caralho. Enfiei a minha mão entre os fios de seus cabelos castanhos e soltei um gemido manhoso quando Vero abocanhou o meu seio direito, enquanto massageava o meu esquerdo, a sua língua acariciava o meu mamilo quase que em desespero e a cada chupão que ela dava era um gemido manhoso que escapava de minha garganta, eu apertava os seus cabelos com força e pressionava a sua cabeça contra o meus seios, eu já estava mais do que molhada e eu queria mais do que nunca que Vero tirasse logo a porra da minha calça e me chupasse até eu não aguentar mais.

 

Estávamos na casa dela, ela sempre fica sozinha em casa durante a tarde e me trouxe para cá, no começo a ideia era que eu desse algumas dicas para que ela pudesse começar o seu plano para conquistar a Lucy, mas foi só entrarmos no seu quarto e começamos a nos beijar e aqui estamos nós, e falando em Lucy....

 

- Porra, mas de novo? – Verônica reclamou quando o meu celular começou a tocar pela milésima vez. – Quem é essa desgraça? Atende essa porra logo – Reclamou e eu me estiquei para pegar o celular que eu havia colocado no criado mudo e constatei que era Lucy novamente, bufei revirando os meus olhos e coloquei o celular no lugar.

 

- Esquece, ignora, vai, continua. – Falei e Vero não perdeu tempo e abocanhou o meu seio esquerdo e chupou, não consegui controlar o gemido com aquilo – Porra – Falei em um suspiro. Vero sabia muito bem o que fazer com a língua.

 

 Vero foi descendo lambendo a minha barriga já nua e eu me encolhi um pouco conforme a sua língua foi deslizando pela a minha barriga, ela intercalava entre beijos e mordidas, mordi meu lábio inferior quando ela abriu os botões de minha calça e me levantei me apoiando em meus cotovelos para poder olha-la melhor, e quanto ela foi tirar a minha calça....

 

- Mano vai se fuder, desliga essa porra vai – Verônica disse irritada quando o celular começou a tocar mais uma vez.

 

- Vou desligar – Falei rindo enquanto me esticava para pegar o celular novamente, e quando eu peguei o celular na minha mão eu senti o meu coração disparar quando eu vi “ Lauren” piscando na tela. Rapidamente empurrei Vero de cima de mim e me levantei da cama – É a minha mãe, vou ter que atender – Falei para Vero e ela assentiu se jogando na cama. Rapidamente deslizei o meu dedo sobre a tela e coloquei o telefone no ouvido – Oi? – Falei ao atender.

 

- “Camz? Você está ocupada?” – Lauren perguntou ao outro lado da linha.

 

- Hum... – Olhei para a Vero na cama que me encarava – É... não, pode falar – Falei tranquila e escutei Lauren suspirar.

 

- “Então, é que a minha mãe saiu e só está eu e Angel aqui em casa, e eu acho que ela está com a frauda suja, só que eu não faço a mínima ideia de como trocar isso, dai eu me lembrei que você tem uma irmã pequena então provavelmente você sabe trocar fralda e poderia me ajudar, você sabe trocar fralda não sabe?” – Lauren falou tudo de forma muito rápida e eu me segurei para não rir.

 

- Calma, fala devagar – Pedi e Lauren suspirou mais uma vez.

 

- “ Você sabe trocar fralda de criança? “ – Perguntou e eu não aguentei segurar a risada.

 

- Sei – Falei sorrindo.

 

- “ E você por acaso poderia me ajudar a trocar a fralda da Angel?” – Perguntou incerta e eu arquei as sobrancelhas.

 

- Agora? – Perguntei e olhei para Vero.

 

- “ Sim, agora. Ou você está ocupada? “ – Perguntou e eu neguei com a cabeça, como se ela fosse capaz de me ver.

 

- Não, tudo bem, eu ajudo. – Falei e Lauren soltou um gritinho animado.

 

- “ Aeeee, viu princesa, a Tia Camila vai me ajudar e você vai ficar com o bumbum limpinho “ – Deixei um sorriso bobo escapar quando ouvi Lauren falando aquilo com uma voz infantil e logo um gritinho de criança soou do outro lado da linha também – “ Eu acho que alguém ficou muito feliz em saber disso Camz” – Lauren falou e eu sorri e fiz um som nasal – “ Você pode vir aqui, assim é mais fácil de você me ajudar e.... você já conhece ela também, acho que ela vai amar te conhecer “ – Lauren falou meio nervosa e eu soltei uma risadinha baixa.

 

- Tudo bem, eu já estou indo. Chego em dez minutos – Falei.

 

- “Ok, estamos esperando. Beijo” – Falou e em seguida desligou o telefone.

 

Guardei o telefone no bolso de minha calça e fechei os botões do mesmo.

 

- Tem que ir? – Vero perguntou e eu concordei com um som nasal e comecei a olhar para os lados, procurando aonde Vero havia jogado a minha blusa e o meu sutiã – Ali – Apontou para a sua mesinha e minha roupa havia caído lá encima.

 

- Minha mãe pediu para mim ajudar minha irmã com o dever de casa – Falei enquanto vestia meu sutiã e Vero assentiu. Vesti a camisa e caminhei até ela e selei nossos lábios rapidamente – Depois a gente conversa sobre aquele assunto – Falei e ela assentiu mais uma vez.

 

- Quer que eu te leve até a porta? – Perguntou e eu me sentei na cama calçando minhas sandálias.

 

- Não precisa – Sorri e me levantei. – Vejo você depois gostosa – Pisquei e ela sorriu.

 

- Até bunduda – Falou se jogando na cama e eu  sorri e sai do quarto.


Notas Finais


Eita Lucy....

Lauren pior que eu para arrumar desculpas, eu fico rindo do cinismo dessas meninas. Eu não sei quem é pior, se é a Lauren ou a Camila...


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