História The Good Girl - Capítulo 29


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Barbara, Crime, Mistério, Policial, Scarlett, Suspense, The Good Girl, Thegoodgirl
Visualizações 8
Palavras 1.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


hellou
sdds dos comentários shauashu

Capítulo 29 - Twenty-Ninth


Dois Anos Antes
Mansão dos Faye
Marblecoast
8 a.m.

Domingo

»Scarlett«

Acordei com o peso de um braço sobre a minha barriga.

Não me assustei nem nada porque era Henry que estava ali.

O controle remoto ainda estava na minha mão.

Pouco depois das ameaças de Christopher, eu não tinha opção a não ser fingir que ainda sentia alguma coisa por ele e que nada demais tinha acontecido.

Sempre que eu dava uma resposta mais atravessada, ele fazia questão de me lembrar que ele poderia tornar pública toda a minha intimidade. A universidade de Meadowfort tinha regras extremamente rígidas sobre a reputação de um aluno, mesmo que não fosse por culpa minha, eu não poderia arriscar minha vaga.

Desde então a partir de todas as sextas-feiras até segundas pela manhã, ou eu dormia na casa de Henry ou ele vinha até mim.

Agora que Barbara e Christopher estavam juntos publicamente, era natural que ele passasse o fim de semana na mansão. Logo, eu não poderia dar brechas para que ele se infiltrasse no meu espaço durante esse período.

Eu procurava ficar o mais longe dele possível.

Sabia que algum dia eu teria que contar para Henry toda a história porque ele era o meu melhor amigo e não queria que parecesse que eu estava só usando-o.

—Já acordada?-  mal percebi que eu havia me sentado quase bruscamente na cama me esquecendo que ele ainda dormia.

Um raio iluminou o céu enquanto eu respondia:

—Os trovões me acordaram. Esquecemos de fechar a janela.- não era uma completa mentira, mas nem eu mesma sabia porque eu havia acordado tão cedo já que havia dormido tão tarde.

Bateram na porta e eu revirei os olhos.

—Eu ia sugerir que voltássemos a dormir, mas parece que meus planos foram frustrados.- Henry disse ajeitando sua camiseta e se espreguiçando enquanto eu caminhava em direção à porta.

Persie estava do outro lado meio descabelada e provavelmente também tinha acabado de acordar.

—Mandaram que acordássemos, iremos almoçar fora hoje.- nossa animação era igual, ou seja, nula.

Era o primeiro ano de faculdade dela na UMF e estávamos em um período de provas, o que significava que os finais de semanas eram sagrados e reservados ao descanso.

—Obrigatório?- perguntei bocejando.

—Se não fosse, pode ter certeza que eu estaria na minha cama. Acho que vão comemorar algo que eu não faço a mínima ideia do que seja. Somos a única a saber das coisas de qualquer forma.

—Bom dia, Persie!- Henry gritou de longe.

—Dia para você também, Henry. Eu já não tenho muita certeza se será tão bom assim.-ela voltou para o seu quarto resmungando sobre o temporal lá fora.

Posteriormente, eu teria que conversar com Persie.

Eu não sabia muito bem como eram, de fato, os sentimentos dela pelo Henry e se tê-lo ao meu lado era desconfortável para ela. Era notável que desde quando comecei a passar os fins de semana com Henry, Persie andava cabisbaixa.

A única pessoa com quem socializava frequentemente era Gunther, irmão de Barbie.

—O banheiro é meu primeiro!- Henry anunciou de repente e eu fingi um resmungo emburrado.

»«

Restaurante Sienna
Marblecoast
12 p.m

O dia estava realmente terrível.

A tempestade ainda não tinha dado trégua desde a hora que eu acordei, mas nosso "passeio" não fora cancelado.

Eu deveria levar aquilo como um aviso de que algo estava por vim, mas acho que ninguém deu muita atenção para isso.

Então lá estávamos nós, saindo às pressas dos carros para não ficarmos encharcados.

Durante o almoço a única voz que era audível a todos era a de Barbara com Christopher. Ela estava animadíssima e eufórica.

Henry me fazia rir enquanto analisava ao pé do meu ouvido as mesas dos ricos esnobes.

Christopher mal dava ouvidos ao que a garota do seu lado dizia, ele me encarava intensamente e lançava olhares duros, vez ou outra, para Henry, que não se deixava afetar nem um pouco.

—Você está quase dormindo no seu prato. -sussurrei para Persie.

Ela olhou para mim e deu um sorriso custoso.

—Você não está muito melhor do que eu.- nós rimos baixinho até que Audra levando uma taça batendo levemente com uma colherzinha.

—Atenção, atenção!! Esse almoço não foi programado em vão. Teremos um anúncio importante hoje. - ela olhou para Christopher que deu um de seus falsos sorrisos que pareciam verdadeiros. —Christopher, querido, a palavra é toda sua.

Eu já estava convivendo o suficiente com ele para saber uma grande parte das características de sua personalidade.

Encarei-o e ele me olhou por alguns instantes. Pensei ter visto uma tristeza em seus olhos, mas eu sabia como minha mente poderia ser em relação a Christopher.

Ele limpou a garganta e desviou o olhar:

—Senhor e senhora Faye, vocês sabem que eu tenho um carinho muito grande por sua filha, - senti Henry segurar minha mão por debaixo da mesa. — Então, nós andamos conversando e não vemos porque adiar mais o que iria acontecer mais cedo ou mais tarde.

Persie soltou o ar pelo nariz quase imperceptivelmente, mas era o que eu exatamente tinha vontade de fazer naquele momento.

 —Por isso, eu estou aqui hoje para pedir para os senhores a mão da sua filha em noivado.

Eu não sabia quando, mas em algum momento meu corpo parou de funcionar.

Não estava ouvindo qual foi a resposta ou quem falou primeiro.

Eu vi apenas as pessoas levantando para parabenizar os dois, mais tudo ainda estava mudo.

Se não fosse por Persie e Henry, eu não teria tido o bom senso de me levantar e fazer o mesmo. Teve um momento em que minha visão ficou embaçada mas eu consegui chegar até os dois e me forçar a dizer algumas coisas que costumeiras nessas ocasiões. Quando Christopher iria me abraçar, eu apenas o ignorei e abracei Barbie ao invés disso.

Pedi licença para ir ao banheiro e Persie fez o mesmo. Ao passarmos pela porta, ela apenas me abraçou e disse que ficaria tudo bem.

Segurou meus ombros e me obrigou a não derramar uma lágrima sequer. Nem preciso dizer o quanto, eu odiava Christopher naquele momento e Persie parecia sentir o mesmo.

Eu era muito grata por ela, está assim por mim, mas não podia evitar de odiar mais a mim mesma, por ser tão idiota e cultivar uma esperança de que as coisas melhorariam e mudariam.

Mas não mudaram. Na verdade, ficaram ainda pior.

 »« 


Notas Finais


HEEEY, GOOD PEOPLE!

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beijuuus

xx


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