História The Government - Second Season - Capítulo 5


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Categorias Divergente
Tags Fourtris, Governo, Romance, Vingança
Exibições 152
Palavras 1.843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Four: Bad Intentions.


Tris.

Por sorte eu e Tobias ficamos lado a lado no avião, e eu pude ficar do lado da janela. Várias pessoas olhavam para mim agora, mas depois desviavam o olhar. E outras faziam o mesmo.

É claro que elas não acreditariam que eu era ela. Só a inocência daquele menininho...

Respirei bem fundo uma vez. Era difícil já ter que acreditar em certas coisas, fazer certas coisas... E agora me vem essa de Andrew anunciar Matthew como presidente.

Minha raiva por ele estava se esvaindo e não sei o porquê de eu ter sentido isso por um segundo sequer. Me arrependo disso, e ainda mais do que ele me fez.

Do que ele tentou me fazer.

Albert me contou há alguns dias sobre o parque. Ele teve mesmo a coragem de levar uma faca e tentar me matar sem que ninguém visse? Tenho que descobrir o porquê disso.

Na verdade não é só esse por que. São todos, de todo mundo. É demais pra mim pensar só em um, quando se tem mais um bilhão te esperando.

Porquês, problemas. Quem não tem? Mas alguns são piores do que outros sim. E os meus passam disso, sem querer ser egoísta.

Encostei minha cabeça no meu acento e fechei a cabeça. Atravessar o oceano é uma sensação maravilhosa. Ver aquele mar azul é lindo.

E nunca achei um vôo que demora mais de 24 horas tão bom.

Senti a mão quente de Tobias tocar no meu ombro quando ninguém mais estava nos olhando. Sorri para ele ao abrir os olhos.

Estávamos mantendo uma espécie de plano de ninja, para trocarmos olhares ou fazermos qualquer coisa mais ousada quando ninguém mais estava nos olhando.

Era mais ou menos para fingir que não nos conhecíamos e que estávamos ali por acaso. No dia em que ele fez aquele discurso, praticamente o mundo viu o rosto dele.

Ele volta o olhar para a mini-tevê colocada atrás do banco do passageiro da frente, onde ele estava vendo um jogo de futebol. Tobias uma vez me contou que treinava o jogo quando mais novo.

Sorri e me virei para o lado, voltando a observar a vista. Nunca fiquei tão ligada a música como estou agora, princialmente porque acho que preciso de momentos que me relaxem.

Coloquei meu fone nos ouvidos, e uma das minhas músicas preferidas tocou. Era incrível como eu me esquecia de tudo com simples toques mais suaves de uma música.

Minutos se passaram assim, com Tobias assistindo ao seu jogo e eu ouvindo música. Procurei não deixar o meu rosto muito visível, até mesmo porque meu cabelo já não é mais o mesmo. E isso me salva um pouco.

Tobias colocou disfarçadamente sua mão sobre a minha, que estava no banco. De imediato olhei para ele e abri um sorriso. Ele indicou com a cabeça algum ponto para trás. E se levantou e saiu.

Acompanhei seu andar, para ver até onde ele ia. Ele foi... Para o banheiro?

Não demorei mais do que um segundo para entender. Mas, até aqui? Meu deus. Vou ter que esperar um pouco se não quiser causar desconfiança. Meu coração estava a mil.

Depois ele que diz que eu sou a pervertida da casa.

Esperei cerca de dois minutos. Depois me levantei devagar, e fui ao mesmo banheiro que Tobias entrou, se não estava enganada.

Abri a porta e a fechei. Tobias me pegou pela cintura e começou a levantar minha blusa.

- Você não acha que está com fogo demais? -sussurro a pergunta. Tenho quase certeza de que Tobias sorriu.

- Sinceramente? Não.

Sorrio e giro meu corpo, ficando de frente para ele e o beijando. O mínimo de barulho possível era do que precisávamos.

Tobias só levantou minha blusa até a parte dos meus seios, e abaixou meu sutiã. Antes que ele fizesse qualquer coisa tirei sua camisa, vendo seu sorriso antes de ele me encostar no balcão e deixar seus lábios percorrerem meus seios.

Enquanto ele fazia isso, segurei seus cabelos entre meus dedos. Por que tudo escondido tinha que ser ainda por cima melhor? Era uma coisa insana.

Dei impulso e subi na bancada da pia, Tobias puxando meu short para baixo. Arriscado, mas rápido. Por que sempre tudo o que era bom tinha que ser assim, passar em um piscar de olhos?

Passo a mão pelo seu peitoral antes de chegar a sua calça jeans, abaixando seu zíper e me dando uma visão melhor do volume que estava se acumulando.

Mordi o lábio e puxei sua boca para a minha, abaixando sua cueca. Senti os dedos dele encontrando o caminho para minha intimidade, chegando lá e afastando mina calcinha para o lado.

Ele pega uma camisinha que ele deve ter colocado na mala já na intenção e a envolve em seu membro. Tobias abre minhas pernas e, sem cerimônia nenhuma, entra dentro de mim.

Comprimi meus lábios contra seu ombro e um gemido saiu abafado, inaudível do lado de fora. Com as mãos espalmadas perto da minha cintura, ele me puxou enquanto iniciava os movimentos. Essa puxada me fez gemer um pouco mais alto.

Minhas unhas se fincaram em suas costas quando ele acelerou o ritmo. Tobias fazia um lento bom, e um rápido melhor ainda. Meus gemidos devem ser música para os seus ouvidos, já que toda vez que demonstrou isso, foi com um sorriso.

Como o de agora, que o prazer estava aumentando mais e mais. Ele sorriu contra meus lábios que estavam colados nos seus, e me provocou dando uma estocada forte.

Mordi o lábio ao ponto de sentir um breve gosto de ferro. Tobias amava me surpreender com essas estocadas repentinas, e depois voltar ao ritmo lento.

- Como está sendo a transa no avião, senhorita Beatrice? -ele pergunta, indo devagar demais.

Não, não e não. Eu queria mais rápido.

- Seria melhor se a pessoa com quem estou fosse mais rápida no que faz.

Ele sorri, o típico sorriso safado que ele faz toda vez que sabe que eu gosto de fazer certas coisas.

- Seu pedido é uma ordem. -Tobias sussurra em meu ouvido.

Nem tive tempo direito de pensar no arrepio que ele me causou sussurrando ao pé do meu ouvido, e senti ele entrar com tudo mais uma vez, mas agora indo mais rápido.

Uma cama seria boa agora. Eu poderia me mover contra ele sem correr o risco de arruinar nada.

Minha respiração ficou pesada em menos de três minutos com ele nesse ritmo, deixando que minha cabeça pendesse para trás. Esse efeito desarmante que ele causava em mim era maravilhoso.

O prazer se espalhava, e com isso era mais difícil segurar os gemidos a cada segundo que se passava. Quando senti meu ápice, não aguentei mais segurar.

Um gemido agudo escapou da minha boca, e Tobias apertou minha cintura com força, descontando nela o prazer que estava sentindo agora, o que me fez ter um ápice mais demorado.

Tobias saiu de mim e me beijou, vestindo suas peças para sair primeiro. Eu estava sorrindo e suando. Vou ter que demorar mais um pouco aqui mesmo.

- Vá daqui cinco minutos, mais ou menos. -ele diz depois que se veste por completo.

Assinto e sorrio para ele. Ver o seu sorriso era a melhor compensação depois de uma loucura como a dessa que acabamos de concretizar dentro do banheiro de um avião.

Ajeitei minhas roupas, arrumei meu cabelo e lavei o rosto, para tirar o suor da pele. Por que eu ia com as idéias do Tobias? Estou começando a achar que eu também sou um pouco pervertida...

Tá, eu sempre fui. Não adianta eu negar.

De repente, senti fome. Não era sempre que eu me sentia assim depois de fazer essas coisas.

Saí do banheiro como se nada tivesse acontecido, e não virei para os lados para ver se alguém estava me olhando. Isso poderia ser bem suspeito.

Voltei para o lado de Tobias e vi que ele estava com um salgadinho. Abri um sorriso na direção dele, e tirei o pacote de salgadinho da sua mão. Me virei para o outro lado e continuei comendo.

- Acha que a vida tá fácil? Pacote de salgadinho tá caro.

- Me diz pra quê comer salgadinho se você tem eu? -lhe lanço uma piscadela, e coloco uma mão cheia de salgadinho na boca.

Olhei para o lado a tempo de vê-lo revirando os olhos e sorrindo. Eu já disse hoje que amo o Tobias?

*****

Matthew.

Não ter mais Tris no caminho estava fazendo as coisas serem bem mais fáceis. A candidatura à presidência foi bem mais fácil do que eu imaginei.

- Feliz agora, David? -Andrew coloca a mão na cintura.- Fiz o possível e o impossível para colocar um garoto de dezoito anos na presidência, e isso nem é possível.

- Primeiro, sim, estou muito feliz com a entrada de um Warren para a presidência. -meu pai diz, sorrindo e colocando as mãos nos ombros de Andrew.- E não vou responder a isso. Desde que você perdeu sua filha tão amada, tentando salvar a vida daquele garoto que ela amava, você ficou mais arrogante. Devia dar mais valor aos seus amigos.

Andrew bufa, e David sai da sala dele me puxando junto. Com as mãos nas minhas costas e já no corredor, escuto o barulho de algo se chocando contra o chão. Provavelmente Andrew quem quebrou o vidro na parede por raiva.

- Sinto que Andrew e Natalie não estão de brincadeira. Eles têm uma carta, mas não sei quem é essa carta. -meu pai diz.

- É bom descobrirmos. -digo.- Não podemos deixar que algo atrapalhe nossos planos.

David me vira de frente para ele, sorrindo. O agradar não tem sido muito fácil, mas com essas simples palavras, acho que consegui.

E com as mesmas posso me tornar o presidente.

- É assim que se fala, filho. É assim que se fala.

*****

Tris.

Cheguei na casa de Albert ao lado do Tobias. O taxista nem sequer teve ideia de quem eu era e isso foi como ganhar o dia. Já não bastavam os olhares no avião horas atrás.

E, o mais importante: eu sentia que tinha algo de errado. Como se alguma coisa estivesse fora de lugar.

- Tris? Vamos? -Tobias me estende sua mão.

Mesmo um pouco relutante, seguro sua mão e me forço a dar um sorriso.

- Vamos.

Albert disse que hoje estaria com a Chris aqui. Pra ser sincera, não vejo a hora de ver os dois de novo. Mesmo com essa sensação ruim em meu peito.

Tobias bate na porta e um segundo depois alguém, que julgo ser a voz de Christina, grita um "pode entrar". E Tobias abre a porta.

Nunca andei pela casa do Albert. Quando namorei com ele, ele ainda morava na casa dos pais. E achei que essa casa em tons brancos e cinza combinou com a personalidade dele.

Fui andando até a sala, onde eu estava ouvindo duas vozes, e talvez mais uma. Com sorte seria da Nita.

Tobias foi na minha frente por segurança, mas eu não preciso disso. Passei na sua frente dando um esbarrão em seu ombro e dei de cara com quem estava na sala.

Me arrependi de ter feito isso. Tobias devia mesmo ter ido na frente.

- Tris?!

Congelei na hora, como se todos os meus músculos e funções do meu corpo houvessem parado. Não pensei que veria a perfeita mistura de Andrew e Natalie de novo tão cedo. Não era pra ele saber agora.

Não, não era.

- Caleb...



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