História The greatest pain is inside. - Capítulo 63


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alucinações, Drama, Drogas, Feitiço, Gay, Medo, Mutilação, Porão, Sobrenatural, Suícidio, Terror, Violencia
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Palavras 2.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey!

Capítulo 63 - The guilt.


 

Quando Ian acordou, Ethan não estava mais lá. Ele lutou para abrir os olhos, por causa da claridade que invadia o quarto pela janela aberta. Seu corpo estava dormente e ele se espreguiçou devagar para que isso passasse.

Ele se sentou, esfregando os olhos com as costas das mãos, se sentindo levemente estranho. Algo estava diferente.

Ele arfou quando começou a sentir os braços e as costas queimarem, começando a arder à medida que a dormência ia passando.

— Uh! —ele franziu a testa e fez uma careta de dor.

Tentou coçar os braços com as pontas dos dedos por cima do tecido, mas aquilo só fez uma dor intensa tomar conta deles.

Ele urrou e afundou a cabeça no travesseiro para não gritar, com o maxilar trincado ao maximo.

Levantou a manga da sua camisa e tentou abrir os olhos para fitar seu antebraço. E mesmo com a visão turva, ele conseguiu.

As pequenas marquinhas de cigarro estava gigantescas, os cortes quase curados estavam totalmente abertos e infeccionados, toda a pele estava vermelha e inchada, e também havia sangue e pus. Pouco, mas havia.

Ian se desesperou. "Como eu pude esquecer?!"

Cambaleou rapidamente até o banheiro, não se importando em verificar se havia alguem dentro. Ligou a torneira e colocou seus dois braços sob ela, sem nem mesmo notar as lagrimas de dor escorrendo avidamente pelo seu rosto.

Ele bateu a porta com o pé, se debruçando sobre a pia por causa da ardencia intensa em suas costas. Se despiu o mais rapido que conseguiu e se arrastou até o chuveiro, ligando a água quente e entrando embaixo dela rapidamente. Se ajoelhou no chão do box e soluçou até sentir a garganta fechar.

Mordeu o lábio com tanta força que em poucos segundos ele já sentia o gosto metalico por toda a sua boca.

Porque não estava sentindo nada no dia anterior? 

— Ian? —Ethan chamou, batendo na porta.

— Estou saindo...—disse em voz alta, controlando um soluço. Seu corpo tremia por inteiro e ele ofegava.

Por ele, podia ficar ali pro resto da vida, apenas pra não sentir tanta dor outra vez.

— Vou te esperar lá embaixo, certo? — ele gritou, mas foi embora quando não recebeu uma resposta.

Ian desligou o chuveiro a contragosto se apoiando nas paredes para levantar. Ele grunhiu outra vez, quando o ar frio entrou em contato com as feridas.

Ele andou até a pia outra vez, e começou a abrir as gavetas da bancada, desesperado.

Não havia nada ali que pudesse ajudar. Só álcool.

"Droga, Ethan!", ele pensou, se perguntando porque ele não tinha, sei lá, uma caixa de primeiros socorros. "Todo mundo tem uma..." 

Lembrou da regra que um dia seu pai o ensinou: "Nunca coloque álcool sobre feridas abertas", e ele se martirizou ao pensar no que ia fazer.

Mordeu o labio inferior outra vez, vendo o sangue aparecer em seu reflexo no espelho.

Abriu o pequeno frasco com álcool e prendeu a respiração, antes de derramar sobre seu antebraço. Ele praticamente morreu ali. Sabia que era errado. Teria gritado alto se pudesse, mas apenas choramingou antes de fazer o mesmo do outro lado. Ignorou as costas, já que precisava sair dali rapido.

Tentou secar numa toalha, mesmo sabendo que também não era o correto e vestiu sua roupa novamente antes de sair, jogando o cabelo molhado para trás.

Tentou não parecer tão abalado ao sair, temendo que Ethan estivesse lá fora.

Ele estranhou a cama já estar arrumada, mas andou até lá para pegar alguma roupa em sua mochila.

Quando Ian foi até lá, viu que havia roupas em cima da cama. Ele desdobrou uma delas, que descobriu ser uma camiseta branca exatamente do seu tamanho. Porém, com mangas curtas. E ele a dobrou novamente, frustrado.

Franziu o rosto. Tinha outra coisa dobrada e ele fez o mesmo, dessa vez encontrando uma preta de mangas longas, mas que provavelmente ficaria enorme em seu corpo.

Ele deu de ombros. Pelo menos era melhor que as do seu pai. 

Pegou o restante da roupa na sua mochila e trocou, ainda fazendo uma carinha dolorida quando teve que mudar a camisa.

Ele deu um jeito no cabelo com as mãos e saiu do quarto. Desceu as escadas, e andou até os dois gigantes na sala, de costas para ele.

—Hey... — murmurou, timidamente, segurando o maximo que podia a expressão de dor.

Sua cabeça estava começando a doer pelo esforço, e isso só fazia ele ficar tonto.

—Oh, o que houve com o seu lábio?—Ethan andou até o menor e tocou sua boca com o polegar.

Ian levou a ponta dos dedos até lá também, vendo o sangue mancha-los, quase imediatamente.

—Droga... —ele sussurrou, seu rosto ficou vermelho e a cara de dor transpareceu.

Por fim, deixou a tontura vencer e suas pernas amolecerem tendo que ser segurado por Ethan para não ir de encontro ao chão.

Carl pediu silenciosamente que a irmã da sua esposa tirasse Amy dali.

— N-não... —ele gemeu, tentando afastar Ethan de si e se esforçando para ficar em pé sozinho. — Eu estou bem.

Olhou pro seu rosto, vendo dois ruivos na sua frente, mas ficou inexpressivo outra vez.

Carl apareceu com a bendita caixa de primeiros socorros em mãos.

Eles fizeram Ian se sentar, mesmo contra sua vontade, e Carl se sentou na sua frente. Apoiou uma das mãos em seu antebraço quando ergueu a outra para limpar, com um algodão, o sangue em sua boca.

Ian choramingou, olhando para Carl com a expressão mais dolorosa que alguém poderia fazer.

—Calma, não vai doer. —Ethan apoiou as mãos em seus ombros, o que só contribuiu para sua dor.

Seu rosto estava tão vermelho que o sangue em seus lábios mal se destacava nele. Ele puxou o braço da mão de Carl sem muita delicadeza, e tentou fazer com que Ethan tirasse as mãos dele.

Ele olhava para os medicamentos na caixa suplicantemente, quase chorando.

"Okay, Ian... Você não pode falar.", ele repetiu o pensamento. " Isso vai passar... não se preocupe. Você não precisa falar."

— Terminado. —Carl disse e sorriu. —Sem sangue.

Ian assentiu e agradeceu, com a voz falha.

—Vamos?—Ethan sussurrou, pegando na sua mão e fazendo ele levantar.

Ian olhou para o medico levando embora os remedios.

—E-Eth... eu estou... machucado.—confessou, olhando para ele com lágrimas nos olhos.

—Eu sei, eu sei, mas vai sarar logo.—ele tocou suavemente em seus lábios com a pontinha do dedo, sentindo a maciez) deles por alguns segundos.

Ian balançou a cabeça, mas desistiu e deixou que ele o puxasse.

—Hey, estamos indo.—o homem falou para a mulher com Amy nos braços. —Você vai ter ajuda hoje, não se preocupe. —ele disse para ela, que parecia extremamente exausta.

Ela assentiu, murmurando um "obrigada".

Amy correu, sem que ela percebesse, até Ian, abraçando-o pelas pernas. Estava visivelmente empolgada. Ian sorriu para ela, passando as mãos pelo seu cabelo.

Ela fez um sinal com as mãos, batendo palminhas logo em seguida. Ethan corou até as orelhas e os adultos na sala riram. Ian olhou pro ruivo, confuso, pedindo com os olhos pra "traduzir".

Ethan negou com a cabeça rapidamente, e puxou ele pelo braço, totalmente envergonhado.

Ela correu até a mulher, inconscientemente envergonhada também.

—Okay... podemos ir?—ele perguntou. Ian assentiu, e deixou que Ethan o guiasse pela enorme casa.

 


 

Ela subiu as escadas, após pedir, sem muita delicadeza, que ninguém fosse atrás. Bateu na porta do quarto, ouvindo um baixo "Vá embora!" ser emitido. Ele não parecia muito animado.

—Joseph, me deixa entrar...—ela tentou abrir, mas estava trancada. —Eu só quero conversar.

Ela usava um tom de voz doce e calmo, como quando os dois eram mais jovens e totalmente unidos. Sabia como aquilo podia facilitar as coisas com ele.

Ele não respondeu. Nem um som foi ouvido, mas depois de alguns segundos a porta foi destrancada com um "Click" baixo. Ela a abriu, devagar, sem se importar com o ranger dela.

Joseph estava em pé ao lado da cama, de costas para a porta. Ele se sentou, sem fitá-la.

Seu rosto continuava abatido, as olheiras permaneciam lá, e ele estava pálido, diferente do normal.

Ela fechou a porta e demorou alguns segundos para andar até ele. Sentou-se ao seu lado na cama, e o fitou em silencio.

—Claire? —murmurou, rouco, olhando para os lados.

—Sim.—ela se aproximou, minimamente, e ergueu umã das mãos para levantar seu rosto.

—Hm... Você acha... Acha que a culpa foi minha?—disse baixo, totalmente serio, e de olhos fechados, esperando pacientemente sua resposta.

—O que?

—Você sabe... —ele abriu os olhos acinzentados e olhou em seus olhos deixando ela ver tudo que se passava na sua mente. —Quanto à Rose.—sussurrou tão baixo que ela meio que precisou ler seus lábios para entender. —Acha que foi minha culpa?

Ela não conseguiu responder. Joseph só havia feito aquela pergunta uma vez. No mesmo dia de sua morte. Mas ainda assim, ela não conseguia dizer algo pra ele.

—Foi, não é?—murmurou outra vez, desviando os olhos. —Eu não me importei em deixar ela sozinha. —disse, agora vagando os olhos em um ponto qualquer do quarto.

Seu rosto estava vazio. Ele estava inexpressivo, por esse motivo apenas ficava mais dificil para ela formular alguma resposta.

—Hey, não... —ela fez com que ele a fitasse outra vez, segurando seu rosto entre as mãos.—Não foi sua culpa. Ela escorregou.

—Mas eu deixei ela sozinha.—ele disse, franzindo levemente as sobrancelhas, mal acreditando que estava mesmo dizendo aquilo para alguém. —Ela não teria escorregado se eu estivesse lá.

Mesmo que tentasse não demonstrar, uma dor lacerante atingia seu peito, fazendo seu coração bater apertado, e uma sensação ruim se acomodar em seu estomago. Havia repreendido aqueles sentimentos por tanto tempo, sempre se esforçava ao maximo para não lembrar daquilo.

Mas ele não podia mais. Não conseguia guardar tudo aquilo, sendo que havia uma dor maior ainda se alastrando pelo seu ser. A dor de ser abandonado outra vez. Na sua cabeça, Ian jamais voltaria. Seria exatamente igual a ela e a sua familia.

Mesmo que Ian sempre estivesse sozinho, não tivesse amigos ou não tivesse mais ninguém. Ele também não tinha. Ian era a unica pessoa que realmente estava junto a ele. Sarah e Claire nunca estariam tão proximas do que ele realmente sentia.

Em todas as surras, todas as humilhações, todas as vezes que ele mesmo o abandonou, a unica coisa que sempre passava era: "A culpa é dele". Mas Joseph sabia que não era. As surras que ele dava em Ian, era pra não fazer aquilo consigo mesmo. Pra não deixar aquele sentimento reinar e levar sua sanidade outra vez. A culpa.

—Você não sabia que iria acontecer, Joseph. Foi um acidente.—ela sussurrou, mesmo que se fosse pensar da forma dele, ia fazer um certo sentido.

Ele ficou em silêncio. Seu rosto continuava sem expressão, mas seus olhos gritavam praticamente tudo.

Os dois suspiraram pesadamente no mesmo instante, sem perceber. Joseph escorregou pela cama, deitando-se, e quebrando qualquer contato visual.

— Me deixa sozinho... por favor... —sussurrou, dando um pequeno suspiro outra vez.

Claire não entendia muito bem o porque de ele estar agindo daquela forma depois de tanto tempo.

—Joseph... —perguntou, chegando perto dele mais uma vez, passando levemente uma das mãos pelo seu cabelo, vendo-o fechar os olhos outra vez. Pegou uma de suas mãos e observou as marquinhas quase invisiveis nos nós dos seus dedos. —Você machuca mesmo o Ian?

Ele prendeu a respiração, e puxou a mão para junto do corpo. Não respondeu, ou sequer se mexeu depois disso.

—Uma queda de escada não podia fazer aquilo.—ela disse baixo, vendo seu corpo ficar ainda mais tenso.—E você sabe... Nós podemos ver a diferença... Sabemos como é...

—Okay, para! —Joseph disse, com a voz alta, alguma lembrança antiga invadindo sua mente. —Não é a mesma situação! Eu não sou daquele jeito!

 

 

—Ele já sabe? —Carl perguntou, fitando os olhos castanhos do seu filho.

Estavam parados em um posto qualquer. Tinham feito uma pequena pausa para abastecer o carro, e para que Ian pudesse ir ao banheiro. Ele parecia extremamente desconfortavel o tempo todo. Não falava absolutamente nada, ou interagia com os dois, mesmo Ethan tentando fazer com que ele se divertisse um pouco.

—Acho que ele tem uma noção.—murmurou.

—Você não contou?!—o homem perguntou, indignado, colocando a mão livre na porta do carro. —E se ele começar a fazer perguntas, Ethan?

—Ele não vai fazer isso, pai. —disse. Carl continuou o fitando.—Você queria que eu falasse o que?!—ele perguntou, seu rosto se avermelhando gradativamente. —"Ah, eu vou te levar pra ver a minha irmã que ficou em côma depois de..."

—Não termine essa frase, Ethan.—ele o cortou, rapidamente, com uma voz autoritaria que raramente usava.

Os dois não costumavam brigar, somente quando havia muito stress envolvido, ou quando eles tinham uma opinião realmente distinta.

O ruivo engoliu em seco. Olhou para ele levemente irritado, dando a volta no carro e entrando na parte de trás dele.

Quando Carl finalmente terminou de encher o tanque, ele voltou para o banco do motorista, se sentando e apertando as mãos ao volante. Fitou seu filho pelo retrovisor interno, vendo-o ainda emburrado.

—Você vai ter que falar com ele. —disse, após um suspiro.

Ethan assentiu, sem olhar para ele. Os dois esperaram por mais algum tempo. Carl teve que tirar o carro dali já que outros automoveis se dirigiam até lá.

—Não acha que ele tá demorando demais?—Ethan perguntou, em voz baixa. —Não tem como ele ter se perdido.

Os dois olharam pela vigesima vez para dentro do estabelecimento que Ian entrara, tentando ver se ele voltava.

—Eu vou lá. —o homem disse, suspirando e tirando o cinto.

Ethan não protestou, precisava pensar em como dizer para Ian a situação da sua irmã.

Carl saiu do carro e andou até lá rapidamente, colocando as mãos no bolso por causa do vento frio. Perguntou a uma atendente a direção do banheiro e foi até lá a passos rapidos.

O banheiro estava totamente vazio. Ele franziu a testa e ficou na ponta dos pés para ver se encontrava Ian passeando em algum lugar da loja. Ouviu baixo grunhido de dor ecoar pelo banheiro, fazendo com que ele se virasse rapidamente. Ian só podia estar em uma das cabines.

Ele esperou por mais algum tempo, parado na porta do banheiro. Mas Ian não saiu de lá.

Não, não, não. Droga!—ele ouviu mais uma vez. —Isso não tá acontecendo. —sussurrou, com uma voz tremula.

Com toda certeza era ele.

Carl ouviu um alto "ai!" e um baque surdo em seguida. Ele se preocupou e entrou de vez no lugar.

—Ian? —disse alto, sua voz fazendo eco no banheiro.

Ele ouviu sua respiração rapida dele aumentar de volume, e uma porta ranger ao ser aberta.

Seu rosto estava vermelho e ele saiu abaixando uma das mangas da camisa, com uma leve expressão de dor.

Quando seus olhos encontraram Carl, ele pareceu "melhorar" instantaneamente, mas a vermelhidão não deixou seu rosto.

—Você está bem? O que houve? —Ian não respondeu.

Ele foi até a pia e lavou as mãos, passando-as quase imperceptivelmente nos braços por dentro das mangas da camisa.

—Você se machucou?—ele perguntou parando ao seu lado.

—Ah, não. Eu estou bem, só tive um problema... hm... com o zíper... —ele falou, quase como uma pergunta. Carl teria rido, se não estivesse estranhando toda aquela situação.

—Okay... —ele assentiu, franzindo as sobrancelhas. —Vamos, então?

Ian balançou a cabeça, forçando um sorriso, andando na frente dele rapidamente.

—Você demorou...—Ethan disse, levemente preocupado, saindo do carro quando eles se aproximaram.—O que aconteceu? 

—Hm... eu  prendi a mão.—ele parecia nervoso e tinha esquecido completamente o que falara para Carl.

—Você não tinha prendido o zíper da calça?—o homem não deixou passar, entrando no carro.

—A-an... Eu prendi a m-mão no zíper.—ele disse com o rosto franzido, se sentindo estupido.

Sentou rapidamente, sem conseguir olhar para Ethan.

O ruivo trocou um olhar significativo com o pai pelo retrovisor. Ian definitivamente não sabia mentir. Os dois resolveram que não iriam perguntar mais sobre isso, já que o menor parecia desconfortavel outra vez. Talvez fosse algo pessoal.

—Mas você está bem, certo?—Ethan perguntou, entrando do seu lado e afivelando o cinto.

Ian assentiu. Seu labio inferior já sangrava outra vez, muito pouco, mas sangrava. O menor nem sentia mais a dorzinha) que seus dentes o traziam.

Ethan apontou para sua boca, fazendo com que ele percebesse o gosto, finalmente.

Passou a lingua rapidamente e sorriu, fitando a estrada pela janela. Ethan franziu a testa, porem fez o mesmo.

—Então... lá vamos nós.—Carl disse, ligando o carro, já avistando de longe o enorme hospital.

 


Notas Finais


Helloooo ¬¬

Eu não sei se eu to dando tempo pra vcs sentirem a minha falta, mas okay, vamo tentar continuar nesse ritmo kkk

Eu pensei bastante em algumas partes desse cap -Joseph- e realmente acho q já era meio que a hora pra isso acontecer. Talvez não tenha ficado tão "profundo" quanto eu desejava, mas eu espero que vcs tenham conseguido sentir algo do que o Joseph sente. Não, eu não tô inocentando ele pelas coisas lá que ele fez, mas era isso que eu queria fazer desde o começo.
Eu não queria adiar o encontro de IanXZoey, mas não consegui escrever. Sorry </3

O cap está realmente curto, e eu peço desculpa ;-; tbm por não ter respondido alguns coments do cap passado -falta de tempo é foda.

Bem, amores, espero que tenham gostado, e pfvr deixem um coment aqui embaixo, só pra eu saber como tá indo a história de uma visão diferente kkk

Bye!
Mary XX


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