História The Guardian - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 952
Palavras 4.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Não existe inocência mais doce do que nosso suave pecado.


Residência Bieber – Sala de Estar -  00:00

— Oque você esta fazendo comigo?

— Tocando você.

Seus lábios tocaram novamente meu abdômen, descendo até o cós de minha calça enquanto suas mãos fizeram um trabalho altamente habilidoso ao desabotoar minha calça e quando menos esperei já estava no chão, olhei seu rosto novamente, e ela estava com os olhos um pouco arregalados olhando diretamente para minha cueca preta. Não podia negar que o volume estava grande, meu pau poderia explodir em um gozo avassalador a qualquer momento e por sentir aquilo me senti um adolescente virgem novamente sendo tocado pela primeira vez, mas eu não podia evitar, eu estava a dias, semanas sem sexo.

— Posso? – Ela pareceu afastar o talvez medo de fazer algo errado e olhou em meus olhos deixando um sorriso travesso nos lábios –

— Você não deveria.

— Posso? – Ela repetiu esperando por minha resposta e eu suspirei –

— Sim, por favor.

Seus lábios beijaram meu membro ainda coberto pela boxer, suspirei sentindo o hálito quente sobre ele porém quando sua mão me tocou eu quase entrei em erupção , ela o apertou com o devido cuidado , visivelmente curiosa e acariciou-o , merda.

Seus dedos o soltaram e foram até o cós da minha cueca o puxando para baixo sem cerimonias e assim que meu membro antes preso saltou em sua direção ela mordeu o lábio, gulosa mas nervosa, encantadora. Seus dedos envolveram meu membro ereto e eu quase tive uma convulsão quando senti a eletricidade percorrer meu corpo, eu não podia acreditar que ela iria fazer aquilo mais quando olhei para baixo e a vi envolver meu membro com a boca eu gemi , alto o suficiente para que ela gostasse de estar fazendo aquilo e então ainda meio receosa passou a língua por todo ele , porra , eu precisava gozar , mais eu não podia fazer aquilo nela.

— Angel, pare! – Tentei afastar minha cintura e ela a segurou a mesma, arranhando-a com as unhas – Puta que pariu, Angel, não...

Foi pior do que eu imaginava, sua boca cobriu por completo meu membro e então o chupou majestosamente até aonde conseguia e para o estado que eu estava era maravilhoso, sua boca era pequena e quentinha e ela tomava todo o cuidado para não me machucar com os dentes , porra , onde ela aprendeu isso?. Senti seus lábios chuparem com força meu membro e naquele momento eu sabia que não dava mais, porra. Puxei seus cabelos com força sem poder me controlar e ela saiu de minha frente e no mesmo instante meu orgasmo veio com força , jorrando para longe, saltando de meu pau deliciosamente, pude jogar minha cabeça para trás e apreciar aquele momento, me libertando por completo, aquilo havia sido minha salvação dos últimos dias.

 Soltei seus cabelos, sabendo que estava machucando-a mais ela se levantou do chão e prendeu os cabelos em um coque rápido , seu ar de mulher estava exalando naquele local , seu sorriso safado e os olhos faiscantes me deixaram sem palavras  e então ela simplesmente ajeitou as roupas e subiu calmamente as escadas como se nada estivesse acontecido.

— Inferno. – Murmurei para mim mesmo sentando-me no sofá –

 Fiquei ali , no meu próprio êxtase olhando o teto sentindo meu coração acelerado e meu corpo inteiro tremulo , como um adolescente. Ela definitivamente não poderia fazer aquilo, levantei decidido a ir ao seu quarto e mostrar quem mandava naquela porra e assim o fiz, subi as escadas calmamente, meu corpo rígido e meu pau voltou a latejar dentro da cueca, eu precisava tê-la para me sentir aliviado, nada além daquilo ajudaria.

— Não brinque com fogo. – Falei em seu ouvido assim que segurei por entre seus cabelos –

— Justin! – Ela me repreendeu mais sua voz falhou –

A girei, jogando-a na parede de frente para mim e puxei suas pernas colocando-as em volta da minha cintura, rocei minha ereção nela e ela gemeu fechando os olhos, aquilo acabou comigo, puxei sua blusa jogando-a longe e vi seu sutiã de bojo preto, os seios redondos eu queria suga-los, a joguei na cama e o fiz sugando um de cada vez, tão deliciosa, era tão bom escutar seus gemidos envergonhados, sentir seus dedos tocando meus cabelos.

— Awn, ah , meu Deus. – Ela gemeu quando pus minha mão ainda por cima de sua calça em sua intimidado –

— Você quer que eu tire sua calça meu anjo?

— Sim, por favor.

Ela respirava fundo e eu não pude deixar de acatar o seu pedido, tirei sua calça rapidamente e a olhei nos olhos, brilhantes, ela queria tanto quanto eu. Toquei seus lábios com os meus sentindo sua língua encontrar a minha e ela pareceu relaxar, talvez confiando em mim, ela não deveria confiar, nem eu mesmo estava confiando em mim.

— Não me deixe continuar – Murmurei em seu ouvido fechando os olhos após tirar sua calcinha –

— Eu quero, eu preciso disso Sr. Bieber. – Respirei o mais fundo que pude –

— Não...

— Por favor.

Ela afastou nossos corpos, pegou meu membro nos dedos macios e colocou em sua entrada molhada, meu Deus, era quente sua excitação deixou meu pau mais ereto do que já estava, eu poderia gozar novamente apenas com isso, ela colocou as mãos em meu quadril e me puxou, quase me fazendo deslizar para dentro dela. Ergui a cabeça olhando-a e ela corou envergonhada, merda, eu precisava dela. Empurrei lentamente e assim que senti a cabeça do meu membro fazer pressão para entrar gemi, quente, muito quente. Um barulho estridente me fez praticamente pular de cima dela, assustado.

 Meu Celular tocando, a olhei e ela parecia decepcionada, senti meu coração praticamente saltar no peito, oque eu estava fazendo?. Coloquei no ouvido rapidamente, mais quem porra queria me ligar a essa hora da madrugada, que inferno.

— Justin, precisa correr para cá agora, estão tentando invadir o sistema.  – A voz de  Christian do outro lado me fez levantar sem pensar muito –

— Porra, como assim Christian?
 

— Esta tudo parado Justin , erro no sistema , conseguimos invadir nosso próprio sistema e bloquear conteúdos , mais eles não desistem não temos mais acesso a nada.

— De novo. – Passei os dedos no cabelo irritado- Chego em 20 minutos

Mandei ela levantar rápido com apenas um gesto de mão colocando minhas roupas rapidamente, ela colocou a roupa de dormir que estava dobrada em cima de sua cama sem entender.

— Precisamos sair. – Puxei seu casaco de cima da cama e sai rapidamente –

 Ela correu atrás de mim com uma bota meio meia de usar em casa com o rosto de uma vaca e os detalhes preto e branco como uma criança desesperada correndo, a empurrei dentro do carro sem tempo de muita coisa e acelerei pelas ruas desertas, assim que chegamos na Central da CIA eu sabia que tinham quatro seguranças noturnos por dentro, apesar de por fora parecer estar apenas fechados como qualquer estabelecimento. Puxei Angel pelo pulso fazendo-a correr para me acompanhar, enquanto na minha outra mão segurava seu casaco de moletom, eu sabia que ela estava com frio mais não tínhamos tempo para parar.

  Ela me olhava ainda confusa quando eu cliquei no ultimo botão do elevador, ela nunca havia nem escutado falar desse local, mais lá era onde ficava tudo que envolvesse computadores, lá era o coração da CIA. Sai do elevador rapidamente ainda puxando-a e então a soltei e entreguei seu casaco em sua mão. Ela ficou parada olhando a imensidão do local, uma tela do tamanho da parede ocupava-a por inteiro, as fileiras de computadores e notebook seguiam logo a frente da tela e ela parada lá em cima perto das portas de vidro tinha uma visão perfeita de tudo.

As pessoas corriam de um lado para o outro, o falatório era inevitável, avistei meu pai e Christian olhando para a enorme tela com os rostos preocupados, na enorme tela a única coisa que podíamos ver era o enorme triangulo amarelo indicando “erro” e tudo completamente azul.

— Nossa, você esta... amassado. – Christian falou me olhando de cima abaixo –

— Sai correndo. – Ele me olhou querendo argumentar mais parecia mais aflito com oque estava acontecendo –

— Bom, eles invadiram todo o nosso sistema, ao começarmos a competir pelo acesso conseguimos bloquear algumas coisas mais não sabemos oque eles já conseguiram.

— Oque acha sobre isso pai? – Perguntei vendo que ele olhava para a enorme tela atentamente –

— A algo de errado. – Nesse mesmo instante todos pararam , um som fino fez com que percebêssemos que todas as caixas de sons haviam sido ativadas –

Olhei em volta querendo que alguém me dissesse oque estava acontecendo e então a tela a nossa frente ficou branca, não mais azul, so que todos pareceram entrar em choque e desespero quando a voz grossa e forte soou por todos os lados.

— Angel, Meu amor – Olhei diretamente para  Angel ainda parada lá em cima – Não tenho muito tempo, sim eu estou vivo, por enquanto. As coisas não estão fáceis e tudo esta prestes a piorar, mais tudo vai ficar bem de uma forma ou de outra, me desculpe por alguns dos meus atos não me orgulharei deles, mais talvez seja o melhor que tenho a fazer. Corra sempre para o lado de quem te quer bem eles saberão oque fazer. Eu Te Amo, não tentem me achar será inútil foquem apenas em vocês próprios, não é apenas Angel que esta em perigo, eles não estão aqui para brincar. Adeus.

Corri em direção a Angel que apoiou a cabeça na barra de ferro em sua frente e com a outra mão segurou os cabelos, ela estava em... em desespero. Eu nunca a vi chorar tanto como agora, assim que cheguei ao seu lado ela pareceu não se importar com minha presença, seus soluços eram altos mesmo ela tentando conte-los e as lágrimas pareciam não querer parar de cair por seu rosto. A puxei em minha direção e ela agarrou minha cintura chorando com o rosto encostado em meu peito, a abracei acariciando seus cabelos, aquilo me partia o coração. Ela pareceu tentar se acalmar mentalmente, ela havia sido forte esse tempo todo mais parece que ao escutar aquilo toda sua postura havia ido por agua abaixo e eu a entendia , ela era apenas uma adolescente passando por problemas que qualquer pessoa se quer poderia imaginar apenas olhando para seu pequeno rosto de anjo.

Seu rosto se desgrudou de meu peito e ela andou de um lado para o outro aparentemente procurando por ar e limpou as lágrimas do rosto com as mãos, ela era tão forte para uma menina tão nova.

Olhei para a tela e aparentemente tudo havia voltado ao normal, Christian parecia mais relaxado quando mexeu em seu notebook e conseguiu conectar-se a tudo novamente. Respirei aliviado mais ao encarar os olhos vermelhos e amuados em minha frente meu alivio foi embora, seus lábio formavam um bico, não tão grande mais o suficiente para indicar que ela queria chorar novamente.

— Prometo que já vamos para casa. – Ela assentiu sem conseguir falar –

Assim que acabei de falar com meu pai e Christian que ainda me olhava desconfiado eu levei Angel o mais rápido para fora dali, mais ela não parecia em estado para conversar e eu estava me preparando para que quando sua disposição voltasse novamente ela me bombardeasse de perguntas. Assim que chegamos ela foi direto para seu quarto e eu preferi não insistir, ela precisava de um momento apenas dela.

{...}

O dia seguinte aparentemente acordou menos turbulento, o céu estava mais claro que o normal até mesmo parecia que o sol iria aparecer. Angel desceu por volta das 6:30AM com sua casal jeans, a blusa do colégio e os all stars preto de sempre, mais sua aparência apesar de bonita e a postura divina seus olhos estavam inchados e os cabelos presos em um coque quase se desfazendo indicando que ela não havia penteado o cabelo e nem iria, jogou a mochila no chão perto da bancada que separava a sala e a cozinha e se jogou sentada na cadeira.

— Podemos ir? Estou sem fome. – Ela resmungou fazendo careta –

— Tome pelo menos um copo de achocolatado. – Me sentei na cadeira a sua frente –

— Estou enjoada.

— Como você esta? Além de enjoada.

— Pareço bem ? – Ela tentou dar um sorriso mais falhou-

— Não gosto de vê-la assim, quem vai alegrar essa casa enorme? – Sorri e ela corou –

— Veremos Anna hoje?

— Angel, viajarei hoje. – Seus ombros caíram e seus olhos pareceram se encher de lagrimas, preferi acreditar que ela não estivesse realmente quase chorando- Você esta sensível.

— Estou bem, me desculpe, por mais que tenha me avisado antes fui pega de surpresa.

Ela não pronunciou uma palavra se quer durante o resto do café, enquanto eu comia ela olhava para o seu copo vazio e ficava pensativa, tentei chamar sua atenção mais foi quase impossível pois ela sempre respondia com uma aceno de cabeça e voltava para seu mundo paralelo.

{...}

A busquei na escola mais cedo do que deveria, eu viajaria as 21:00PM e passar o dia longe dela por incrível que pareça estava me deixando incrivelmente mal, talvez por saber que ela não passaria o fim de semana comigo e muito menos eu poderia ir vê-la em seu quarto a noite caso sentisse sua falta, não que eu fizesse isso sempre...

— Justin? Oque faz aqui? – Ela perguntou assim que eu parei na porta de sua sala de aula, ela estava com a cabeça encostada em Mindy visivelmente distraída–

— Com licença, eu vim buscar a Angel. – A professora aparentemente de 30 anos me olhou e ajeitou o cabelo tentando manter a postura, mais seus olhos percorreram meu corpo –

— Fecha a boca. – Angel murmurou e a professora a olhou de cara feia –

— O senhor é o responsável de Angel? – Ela estendeu a mão e eu a peguei beijando-a, oque a deixou completamente assanhada –

— Talvez.

— Ela é uma ótima aluna, deve se orgulhar dela.

— Não imagina o quanto.

— Podemos ir? – Perguntou Angel olhando diretamente para a professora que se envergonhou com seu olhar –

— Claro, espero vê-lo novamente.

— Nunca. – Disse Angel e a mulher olhou para ela sem entender –

— Até.

Sai logo atrás de Angel rindo mentalmente de seu ataque de ciúmes, minha menina, tão ciumenta. Ri dos meus próprios pensamentos agora, ela não era minha, talvez nunca pudesse ser, afinal, por Deus ela tinha 14 anos e em breve, amanha faria 15 e eu tenho 23; Levei-a para casa, o único local onde poderíamos ficar finalmente a sós, sempre vivíamos tão rodeados de pessoas e eu precisava de um tempo apenas para estar com ela.

— Aconteceu algo? – Ela perguntou assim que entramos em casa-

— Não. – Ela se sentou no sofá, curiosa como sempre –

— Apenas achei que devia buscar-lhe, afinal viajarei hoje a noite e não nos veremos durante dois dias.

— Você precisa mesmo ir? – Seus olhos amuados me pediam para ficar e eu andei até a garrafa de whisky nervoso e coloquei um pouco no copo redondo –

— Sim, é necessário. – Ela suspirou e encarou o chão um tempo –

— Oque vai fazer lá? – Eu sabia que ela perguntaria isso uma hora-

— Me desculpe, são problemas pessoas. – Aquilo pareceu pega-la tão desprevenida que ela me olhou rapidamente – há algo de errado? – Ela se levantou e andou até a cozinha, de costas para mim mais pude vê-la levantar as mãos discretamente até o rosto –

— Não, eu te entendo – Ela falou alto para que eu a escutasse e então ela sumiu de minhas vistas um tempo –

Eu sabia que ela estava chorando, mais eu não queria invadir totalmente sua privacidade, sentei no banco grande em frente ao enorme piano de caldas preto, dedilhei todas as teclas e vi de relance quando Angel parou me observando da bancada da cozinha e então voltei meus dedos deixando uma melodia gostosa soar das teclas em conjunto escutei os passos de Angel se aproximando e a olhei ainda tocando calmamente, seus olhos vermelhos pareceram tomar um brilho contagiante e com apenas uma indicação de cabeça ela se sentou ao meu lado, eu poderia cantar para ela a letra daquela musica, mais eu preferia apenas deixa-la apreciar naquele momento o som daquele instrumento calmo e aconchegante. Fechei os olhos cantando a musica mentalmente apenas para mim e quando a voz soou ao meu lado eu deixei que o choque percorresse meu corpo.

Throw your heart to me

Let it fall and hit the ground

Let it go

Your timing was so wrong

I just want to be found
 

I... I got the lines

I got the lines

Yeah, I got the lines

I got the lines


 

Oh it's brighter this time

This type of mine

This disguise

Oh you talk to me


 

Nothing's gonna hurt me with my eyes shut

I can see through them

I can see through them

I am drawing pictures I'm evading

I will not use them

I will not use them again


 

And it starts again

You come over with your friends

I don't want to talk to them

All I really want

Is to start again…

A olhei visivelmente impressionado, sua voz era tão baixa como se cantasse apenas para ela sem que percebesse que a voz soava um pouco mais alta do que ela queria pela sala. Calma, aconchegante, cheia de emoções e aveludada como de uma pequena criança cantando pela primeira vez, isso definia sua voz. Assim que ela se calou envergonhada que eu a observava eu tomei as rédeas da situação cantando logo em seguida e ela pareceu bem mais impressionada do que eu.

“I... I got the lines

I got the lines

Yeah, I got the lines

I got the lines

 

Oh it's brighter this time

This type of mine

This disguise

Oh you talk to me


 

Nothing's gonna hurt me with my eyes shut

I can see through them

I can see through them

I am drawing pictures I'm evading

I will not use them

I will not use them again

 

I want to be bigger than life

For you

For you

 

I want to be bigger than life

For you

For you”

Assim que toquei a ultima nota ela me observou atentamente, mais que merda ela fazia comigo, porque me olhar assim me deixava com tanta vontade de agarra-la e faze-la minha ali mesmo, em cima do piano, em cima do banco, no sofá, até mesmo nas escadas, aonde desse vontade.

— Não me olhe dessa maneira. – Deixei escapar sem ao menos perceber mais mantive oque havia falo, já era-

— Porque?

— Porque dessa maneira eu não posso controlar-me.

— Então não se controle Senhor Bieber.

Senhor Bieber? Por Deus ela não havia me desafiado daquela maneira. A puxei para meu colo rapidamente e em questão de segundos eu já estava beijando-a vorazmente, eu não me conteria mais, eu não conseguia, mas o pior daquilo era eu ter me decidido tão rapidamente e meu coração aceitar com tanta intensidade, batendo rapidamente no peito.

— Para! – Ela levantou quase correndo, acertou meu coração em cheio –

— Você não quer? – Eu perguntei derrotado –

— Eu quero, eu... eu não sei.

— Não fuja de mim. – Pedi -

— Não me coloque contra a parede dessa maneira, não sabe quão confusa estou. – Ela segurou minha mão antes que eu pudesse tocar sua cintura –

— Você esta apaixonada por alguém? Você gosta de outro? – Seus olhos caíram de tal maneira que eu não conseguia decifrar o código entre eles –

— Talvez sim, talvez não, como eu descubro isso?

— Eu nunca me apaixonei, me desculpe.

— Já era de se esperar.

Ela se aproximou de mim e tocou meus lábios com os seus calmamente, como se quisesse demonstrar a paixão que tinha por mim e eu quis acreditar pelo menos naquele momento que era verdade. Eu já havia me arrependido de tantos pecados que eu cometi na vida, já havia me confessado de todos eles, mas esse, esse não era um pecado comum, era o meu melhor pecado e o único que eu não poderia confessar de coração, afinal eu nunca poderia dizer tal mentira, dizer que eu estava arrependido seria como mentir dizendo que eu não a quero nesse momento, apenas para mim, de corpo e alma, ser seu primeiro homem, seu primeiro amor.

{...}

Já passava das sete quando voltei ao mundo, Angel estava sobre mim , dormia como um anjo olhei em volta percebendo que as ultimas horas que dormimos havia sido desconcertados no sofá e não me importei com aquilo. Senti sua mão deslizar meu peito nu e ela abriu os olhos em uma pequena fresta parecendo incomodada com a luz artificial no teto, mais assim que se acostumou abriu os olhos e olhou para baixo, sorriu aparentemente lembrando-se das ultimas horas.

— Boa noite, dorminhoca. – Ela pareceu se assustar ao escutar minha voz e levantou o rosto para me olhar –

— Você já precisa ir? – Ela perguntou parecendo voltar ao mundo real –

— Logo, logo.

Ela se levantou percebendo que eu estava apenas de cueca embaixo dela e olhou para suas próprias roupas, ou melhor, suas não roupas e corou ficando em vários tons de vermelho. Eu gargalhei de seu rosto confuso, não havíamos feito nada demais além de ficar semi-nus e dormir logo após, eu não podia ultrapassar os limites com ela e eu já não estava mais me aguentando se eu começasse não poderia mais parar. Ela levou e tentou esconder pelo menos os seios com os braços inutilmente.

— Não precisa se envergonhar. Tem um corpo lindo. – Falei tirando calmamente seus braços da frente do conjunto de renda preto minúsculo –

— Isso é a visão do inferno. – Ela murmurou me olhando de cima abaixo mais nunca focando em meu rosto –

— Eu estou vendo o céu inteiro na minha frente – Puxei seu quadril e seu corpo se aproximou do meu –

— Porque você faz isso comigo? É tão covarde da sua parte Senhor Bieber.

 — eu gosto de vê-la completamente entregue para mim – Sussurrei em sua ouvido– Porque eu gosto de saber que você esta completamente molhada, excitada, por mim. Eu nunca disse que não era covarde neste sentido.

Levei minha mão a uma mecha de seu cabelo e coloquei atrás da orelha, ela pareceu pensativa mesmo com os olhos focados nos meus.

— Oque a incomoda?

— Será que alguém sabe?

— De que?

— Você sabe... será que alguém sabe... disso? – Ela fez sinal par nós dois com os dedos e eu sorri –

— Se sabem eu não sei, mais eu não me importo.

— Se alguém descobrir podem querer me mandar pra longe daqui, mesmo antes disso tudo acabar.

— Anjo, Sou agente da CIA , estou por dentro de todos os tipos de Leis e do que leva uma pessoa para a prisão e acredite já li artigos bem parecidos com esse caso.

— Porque andou pesquisando isso ? – Dei de ombros desconcertado, okay, fui pego –

— Preciso arrumar minhas coisas. Arrume algumas roupas, te deixarei na casa do meu pai antes de ir se quiser amanha ele te deixara na casa da minha mãe.

— Tudo bem.

Ela correu para cima rapidamente e eu dei graças ao meu bom Deus que ela não percebeu que eu desconversei. Vi sua bundinha redonda subir e descer enquanto ela corria para cima e grunhi sozinho, aquela menina me deixava tão louco, preciso me controlar.

Quase na hora de sairmos, desci um minha mala não muito grande e angel com uma mochila nas costas, ela parecia triste e cabisbaixa e eu podia apostar que ela havia chorado no banho talvez, ficar longe dela, seria tão difícil, ta, não que eu vá passar muito tempo talvez até menos tempo do que esperamos.

— Aqui – Falei estendendo a mão para ela –

— Um celular? – Ela pegou o iphone prateado de minha mão e o olhou –

— Pode ficar com ele enquanto eu estiver fora, se quiser me ligar, aceitarei de bom grado, a qualquer horário. – Sorri e ela retribuiu logo após desbloqueou o celular e o olhou atentamente –

— Sim Senhor.

— Não me chame de Senhor, Angel. – Ela colocou o celular no bolso de trás da calça e me olhou desafiadora –

— Porque Senhor Bieber?

— Precisamos ir. – Fugi descaradamente –

Abri a porta deixando-a passar primeiro suspirando e verifiquei se tudo estava em seu devido lugar e aparentemente sim, estava. Assim que parei ao lado do carro desativando o alarme gritos ecoaram em nossos ouvidos, olhei diretamente para a pessoa de meio metro correndo em nossa direção. Mindy ? , Sim , ela parou em frente a  Angel e colocou a mão no peito respirando fundo.

— Pelo amor de Deus, me expliquem que porra é essa? – Ela ergueu a carta ainda com falta de folego e encostou no carro morrendo de falta de ar –

— Oque é isso? – Antes que Angel pegasse a carta eu já havia pego das mãos da menina sem folego –

— Chegou para mim agora a tarde, eu estava sozinha em casa, não tem noção do quanto eu corri.

— Precisamos ir agora, me des...

— Vai se fuder. – Ela tentou gritar e eu a olhei atentamente – Que porra esta acontecendo? Sempre fui de aventuras, mais ser perseguida por bandidos, quase ser explodida dentro de uma casa de família e logo após ir para a CIA, estamos falando de envolvimento com a CIA, isso não é brincadeira, estamos nos metendo com o governo.

— Precisa esquecer isso, será melhor. – Angel falou preocupada -

— Como eu posso esquecer isso? Tudo bem que sou curiosa, mais esta acontecendo algo com você Angel, precisa me contar oque é. – Ela insistiu visivelmente preocupada com Angel –

— Por favor, quando chegarmos resolvemos oque fazemos, preciso viajar daqui a 1 hora.

— Promete que vai me contar? – Ela perguntou pegando a mão tremula de Angel-

— Contarei tudo que puder. Me desculpe. – Ela abraçou Mindy e entrou no carro –

— Irá ficar com a carta? – Ela perguntou para mim –

— Espero que não se importe.

— Tudo bem. Amanhã? – Ela sorriu para mim olhei discretamente para Angel tendo certeza que ela não olhava para nós -

— Amanhã! – Acenei com a cabeça dando uma piscadela para ela e entrei no carro –...


Notas Finais


Mil desculpas a demora minhas gatas, essa semana tive feira cultural no colégio e ai vocês nem imaginam a correria que foi, mais, eu espero que esse cap tenha compensado uhul.

E como hoje é meu aniversário eu não sei se tem possibilidades de eu postar mais um hoje se tiver comentários, mais quem sabe...


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