História The Guardian - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 996
Palavras 4.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Sonhos Molhados, noite Molhada.


Residência Jeremy Bieber – 20:30PM

Angel Turner  P.O.V

Tesão

Felicidade

Descontrole

Tristeza…

 Meus últimos dias foram definitivamente seguido de quatro elementos, Tesão, eu estava subindo pelas paredes por Justin, estava a ponto de entregar-me a ele sem medo de ficar chateada por ter feito a decisão errada, a minha decisão era aquela, eu era dele por completo mesmo ele não sabendo disso ainda. Felicidade, ele me deixava saltitante todas as vezes que rugia de ciúmes, sim, era ciúmes, nunca o vi tão furioso quanto o vi ao olhar para Derek mais o que me deixava completamente feliz eram seus toques carinhosos e sensíveis em meu corpo, sempre mantendo a devida descrição do que fazer para não machucar-me mesmo quando estava fervendo como um vulcão, eu podia sentir sua vontade de jogar-me contra todos os moveis da casa porém além de todos os fatores o Descontrole e Tristeza ainda dominavam a maior parte da minha mente afinal saber que eu nunca seria o suficiente para ele me deixava em cacos, primeiro Kaity, Despois a moça do batom vermelho e por mais que eu não demonstrasse... okay, talvez eu demonstre as vezes, eu surtava por dentro com esses fatos.

— Olá Angel – Erin sorriu para mim assim que desceu as escadas, Justin já havia me deixado –

— Oi Tia... desculpa, Erin.

— Pode me chamar de Tia, me sinto nova assim, daqui a uns anos irão me chamar de vovó. – Nós sorrimos e Jeremy saiu da cozinha com um avental, estava engraçado, ri disfarçadamente –

— Bom, quem ai está preparada para comer a Lasanha feita por mim?

— Deus tenha piedade de nossos estômagos. – Erin resmungou gargalhando –

— Ah qual é, é a única coisa que eu sei fazer na cozinha. Se não fosse por você ou por Pattie comeria isso o ano todo... – Olhei diretamente para Erin e ela sorriu cabisbaixa, não se deve falar da ex com a atual... ou talvez atual. –

— Você não aprende porque não quer Jeremy.

— Hoje é dia de comer na sala... – Falou Jazmyn sentada no tapete com as pernas de chinês olhando a televisão grande –

— Você os acostumou mal Jeremy. – Ela falou andando para a cozinha.

— Mulheres só reclamam. – Ele falou pra mim e eu sorri – Pode ir lá em cima colocar a mochila, a porta que esta aberta é o quarto de hospedes, sinta-se a vontade.

Minha vontade de chorar por me sentir estranhamente sozinha estava entalada na garganta, por mais que a recepção de Erin e Jeremy houvesse sido calorosa e animada, eu queria minha casa, e sim eu considerava a casa do Justin o meu lar, eu me sentia bem lá. Desci para o jantar e la estava Jaxon e Jazmyn na sala com os pratos infantis na mesa de centro olhando o desenho animado na televisão, Jeremy estava sentado no sofá também com seu prato e Erin provavelmente estava na cozinha pelo barulho de talheres.

— Onde já se viu, dia de comer na sala? – Ela resmungou e eu gargalhei –

— Ah, um pai sempre faz os filhos quebrarem as regras.

— Pois é. Vamos, coloque a comida. – Ela disse estendendo um prato para que eu me servisse, o peguei envergonhadamente - Não se sinta envergonhada, esta em casa, aqui não tem regras como pode ver.

— Obrigada por me receberem assim do nada.

— Sempre que precisar estaremos aqui para ajudar, você é da família, fico muito feliz que Justin finalmente resolveu criar uma família.

— Ele só fez isso porque meu pai era um grande amigo da família.

— Que nada, aquele menino daria a vida por você, precisa ver como ficou ao escutar Ryan falar muito bem de você, quase o matou.

— Porque?

— Não seja ingênua minha filha, Justin esta louco por você – Eu gargalhei e ela fez careta- Não estou de brincadeira, agarre esse homem pela cintura, não é porque ele é meu enteado não, mais ele é um ótimo menino e muito gostoso...

— Meu deus – Eu corei e gargalhei mesmo envergonhada –

— Oque tanto riem heim? – Jeremy apareceu –

— Estou falando para Angel agarrar Justin pela cintura.

— Erin! Isso é tipo de conselho que se dê para uma adolescente de 14 anos.

— Ah, use camisinha – Ela falou séria – Fui mais sensata agora amor? – Ela sorriu debochada para ele que bufou querendo visivelmente esgana-la e eu apenas gargalhei-

— Você não tem juízo Erin. – Ele resmungou negando com a cabeça –

— Deixe de ser careta, ela já tem idade suficiente para conversar abertamente sobre isso todos temos o direito de sentir os prazeres da vida, desde a adolescência até quando Deus quiser.

Eles eram os pais de família nada convencionais, mais aquele era um exemplo de família e estranhamente me senti pela primeira vez com a presença de um pai e uma mãe, por mais que não fossem. Erin era incrivelmente maluca e safada e Jeremy não perdia uma piada, se ele pudesse te zoar sobre algo o faria até o fim do mundo e com certeza era o triplo de vezes mais safado que Erin. Assim que terminamos ajudei Erin com a louça e logo fui direto para o quarto, peguei o celular em cima da cama e o olhei atentamente, será que Justin já havia chegado? , Afinal para onde ele foi?. Fiquei deitada, o dia estava quente mais o ar-condicionado gelava o quarto por completo então me escondi debaixo das cobertas revirando aquele celular por completo.  Meus olhos pesaram deixei minha cabeça tombar para o lado e quando mal percebi já estava com os olhos fechados deixando o sono me dominar.

— Preciso de você meu anjo, não sabe como estou duro e completamente melado para enterrar meu pau inteirinho em você... – Seu gemido em meu ouvido fez com que eu gemesse alto –

— Me fode Justin, por favor. – choraminguei sentindo meu sexo pulsar incontrolavelmente –

Rocei minha gruta molhada em seu membro rebolando ao sentir apenas a cabeça melada e rosada roçar em mim e agarrei sua nuca, o carro limitava nossos movimentos mais sentir sua glande dura dentro de mim foi o fim, gemi alto rebolando, suas mãos em minha cintura limitavam meus movimentos apressados, eu o queria por completo dentro de mim e conforme ele ia entrando eu sentia a quentura dominar completamente meu corpo.

Dei um pulo, completamente suada, o barulho de celular tocando e olhei para o celular ao meu lado, eram 3:00AM, meu corpo pegava fogo por completo senti meu sexo pulsar e me assustei com aquilo, nem havia sido tocava e eu queria tanto seus dedos sobre meu corpo, seu pau em mim , por Deus, eu estava ficando louca, será que gemi enquanto dormia ?

— A-alô. – Coloquei o celular na orelha ainda tremula e rocei as coxas tentando inutilmente apagar aquele fogo –

— Anjo. – A voz do outro lado me fez gemer – Isso foi um gemido?

— Gemido? Foi? – Não, eu não podia ter gemido alto–

— Angel, você está bem? – Me levantei imediatamente e andei de um lado para o outro, um calor me percorria porém o ar-condicionado estava ligado-

— Estou... Estou ótima. Porque?

— Estava dormindo? – Ele perguntou mudando bruscamente, parecia pensativo–

— Si-sim... está calor hoje.

— Oque sonhou meu anjo? – Seu tom de voz foi completamente provocativo, aquilo era proposital, “Entre no jogo Angel” pensei respirando fundo – Te deixou molhada?

— Você não tem noção do quanto, chega estou pulsando. – Mordi o lábio ao falar aquilo, meu Deus, soou tão vadia mais me fez roçar mais ainda as cochas –

— Não tem noção do quanto me deixou duro agora, mal conseguia dormir antes, agora então.

— Oque causa a perda do seu sono Senhor Bieber?

— Um pau duro, uma excitação. – Ele respondeu diretamente – Você não tem noção de como eu estou excitado meu anjo.

— E qual motivo dessa excitação?

— Lembrar da sua boca quentinha no meu pau, seu corpo embaixo do meu. – Aquilo me acendeu mais ainda, podia jurar que senti minha calcinha completamente encharcada.

— Porra, Senhor Bieber.

— Meu anjo, você já se masturbou? – Arregalei os olhos –

— Mas...mas...turbação?

— Sim, Angel, já se tocou?

— Nã..não.

— Oque esta vestindo?

— Vest-vestindo?

— Sim.

— Short jeans e uma blusa.

— Muita roupa Angel, tira a blusa para mim. – Tirei a blusa como um robô obedecendo ordens, mais eu não podia negar aquilo – Agora toque seu corpo, imagine que sou eu que estou com as mãos em seus seios deslizando por sua deliciosa curva na cintura.

— Justin... awn... – Eu murmurei e ele soltou um risinho do outro lado –

— Você esta excitada Angel? Sua bucetinha esta molhada?

— Oh Deus... Esta escorrendo Senhor Bieber. – Consegui pronunciar ainda com os olhos fechados –

— Tire o short e a calcinha, agora Angel. – Ele grunhiu aparentemente enraivecido –

— Pronto...

— Então se toque pra mim, meu anjo, quero escutar seus gemidos. Toque-se como se fosse eu, imagine meus dedos te tocando e minha boca se deliciando da sua deliciosa bucetinha, que porra Angel, não tem noção do quanto estou duro e babando por você.

Merda, eu não acreditava que iria fazer aquilo, por Deus, quão louca eu estava naquele momento? A porta estava trancada e eu estava completamente nua deitada na cama. Eu não podia acreditar mais sua voz safada soando em meu ouvido era minha total perdição e a necessidade de me tocar começou a me incomodar, toquei meu clitóris ainda sem jeito e gemi baixo, do outro lado o barulho de Justin arfando não foi vergonhoso como o meu gemido.

— Porra angel, que delicia, deslize os dedos por sua bucetinha deixe-a completamente melada, imagine que seus dedos são minha boca.

— Oh Meu Deus, senhor Bieber, é delicioso...

— Massageie seu clitóris, gemi para mim minha putinha.

— Eu quero tanto seus dedos, sua boca, seu... seu...

— Você quer meu pau, meu anjo?

— Sim, eu quero Senhor Bieber, quero tanto ele que chega estou pulsando de vazio.

— Oh, porra...

— Eu vou.. eu vou..

Meus dedos estavam descontrolados, uma mão massageava meus seios e a outra dava total atenção para eu sexo completamente encharcado, podia jurar que estava escorrendo por minhas coxas, meus dedos já haviam perdido o completo controle e eu não podia aguentar mais, eu queria, precisava gozar, meu sexo começou a pulsar como um louco e eu gemi descontroladamente alto...

— Eu também vou meu anjo, goza comigo, ah como eu queria engolir seu gozo delicioso todinho, goza na minha boca vai..

— AH, JUSTIN... -  Os espasmo dominaram meu corpo e eu fechei as cochas em volta da minha própria mão tamanha a intensidade, meu corpo ficou mole –

— Meu Deus, não sabe o quanto eu gozei meu anjo.

Fiquei calada, eu parecia ter esquecido todas as palavras e frases coerentes, meu corpo inteiro estava em espasmos e meu sexo tão encharcado que eu sentia ter molhado minha bunda também, gemi baixinho ao colocar os dedos lá e sentir o completo melado.

 

—  Angel?

— Hm?

— Você esta bem?

— Humrum

— Não vejo a hora de voltar, estou com saudades. – Me calei, era realmente verdade? –

— Também estou com saudades Justin, volta logo.

— Durma bem,  não esqueça de tomar um belo banho, até mais meu Anjo

{...}

Sábado, abri os meus olhos vendo a linda luminária no teto do quarto, um quarto que não era meu, suspirei frustrada por ser meu 15° aniversário e simplesmente passa-lo sozinha pois por mais que todos estivessem a minha volta, eu estava só, ninguém faria questão de se lembrar que aquele era o dia do meu aniversário, será que mesmo distante e com tantos problemas meu pai se lembraria? Ele nunca esquecerá um aniversário meu. Sorri sozinha ao lembrar do meu pai, tão cheio de vida e alegre, pena que a vida estava sendo tão dura com ele.

  Olhei para o lado e vi o celular em cima do criado-mudo, Justin, meu Deus, eu não acredito que havíamos feito.. aquilo por celular, eu estava louca, mais meu corpo estava completamente relaxado e tranquilo, aquilo havia sido excitante, emocionante, será que Justin estava sentindo mesmo minha falta e por isso me ligou tão tarde? Meu coração acreditava que sim, minha mente que não.

 Coloquei o pé para fora do quarto já sentindo meu rosto queimar, será que alguém havia escutado meus gemidos na madrugada? Deus, não deixe que isso tenha acontecido.

— Bom Dia. – Sorri envergonhada e me sentei no banco em frente o balcão –

— Bom dia querida, dormiu bem? – Corei –

— Maravilhosamente bem, aqui é muito aconchegante. – Ela sorriu colocando uma xicara de chocolate quente em minha frente –

— Que bom que gostou, acredito que gostaria mais se o Justin estivesse aqui né – Ela me olhou travessa e eu quase cavei um buraco até o núcleo da terra –

— Ah... sinto falta dele...

— Da pra perceber, esses olhinhos brilhantes falando dele. – Escondi o rosto com a mão e escutei o barulho do prato em minha frente, eram panquecas –

— Pare de envergonhar a menina Erin. – Falou Jeremy chegando com duas sacolas, escutei a porta bater e Jazmyn e Jaxon entraram –

— Você é um saco Jeremy, estamos nos dando super bem.

— Se continuar falando besteira, Angel nunca mais volta, e lembre-se temos que sair logo.

— Ah claro. Angel, se importa de ficar sozinha algumas horas? íamos te levar pra casa da Pattie, mais Kaity passou mal e você sabe como aquele cara é com ela. – Eu assenti, me sentiria melhor em continuar ali, nem que fosse sozinha –

Assim que terminei meu café eles já estavam de saída, Erin se despediu alegremente e Jeremy como Justin repetiu umas trezentas vezes que qualquer coisa é pra ligar, até mesmo se ouvir um zumbido de mosca. Me sentei no sofá olhando para a televisão desligada a minha frente, já se passavam das dez na manhã, olhei para o celular em minha mão e o numero de Justin me chamou atenção, deveria ligar ? Não, claro que Não, ele deveria se lembrar de mim.

 A campainha tocou, olhei assustada para a porta, okay, eu não gostava de campainhas tocando eram sempre tão sombrias quando eu estava sozinha. Andei até a porta sentindo minhas pernas quererem parar e respirei fundo, porque eu deveria ter medo? Eu poderia enforcar uma pessoa com a mente, ri sozinha, aquele pensamento não ajudou em nada.

Abri de uma vez só, não tinha ninguém, meu coração disparou olhei em volta e enfim olhei para a caixa no chão, ali havia apenas um envelope branco e uma caixa um mediana de papelão, a peguei cuidadosamente e tive medo, da ultima vez tentaram me matar com uma bomba, oque seria agora?, me sentei no sofá pondo a caixa em meu colo e olhei para o envelope branco.

Angel Turner.

O nome em frente ao envelope, com certeza era para mim, tirei o pequeno cartão de dentro do envelope e respirei fundo.

“Abra, ligue, aguarde.”

Abri a caixa e minha boca abriu ficando enorme, Deus, quem havia me mandado aquilo? Era meu? , iphone 6, abri a caixa rapidamente pegando o enorme celular dourado em minhas mãos e o liguei como mandava a carta e aguardei olhando atentamente para o celular, que ele não exploda, amém!. 5 minutos, exatos 5 minutos o celular apitou, uma nova mensagem, quem era?, meu Deus oque era aquilo tudo.

“Se arrume em 30 minutos, abra a porta e apenas siga as ordens”

 Eu não sabia oque era aquilo, mais eu sorri e corri para o quarto, tomei um banho rápido e desci novamente e assim que abri a porta dei de cara com um homem, branco alto dos cabelos pretos vestido como um motorista com o gap junto ao peito sorri envergonhada para ele e vi a limousine preta parada na calçada com a porta aberta, olhei receosa e ele fez sinal para que eu fosse primeiro, andei calmamente observando o carro por completo era elegante, entrei assim que o motorista segurou a porta e em seguida a fechou, era espaçosa e lá dentro encontrei um envelope ao lado de um balde de gelo com duas latas de Guaraná Antártica mergulhadas no gelo. Abri o envelope com meu nome em cima e respirei fundo sentindo meu coração acelerar aos poucos.

“ Atos são pássaros engaiolados, liberte-se por apenas 24 horas, apenas confie.”

 Bebi um pouco do guaraná e respirei fundo, não podia negar que toda aquela adrenalina com uma dose alta de curiosidade era boa, eu estava amando. O motorista dirigiu por mais ou menos quarenta e cinco minutos até finalmente entrar por lindos portões brancos, a vista do local repleto de gramado dos dois lados e flores magnificas me fizeram sorrir. A limousine parou, sorri descendo assim que o homem abriu a porta para que eu passasse e logo olhei a minha volta, ali era tão calmo, oque seria?.

— Onde estamos? – Perguntei ao motorista e para minha infelicidade ele apenas sorriu e fez sinal para que eu entrasse pelas portas de vidro –

Entrei cautelosa e vi uma moça, era chinesa? Japonesa? Eu não sei definir mais suas roupas eram como robes grandes com uma faixa um pouco mais abaixo do peito,  os cabelos presos em um coque perfeito com dois palitos enfiados entre eles as mãozinhas juntas enfrente a faixa e o rosto perfeitamente maquiado, sorri envergonhada e ela retribuiu.

— Seja bem vinda, espero que seu dia seja relaxante. – Ela falou, um pouco enrolado mais amigavelmente –

— Onde estou?

— Me acompanhe.

A acompanhei e vendo o local calmo e as pessoas relaxadas deduzi que aquilo era algum tipo de spa ou então uma casa de massagem. E tudo que eu fiz foi realmente relaxar.

{...}

Nunca me senti tão leve quanto estava me sentindo naquele momento, já se passavam das 18:00 da tarde teu já havia feito tudo que tinha direito, inclusive as unhas, se alguém quisesse me sequestrar agora com certeza eu ficaria furiosa por me fazer lutar e quebrar minhas unhas, que horror, me senti a Mindy. 

 

— Senhorita Turner, o senhor Moore esta a sua espera.

— Senhor Moore?

— Sim Senhora.

A acompanhei pelo enorme corredor e então assim que entramos na pequena sala completamente espelhada repleta de coisas para cabelos eu dei de cara com o homem segurando um secador e uma escova, o olhei de cima abaixo, sim ele é gay. O encarei sem entender e ele apenas sorriu, uma moça elegantemente bonita estava ao seu lado, loira dos olhos castanhos e usava um salto quinze impecável, okay, mantenha a postura Angel, pensei. O Homem, ou não homem, não pronunciou uma palavra se quer apenas apontou para que eu me sentasse na cadeira que não ficava de frente para nenhum espelho e eu o fiz. 

  Quase uma hora completa, o homem me virou de frente para ele e sorriu para mim dando pulinhos, arregalei os olhos e logo fui empurrada para frente do espelho, arregalei meus olhos ao me ver, meu Deus, o penteado em meu cabelo era impecável com uma pequena coroa chamando completamente a atenção enquanto brilhava, a maquiagem, sem palavras para definir, simples porém bem feita. No mesmo instante em que o homem e sua assistente me olhavam a porta se abriu, o motorista segurava um cabide de uma roupa enorme coberta por uma capa preta, a assistente loira caminhou até o motorista graciosamente e pegou o cabide, assim que passou por mim sorrindo me fez sinal para segui-la, senti meu coração acelerar um pouco quase saltando do peito para fora. Assim que a moça tirou o enorme protetor preto eu senti meu coração parar de bater aos poucos, minha perna tremeu, e eu coloquei a mão no peito, o enorme vestido de debutante azul me fez perder o folego, eu não podia acreditar.

O celular em meu bolso vibrou.

“Se entregue a tudo que lhe for oferecido, hoje é o seu dia.”

  A moça me ajudou a por o vestido, azul, ficou incrivelmente perfeito achei até que haviam tirado minhas medidas enquanto eu dormia. Eu não podia acreditar, parada em frente ao espelho, a porta se abriu e o motorista apareceu novamente fazendo sinal para que eu o seguisse, respirei fundo seguindo-o, assim que parei em frente novamente a enorme limousine preta o homem estendeu para mim uma mascara, aparentemente de dormir, coloquei-a desconfiada ficando completamente cega, Deus não deixe que nada me aconteça.

  Estavamos a quase uma hora rodando de carro, já estava ficando realmente irritada, eu não podia ver mais sabia que o céu já estava bem mais frio do que quando saímos do local anterior. Assim que a limousine parou eu controlei minhas mãos para não arrancar a venda fora.

— Boa Noite senhorita Turner – Uma voz rouca e educada, mais aparentemente conhecida me chamou atenção pegando em minha mão –

— Ryan ? – Soltei sem querer e o homem soltou um pequeno riso –

Fui guiada por ele ainda calado, paramos depois de alguns passos e eu mordi o lábio cheio de gloss nervosa, senti quando as mãos tocaram meus ombros e assim que se afastou a venda foi lentamente tirada de meus olhos, as portas em minhas frente grandes de madeira foram lentamente abertas e meu coração acelerou desesperadamente, tampei o rosto com as mãos escutando a musica e senti meu rosto pegar fogo, merda, ele não podia ter feito isso. Sorri de nervosismo, andei de um lado para o outro e escutei aplausos altos, quando finalmente consegui fazer o meu corpo tremer eu olhei para todos, um corredor de homens vestidos e com posturas incríveis de soldados me encaminhavam até Justin no centro do enorme salão de festa, ele estava de smoking, de smoking , os cabelos estavam grandes e mais claros que o normal quase formando uma enorme franja e seu sorriso, que sorriso maravilhoso.

 Ele estendeu o braço e eu segurei o vestido indo em sua direção, senti minhas pernas tremerem mais ainda com todos aqueles olhos sobre mim, como ele havia chamado tanta gente? Como ele conhecia tanta gente? , segurei sua mão quase como um apoio para não cair e ele colocou a outra mão em minha cintura me puxando para seu corpo.

— Você... Você esta linda. – Ele murmurou em meu ouvido me forçando a dançar uma valsa lenta colada em seu corpo –

— Obrigada. Como você fez isso tudo?

Justin sorriu, mais se calou por alguns instantes, senti clarões de flash’s de câmeras, o local estava escuro tendo a iluminação necessária para que os convidados nos vissem e a musica que tocava era com certeza a trilha mais tocante, A whole new world, tema de ninguém menos que aladdin. Eu não conseguia encarar todas aquelas pessoas, primeiro porque a claridade não me deixava enxergar, segundo porque eu estava morta de vergonha.

— Kaity, ela é organizadora de buffet.

— Ah, e ela preparou tudo isso e você deu um brinde pra ela? – Ele soltou uma risada-

— Na verdade, não. – Ele gargalhou e eu bufei, mais logo sua gargalhada sessou, olhei em volta e vi que haviam milhares de casais a nossa volta, até me assustei –

— Oque houve? – Perguntei preocupada, Justin ficou rígido, o maxilar travado e o olhar escuro.

— Com licença. – Escutei a voz de Jeremy ao nosso lado – Me concede essa dança? – Perguntou aparentemente querendo quebrar o clima –

— Claro. – Justin colocou minha mão sobre a de Jeremy e eu sorri desanimada –

Justin se afastou por entre os convidados que dançavam, eu ainda o via mesmo com dificuldade e então ele parou em frente a uma linda mulher, com um vestido elegantemente vermelho e os cabelos longos e castanhos, ele beijou sua mão mais o corpo continuava com a mesma postura alarmada de antes, quis ser uma mosca para saber oque ele lhe falou que ela se mexeu desconfortável.

— Preocupada com algo?

— Digamos, curiosa – Sorri e ele também –

— Justin? – Corei –

— N-ã-ão...

— Não precisa mentir para mim, Angel.

— Mentir? Eu? – Ele sorriu novamente vi uma sombra parar ao nosso lado –

— Posso roubar a dama da noite?

— Esta disputada em Angel. – Jeremy falou, observando Ryan sorridente ao nosso lado com a mão estendida para mim –

Como já era de se esperar corei violentamente, Jeremy saiu e Ryan logo puxou-me para seus braços colando-me em seu corpo enquanto eu apoiava minhas mãos em seus ombros largos, procurei por Justin com os olhos e o encontrei ainda conversando com a moça, suspirei sentindo-me chateada.

— Algum problema? – Sorri sem mostrar os dentes –

— Não.

— Quer uma bebida?

— Claro.

Saimos e conforme íamos passando as pessoas me cumprimentavam me deixando sorrir e acenar sempre, alunos do meu colégio de diversas turmas estavam espalhados por ali com copos de bebidas nas mãos, garçons completamente habilidosos com as bandejas estavam espalhados para todos os lados de calça social e blusa social brancas dobradas até o cotovelo para deixar ainda mais gostosos estavam com gravatas azuis, Deus, a Kaity acertou nos garçons. Fui guiada por Ryan e passamos por Justin e a moça bonita, ambos me olharam, ela me olhou até mais tempo do que ele me deixando visivelmente desconfortável, o barman trouxe duas bebidas rapidamente e então a musica mudou rapidamente começando uma musica animada, em um remix muito louco fazendo qualquer um ali querer começar a se mexer.

— Gostou da surpresa?

— Claro – Sorri realmente animada –

— Justin teve um trabalho para fazer isso, até porque ele é bem atrapalhado.

— Imagino. Mais ele se saiu bem.

— Ele passou praticamente um mês de cabeça quente com isso e precisava ver o nervosismo dele antes de você chegar, parecia até casamento. – não pude deixar de acompanhar sua gargalhada –

— Preciso agradecer a ele depois. – O encarei sorrindo e Ryan me olhou estranho –

— Você esta muito bonita.

— E você esta com um perfume maravilhoso. – Sorri e toquei seu sombro mais no mesmo instante senti minha outra mão ser rapidamente puxada, Mindy. –

— Com licença. – Ela falou alto pelo som para Ryan que a olhou sem entender –

Ela me puxou para longe de Ryan, mais para perto de Justin, aonde estava Flynn, Derek, Collin com bebidas nas mãos dançando animadamente, Mindy chegou entrando na dança e eu a acompanhei, tentando escutar a conversa de Justin.

— Oque tanto ele conversa com a gostosa ali? – Mindy murmurou em meu ouvido –

— Também queria saber, mais esse som atrapalha tudo. – Falei irritada –

— Feliz Aniversáriooooooo – gritou Collin e todos os três gritaram junto e pularam me fazendo seguir o mesmo ritmo, gargalhando –

Senti uma mão tocar minha cintura me fazendo parar no chão, mais que tanto as pessoas me puxavam de um lado para o outro? , a boca tocou em minha orelha me fazendo subir um arrepio por todo o corpo rapidamente me fazendo perceber que era Justin.

— Venha comigo. – Ele girou meu corpo me deixando meio zonza e me guiou com ele –

— Oque houve? – Praticamente gritei, cada vez a musica parecia mais alta naquele local, o jogo de luzes deixando tudo completamente uma balada –

— Nada, vamos apenas dar uma volta.

Ele sorriu, mais seus olhos ainda estavam preocupados olhei em minha volta procurando a mulher bonita que estava com ele e a vi ir em direção ao outro lado mais ainda nos olhava, fiquei realmente curiosa sobre ela. Assim que chegamos a um enorme jardim, muitas pessoas estavam ali também conversando, crianças correndo e grupinhos sorrindo de bebendo.

— Quem é aquela moça? – Justin parou rígido em minha frente –

— Uma amiga.

— Você parecia irritado. – Insisti e ele respirou incomodado –

— Não chegue perto dela, Angel, faça oque eu peço por favor.

— Porque? Oque ela tem?

— Acho deveria perguntar para mim pessoalmente Angel. – A voz atrás de mim me fez arrepiar até o ultimo fio de cabelo, ela tinha uma voz aveludada e gostosa, um sorriso magnifico e os olhos transbordando amor, Porque ela me olhava daquela maneira?...


Notas Finais


Gente, mil desculpas, espero que não tenham me esquecido. Estou no ultimo bimestre do colégio e os professores bombardearam de trabalhos então acredito que entendam como é. Mais voltei com tudo agora. Espero que o cap. nao tenha ficado tão ruim.


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