História The Guardian - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 822
Palavras 4.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Eu não sou feito de aço.


Resort Hawai – 11:40AM

Justin Bieber P.O.V

 Eu me peguei como sempre, um simples idiota, observando-a, já me encontrava no fundo de um abismo, bem fundo, e ainda sim eu conseguia formar os detalhes de seu rosto em minha mente, olhos, boca, nariz, os cabelos, independente de onde eu tivesse, ela sempre estaria lá porque ela já estava presa em minha mente até mesmo o cheiro em minha roupa, cada detalhe, moldado por mim. Eu estava completamente perdido. Tinha algo entalado em minha garganta a dias eu só não queria acreditar que oque meu pai disse tantas vezes era a mais pura verdade.

  Apoiado na sacada do quarto do Hotel em que estava eu observei, o mar bravo, as palmeiras balançando pelo vento e me senti um fraco, como eu poderia ser dominado tão rapidamente por uma adolescente, não tão rápido claro, mais nos últimos messes as coisas pularam de 50km/h para 360km/h e aquilo era quase impossível. Mais era a verdade, eu estava perdidamente louco por Angel, e completamente fodido, lembrei rapidamente de Christian.

— Esta bem cara? – Perguntei enquanto observávamos as meninas na pista de dança –

— Estou tudo, menos bem. Que merda eu fiz da minha vida, Bieber. – Ele falou se sentando no banco do bar, me encostei e o observei curioso –

— Oque houve?

— Uma dica, nunca se apaixone por uma adolescente.

É, literalmente eu estou na merda, tirei a camisa e deixei o vento gelado bater em meu peito e costas enquanto ainda observava aquela vista incrível e a mudança de tempo repentina, apesar de ainda não ter mudado totalmente, me sentei vendo relatório dos últimos dias porém minha atenção foi logo retirada daquilo assim que vi Angel entrar no quarto, estava com um ar mais leve.

— Me desculpe se te atrapalhei – Falou envergonhada –

— Claro que não, afinal, viemos aqui para descontrair e não trabalhar.

— Claro. Vamos almoçar? – Ela perguntou com as bochechas rosadas, sorri para ela e ela baixou os olhos-
Coloque isso. – Me levantei pegando meu moletom de cima da cama e a entregando, ficaria enorme e linda. –

Ela olhou um pouco receosa e então o vestiu ficando quase como um vestido em seu corpo, ela sorriu enquanto eu a observava, como uma menina poderia ficar tão sexy ao meus olhos apenas por estar usando meu moletom? , eu estava surtado, definitivamente. Peguei em sua mão enquanto caminhávamos, o vento lá fora estava frio e eu julgava dizer que o local ficava mais  incrível em dias frios, vendiam um chocolate quente maravilhoso, na praia,  sempre tinha uma fogueira onde as pessoas conversam e cantam nesses dias. Angel parecia gostar do vento gelado batendo em seu rosto, bagunçando seus cabelos por mais que estivesse encolhida pelo frio, passei meu braço pelo seu ombro calmamente, fazendo-a vir para perto de mim.

— Porque decidiu que viríamos para cá? – Perguntou curiosa –

Fiquei calado enquanto entravamos no restaurante, e assim que nos sentamos a mesa ao lado da janela onde podíamos ver claramente as palmeiras balançarem lá fora.

— Eu gosto daqui e tinha certeza de que gostaria, quando tinha sua idade, descobri coisas que me deixaram emocionalmente abalado e foi pra cá que eu vim.

— Sozinho? – Ela mordeu o lábio se repreendendo pelo impulso -

— Infelizmente não, mais eu consegui focar na minha própria vida.

— Conversando com você, me faz pensar que você sabe tanto sobre a minha vida e eu não sei nada da sua. – Comentou me observando atentamente e eu me senti sendo investigado profundamente e me remexi -

— Minha vida não é tão interessante quanto a sua, e acredite eu sei muito sobre você porque fiquei anos da minha vida analisando-a.

— Mais eu não sou uma pessoa difícil de se conhecer.

— Para mim, você é quase impossível, sorte minha que sou sagaz – Me gabei e ela gargalhou –

Ela se calou após a risada alta e gostosa como a de um bebe que soltou, olhou para a mesa de madeira escondendo as mãos dentro do casaco, sempre tão tímida. As vezes, como agora, eu me pegava sem ter exatamente oque falar com ela, não por falta de assunto, mais eu me via bobo admirando-a e quando percebia todo o meu tempo ao seu lado havia acabado.

— Oque faremos hoje? – Minha mente fez uma lista de coisas inapropriadas e eu afastei essa lista balançando a cabeça –

— Quando o tempo esta chuvoso, frio, eles liberam uma sessão de filmes, como um cinehotel só que particular, podíamos assistir algum.

— Talvez seja uma boa ideia. – Ela sorriu – Justin... – Seu sorriso sumiu e logo o meu também – Vamos dormir na mesma cama? – Ela pareceu preocupada -

Fiquei calado, dessa vez eu que estava completamente entre quatro paredes, encurralado, oque eu achei, que fossemos vir e ela fosse querer dormir comigo, ser minha, por estarmos longe de tudo? quão tolo você é Bieber?. Não deixei transparecer todas as emoções que se passavam por dentro de mim, porém, quando Angel sorriu largamente eu solei todo o ar.

— Acha mesmo que eu me importaria com isso?

— Talvez. – Balancei os ombros calmamente –

— Gosto de dormir com você. – Sorri para ela, com os olhos brilharam para mim –

— Bom saber disto.

— Se as pessoas descobrissem, oque poderia acontecer?

— É complicado meu anjo, agora temos sua mãe, se ela quiser brigar por sua guarda e eu tiver algum acusatório do tipo, eu perco sem pensar duas vezes.

— Ela poderia fazer isso?

— Bom, é algo mais complicado ainda, Anjo, ela é sua mãe.

— Você não me deixaria ir morar com ela, né? – Seus olhos arregalaram de medo e eu segurei sua mão por cima da mesa –

— Você só sai de perto de mim, da minha casa, se você desejar.

— Nem mesmo meu pai poderia isso?

— Seu pai está dado como morto, seria quase impossível. – Sorri, pensar em tê-la só para mim me deixava... feliz–

— Você parece feliz com isso. – Ela ergueu uma sobrancelha –

— Será que não estou?

Nos calamos após isso, ela me olhava visivelmente curiosa com minha resposta mais por conhece-la sabia que ela não tocaria nesse assunto, pelo menos até o momento certo.

 Enquanto almoçávamos eu vi seu olhar distante, observei cuidadosamente para onde ela olhava e pude ver o casal de jovens, aparentemente 19 anos, com uma linda bebezinha, eram novos não podia negar mais eles pareciam felizes, me mantive calado. Angel o tipo de menina que maquinava tudo em seu mente, a cada conversa ela aprendia coisas novas e tirava curiosidades novas também, julguei que ela estivesse curiosa após nossa conversa no jatinho por isso estava olhando para aquele casal daquela maneira.

— Justin, vamos a um lugar comigo? – Ela convidou me deixando de certa forma atônito-

— Claro. – Respondi impassível –

— Vem.

Ela caminhou rápido para longe de mim em direção a algum local que ela parecia estar ansiosa para chegar, a segui calmamente, cada passo meu eram dois dela que praticamente corria mais nunca conseguia se manter afastada de mim,  via as pessoas parem olhando toda a sua animação ao correr e logo após me viam e riam mais ainda, com certeza pensando oque eu faria atrás dela.

  Chegamos em frente a uma passagem por entre a mata, uma trilha, ela se enfiou ali dentro e eu não tive opção a não ser ir atrás dela, observei a nossa volta, era uma mini floresta assim que escutei o barulho de agua eu sabia oque ela havia encontrado, sai da trilha o mais rápido que consegui após observar atentamente o local por onde passávamos e vi a menina animada parada observar com os olhos cheios de brilhos a enorme cachoeira a nossa frente, olhei em volta e só tínhamos nós, a volta da cachoeira também tinham arvores e flores , os respingos da agua voavam em nós mais Angel ainda estava encantada.

— Gostou daqui? – Perguntei me aproximando dela que parecia ter se esquecido da minha presença.

— Sim, mais quero te mostrar uma coisa que aprendi. – Ela sorriu com as bochechas rosadas por ter corrido –

— Mostre-me.

Me sentei na enorme pedra e a observei, ela ainda estava animada. Virou em direção a água e respirou fundo como que dissesse para si mesmo que conseguiria, ela ergueu um dos braços, o corpo tenso, e então focou bastante na agua a sua frente, me mantive rígido quando vi a agua flutuar, uma grande parte se destacando no enorme lago aonde a agua da cachoeira que caia se acumulava, então a vi erguei a outra mão fazendo mais uma parte da agua se destacar e como se já estivesse familiarizada com aquilo puxou em sua direção, fazendo as duas listas de agua rodearem seu corpo, sem molha-la, então ela fechou os olhos e respirou fundo juntando os braços ao corpo.

 Meus olhos não puderam crer no que via, seu corpo começou a erguer do chão calmamente, meu levantei rapidamente ficando de pé, em momento algum o bolo de agua a sua volta caiu, ela estava flutuando, ela podia dominar o próprio corpo e eu sorri feliz por aquilo. Quando a agua começou a voltar para o seu devido lugar, ela ainda se manteve um momento no ar pude observar toda sua formosura, seu corpo esculpido e seus cabelos voando por causa do vento forte, era um anjo. Então ela voltou para o chão sorridente sem nunca tirar os olhos de cada expressão em meu rosto, não tinha palavras para descrever minha surpresa.

— Diga algo, por favor. – Ela parecia nervosa –

— Estou sem palavras. Foi magnifico. – Me sentei novamente com as mãos juntas as minhas pernas. –

— Ainda preciso melhorar bastante, porém, estou feliz com esse começo. – Estendi a mão para ela sem ao menos ter ideia se ela pegaria ou não, ela aceitou, a puxei em minha direção fazendo-a ficar em frente em minha frente.

— Você é ótima em tudo que faz. – Ela sorriu com as bochechas vermelhas –

— Obrigada, mais eu tenho com quem aprender a ser assim. – Ela depositou minha mão em sua cintura calmamente e eu instintivamente coloquei a outra em sua cintura também. –

Nós nos observamos, seus olhos estavam perdidos entre meus olhos e minha boca, me perguntei se ela tomaria tal iniciativa e me beijaria então esperei que ela decidisse por si só e pus-me a observar cada detalhe de seu corpo cautelosamente, apertei levemente sua cintura e me pus de pé em sua frente ficando mais alto porém a surpresa me tomou quase ela se pôs nas pontas dos pés e beijou meus lábios calmamente, poupei-a de ficar se erguendo e a beijei de uma maneira que fizesse ela ficar confortável com os pés no chão. Seus lábios se entreabriam com tamanho desejo tomando os meus ansiosamente, cedendo passagem para que minha língua tomasse a sua como eu fiz rapidamente.

— Você é linda. – Murmurei assim que afastei momentaneamente nossos lábios –

Ela me olhou um pouco desnorteada com os lábios entre abertos buscando o ar mais assim que eu beijei seus lábios novamente ela pareceu se esquecer que precisava respirar, me beijou agora com tamanha ternura que eu quase pude achar que ela estava querendo demonstrar para mim o quanto estava gostando de mim. Seus lábios se afastaram dos meus um pouco inchados então eu me recostei na pedra atrás de mim puxando-a comigo, ela virou de costas e recostou sua bunda magnificamente excitante em meu membro e as costas colando em meu peito, onde tudo se encaixou perfeitamente bem, beijei seu ombro e depois a abracei pela cintura, vimos um pouco de agua flutuar novamente e então fez um rápido coração e se desfez logo em seguida, soltei uma risada e ela pareceu envergonhada por aquilo.

— Aquilo foi oque, um coração apaixonado? – Ela deu de ombros e bufou –

— Por que seria?

— Porque seu coração esta acelerado

— É..é... porque fiquei nervosa ao fazer aquilo.

— Estranho, achei que fosse porque havia me beijado. – Ela se afastou de mim visivelmente nervosa – Não saia. – A puxei novamente – Meu coração também acelera quando a beijo. – A apertei com medo de que ela corresse por eu ter falado aquilo –

— Por que acelera? Quando eu beijo Derek, não acelera.

— Talvez seja por... gostar.

— Beijar você me deixa quente, eu gosto, mais isso é diferente do que acontece com meu coração.

Não tive realmente oque falar, eu não poderia explicar algo no qual eu não tinha a mínima especialidade. Ficamos ali, abraçados durante um tempo, até que a chuva fina começou a cair do céu, já rondava as 15:50PM acredito eu, alguns casais passavam ao nosso lado também caminhando embaixo da garoa gostosa que caia do céu cinzento, mais ninguém parecia se importar, todos envolvidos em seus próprios romances. Entramos no quarto e Angel tirou a sandalha, sentando na cama e esperou como uma criança.

— Qual filme deseja ver?

— Você escolhe. – Ela puxou  a colcha e deitou embaixo escorando as costas na cabeceira da cama –

Fiz uma ligação para trazerem pipoca e duas cocas, em minutos chegou, me deitei ao seu lado e coloquei o filme para rolar, as luzes estavam apagadas e a única claridade ali era da televisão grande na parede.

Não me lembrava de quando havia feito isso, na verdade, eu nunca havia feito isso, nem sozinho nem com alguém, pela primeira vez desde que me tornei responsável larguei meus afazeres para me satisfazer, para me agradar, relaxando por um dia, minha vida a partir de um momento foi apenas o trabalho e Angel havia conseguido me tirar disso, oque me deixava incrivelmente desconfortável.

— Não acredito que você fez isso. – Ela falou alto ao meu lado –

— Oque? – A olhei confuso –

— Você colocou filme de Terror, senhor Bieber.

— Ah, me desculpe. – Sorri de lado, sim, eu havia feito de propósito –

Angel morria de medo de filmes de terror, seria uma maneira de junta-la a mim sem precisar puxa-la literalmente para se agarrar em mim.  Quando o filme começou ela já estavam praticamente em cima de mim, gostei daquilo, minutos depois das primeiras cenas de terror ela encostou as costas em meu peito por eu estar sentado, e a cabeça em meu ombro e colocou a pipoca em cima de sua coxa de modo que eu tivesse que abraça-la para pegar a pipoca, todas as vezes que ela se assustava puxavam meus braços para abraça-la melhor e quase entrava com as costas em meu peito oque me fazia rir.

 A observei pela milésima vez no dia, os olhos arregalados e centrados na televisão, a coberta preparada para cobrir seus olhos caso ela se desesperasse, a boca entreaberta mostrando seu nervosismo e se encolhia a cada minuto mais para perto de mim. Minha cabeça de certa forma voou para longe, será que ela se sentia protegida comigo? , porque de tantas perguntas? Aquilo já estava me incomodando.

— Eu quero matar você por colocar esse filme. – Ela esbravejou e eu sorri –

— Não me mate, estive com você a todo instante. – Ela se virou para mim continuando bem próxima –

— Obrigado por estar comigo a todo instante. – Ela murmurou olhando da minha boca para meus olhos –

— Obrigado por me deixar estar contigo a todo instante.

Meus lábios já estavam nos seus quando eu menos esperei, ela jogou uma pernas por cima das minhas e me puxou pelo ombro me fazendo cair por cima dela, nos deitando, eu por entre suas pernas e ela com as pernas enroladas em minhas coxas. Não pude conter o quão duro fiquei, por mais que pensasse em coisas broxantes, tocar seu corpo pequeno por baixo do meu me excitava de uma maneira que eu se quer poderia imaginar que alguém faria um dia. Um gemido soou de sua garganta quando não pude conter em roçar minha ereção em sua intimidade mesmo por cima da calcinha, ela estava de vestido então o contato com sua intimidade foi incrivelmente maior.

Senti que meu pau rasgaria a calça e a cueca para se libertar, eu tentava manter a calma mais como podia, eu estava a meses sem sexo, meses sem saber oque é realmente tocar uma mulher em todos os sentidos, pois eu não conseguia, meu corpo so pedia por Angel e nenhuma outra mulher nem com o corpo mais belo de uma modelo, conseguia me deixar quente como ela.

Suas mãos pequenas e macias puxaram minha blusa para cima, na intenção de tira-la, afastei meus lábios dos dela com pequenos selinhos e me levantei, sentei-me na cama e pus minha cabeça sobre as mãos, eu precisava manter a calma.

— Justin... ? – Não pude olha-la, mais sabia que ela havia se sentado ao meu lado – Oque houve?

— Eu não sou de aço, meu anjo. – Respirei fundo e a olhei nos olhos – Se eu continuar isso, eu não vou poder parar.

— E porque eu iria querer parar?

— Porque ainda não esta na hora.

— Para mim esta.

— Não é só assim meu anjo. – Ela estava determinada pude ver em seus olhos –

— E como é? Eu quero você, eu gosto de você Justin, e é com você que eu quero que aconteça.

— Estou cavando minha própria cova. – Sorri de lado e ela retribuiu –

Me levantei colocando o tênis nos pés e estendi a mão para ela que olhou para mim por alguns instantes sem entender e logo após a pegou, sem se quer perguntar para onde iriamos Angel saiu do quarto comigo, segurando minha mão com firmeza.

Falei com a recepcionista rapidamente enquanto Angel me esperava, assim que saímos pela porta automática de vidro vimos a chuva forte que caia lá fora, ela me olhou e olhou para chuva repetidas vezes como se pedisse uma solução, e a única que eu conhecia eu fiz, puxei-a pela mão e corremos pelo meio da chuva forte e de vento , ela soltou uma gargalhada alta e eu ri também, tudo para ela era alegre e divertido e isso me deixava animado. Paramos no primeiro prédio do outro lado ele sim tinha a vista mais próxima do mar entramos e assim que soltei a mão de Angel para arrumar meu cabelo fui perseguido por olhares da recepcionista, oque fez Angel puxar-me pela mão em direção ao elevador, furiosa, sorri para ela que revirou os olhos.

— Ciúmes Senhorita Turner?

— Talvez.

Apertei o ultimo andar do prédio, Angel ainda me olhava curiosa. As porta do elevador não demoraram tanto a abrir e quando abriram vi a menina pular ao meu lado, ela saiu primeiro que eu, observando tudo com os olhos brilhantes. O quarto era grande, muito grande, uma das portas de vidro para a sacada nos levada a uma imensa piscina de agua aquecida, a outra porta que dava para a outra sacada tinha uma visão incrível da praia, o quarto tinha uma decoração perfeita entre um branco e um vermelho vivo, no teto um espelho de fora a fora e no chão um tapete abaixo da cama aveludado branco.

— É magnifico. – Ela murmurou voltando para perto de onde eu estava em pé, observando-a–

— Achei que fosse gostar.

Me aproximei dela e toquei sua bochecha, ela fechou os olhos sentindo o carinho em sua pele e molhou os lábios com a língua, recebi aquilo como um chamado então a beijei em seguida puxando-a para mim pela cintura com uma das mãos. Ela levou a mão aos meus cabelos da nuca e os acariciou. Meu instinto (excitação/abstinência) masculino mandava-me joga-la na cama arrancar suas roupas sem preliminares, mais Angel não era como todas as outras eu queria beija-la por inteiro e tocar cada parte do seu corpo para depois enterrar-me em sua gruta molhada. A lembrança dela se retorcendo em minha cama com apenas beijos me deixou pulando dentro da calça e pensar que em alguns minutos, eu estaria completando oque eu não terminei naquele dia quase me fazia perder a cabeça.

  Seu vestido estava jogado no chão junto com minha blusa e enquanto desabotoava minha calça a observei respirar ofegante observando meu corpo, mais se ela estivesse no meu lugar ela estaria pior pois observa-la apenas com um mini conjunto de seda roxo em minha frente me deixou em êxtase, seu corpo exposto para mim apenas esperando meu toque. Me debrucei sobre seu corpo quando já estava apenas de boxer preta e beijei seu ombro, subindo uma trilha calma e despreocupada por seu pescoço e chegando em sua orelha desci até seus seios e quase os apertei por cima do sutiã ela gemeu e contraiu a barriga, a levantei um pouco e me livrei do sutiã observei seus seios não enormes, mais perfeitos para mim. Abaixei meus lábios e suguei um dos mamilos rosados e grandinhos, ela gemeu e roçou as coxas, aquilo me incentivou a sugar como um bebe faminto e quando comecei a alternar entre os dois ela quase gritou implorando para que a tocasse mais embaixo.

— Por favor Senhor Bieber. – Senhor Bieber aquilo nunca mais seria somente um senhor Bieber mais –

— Apenas sinta meu anjo, as diversas maneiras de sentir prazer. – Toquei sua barriga com os lábios –

— Ah...

Fiz uma trilha até a única peça de roupa que ainda restava em seu belo corpo puxei sua calcinha com os dedos vendo-a corar envergonhada e a tirei de seu corpo me deparando uma pequena intimidade lisa e cheirosa. Empurrei suas coxas afastando-as e a senti irrigecer, beijei sua coxas calmamente querendo acalma-la e como toquei seu clitóris com a língua ela gemeu, seguei-o e o lambi, ela agarrou os lençóis da cama e gemeu alto, não pude deixar de ficar cada vez mais duro se é que isso era pessivel, passei a língua por toda sua entrada já encharcada e então arranhei suas coxas sentindo-a fecha-las por volta da minha cabeça, ela estava perto, mais não hoje não seria assim.

Me levantei e subi, voltando a beijar seus lábios da boca ela me acolheu entre suas pernas, rocei meu membro ainda vestido sobre sua intimidade e senti sua excitação molhar minha cueca, merda, eu não podia mais aguentar, mais não precisei tomar iniciativa, Angel empurrou com dificuldade minha cueca para baixo entre o beijo, incentivando-me a tira-la por completo.

Assim que terminei de tirar a cueca puxei do bolso da calça ao lado da calça uma camisinha, e ao ficar ajoelhado entre as pernas de Angel vi quando seus olhos arregalaram olhando para meu membro, ela já havia visto-o, mais acho que agora pensava se perder a virgindade doeria muito. Rasquei o pacote da camisinha com os dentes e o joguei no chão, rapidamente cobri meu membro com ela e me debrucei sobre Angel.

— Meu anjo, se já escutou falar é a maior verdade, se não relaxar será doloroso.

— Ok. – Ela respirou fundo e eu alisei sua bochecha –

— Tem certeza?

— Absoluta.

Tomei seus lábios enquanto sentir meu membro encaixar em sua entrada e assim que empurrei levemente sentido ela me engolir eu afastei meus lábios dos seus e gemi sentindo-a arranhar forte minhas costas, mais o êxtase de sua gruta quente envolvendo meu membro não me deixou sentir dor alguma. Quando sua intimidade engoliu meu membro por completo ela soltou um grito estrangulado e irrigeceu, eu pareci imediatamente, com suas unhas cravadas em minhas costas e seus olhos fechados fortemente.

 Depois de algum tempo senti quando ela relaxou o corpo então eu me movimentei sentindo sua intimidade apertadinha e não pude me conter mais, movimentei-me no meu ritmo, com cuidado para não machuca-la mais no meu ritmo, ficando em êxtase ao escutar seus gemidos e seus arranhões em minhas costas.

Após um longe tempo me deliciando do seu corpo junto ao meu senti quando os músculos do meu corpo retesaram-se, eu não aguentaria mais e sabia que ela estava tão próxima quanto eu, quando senti ela gritar com os espasmos eu me deixei vir junto com ela, sentindo meu membro pulsar dentro dela apertei sua cintura com força. Senti meu coração acelerar no peito como nunca havia acontecido antes, tentei me levantar para não cair em cima de seu corpo mais seus braços envolveram meu pescoço abraçando-me fortemente, beijei seu pescoço e entendeu que eu precisaria levantar.

Fui até o banheiro e quando voltei estava de cueca, ela estava enrolada no lençol vermelho deitada em uma posição fetal com os olhos levemente fechados, estava calma e aparentemente leve como uma pena. Será que fiz a coisa certa?

— Não se martirize. Eu amei. – Ela murmurou e quando dei por mim seus olhos grandes me observavam –

— Você é tão jovem. Será que não fui insensato ao achar que poderia saber tomar essa decisão agora.

— Eu sou jovem, mais posso decidir coisas sobre minha vida, Justin. Se estiver arrependido eu entendo, mais eu não estou. – Ela falou definitivamente magoada –

— Nunca poderia estar arrependido, foi a melhor noite da minha vida.

— Não precisa mentir para me satisfazer.

— Quem dera se fosse mentira, baixinha birrenta. Quem diria, um homem de 23 anos, barbado, perdendo o juízo por uma adolescente e o pior gostar disso. – Ela fez cara de ofendida, mais sorriu logo em seguida-

Me afastei sorrindo, indo até a sacada de frente para o mar e ainda pude ver a chuva cair, mais forte como antes, o cheiro, o barulho da chuva junto do frio deixou o clima completamente agradável, tudo estava absolutamente deserto lá embaixo e por alguns instantes imaginei que todos os casais estavam em seus quartos amando-se.

— Gostoso aqui.

— Gostosa você – Soltei involuntariamente ao ve-la apenas de lingerie –

— Obrigada – Corou –

A observei por alguns instantes como sempre e ela parecia nervosa, como se processasse oque dizer mentalmente, por deus ela não podia mudar comigo depois disso, me senti um pouco desesperado e ela se sentou na poltrona e juntou as pernas com o peito ainda me observando cautelosamente. Em que merda eu havia me metido.

Precisei entrar por um instante, peguei o celular em cima da pequena poltrona no quarto e vi as ligações perdidas do meu pai e de minhas mãe, era só oque faltava, havia ficado no mínimo 3 horas incomunicável, disquei rapidamente o numero de volta e olhei a hora no relógio 23:30PM.

— Justin? Finalmente. – A voz do outro lado murmurou irritada –

— Me desculpe, estive um pouco ocupado.

— Ocupado, deixe sua mãe saber que tipo de ocupação você estava tendo... – Ele soltou uma gargalhada e eu grunhi nervoso –

— Jeremy, Jeremy, é ele? – A voz soou longe –

— Pai, oque esta fazendo com a mamãe essa hora? – Perguntei curioso –

— Nada, Justin. So ligamos para saber como estava, você  não respondeu da primeira vez que ligamos e sua mãe esta estranhamente preocupada com você sozinho com Angel.

— Ela não é burra. – Murmurei –

— Esta afirmando o encanto pela Angel, Justin?

— Vou precisar desligar, ligo amanha bem cedo.

Joguei o celular em cima de onde estava anteriormente, e voltei me deparando com uma menina encolhia pelo frio, os olhos fechados, me perguntei se deveria pega-la no colo e coloca-la na cama, mais não, puxei o edredom grosso e a mexi ela abriu os olhos assustada mais deu passagem para que eu sentasse ao seu lado, ela se aconchegou agora em cima de mim e eu ajeitei o edredom em cima de nossos corpos, escutando o barulho da chuva, as ondas fortes do mar, e o corpo quente um do outro ela abriu os olhos em uma pequena linha e olhou em meu rosto.

— Justin. – A olhei e ela fechou os olhos novamente, sonolenta –

— Hum ?

 Acho que estou apaixonada por você.

Então sua respiração tranquilizou indicando que já estava dormindo, enquanto a minha acelerou como nunca. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...