História The Guardian - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 562
Palavras 3.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Meu melhor pecado.


Langley, VA – Hospital - 16:00PM

 

— Podemos conversar? – Escutei a voz de Pattie reprovativa atrás de mim e gelei –

— Claro. – Justin falou e quando tentei descer ele disfarçadamente me impediu, me virei para fora da cama, balançando minhas pernas no ar e vi as duas mulheres em pé perto da porta ainda – Algum problema se Angel ficar?

— Não, é com os dois que quero falar.

— Então... – Justin a incentivou –

— Eu queria pedir desculpas, a Angel e a você pelo oque aconteceu aquele dia, pelo meu descontrole, eu me exaltei e não tenho qualquer direito de me intrometer na vida pessoal de cada um, é algo estranhamente novo para mim eu sempre gostei de Angel como uma filha mesmo quando não a conhecia pessoalmente e eu sempre imaginei os dois como irmãos, descobrir algo assim tão derrepente foi como um choque para mim. Me desculpe. – Ela sorriu sem graça para mim e eu corei –

— A senhora não tem oque se desculpar Tia Pattie, eu não me magoei com oque disse, acho que a senhora tem o total direito, apenas fiquei com medo de que estivesse chateada comigo.

— Oh querida, não estou chateada com você só estou receosa com toda essa história.

— Já conversamos sobre isso mãe. – Justin falou calmamente –

— Eu sei meu filho. – Ela sorriu carinhosamente para ele, ela havia sofrido tanto quanto eu com o sumiço – Viemos apenas nos despedir, marcamos horários para ver os vestidos para o casamento. – Ela sorriu animada –

— Mãe... – Justin olhou para Kiaty e para tia Pattie e pareceu desistir de falar – Depois conversamos.

Aparentemente todos sabíamos do que se tratava a conversa de Justin, mas ele preferia estar a sós com ela e eu entendia falar aquilo conosco ali parecia não ser apropriado, ela beijou-lhe o rosto amorosamente e Kaity apenas murmurou um adeus entre dentes desgostosa e seguiu tia Pattie para fora. Senti pena dela por alguns momentos, se ela gostasse verdadeiramente dele deveria doer nela o fato de vê-lo comigo, assim como doeu em mim no dia em que o vi com ela na cozinha.

 — Uma moeda por seus pensamentos? – Justin murmurou puxando meu queixo para eu olha-lo –

—Não era nada. – Sorri e ele continuou a me olhar desconfiado –

— É sobre Kaity? – Me mexi desconfortável e desviei os olhos dos dele – Anjo, eu não tenho nada com Kaity, fomos conversar aquele dia porque precisávamos dar um fim em algo que na cabeça dela estava se prolongando.

— Mas você não acha que deveria dar...

— Não me venha com essa história novamente Angel, por Deus, você é impossível. – Ele falou em alto e bom tom, recolhi os ombros – Você nunca vai entender? Eu fiquei de abstinência de sexo por semanas, eu não consigo tocar em outra mulher e você ainda não conseguiu entender que eu não vou tentar algo com Kaity? – Ele respirou fundo furioso e eu não pude esconder um sorriso –

— Me desculpe. – Murmurei entre a risada –

— Não ria Anjo, você me causou vários problemas – Ele falou com um ar mas tranquilo e então apoiou a mão em minha coxa, apertando-a –

— Tire a mão daí, Senhor Bieber.

Sua mão voou para minha nuca e assim que senti meus lábios junto com os dele novamente, a porta atrás de nós se abriu e uma risada alta soou, Tio Jeremy, porque todos tinham que aparecer justo agora? Afastei-me de Justin e me levantei, provavelmente era hora de irmos embora, mas fiquei tão pouco tempo.

— Pai?! – Justin murmurou já ficando sem paciência –

— Me desculpe atrapalhar os pombinhos – Ele falou cheio de gracejos e Justin revirou os olhos – mas Angel, precisamos ir para a CIA agora.

— Aconteceu algo? – perguntei alarmada –

— Nada muito importante, só saber as novidades. – Assenti quando ele deu de ombros –

— Então, vamos. – Murmurei cabisbaixa –

— Se poder volte um pouco mais tarde. – Justin falou –

— Ok, se podermos eu a trago.

— Quando vou poder sair desse inferno heim? – Justin falou irritado –

— Em breve. – Jeremy respondeu impaciente – Não tem com oque se preocupar, Angel esta cuidando bem das coisas, quem não esta curtindo é sua secretária.

— Vou querer saber de tudo depois. – Justin falou olhando-me pensativo –

— Sim Senhor. – Sorri de lado e mordi o lábio e logo fui em direção a porta –

Quando saímos do hospital eu não conseguia parar de sorrir, eu estava feliz, mais do que feliz, eu estava saltitante como uma criança e Tio Jeremy pareceu perceber isso pois olhava para mim e soltava gargalhadas sozinho. Ao chegar a CIA e ver todas aquelas pessoas sérias e murmurando algo com papéis em mãos ou celulares fiquei séria novamente observando todas aquelas pessoas, entramos no elevador em silencio, tio Jeremy também havia retomado a postura séria e fomos até a sala de Justin, estranhamente a porta estava encostada, ao entrar vi a secretária de Justin bater o pé nervosamente próxima a porta, a sua frente vi um homem que andava de um lado para o outro irritado, sua postura era impecável, os olhos um mel bem claro como os de Justin, pus-me séria e rígida imediatamente, Tio Jeremy continuava calado.

— Angel Turner. – O homem murmurou assim que parou, observou-me de cima abaixo com algo nos olhos indecifrável –

— Sim, prazer, o senhor é...? – Estendi a mão cautelosamente e ele a pegou firme –

— Rin Manick, pai do Justin, posso dizer que sou seu quase avô? – Ele perguntou me olhando de cima abaixo, como se esperasse que eu fosse uma criancinha –

— Acredito que o senhor possa dizer que é avô de Stella, meu não tanto. – Falei envergonhada, ele era tão intimidador, como Justin –

Observei a minha volta e vi Tio Jeremy afastado de nós, sério como antes observando a cena ali a sua frente, ao seu lado a secretária do batom vermelho, a olhei feio incomodada com sua presença e querendo saber oque ela ainda fazia ali parada com cara de paisagem ela rapidamente se retirou fechando a porta da sala, eu estava tensa com os dois ali.

— Jeremy. – O homem cumprimentou calmamente –

— Rin, prazer revê-lo, quanto tempo. – Ambos apertaram as mãos calmamente – Oque devemos a honra de sua visita?

— Acredito que já sabem. – Ele respirou fundo pondo as mãos atrás do corpo – Meu filho desapareceu a alguns dias, ligamos e seu celular se quer chama, liguei para ca dias seguidos e ninguém me passa uma informação se quer, minha mulher esta em crise, minha família inteira esta preocupada e chego aqui e descubro que Justin esta no hospital. – Ele se exaltou e respirou fundo retomando a calma – Jeremy quando descobrimos onde estava nosso filho, ele decidiu ficar com vocês e aceitamos, mas todo fim de semana que ele ia passar conosco, nunca deixamos você e Pattie sem noticias.

— Nos desculpe Rin, sei que foi um erro de nossa parte e peço desculpas por ter feito você e sua família passar por tal preocupação, mas as coisas estavam bastante agitadas por aqui

— Afinal, oque foi que houve? – O homem perguntou impaciente -

 — Em uma das operações Justin foi pego e feito de refém, conseguimos localiza-lo ontem e o resgatamos, ele esta no hospital mas tudo já esta bem.

— Bem? Não esta bem Jeremy, como vou explicar para meu esposa sem que ela saia de lá e venha parar aqui? – Ele estava irritado –

— Sinto muito Rin, tenho uma reunião agora se quiser assim que terminarmos podemos ir para o Hospital. – Tio Jeremy falou apenas –

— Tudo bem.

Eu estava apenas calada, Tio Jeremy e o homem foram para perto da janela de vidro e começaram a conversar sobre coisas rápidas e aleatórias, me sentei no sofá confortável e peguei rapidamente o celular e mexi em coisas aleatórias para não prestar tanta atenção na conversa deles.

— Angel, precisamos ir para a reunião.

—  algo especifico? – Perguntei me levantando e retomando minha postura –

— Não, somente para esclarecer que Justin já esta bem.

—Ok.

— Rin, vem conosco? – Tio Jeremy pergunto –

— Se me permite.

Seguimos os três para a sala de reuniões, por onde passamos os cochichos ficavam para trás, aparentemente todos já sabiam quem era Rin Manick, apenas eu que não, me senti momentaneamente frustrada por isso. Tio Jeremy e Rin entraram na frente e assim que entrei todos se calaram e se sentaram em seus devidos lugares, tio Jeremy e Rin estavam em pé no outro lado da mesa, ambos sérios e eu em pé onde geralmente Justin ficava chamei toda a atenção sem se quer falar algo. Respirei fundo tentando retomar toda a segurança que eu tinha ao  medo de perder Justin.

— Primeiramente Boa Tarde.

— Boa tarde – Um sonoro boa tarde ecoou –

— Todos aqui temos a plena consciência do que ocorreu nos últimos dias, porém, o Senhor Bieber já esta bem e a salvo, ontem pela manhã recebemos um alerta e rapidamente reunimos os mais próximos e conseguimos resgatar o Senhor Bieber.

— Quando o Senhor Bieber estará de volta? – Uma das mulheres á mesa perguntou descaradamente sorridente –

— Ele atualmente esta sob supervisão medica, não temos certeza de quando ele voltará, mas assim que tivermos certeza a informação será entregue a vocês. Enfim, era somente isso, voltem ao trabalho. – Falei impacientemente –

Todos saíram rapidamente da sala, deixando apenas eu, Anna, Rin e tio Jeremy. Anna veio para o meu lado receosa, não falava com desde ontem quando acordei extremamente desnorteada, lhe dei um sorriso envergonhado, e ela tocou meu braço me puxando para um abraço carinhoso, eu gostava dela sem nenhum motivo aparente, ela apenas era uma pessoa confiável.

— Podem nos dar licença cinco minutos? – Anna pediu e Tio Jeremy soltou uma gargalhada –

— Ah, claro. Estaremos na sala de Justin. – Ele respondeu com seu sorriso mais sacana enquanto o homem ao seu lado o olhava intrigado – Juizo meninas, secretarias são as piores fofoqueiras. – Eu corei violentamente e ele gargalhou – Cinco minutos!

Assim que eles saíram eu fiquei um tempo em choque, como um dia eu iria poder ver aquele homem como meu pai? Eu tinha uma visão tão diferente de pai, talvez por que Turner havia me deixado com essa visão, ele não era o tipo de pai que brincava e sorria por tudo, julgo dizer que nunca havia escutado uma risada verdadeira dele, ele também era um homem distante, estava comigo nos momentos que eu precisava e me dava carinho, mas era distante, não conversávamos tanto e se quer saiamos, e com Tio Jeremy, ele esta por perto a todo instante mesmo que seja de um jeito diferente, totalmente estranho para mim, ele demonstrava preocupação, isso era incrivelmente confuso.

— Angel? – A voz distante me fez piscar novamente –

— Jeremy é meu pai. – Soltei em um sussurro, como se eu precisasse colocar aquilo para fora –

— Oi? – Ela me olhou confusa –

— É Anna, Jeremy é meu pai. – Ela me olhou de uma maneira indecifravelmente confusa-

— Angel, não brinca comigo menina.

— Estou falando sério Anna, ele teve um caso com minha mãe no meio tempo em que meu pai estava sendo um cientista louco, fiquei sabendo ontem.

— Justin sabe disso?

— Oque sobre mim Justin não sabe, Anna? – Ela deu de ombros e suspirou –

— É, como você esta quanto a isso? – Ela perguntou recostando a bunda na madeira da mesa e eu fiquei em sua frente na distancia de um braço –

— Minha ficha ainda não caiu, não tive tempo de conversar sobre isso com Tio Jeremy, muito menos com Justin, estou tão confusa.

— Angel, Jeremy é uma ótima pessoa e tem um carinho tão grande por você como tem com Justin, Jazmyn e Jaxon, eu os conheço a anos e ele sempre foi um homem maravilhoso se você lhe der uma chance, acredito que vai se encantar. – Ela falou calmamente e eu mordi o lábio suspirando -

— Eu gosto dele, mas, é tudo tão novo. Caíram tantas coisas sobre minha cabeça ultimamente.

— Eu entendo, você é uma adolescente e esta lidando com varias coisas incompreensíveis, mas você é uma menina inteligente e forte.

— Obrigada, por me escutar. – Sorri agradecida –

—  Adoraria um beijo como obrigada. – Ela soltou uma gargalhada e eu corei – Vamos lá, não seja tímida.

A olhei receosa e passei a língua nos lábios, logo após colei os meus aos dela em um selinho longo, assim que ela foi aprofundar o beijo já com sua mão em minha cintura, segurando-me carinhosamente eu me afastei e soltei uma gargalhada, ela revirou os olhos mas sorriu também.

— Tchau Anna. – Acenei indo em direção a porta –

A ultima coisa que escutei dela foi uma longa gargalhada, voltei para a sala de Justin calmamente mesmo sentindo todos aqueles olhares estranhos sobre mim, tio Jeremy e Rin conversavam tranquilamente e assim que cheguei nós logo partimos em direção ao hospital, Rin nos seguindo em seu enorme carro branco completamente brilhoso e caro, me perguntei em que ele trabalhava e quão rica a família de Justin era mas guardei aquelas perguntas em um canto de minha mente para faze-las quando chegasse a hora certa para conversar com Justin. Ao chegarmos no hospital Rin e Jeremy subiram e mesmo tentada a segui-los até o quarto de Justin apenas para vê-lo uma ultima vez até amanha eu me sentei na sala de espera onde outras pessoas esperavam por algo também e lá mesmo fiquei recostada na cadeira logo senti meus olhos pesarem, eu estava cansada.

[...]

 Acordei assustada, me sentei na cama fofa abaixo de meu corpo e vi que estava no quarto da casa de tio Jeremy, ao meu lado Stella dormia com a mamadeira caída em seu peito, quando eu havia vindo parar aqui? Quem colocou Stella para dormir? Olhei para a porta de vidro que dava para a sacada do quarto e ainda estava escuro, peguei o celular ao meu lado e eram exatamente 3:45AM, eu dormi desde quando estava no hospital e não me lembro de ter acordado nenhum momento se quer. Como conseguiria dormir agora? Olhei para o celular impacientemente quis correr para o quarto de Justin bater em sua porta e orar para que ele me deixasse dormir com ele, bom, saindo dos meus devaneios eu voltei para a vida real lembrando-me que não estávamos em casa e que Justin também não estava conosco, disquei o numero de Justin e fui para a sacada para não atrapalhar o sono de Stella, me deitei em um sofá pequeno e acolchoado e joguei uma coberta aveludada e quentinha sobre meu corpo olhando para o céu agora nublado, meio tremula coloquei o celular sobre a orelha. Será que ele ficaria bolado em eu ligar a essa hora? Quis desistir ao pensar aquilo, mas, era tarde demais.

— Anjo? Aconteceu alguma coisa? – Justin perguntou confuso, a voz rouca e não pude deixar de imaginar coisas indecentes –

— Não, me desculpe ligar essa hora. – Suspirei chateada por não ter tido tempo de desligar antes d’ele atender –

— Você sabe que pode me ligar á hora que quiser, oque houve meu anjo?

— Estou sem sono, dormi extremamente cedo, agora acabou todo meu sono. – Murmurei chateada como uma criança manhosa –

— Todos estão dormindo? – Ele soltou uma risadinha e eu revirei os olhos –

— Sim, está tarde.

— Também estou sem sono meu anjo.

— Pensei que já estivesse...

— Angel, não tenho conseguido dormir bem.

— Algo te incomoda? Esta sentindo dor?

— Meu Anjo, dor não é bem oque estou sentindo – Ele falou calmamente e eu quis inutilmente imaginar que não fosse oque eu estava pensando –

— Oque esta sentindo então? – Soltei sem a mínima vergonha e logo depois percebi o quão safado aquilo soou e corei violentamente –

— Quer mesmo saber?

Momentaneamente eu parei, oque estava acontecendo com o meu corpo? Eu de fato não sabia, tudo que eu sabia era que eu estava com aquela horrível necessidade de ser tocada, não em qualquer lugar, em pontos específicos e por uma pessoa especifica. Pensando nisso automaticamente eu senti algo quente entre minhas pernas, minha intimidade parecia pulsar e eu prendi mais ainda uma coxa na outra querendo inutilmente que aquele fogo apagasse, eu não sabia bem o por que estava daquele jeito, mas a voz do Justin só piorou toda a situação. Me lembrei do que fiz no telefone com Justin enquanto ele estava de viajem e do quanto foi libertador, mesmo que ele não estivesse ali comigo como eu queria, havia sido um alivio muito grande, me senti extremamente envergonhada por apenas pensar naquilo, mas eu estava ficando irritada em sentir o vendo frio bater em meu corpo e eu sequer sentir frio porque eu estava em chamas.

— Justin... – Murmurei sem se quer perceber –

— Amor, você esta mesmo bem?

— Justin, eu estou sentindo umas coisas estranhas.

— Oque esta sentindo? – Eu senti meu rosto esquentar violentamente -

— Acho que estou excitada. – Mordi o lábio tentando conter a vergonhada na voz ao falar aquilo –

— Anjo, você esta relaxada? – Respirei fundo e me acomodei na poltrona –

— To... –Murmurei -

— Então, faz uma coisa pra mim amor...

— Oque?

— Enfia a mão dentro da sua calcinha pra mim, toca sua intimidade e vê o quanto você esta molhada – Respirei fundo fechando os olhos – Me diz o quanto você esta excitada por mim, querendo que eu beije todo seu corpo e te faça gemer.

— Justin... – Foi tudo oque eu consegui sussurrar, quando menos esperei meus dedos já não estavam mais sendo controlados por mim e sim pela voz rouca de Justin ao meu ouvido – Eu estou muito molhada...

— Aproveita que você já esta ai e enfia um dedo, fingi que são os meus dedos e enfia fundo enquanto geme pra mim, baixinho, ninguém pode escutar mas eu quero, estou louco pra escutar seu gemido meu anjo, eles me deixam louco, se você soubesse o quanto eu estou duro por você.

— Awn, Justin...

— Isso, porra meu anjo, agora enfia mais um, fundo, bem lá no fundo e começa a meter devagarzinho.

Tudo que eu tinha certeza naquele momento era que não tinha mais noção nem mesmo de qual era meu nome, dois de meus dedos estavam atolados na minha entrada completamente encharcada e pulsante e assim que sua ordem foi dada meus dedos começaram a se mover conforme o meu desejo de ser metida, na minha mente eu não podia deixar de imaginar coisas terrivelmente excitantes, como os dedos de Justin metendo fundo em mim com rapidez enquanto sua boca envolvia meu clitóris sugando-o até me fazer gozar.

— Justin, eu vo...

— Já? Tão rápido, tire os dedos dai amor.

— Ma...

— Quieta, Angel. – Aquilo me fez rugir de raiva, irritada, eu estava a ponto de explodir –

— Eu não aguento mais Justin.

— Oque você quer meu anjo?

— Eu quero...

— Fale...

— Eu quero gozar, Justin.

— Então vai lá, mas eu quero escutar seus gemidos. Vai lá, goza todos os seus dedinhos enfiando-os lá no fundo...

Porra. Palavrões era tudo oque eu conseguia pensar no momento, gemidos eram tudo que saiam dos meus lábios e meus dois dedos entravam em mim freneticamente, se eu estivesse em perfeita consciência eu diria que aquilo era horrível e que eu iria para o inferno, mas no momento, o inferno que se foda tudo que dominava meus pensamentos e meus hormônios era a voz rouca e deliciosa de Justin e todos os gemidinhos maravilhosos que ele soltava do outro lado da linha, eu sentia que ia explodir a qualquer momento, explodir loucamente e que eu não conseguiria conter um grito.

— Justin, eu vou... PORRA

 Todo meu corpo se retesou, mordi o cobertor que estava jogado sobre meu corpo para conter o grito, senti o liquido quente escorrer por meus dedos e revirei os olhos sentindo o alivio tomar meu corpo, o celular já havia se perdido e já não estava mais na minha orelha, aquilo havia sido avassalador, eu não sentia minhas pernas e nem conseguia normalizar minha respiração, mas uma coisa que eu ainda queria com todas as minhas forças, era o pau de Justin dentro de mim.


Notas Finais


Gente estou amando os comentários, caso comentem rápido nesse capitulo talvez eu poste outro, se tiverem alguma pergunta para fazer façam que eu responderei todas.


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