História The Guardian - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 667
Palavras 4.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ATENÇÃO

Gente, estou antecipando o capitulo para hoje, então amanha não poderei postar pelo fato de que vou viajar para casa de praia amanha com minha familia e ficarei até semana que vem, lá não tem internet então não levarei meu notebook. Acompanharei os comentários e responderei a todos pelo celular mesmo. Não me matem pelo capitulo kkk

Capítulo 26 - No momento, as coisas estão meio loucas.


Central CIA  – 19:15PM

 

Meu cérebro não estava raciocinando muito bem, eu tinha certeza que havia escutado algo errado, pelo menos eu queria acreditar que havia escutado algo errado, pelo menos eu queria ter escutado. Levantei-me rapidamente em um impulso, Anna não se levantou mas ficou visivelmente alarmada quando me levantei.

— Sou noiva de Justin, quero saber oque houve com ele, ele desapareceu já faz algumas semanas e não consigo localiza-lo. – Ela falou defensiva ao ver que eu havia me assustado –

— Me desculpe, a senhora precisara esperar que ele volte. – murmurei praticamente engasgada –

— Não, eu tenho o direito de saber onde ele esta.

— Ele esta indisponível no momento, se quer saber entre em contato com o celular particular dele. Boa Noite. – Joguei o telefone com força em cima da mesa e jurei que havia quebrado, mas eu não me liguei no momento –

Anna se levantando cautelosa, respirei fundo absorvendo aquela informação e me perguntei se mais alguém sabia que ele era comprometido, acreditei que não afinal nem tia Pattie havia citado isso, tinha certeza que se ela soubesse não empurraria com tanto empenho Kaity para cima dele. Minha mente estava a mil por hora, eu obviamente não queria acreditar no fato de Justin ser comprometido, mas, aquilo não deveria ser novidade para mim, Justin era um partido excelente para qualquer mulher.

— Angel, oque houve? Que cara é essa? Quem era no telefone? – A voz de Anna me chamou atenção e eu cai sentada na cadeira atrás de mim, ainda meio perdida eu tentei respirar fundo –  Angel, porra, responde. – Ela veio para o lado da mesa em que eu estava e antes que ela agarrasse meus ombros para sacudir eu despertei –

— Era a noiva de Justin. – Falei tão baixo que eu mesma mal pude me escutar mas Anna havia entendido, ela parou no meio de seu ato e seus olhos se arregalaram, seu queixo caiu e aquela foi a certeza que eu tive de que nem ela mesma sabia –

— Oque você disse? – Ela perguntou ao se recompor, escorou a bunda na mesa e ficou me olhando atentamente –

— Era a Noiva de Justin, Anna. Justin é comprometido. – Falei sentindo meu coração apertar de uma maneira dolorosa –

— Não, isso é impossível. Ele gosta de você, á um engano. – Ela disse visivelmente chocada –

— Não á desentendido Anna, o único desentendimento é que ele é tão comprometido que ira casar. – Senti meus olhos lacrimejarem e me levantei indo ficando de frente para a imensa parede envidraçada, cruzei os braços sentindo um arrepio doloroso passear por meu corpo –

— Angel... – Escutei o murmúrio piedoso de Anna –

— Eu vou ficar bem Anna. – Senti os braços de Anna envolverem minha cintura e aquilo foi estranho, mas eu realmente precisava de um consolo e ela era a única pessoa que sempre escutou minhas lamurias desde quando nos conhecemos. –

— Isso só pode ser um mal entendido, você vai ver.  – Ela murmurou apertando-me contra seu peito e eu suspirei –

— Não precisa dizer coisas bonitas para me consolar. A verdade é crua Anna e já era se imaginar que ele tinha alguém, um homem como Justin não ficaria sozinho assim.

— Olha, eu nem acho ele isso tudo, você é bem melhor. – Eu sorri deixando uma lagrima idiota cair em minhas bochechas e limpei-a rapidamente –

— Porque será não é? – Tentei segurar a próxima lagrima, mas aquilo foi impossível, logo outras desceram como uma cachoeira –

Era tão deprimente deixar que alguém me visse chorando por Justin, mas Anna parecia não achar idiota e parecia mais ainda não se importar em estar comigo ali, mesmo naquela situação. Escutei meu celular tocar e respirei fundo pedindo com força para que não fosse o Justin, não fui atendida em meu pedido, o nome dele apareceu na tela e eu quis chorar mais ainda, tentei conter-me ao lembrar que se chorasse não conseguiria falar.

— Anjo. – Ele falou tranquilamente –

— Oi – Murmurei apenas –

— Tudo bem?

— Umhum, e você?

— Bem, estava pensando em uma coisa. – Escutei sua voz novamente e ao mesmo tempo que a vontade de desabar entalava em minha garganta a vontade de xinga-lo subiu-me a cabeça –

— Fala Justin. – Falei secamente, Anna ainda parada de braços cruzados perto da parede envidraçada fez uma careta e eu respirei fundo –

— Angel, aconteceu alguma?

— Nada demais. – Falei tentando parecer tranquila, mas meu tom sínico me denunciava – Você acabou de receber uma ligação.

— Algo importante? – Ele pareceu confuso –

— Se você acha que sua noiva te ligar é algo importante, sim é importante.

— Noiva? Que noi... Oh merda, Angel... – Ele falou atropelando as próprias palavras –

— Não precisa me explicar Justin, apenas ligue para ela e tente acalma-la, ela parecia estressada.  – Tentei usar o tom mais calmo que eu tinha no momento –

— Angel, não faz assim, me escute pelo menos. – Ele pediu firme –

— Justin, tudo que preciso saber é se você realmente esta noivo? – O silencio reinou do outro lado da linha -

— Sim, mas... – Ele pareceu um tanto desnorteado, talvez havia sido pego de surpresa -

— Estou um pouco saturada de tantas novidades ultimamente, podemos conversar depois, Boa Noite Justin. – Desliguei o celular e cai sentada no sofá –

Finalmente me deixei desabar, aquilo era horrível, a sensação de briga, a sensação de ter o coração esmagado. Lembrei-me imediatamente de quando o vi transando com Kaity na cozinha, era quase aquilo, um pouco mais, afinal eu estava trouxamente apegada a ele agora. Escutei o celular tocar novamente e olhei para a tela, Christian, havia me esquecido que ele iria me ligar depois de seu encontro com Mindy, tentei respirar o mais fundo que pude e esconder a voz de choro, Anna ainda me observava talvez dando-me tempo para desabar sozinha.

— Angel – A voz de Christian entrou em meus ouvidos de uma maneira não muito boa, ele não estava feliz –

— Oi, tudo bem? – Tentei parecer tranquila, mais minha voz estava embargada –

— Aconteceu alguma coisa? Você esta com a voz de choro. – Ele perguntou preocupado –

— Uma longa história.

— Quer conversar?

— Acho que tudo que quero é não falar sobre isso – Tentei rir, mas falhei – Como você esta? – Perguntei lembrando-me que ele havia conversado com Mindy –

— Queria poder dizer que bem, mas é algo muito complicado. – Ele estava audivelmente mal e eu suspirei –

— De certa forma eu te entendo, mas, quer conversar?

— Quer sair para jantar? – Ele ficou quieto por alguns instantes e depois soltou uma pequena risada, mas não foi feliz – Jantar soou estranho, quer sair para comer uma pizza e conversar?

— Se o Tio Jeremy deixar, eu aceito.

— Você esta na casa dele?

— Não, estou na CIA, mas acredito que em meia hora estaremos indo para casa.

— Ok, então eu passo as 21:00PM para te buscar, certo?

— Certo!

Desliguei o celular visivelmente confusa se aquilo seria ou não uma boa. Anna me olhava curiosa quase perguntando quem havia me retornado, passei a mão nos cabelos e me levantei, eu precisava simplesmente esquecer aquilo, mas como se meu coração parecia estar totalmente esmagado e meu cérebro só me mandar deitar e pensar nisso o resto da minha noite.

— Vou ir comer pizza com Christian. – Ela olhou-me confusa e visivelmente assustada –

— Wow, isso que é se recuperar rápido – Ela sorriu e eu revirei os olhos –

— Não, ele também esta passando por dificuldade com Mindy e como estamos os dois não muito bem ele me chamou para sair, conversar. – Dei de ombros sem querer entrar em detalhes –

— Ok, então vão ser dois deprimidos em uma conversa deprimente. Que ótima maneira de levantar o astral em. – Ela fez uma careta reprovativa e eu sorri sem vontade – Mas se é assim que quer, posso te levar em casa para se arrumar, não sabemos que horas Jeremy sairá daqui, não é? Aceita?

— Será ótimo, se não for te incomodar.

— Não seja tão formal assim comigo, por favor. – Ela revirou os olhos e foi em direção a porta –

— Calma, preciso avisar tio Jeremy. – Falei já com a mochila nas costas até dela sair –

— Angel, vou dizer que você vai sair comigo, acredite, será melhor para você.

— Ok. – Falei apenas e a segui para fora da sala –

O caminho até a casa de Tio Jeremy havia sido calmo e eu diria até rápido se eu estivesse prestando atenção no tempo, porém as coisas lá fora, o céu nublado e algumas aves que corriam para se esconder do provável temporal que se aproximava pareciam mais interessantes do que o tempo passando, afinal, para mim ele passava lento demais e chegava ser estranho.

— Ei. – Anna chamou se recostando na porta fechada de seu carro – Sabe que se precisar de mim pode ligar, não é? – Ela olhou carinhosamente e eu sorri –

— Obrigada. – Fui em sua direção e abracei-a, foi uma reação estranha de minha parte, mas ela retribuiu o abraço prontamente e assim que me afastei ela como sempre roubou-me um selinho demorado – Tchau – Murmurei antes de virar as costas e ir para dentro –

Passei pela sala vazia e deduzi que Tia Erin havia levado as crianças para fazer algo fora de casa, agradeci a Deus por não deixar Stella me ver com o rosto avermelhado e inchado, ela era uma criança nova, mas sua inteligente ultrapassava limites. Após um longo banho quente eu coloquei um vestido preto de certa forma curto, um cinto pequeno e prateado na cintura e uma rasteirinha nos pés para não perder tempo colocando tênis, passei o pente nos cabelos sem paciência, logo meu celular tocou e ao olhar pela janela vi Christian, ele estava vestido casualmente, pude perceber ao vê-lo de perto, usava tênis preto, calça justa ao corpo jeans e uma blusa branca de mangas longas dobrada até o cotovelos, sorri sem graça ao vê-lo, eu nunca havia estado a sós com ele, mas ele parecia ser um ótimo amigo. Ele abriu a porta do enorme carro preto para mim e sorriu também envergonhado.

—  Você sabe que se o Justin souber que eu te levarei para comer algo ele me castra não é? – Ele falou sorridente e eu soltei uma risada ao lembrar o quão amedrontador Justin era até mesmo para um dos seus melhores amigos –

— Anna disse que eu sairia com ela. – Falei calmamente –

— Jeremy não sabe que esta comigo? – Ele franziu o cenho e eu o olhei com cara de culpada e ele sorriu – Bom, pelo menos não serei castrado.

Ele deu partida no carro rapidamente e lá fora logo a garoa começou cair no carro, eu amava a chuva, ela sempre aparecia nos momentos mais tristes da minha vida e aquilo era quase irônico. Chegamos a uma Pizzaria a pouco mais de 40 minutos da casa de Tio Jeremy, estava praticamente vazia, dois casais em mesas separadas sorriam alegremente enquanto comiam, um homem com duas crianças que aparentavam ser seus filhos brigava para que eles ficassem quietos, Christian parecia conhecer bem o local, empurrou-me levemente para dentro com a mão apoiada em minha costas e assim fomos para uma das mesas perto da janela, onde podíamos ver a rodovia lá fora completamente vazia e molhada mas ainda sim bem iluminada, ele rapidamente fez os pedidos e eu apenas concordei.

— Você não parece bem. – Ele falou e eu voltei minha atenção para ele –

— Esta tão na minha cara assim?

— Bom, eu já sabia pelo oque me disse no celular, mas agora eu tive a certeza.

— É algo complicado.

— Complicado ao ponto Justin? – Ele perguntou já imaginando do que se tratava –

— Outra coisa que esta na cara não é? – Tentei sorrir e ele sorriu acenando com a cabeça –

— Quer me contar oque houve?

— Justin esta noivo! – Seu queixo caiu e seus olhos se arregalaram, como eu esperava, mais um que se quer sabia –

— Angel, isso é uma brincadeira, não é? – Ele perguntou tentando acreditar assim como eu –

— Não Chris, não é! A noiva dele ligou hoje e disse que estava preocupada pois não tinha noticias a alguns dias. – Falei completamente acabada ao me lembrar daquilo –

— Eu nunca esperaria isso de Justin. Angel, só pode ter algo errado nessa história.

— Eu também queria que tivesse, mas eu o perguntei Chris e ele confirmou. – Senti o nó em minha garganta  e ele me olhou com pena, engoli o choro – Bom, e você, como foi com Mindy?

— Acho que nem preciso dizer-lhe que foi um fracasso. Quando você me disse que algo havia acontecido, eu não esperava algo tão intenso sabe. – Eu o olhei curiosa –

— Ela te contou algo amais? – Perguntei olhando-o atentamente –

— Ela me contou tudo Angel, desde os sentimentos dela por Collin até o acontecido no colégio hoje. – Ele falou e eu pude ver o quão magoado ele estava –

— E.. oque você esta pensando quanto a isso? – Perguntei meio sem jeito –

— É confuso. Sabe, se fosse apenas o ocorrido do colégio, se fosse apenas ela ter tido a curiosidade de transar com outro homem, eu tentaria entender, afinal, ela é nova e a curiosidade de saber como são outras pessoas chega uma hora ou outra, mas ela nutria um sentimento por ele, ela estava com ele a todo instante. – Ele estava visivelmente magoado, frustrado e até decepcionado e eu senti-me mal por ele –

— A Mindy é uma menina um pouco confusa, talvez ela só quisesse alguém para ter algo sério.

— Eu entendo que eu estava afastando-a de mim com meu medo de ir enfrentar um relacionamento sério com uma menina tão nova, mas ela sempre demonstrou entender quando conversávamos, eu não imaginava que ela estivesse na verdade confusa.

— E como você esta em relação a ela ter.. hm.. transado com Collin? – perguntei envergonhada –

— Ah, um tanto furioso, um pouco chateado, mas como eu disse, a curiosidade é normal e nós não tínhamos nada que denominasse namoro não posso exigir que ela fosse fiel a mim.

— Entendo, mas ela gosta muito de você, espero que ainda consiga perdoa-la. – Falei sincera –

Fomos momentaneamente interrompidos por um garçom trazendo a nossa pizza de mussarela e duas latas de coca cola, naquele momento eu já não estava mais tão tensa ou envergonhada como quando ele me buscou na casa de tio Jeremy, ainda estava sem fome desde o ocorrido mais cedo, Christian como todo homem atacou seu primeiro pedaço rapidamente.

— Ei, come. – Ele falou vendo que eu estava no meu primeiro pedaço, enrolando como uma criança que não queria comer. –

— Estou um pouco sem fome. – Falei envergonhada –

— Você precisa comer Angel.

— Tudo bem, dois pedaços é o máximo.

— Aposta comigo quem come mais? – Ele pediu sorridente –

— Há, eu perderia com certeza.

— Tudo bem, então dois pedaços e eu não lhe perturbo mais.

Comi os dois pedaços quase empurrados, Christian sempre falava sobre algo aleatório mas eventualmente sem perceber voltavamos ao ponto onde falávamos de Mindy e Justin, onde ficávamos novamente ambos cabisbaixos, descobri que ele era um bom amigo, talvez um amigo para se chamar de Melhor amigo.

— É tão estranho o fato dele nunca ter comentado com ninguém sobre os pais biológicos, uma noiva. – Falei em meio a um dos assuntos -

— Sempre soubemos que ele havia conhecido os pais biológicos, mas, acabou se tornando como se ele tivesse duas vidas e quando ele estava conosco ninguém nunca comentava sobre sua vida com seus pais biológicos e automaticamente ele guardou para si próprio tudo sobre isso, incluindo um noivado. Se fosse qualquer outra pessoa me contando isso, eu daria minha vida a dizer que isso era mentira, mas como é você e como ele afirmou, eu fico sem palavras. – Ele disse ainda chocado –

— É, eu queria tanto que fosse mentira. – Murmurei tristemente – Nós estávamos tão bem, ele estava começando a confiar em mim a ponto de me contar coisas sobre sua vida pessoal, coisas que ele sempre desviava ao entrar no assunto, mas agora tudo foi para o ralo, de uma só vez.- Falei decepcionada –

— Ei calma – Senti quando ele pegou minha mão que estava em cima da mesa e acariciou-a calmamente – você é nova, tem muito tempo pela frente, muita história, muitos amores, muitas decepções também, mas no fim, tudo fica bem. – Sorri agradecida –

— Obrigada por estar escutando minhas lamentações adolescentes e me desculpe por faze-lo escutar isso. – Ele sorriu –

— Sempre te achei bem madura para a idade, para falar a verdade, todos que estiveram na sua presença acham isso. Não deve me agradecer por isso, você é uma companhia agradável. – Corei violentamente –

— Juro que estava receosa em vir para cá com você. Nunca tínhamos conversado a sós, sempre estávamos acompanhados de alguém. – Falei sem graça e ele sorriu –

— Eu imaginei que fosse ficar receosa em vir me encontrar, sozinha, pensei em ligar para um dos meus amigos  e sair para qualquer lugar mas você é a que melhor entende meu estado no momento, então pensei, não custa tentar fazer amizade, certo? – Sorri –

— Certo!

Ficamos alguns minutos calados, ele olhava-me atentamente e eu me senti envergonhada, seus dedos alisavam os meus ainda em cima da mesa e eu não estava incomodada com aquilo, pela primeira vez pude observar calmamente ele, era um homem bonito, como uma vez eu havia comparado, ele não chegava a ser Justin, mas seu físico era incrível, seus braços eram fortes e pela blusa colada ao corpo imaginei que seu abdômen fosse incrivelmente definido, pude ver uma tatuagem pelo grande V que sua camisa branca fazia, seus cabelos eram escuros, um castanho escuro e um pouco bagunçados para o lado esquerdo, ele era definitivamente o homem á qual qualquer mulher molharia a calcinha e ao repara-lo tão bem eu percebi que beijaria seus lábios avermelhados sem problemas. Após aquela enorme analise percebi que ele também estava me olhando de forma analítica, decidi que era hora de ir para casa, eu já estava pensando em coisas demais.

— Christian, acho que precisamos ir. – Falei e ele piscou, saindo de seus pensamentos –

— Tudo bem, vou ir pagar. Só um minuto. – Ele se levantou e eu o observei ir até o balcão –

Naquele mesmo instante o celular em meu bolso vibrou desesperadamente, peguei-o pensando em ser Tio Jeremy chateado por já ser tarde e senti meu coração congelar ao ver o nome de Justin na tela, olhei para o horário e faltavam poucos minutos para a meia noite, joguei o celular em cima da mesa a minha frente e cruzei os braços olhando-o, aquilo era torturante, mas e se eu o atendesse? Seria somente mais uma dor, escutar sua desculpa seria me torturar mais ainda, eu não sabia se poderia acreditar nele naquele momento. Vi alguém parar ao meu lado.

— Isso é tortura Angel. – A voz de Christian falou reprovativa –

Vi quando ele puxou o celular de cima da mesa e segurou o botão de desligar, logo escutei o toque morrer e quando ele estendeu o celular para mim a tela estava escura, suspirando eu o peguei de volta, talvez essa seria a melhor opção até que eu estivesse pronta para escuta-lo e poder acreditar no que ele tinha a falar. Christian estendeu a mão para mim carinhosamente como se quisesse me tirar do devaneio em que eu estava.

— Quer bala? – Perguntou sorrindo de lado, percebi que ele já estava com uma na boca –

— Sim. – Murmurei pegando a bala de sua mão e logo a coloquei na boca –

— Vamos? – Assenti e ele puxou minha mão agora me ajudando a levantar –

Ele caminhou até a porta de mãos dadas comigo, seus dedos não estavam entrelaçados nos meus mas ele segurava minha mão, aquilo foi estranho, mas ele estava visivelmente sendo cavalheiro e eu não quis estragar a agradável noite que estávamos tendo. Saimos embaixo da chuva mesmo, não estava tão forte mais podia sentir molhar meu corpo, a blusa de Christian rapidamente ficou transparente e assim que chegamos ao carro ele abriu a porta para que eu entrasse primeiro e correu para o seu lado. O local estava deserto, as únicas pessoas ali eram os fregueses da pizzaria que saiam praticamente junto conosco.

— Angel. – Christian chamou minha atenção enquanto eu olhava para um casal já adulto correrem na chuva – Esta bem? – Ele perguntou virando-se para mim –

— Olha, eu diria que essa pergunta é um pouco difícil de responder. – Sorri para ele e ele retribuiu –

— Tudo vai ficar bem.

O observei novamente, ele estava próximo, de frente para mim, me peguei observando seus lábios avermelhados e sem se quer perceber o ato eu mordi meu próprio lábio e corei ao ver que ele me observava atentamente, ele aproximou mais seu rosto do meu e eu rapidamente suspendi minha respiração, ele iria mesmo fazer aquilo? Eu estava tremula e amedrontada, mas assim que vi seus lábios próximos o suficiente para beija-los eu agi no impulso, colei meus lábios nos dele em um selinho e ele pareceu tão surpreso quanto eu com aquilo, afastei-me e nos encaramos chocados por alguns segundos. Me senti traindo Justin naquele momento, mesmo quando não tínhamos nada, mesmo quando ele era NOIVO.

 Mal pude saber quanto tempo ficamos nos olhando mas quando Christian atacou meus lábios novamente, agora beijando-me de verdade, minha única reação foi retribuir seu beijo com tamanha intensidade a qual ele me beijava também. Uma de suas mãos voaram para minha coxa e a apertaram enquanto a outra tocou minha nuca, seus dedos estavam gélidos pela chuva e pelo vento lá de fora e aquilo me arrepiou dos pés á cabeça fazendo-me arfar contra seus lábios, aquilo pareceu acende-lo, seus lábios, sua língua, tinham o gosto ardente da bala halls preta mas tudo ficou na verdade mais gostoso ainda com aquele gosto. Quando por impulso levantei-me ficando praticamente debruçada sobre ele suas mãos agarraram minha cintura e puxaram-me para seu colo, sentei-me sobre suas coxas e ainda sim pude sentir a ereção se formando abaixo de mim, aquilo me fez ficar molhada e senti o formigamento já conhecido entre minhas pernas, rocei minha intimidade coberta apenas pela calcinha em seu membro coberto pela calça e gemi contra seus lábios, prendi seus lábios entre os dentes e os mordisquei, escutei ele arfar e arranhei sua nuca.

Meu coração batia acelerado, aquilo era uma loucura, uma loucura bem gostosa e a adrenalina se apossava de meu corpo por inteiro. Quando seus lábios desceram para meu pescoço fazendo-me ficar mais arrepiada ainda minhas mãos desceram sem que eu tivesse consciência daquilo e desabotoaram sua calça, sem se quer tirar os lábios de meu pescoço ele ajudou-me a empurrar um pouco a calça para baixo, assim que pude roçar minha intimidade em seu membro agora coberto apenas pela cueca ele gemeu junto comigo, seus lábios no momento estavam colados em minha orelha oque me fez escutar seu gemido rouco com mais voracidade e aquilo me fez piscar, ele mordiscou minha orelha enquanto sua mãos agarraram meu quadril puxando-me mais de encontro a seu membro.

Angel... – Ele gemeu contra minha orelha quando comecei a rebolar sobre seu membro –

Suas mãos adentraram meu vestido e apalparam minha bunda arranhando-a, joguei a cabeça para trás fechando os olhos e deixando meu corpo a sua disposição, seus dedos afastaram minha calcinha para o lado da maneira que pode e quando menos esperei senti dois dedos penetrando minha entrada, gemi alto e aquilo pareceu anima-lo.

— Porra, você é apertada. – Ele falou assim que tentou enfiar o terceiro dedo e foi esmagado dentro de mim –

— Chris... – murmurei sentindo-o meter levemente os dedos em mim –

Quando ele percebeu o quão molhada eu estava e o quanto seus dedos deslizavam facilmente para dentro de mim ele passou a enfia-los o mais rápido que pode e aquilo me levou ao inferno fazendo com que eu sentisse meu corpo pegar fogo, afundei minha cabeça em seu pescoço entre os gemidos e mordi fortemente, iria ficar marcado mas tudo que ele fez foi jogar a cabeça para o lado e expor todo seu pescoço para que eu fizesse oque quisesse, recebi prontamente seu pedido e lhe deixei chupões conforme seus dedos iam me dando tal prazer. Quando seus dedos afastaram-se de mim eu afastei-me de seu pescoço e apalpei seu membro ainda dentro da cueca, sua mão em minha bunda a apertou e a outra em minha coxa a arranhou. Puxei seu membro para fora e deixei-me ver aquilo, era grosso, não pude deixar de comparar com o de Justin, era o único que eu já havia visto, o dele era um pouco maior, alguns poucos centímetros, mas o de Christian era grosso, mordi o lábio ao ver o quão melado sua glande estava e eu quis chupa-lo, passei a língua nos lábios e ele soube na hora oque eu estava imaginando mas não tínhamos espaço para aquilo. Seus dedos afastaram minha calcinha novamente e quando senti sua mão em meu quadril puxar-me para frente, sentei-me em seu membro, não entrou tudo, apenas sua glande melada e ambos gememos.

 Christian empurrou meu quadril mais para baixo e eu não demorei, sentei de uma só vez, o vi jogar a cabeça para trás e senti minha intimidade apertar seu membro grosso, comecei a cavalgar lentamente sobre ele, rebolando e sentindo cada centímetro do seu membro entrar. Imaginei que talvez fosse o perigo e a proibição a qual estivessem me excitando tanto, não que o homem e o físico do homem a minha frente não estivessem ajudando totalmente em toda aquela minha excitação.

Cavalguei com empenho sobre ele, tudo que podíamos escutar ali eram seus gemidos e os meus misturados, seus gemidos eram quase urros, um som delicioso a se escutar, ele me ajudou nos movimentos segurando firme em meu quadril e eu pareci uma pena de tão leve quando ele praticamente fazia todo o trabalho enquanto eu apenas rebolava recebendo-o dentro de mim, descobri que vir de vestido havia me ajudado bastante naquele momento. Christian empurrou-me fazendo com que seu membro saísse de dentro de mim e jogou a cabeça para trás respirando fundo, pelo seu aperto em minha cintura eu percebi que por pouco ele não havia gozado e ao sentir minha intimidade piscar eu descobri que precisava daquilo dentro de mim novamente e que estava tão próxima de gozar quanto ele. Ele puxou a carteira do bolso da calça e pegou a camisinha de morango, em poucos movimentos rápidos ele já estava deslizando-a sobre seu membro ereto em minha frente, sem esperar ele puxou-me novamente e se afundou em mim, aquilo foi oque eu precisava, ele estocou sem dó, e eu arranhei as partes de seu corpo que eu consegui principalmente a nuca, quando gemi alto gozando em seu membro ele apertou meu quadril e estocou fundo gozando também. Respiramos fundo e eu enterrei meu rosto em seu pescoço tentando fazer meu coração voltar a bater normalmente.

— Angel. – Ele murmurou em meu ouvido –

— Hm... – foi tudo que consegui pronunciar –

— Quer ir para minha casa? – Sua voz saiu envergonhada, mas para mim foi apenas algo que me fez acender novamente –

—Vamos!

Parecia que a noite não havia terminado ali e principalmente que minha consciência ainda não havia retornado.



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