História The Guardian - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 657
Palavras 3.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 29 - Estou apaixonado agora.


Residencia Bieber – 04:30AM

 

—  Angel, eu estou perdidamente apaixonado por você! Se eu soubesse oque é o amor eu poderia até mesmo dizer que te amo, hoje enquanto via você beijar outras pessoas, eu percebi que não posso suportar isso. Eu sei que não tinha o direito de reclamar ou me impor quanto a isso, mas agora, eu quero ser o único a fazer todas essas coisas, te beijar, te tocar, te abraçar e estou disposto a aceitar que estou apaixonado agora e que não tenho mais para onde fugir.

Cinco minutos depois daquelas palavras eu ainda não sabia oque responder, calados enquanto ele esperava que eu pudesse responder algo a ele, mas as palavras com coerência haviam sumido dali. Interiormente eu gritava, mas ali, para ele eu simplesmente estava como uma estatua. Eu estava perdidamente apaixonada por ele e já havia aceitado isso a um bom tempo, talvez no dia em que o vi com outra na cozinha da casa de sua mãe. Vi que a expectativa de que eu retribuísse aquilo já estava sumido de sua expressão, ele se levantou de cima de mim e se sentou na cama visivelmente abalado, me perguntei se ele havia se arrependido de me contar aquilo. Ele passou a mão nos cabelos e preparou-se para levantar, o medo de que ele desistisse de mim, que ele quisesse parar de gostar de mim por eu não ter respondido nada me abalou e antes que ele pudesse se por de pé por completo eu peguei sua mão, ele me olhou surpreso e voltou a sentar, me pus sentada também com a coberta da cama cobrindo meu corpo nu e o olhei nos olhos, eles agora estavam curiosos.

— Justin. – Tentei encontrar as palavras, elas definitivamente haviam me deixado, fechei os olhos respirando fundo e quando os abriri. Justin estava próximo de mim, sua mão tocou minha bochecha e seu polegar acariciou a região – Eu te amo. – Murmurei, o único sentimento que se apossava de mim –

— Oque você disse? – Ele sorriu de lado –

— Eu já passei da fase em que aceito que estou apaixonada por você, eu já estou na fase em que te amo incondicionalmente. – Falei encarando seus olhos brilhantes 

Seus lábios colaram-se aos meus, seus dedos enterraram-se nos cabelos de minha nuca puxando-os sem pressão, seus lábios encaixaram-se perfeitamente nos meus, ele debruçou o corpo por cima de mim e eu me deitei novamente no colchão da cama, deixando-o beijar-me, sentindo seus lábios sobre os meus, sua língua dançando com a minha. Sua mão livre segurava o peso do seu corpo para não cair sobre mim e eu apenas o abracei, acariciando-o as costas, a cintura, sentindo-o junto de mim. Quando seus lábios deixaram os meus tudo já estava quente novamente, jurava que iriamos entrar em outra onda de prazer mas ele deitou-se ao meu lado e puxou-me para seu peito.

— É hora de dormir.

— Não. – Choraminguei – Não quero que a noite acabe.

— Ela não vai acabar, é só uma de muitas. – Ele sussurrou e seus dedos começaram a acariciar minha cabeça –

Seu cheiro estava impregnando o ambiente, na verdade, o cheiro dele estava por todo o quarto e aquilo era como um calmante para mim. Fechei meus olhos deixando-me relaxar, seu corpo quente junto do meu e logo eu já não estava mais no mundo.

Abri meus olhos, meu corpo estava sobre algo, imediatamente fiquei assustada mas ao ver Justin dormindo tranquilamente eu sorri, me perguntei como ele havia conseguido dormir comigo por cima dele daquela maneira, mas pelo modo como seus braços estavam em volta de minha cintura acreditei que ele havia me mantido ali a noite toda.

Algo com um barulho alto me chamou atenção e descobri que aquilo que havia me feito acordar, era o despertador de Justin, com um toque na tela eu consegui desliga-lo, já se passavam das 6:30 e pensei que Justin com certeza ficaria louco ao descobrir que estava tão tarde e que provavelmente perderíamos o horário da escola. Olhei para o homem abaixo de mim, segurando-me firmemente, seus cabelos estavam caídos sobre sua testa, passei minhas mãos e pude sentir a leveza dos fios, macios e soltos, bendito seria se um dia esse homem tivesse filho e viesse com os cabelos como os dele, ri dos meus próprios pensamentos e beijei sua bochecha, ele se remexeu virando a cabeça para o lado e eu beijei seu pescoço, ele abriu os olhos assustado. Sorri para ele e ao me ver ele retribuiu um sorriso pequeno, os olhos quase se fechando novamente, me dei conta de que nunca havia acordado junto dele.

— Bom dia. – Falei baixinho, como se alguém mais estivesse no quarto –

— Bom dia. – Ele retribuiu no mesmo tom– Sei que estamos atrasados. – Ele falou antes que eu pudesse me pronunciar e eu o olhei com o cenho franzido –

— Como?

— Eu quem colocou o relógio para mais tarde, Anjo. – Ele falou como se fosse obvio e eu sorri – Mas agora precisamos levantar, vocês entraram no segundo tempo, não pense que se livrou do colégio, quero-as lá embaixo em 30 minutos.

— Sai de cima dele e me esparramei ao lado, eu não queria ter que sair por aquela porta e dar de cara com mais um dia turbulento.

Levantei-me, coloquei a calcinha box novamente e a blusa de Justin. Ele já havia sumido pela porta do banheiro, provavelmente havia ido fazer sua higiene matinal. Atravessei o corredor para meu quarto, pulando como um canguru, se eu não tivesse acordado com ele abaixo de mim hoje, não acreditaria que todas aquelas palavras que escutei na madrugada passada fossem verdades. Assim que entrei em meu quarto Mindy estava sentada na cama, parecia ainda assimilar que havia realmente acordado.

— Bom dia. – Falei sorrindo –

— Parece que a noite foi boa. – Ela sorriu de volta mesmo com os olhos quase fechados –

— Maravilhosa. – Sorri corando – Se levante, tenho umas blusas extras, pode pega-las para ir ao colégio, se quiser uma calça também pode achar alguma em meu closet. – Falei caminhando em direção ao banheiro e Mindy me olhou incrédula –

— Não acredito que vamos para o colégio. – Ela choramingou –

— Pois acredite e Justin nos deu 30 minutos para estar prontas, melhor levantar.

— Ele é gostoso, mas tão autoritário. – Ela bufou levantando-se e eu não pude deixar de rir do comentário –

Enquanto a agua descia por meu corpo eu não pude deixar de relembrar a madrugada, uma madrugada inesquecível para mim, os toques, as palavras, eu realmente o amava. Momentaneamente a culpa novamente atacou-me com uma espada, eu não sabia quanto tempo podia esconder oque houve entre mim e Christian para Justin e para Mindy, minha mente já estava me culpando constantemente por estar agindo normalmente com Mindy enquanto eu havia traido-a, a culpa acabou com todo o meu humor naquele momento, lavei os cabelos tentando ignorar aquilo mesmo sendo quase impossível. Uma parte de mim estava mais amedrontada com a reação de Mindy, apesar de Justin ser quem eu amo, quem eu quero namorar, eu não havia lhe traído de certa forma, afinal nós nunca tivemos nada sério que definisse que devêssemos respeito um para com outro nesse sentido, já com Mindy, somos Melhores Amigas, e esse rotulo já faz com que eu tenha sido uma merda.

Batidas na porta me fizeram sair do meu devaneio, provavelmente já havia passado da hora de ter saído do banho, me sequei rapidamente e sai apenas de calcinha e sutiã para deixar Mindy entrar logo. Coloquei a roupa, o tênis, penteei os cabelos molhados e meu humor estava abalado para me deixar ter paciência de seca-lo com secador. Tentei afastar o mau humor, a culpa e o medo do que fosse vir talvez em alguns dias e disse para Mindy que iria espera-la na cozinha e assim o fiz.

— Bom dia mamãe Anjo. – Stella saiu da mesa vindo em minha direção com os braços abertos -

— Bom dia Meu amor.

— O papai disse que hoje vou polder ir la no tlabalho dele, sabia? – Ela falou animada –

— Eu não estava sabendo disso. – Olhei para Justin e ele sorriu –

— Ela pediu. Mas eu avisei que depois de buscar a Angel você ficara na casa da vovó.

— Ah, é. – Ela bufou e eu ri daquilo a colocando na mesa –

— Quer cereal? – Perguntei mesmo já sabendo a resposta -

— Quero. – Ela sorriu largamente e eu ri –

Mindy desceu logo em seguida, tomou café e após eu colocar o pequeno All Star de cano longo no pé minúsculo de Stella nós fomos, passamos na casa de Mindy para pegar sua mochila, oque não demorou nem mesmo 15 minutos e quando menos esperávamos já estávamos na porta do colégio. Respirei fundo ao lado de Justin, já sentindo o sono me dominar ao lembrar de todos aqueles professores falando coisas chatíssimas, antes a escola era um lugar bom pois o era o único local que meu pai deixava eu ir, hoje, eu só quero ficar com Justin, Stella, meus amigos...

— Tchau Senhor Bieber. – Mindy falou abrindo a porta de trás –

— Tchau, Boa aulas meninas. – Ela virou-se para mim e com a mão levemente em meu queixo beijou-me calmamente –

— OH MEU DEUS. Você beijou ela na boca. – Stella soltou um gritinho fino atrás de nós – Agola vocês estão namolando? – Escutei ela perguntar e gargalhei saindo do carro –

— Se comporte mocinha. – Falei para Stella já do lado de fora –  Ah, tem roupa e biscoito dentro da mochila dela. Boa sorte. – Falei agora para Justin e bati a porta do carro indo atrás de Mindy que me esperava –

— Se o Justin não fosse tão gostoso e educado, eu o odiaria por me fazer vir para a escola hoje. – Eu gargalhei e ela cruzou os braços chateada –

— Eu te entendo, já tentei ter raiva desse homem milhares de vezes por isso, mas não dá. – Falei suspirando e ela me olhou de canto –

— Oque aconteceu de tão bom que você está suspirando a todo instante? – Ela perguntou desconfiada e eu ri enquanto passávamos pelo corredor já dentro da escola –

— Justin disse que está apaixonado por mim. – Falei  corando e ela arregalou os olhos –

— Eu não acredito. Agora agarra que o bofe é teu amiga. – Revirei os olhos com o modo dela de falar e nós rimos, ela era espontânea até mesmo quando estava triste –

Dois toques na porta da nossa sala e a professora rabugenta nos deixou entrar, foi então que começou a tortura. Quanto mais eu queria que as horas passassem e que eu fosse logo embora para ver Justin, mais tudo demorava, até mesmo o intervalo demorou a passar, oque foi um tremendo saco já que Mindy não queria olhar para Collin e ele automaticamente não entendeu nada. Na hora que o ultimo sino tocou informando-nos a saída, eu quase pulei de felicidade, juntei meus materiais na mochila pela primeira vez entendendo o porque de toda pressa de muitos alunos que guardavam tudo rápido demais para se ver livre do colégio, eles provavelmente tinham pessoas importantes, algo importante, momentos importantes a vivenciar além de ter uma vida apenas de estudo, como eu um dia já tive.

— Semana que vem começa os testes, não é? – Mindy comentou ao meu lado –

— Sim, não estou tão preocupada com isso.

— Claro que não, você já sabe tudo que os professores nos explicaram. – Ela disse irritadiça pela minha despreocupação –

— Posso te ajudar.

— Quando começamos? – Ela perguntou visivelmente desesperada por aprender as matérias –

— Podemos começar amanha, após o colégio todos os dias até os testes acabarem.

— Ótimo, você é minha salvação. – Ela agarrou meu pescoço e eu fiquei surpresa com o ato, mas após me sentir confortável retribui o abraço –

Ela saiu a minha frente saltitante, ela parecia estar um pouco mais feliz do que assim que acordamos, fiquei feliz por ela e então sai da sala lembrando-me que Justin provavelmente me esperava lá fora. Corri entre os alunos conversando no corredor e consegui finalmente chegar á entrada/saída do colégio, meus olhos logo me permitiram ver a cena mais linda, Stella estava nos braços de Justin, ele estava recostado na porta fechada de seu carro, ela ria alto, com suas gargalhadas gostosas de algo que Justin dizia também rindo, ambos não viram que eu espiava aquele momento, mas eu paralisei observando-os, o sorriso de ambos não seria esquecido por mim jamais. Forcei meus pés a se moverem levando-me para perto deles cautelosamente, pude ver Stella segurar entre o peito dela e de Justin um ursinho, peludo, um coelho e eu sabia que era novo pois ela não tinha ele até essa manhã, cruzei os braços no peito quando os dois olharam-me sorridentes e fiz uma careta especulativa.

— Pelo visto alguém esqueceu que tinha trabalho hoje e foi passear. – Murmurei e Justin ainda sorrindo assentiu –

— Na verdade, fomos tomar um café da manhã nada saudável no shopping. – Justin falou –

— Sim, comemos donalds anjo. – Stella falou de primeira e eu não pude deixar de rir –

— Justin! – Tentei repreende-lo mais ele sorria tão largamente que eu não pude manter a feição séria para ele –

Após o pequeno dialogo entramos no carro, indo embora de frente a escola, onde muitos curiosos especulavam nos olhando, meninos perguntando oque ele era meu e meninas acenando e sorrindo descaradamente para Justin, algo que me deixou extremamente irritada e me fez entrar no carro rapidamente. Assim que sentou ao meu lado Justin puxou meu queixo beijando levemente meus lábios como havia feito mais cedo, corei com o ato, não estava acostumada a esses afetos de Justin, todas as vezes que tocamos, beijamos um ao outro era com um fogo quase inapagável e agora eu estava recebendo carinhos como selinhos dele.

 No caminho vi sacolas diversas no banco de trás, pela estampa não precisei ser adivinha para saber oque era, eram roupas infantis agradeci a Deus por Justin ter bom gosto e momentaneamente imaginei a cena de Justin e Stella comprando roupas infantis juntos, deve ter sido engraçado.  O carro parou e estávamos em frente a casa de Tia Pattie, vi Stella fazer bico assim que abri a porta de trás do carro e a desprendi de sua cadeirinha.

— Não quero mamãe; - Ela murmurou já com os olhos cheios de lagrimas –

— Mas precisa ficar meu amor, voltamos para te buscar mais tarde.

— Porque eu não posso ir com vocês, eu quero... – Ela abriu a enorme boca a chorar e eu senti meu coração ser esmagado, Tia Pattie veio em nossa direção junto com Justin –

— Meu Deus, por que esta chorando? – Tia pattie perguntou para ela que fazia beiço enquanto chorava manhosa –

— Eu quero ir com a mamãe – ela falou com a voz alterada pelo choro –

— Poxa, a vovó fez um bolo de cenoura com chocolate para você. – Tia Pattie fez cara de triste e Stella fechou a boca, fez um beiço e apenas soluçou visivelmente pensativa sobre o bolo – Eu achei que você fosse gostar de comer bolo de chocolate com a vovó e assistir desenho até a Angel e o Justin voltar para te buscar.

— Ta... eu acho que quelo ir. – Ela respondeu ainda com um bico manhoso, Justin apenas observou a cena e estranhamente estava sério, me perguntei oque havia de errado –

— Então vamos – Tia Pattie pegou-a de meu colo e ao ver os olhos brilhantes pelas lagrimas eu quase peguei-a de volta e desisti de deixa-la –

— Até daqui apouco meu amor. – Beijei sua testa e Justin calado ainda deixou que Tia Pattie a leva-se para dentro entretendo-a conversando –

Entramos no carro e eu me senti incomodada, Justin estava pensativo, automaticamente sério e eu senti aquele frio na barriga pensando no que eu havia feito no curto tempo desde a escola até aqui cheguei a conclusão de que nada que pudesse levar á aquilo. Descemos assim que Justin estacionou o carro na CIA, entramos recebendo olhares curiosos e eu me senti já acostumada á aquilo, Justin foi direto para sua sala e eu fui direto atrás de Anna.

— Oi – Murmurei envergonhada assim que encontrei Anna em uma das salas ali –

— Oi Angel. Entre. – Ela sorriu amorosamente – Tudo bem depois de ontem?

— Bom, acho que a noite ontem foi de grandes surpresas.

— Eu que o diga. – Ela pareceu se perder um pouco em pensamentos e eu não contive minha língua –

— Oque houve? – Franzi o cenho sentando na cadeira em frente a mesa –

— Coisas um tanto quanto estranhas. – Falou ainda meio perdida –

— Quer conversar? – Perguntei envergonhada –

— Eu fui pra cama com a Caitlin. – Meus olhos arregalaram e ela continuou olhando perdida para um ponto fixo – Não foi planejado, fui levar Alline e dei uma carona para Cailtin quando fui deixa-la em casa entramos em uma conversa e quando menos esperei estávamos acordando essa manhã na cama dela. – Eu continuei um tanto surpresa -

— Você já deve estar acostumada a ter esse tipo de relações com mulheres, porque esta tão impressionada?. – Perguntei curiosa, analisando-a –

— Porque eu estou com vontade de repetir, o único problema é que eu nunca repito mais de uma noite com uma mulher. Nunca se quer repeti beijos como se fossem coisas normais, só com você anjinho. – Ela falou agora encarando-me nos olhos e eu fiquei surpresa –

— Ah, então vá atrás dela, tenho certeza que ela também gostou. – Eu falei simplesmente e ela suspirou –

— E se ela não quiser, as vezes ela tem um namorado ou coisa do tipo.

— Tenho certeza que não.

— Mais tarde dou um jeito nisso. – Eu sorri e ela retribuiu – Você tem que parar de ser tão madura para a sua idade.

— Me desculpe. – Falei me levantando e ela riu – Até mais tarde.

— Até mais gatinha.

Eu sai tomando rumo a sala de Justin, com aquele tempo provavelmente ele já deve ter conseguido organizar oque precisava sem mim por perto, passei pela secretária dele, ela me olhou de uma maneira diferente, franzi o cenho sem entender nada e entrei na sala vendo-o falar ao celular durante um tempo e então logo desligou, sentei-me no sofá confortável,  não querendo atrapalha-lo mas logo senti o incomodo de seus olhos sobre mim, tentei não olha-lo mexendo em meu celular mas minhas bochechas queimaram e minhas mãos ficaram suadas.

— Angel! – Ele me chamou, firme e autoritário, ergui meus olhos para ele – Venha aqui. – Como de automático meu corpo respondeu á sua voz, levantei-me e fui parar em sua frente –

Assim que parei ali corada como o inferno suas mãos agarraram meu quadril, puxando-me para ele, cai sentada em seu colo, meus olhos ligeiramente arregalados e pelo seu olhar sobre mim eu sabia que oque ele queria não era exatamente uma conversa. Olhei para seus olhos e seus lábios, intercalando o olhar e ataquei seus lábios que eu mesma pudesse evitar aquilo, meu corpo respondia a exatamente oque Justin queria e mesmo sem palavras eu sabia o que ele queria.

 Justin virou-me, encaixando minhas pernas uma de cada lado de sua cintura e então segurou minhas coxas me levantando junto com ele, minhas mãos agarradas em seus cabelos da nuca, meus lábios sendo devorados pelos dele e meu corpo se acendendo por completo, ele me apoiou em sua mesa de madeira, fazendo-me sentar ali com ele entre minhas pernas, seu membro já estava duro e roçava em minha intimidade fazendo-me ficar húmida em questão de minutos. Seus lábios se afastaram dos meus e eu grunhi em desgosto, escutei sua risadinha próxima ao meu ouvido e seus dentes mordiscaram o lóbulo.

— Você sabia que eu sempre te imaginei nua, em cima dessa mesa gemendo meu nome enquanto eu te faço gozar. – Aquelas palavras me fizeram cravar as unhas em sua nuca – E agora, eu vou fazer exatamente oque sempre imaginei...

— Justin... 



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