História The Guardian - Capítulo 4


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Categorias Candice Accola, The Originals
Personagens Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Hope Mikaelson, Hot, Katrina Adamovich, Mabekah, Originais, Romance
Visualizações 31
Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alerta de Spoiler: este capítulo irá conter cenas um pouco picantes entre mulheres. Se não se sentirem bem com elas recomendo passarem a parte.

Capítulo 4 - Aquela Mulher


Fanfic / Fanfiction The Guardian - Capítulo 4 - Aquela Mulher

ESTADOS UNIDOS, NOVA ORLEANS

Freya apertou a pasta pela ultima vez no almofariz e suspirou andando até a cama de Niklaus. Ela estava quase sem esperanças da recuperação de seu irmão, ele estava a duas semanas sem reagir ela já havia feito vários feitiços mais nenhum tinha resultado.

Ela se sentou ao lado do irmão mais novo e com as pontas dos dedos tocou a pasta gelada, ela traçou uma linha no centro do peito dele enquanto proferia palavras silenciosas. Ela pós o almofariz em cima do criado mudo e olhou Hope que se aproximou.

— Eu irei te canalizar, está bem? — perguntou, querendo a afirmação da sobrinha. Hope assentiu e agarrou a mão da tia. 

— Tem certeza que ele acordará? — ela questionou, sua voz falha e com incerteza. Ela viu cada tentativa que a tia fez para trazer seu pai e nenhuma tinha resultado; ele parecia morrer desacordado o que a atormentava.

— Hope, eu não tenho certeza se funcionará, mas devemos tentar. — ela admitiu à sobrinha que assentiu segurando as lágrimas.

A bruxa fechou os olhos com a mão a cima de seu peito. Ela suspirou de ansiedade.

— A amissa anima est redire ad locum suum, ut dignum poterit... A amissa anima est redire ad locum suum, ut dignum poterit... — ela proclamou. 

Uma energia passou por seu corpo e ela ouviu uma respiração funda. Seus olhos se abriram e ela viu seu irmão o o peito alto e a boca aberta sugando o ar, mas seus olhos estavam fechados o que a decepcionou. O corpo dele voltou ao normal e ela suspirou desapontada.

— Não funcionou, né? — falou Hope, sua visão ficando embaçada pelas lágrimas. 

— Não. — Freya a olhou em um pedido de desculpas.

Freya se levantou e deu um abraço de lado na sobrinha que encostou a cabeça em sua clavícula. A bruxa afagou os cabelos da tribida e beijou sua testa.

Elijah pós as mãos no bolso e se aproximou da cama do irmão o olhando com atenção. A pasta que estava em seu peito havia sido sugada e pelo o que ele leu no grimório isso aconteceria mas seu irmão não reagia. Seu olhar foi para as duas familiares que estavam abraçadas e ele pigarreou chamando a atenção delas que se viraram.

— Não tem mais nada a fazer? — indagou

— Eu não sei, Elijah. Todos os feitiços que sei para curar ou acordar alguém não estão funcionando. 

— Ele não pode estar em um tipo de coma magico? — sugeriu, pontas de esperança em sua voz.

— Não, se ele estivesse com isso eu já teria descoberto. Um coma magico pode parecer algo complicado mais não é difícil de se desvendar. — explicou — Não é isso. É algo mais poderoso, algo que nem a magia de Hope consegue quebrar. 

Elijah a olhou com as duas sobrancelhas arqueadas e passou a mão no maxilar, pensando em alguma forma de libertar o irmão disso.

— Acho melhor o deixarmos em paz até resolvermos isso. — articulou e as duas ouvinte assentiram saindo do quarto. 

Ele olhou uma ultima vez o irmão e suspirou antes de sair do quarto de Niklaus.

☪☪☪

Katrina virou o copo de bourbon bebendo todo o liquido que havia nele, ela se levantou da poltrona e caminhou descalça até a frente do quadro apoiado no cavalete. Era o desenho de uma garota. Ela se lembrava dessa garota, ela salvou a ela e a seu pai a duas semanas; ela somente não entendia por quê o fez. Sim, ela protegia os seres sobrenaturais e com certeza eles eram mas ela não sabia por que foi atraída para lá.

A garota...

A garota era a chave. Eles a queriam de qualquer forma e o pai dela foi a tentar proteger, então ela a sentiu e foi atrás dela que emanava uma energia que as conectavam. A loira deslizou a ponta do dedo indicador pelo nariz da garota na tela. Ela era adorável. Katrina nem fazia ideia de quando pintou isso somente sabia que fazia dois dias, ela acordou e viu o quadro. Provavelmente dormia quando o fez.

Com a mão ela tocou o peito da menina. Ela pode ouvir seu coração. Tristeza. Raiva. Confusão. A garota sentia tudo muito mais ampliado, assim como ela. Ela pode sentir familiaridade nessa garota, se parecia tanto com ela. Confusa e perdida nesse mundo fora do comum.

Uma onda gelada tocou os dedos de Katrina e ela afastou a mão do quadro que virou um pedaço de gelo. A mulher rosnou ao sentir a presença gelada no cômodo.

— Como ousa entrar em minha casa?! — indagou ameaçadora, sem olhar a petulante criatura que entrara em sua moradia.

— Não me importo se é sua casa ou não. — disse a voz feminina, calma e suave como uma pluma.

A loira se virou olhando a criatura feminina a sua frente. Seus cabelos loiros claros quase brancos como a neve, sua pele pálida e gélida, seus traços perfeitos e delicados.

— Não tem medo da morte, Friga. Ouvi dizer que para alguns pode ser dolorosa — zombou com um sorriso torto, a outra mulher riu.

Em um mero milésimo Friga estava colada a Katrina que não se moveu. A mulher gélida aproximou seus lábios deixando-os alguns centímetros de distância.

— Eu não temo a morte, Katrina. Ela não chegará tão cedo para mim. — sussurrou Friga, por fim colando seus lábios no de Katrina.

A loira fechou os olhos e segurou o rosto da mulher que agarrou sua cintura. O halito gélido da mulher invadia sua boca lhe fazendo gemer baixinho; ansiedade e desejo.

Friga se afastou dá guardiã que abriu os olhos com a respiração um tanto desregulada. Katrina sorriu e depositou um doce selinho na boca da outra mulher que em outro milésimo de segundos estava a cima de sua cintura na cama.

Katrina inverteu as posições ficando entre as pernas da mulher gelada que a puxou para um beijo quente e ardente. A guardiã apertou a perna da mulher que ofegou ao seu toque. Katrina se afastou dela descendo beijos por seu colo e a ouvindo gemer.

Katrina rasgou o vestido de Friga que ficou somente com uma pequena calcinha de renda que logo a imortal tirou. Katrina espalhou beijos por sua barriga, ela foi para o seio da mulher e capturou seu mamilo rosado com os dentes a fazendo arquear as costas.

☪☪☪

Hope desceu as escadas e foi em direção a porta da frente. Ela segurou a maçaneta com cuidado para não alarmar as pessoas da casa. Uma  tosse forçada a alarmou e ela viu Marcel e Rebekah a olhando com desaprovação. Ela suspirou derrotada sabendo que seus planos foram por água a baixo.

— O que pensa fazer mocinha? — sussurrou Rebekah, com repreensão. Hope revirou os olhos e cruzou os braços. 

— Eu vou atrás da unica pessoa que pode salvar meu pai — respondeu calmamente — E vocês não vão me impedir. Ele está assim porque me salvou, não irei deixa-lo morrer.

— Então se colocara em perigo? Hope, isso é idiota de se fazer. — falou Marcel — Vamos achar um jeito de salvar Klaus, mas tenho certeza que agora a ultima coisa que ele quer é a filha correndo risco por ele. 

— Eu não estou correndo risco. — ela contradisse — Aquela mulher vai me salvar. — falou com certeza. 

— Que mulher? — indagou Rebekah, a loira cruzou os braços.

— Na noite que meu pai foi atacado uma mulher me salvou. Eu não sei o que aconteceu direito, foi muito rápido nem tive chance de falar com ela, que me olhou e foi embora. — contou a ruiva se lembrando do acontecido a duas semanas.

— O que te da certeza que ela ira te salvar novamente? Seja lá quem for essa mulher não podemos confiar que ela está aqui para te proteger. — disse Marcel e Hope revirou os olhos soltando um suspiro.

— Olha, eu vou de qualquer jeito. Ou vocês vem comigo, ou ficam e me deixam ir em paz. — ela declarou e o casal se olhou — Eu sei que ela ira me salvar, está bem? Não se preocupem. — a garota deu de costas e abriu a porta.

— Vamos com você — falou Rebekah com firmeza e a garota se virou olhando os tios — Mas antes responda. O que te da certeza que ela ira te salvar? — indagou a loira curiosa e Hope suspirou confusa.

— Eu não sei — ela admitiu — Eu simplesmente sinto que posso confiar nela para me proteger. —  explicou Hope recebendo um olhar curioso da tia que suspirou e balançou a cabeça andando até o lado da menina.

— Vamos achar essa mulher então. — sussurrou Rebekah.

Os três andaram lado a lado pela rua deserta do quartel. Hope já estava a estranha, as madrugadas estavam silenciosas a duas semanas. Isso não era comum ao bairro francês.

A jovem tribida se assustou quando sentiu os braços da tia a puxarem. Uma espada foi contra o lugar onde ela estava, formando um buraco no chão. Ela olhou a figura que a atacava e ela era completamente de gelo. Parecia um pedaço de cristal em forma de pessoa, segurava uma espada cortante e brilhante. Isso não era possível, como esse tipo de coisa podia existir?

Hope olhou em volta vendo um Marcellus desacordado no chão. Seu olhar encontrou o da tia que por mas estranho que podia ser estava assustado. O pedaço de gelo humano olhou para elas, um olhar oco e branco que fez a adolescente arrepiar. Talvez a mulher não viessem ou nem existisse.

Ela fechou os olhos e se encolheu quando o viu erguendo sua espada em direção a ela e a tia que estavam abraçadas. O som de gelo se partindo a fez abrir os olhos e ela viu o que não espera.

A mulher loira estava com uma espada vermelha erguida a frente dela e de sua tia para as proteger. A loira usava couro escuro e a única coisa que se destacava era a lâmina de sua espada que brilhava um vermelho ardente.

A mulher desconhecida atravessou a espada em vertical na pedra de gelo que explodiu em pequenos pedaços. A mulher correu para cima de um dos seres e pisou em seu ombro ficando de pé. Com um morta ela rasgou outro pedaço de gelo humano que estava atrás do primeiro ser. Com um mortal invertido ela prendeu as coxas no pescoço do ser e virou arrancando a cabeça de gelo, ela caiu de pé e apertou com mais força a espada.

Ela se virou para a direção de Hope que se afastou de sua tia com esforço – já que a mesma a tentava impedir –, ela caminhou até a frente da loira que a olhou com estranheza.

— Eu me chamo Hope. E preciso da sua ajuda.



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