História The Guardian - Capítulo 5


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Categorias Candice Accola, The Originals
Personagens Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Hope Mikaelson, Hot, Katrina Adamovich, Mabekah, Originais, Romance
Visualizações 24
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - O Saugen


Fanfic / Fanfiction The Guardian - Capítulo 5 - O Saugen

ESTADOS UNIDOS, NOVA ORLEANS

Katrina sorriu para a garota, ela era decidida e firme. Não a temia, pelo contrário, parecia confiar.

— Minha ajuda? No que? — indagou a imortal olhando a pequena ruiva.

— Eu sei que foi você que me salvou naquela noite. Eu não sei o que aconteceu somente sei que meu pai está morrendo e...eu não sei como salva-lo. — ela disse — Por favor, me ajude.

— O que faz você pensar que eu posso salva-lo?

— Eu não sei, somente sinto que posso confiar em você e que você sabe o que fazer. — falou e a loira sorriu.

— Sou Katrina...Aonde está seu pai? — perguntou ela vendo a garota sorrir.

— Obrigado. — a garota agradeceu. — Venha vou leva-la até ele. 

Hope andou rapidamente até o quartel, sabendo que estava sendo seguida pela mulher misteriosa. Ela estava tão feliz que seria capaz de explodir, ela ia provar para sua família que não era uma louca. Ela ficou muito irritada quando contou a sua mãe sobre a mulher e ela falou que ela estava somente perturbada por tudo o que havia. Eles eram vampiros, por que não acreditavam que existiam seres diferentes deles? 

A Mikaelson jovem abriu as portas com um baque. Sua família tinha que acordar para ela poder esfregar na sua cara que estava certa. Hope se virou para a loira que a observava com atenção.

— Eu vou chamar minha família. Por favor, espere aqui. Fique a vontade. — falou a garota, sem esperar uma resposta ela correu escadas a cima. 

Hope adentrou o quarto de Freya, gritando para ela acordar. Ela fez o mesmo com todos os outros que após alguns minutos desceram com ela, perguntando o que havia acontecido. Eles olharam a mulher loira que os olhava com indiferença.

— Katrina! — cumprimentou Kol se apresando a ir até ela. Ela suspirou revirando os olhos, o moreno pegou sua mão e beijou o dorso abrindo um sorriso malicioso. — Fico imensamente feliz em saber que veio atrás de mim. — sorriu presunçoso. 

 — Não sou o tipo de mulher que perde tempo com coisas inúteis. — ela ironizou tirando uma risada de Freya. O sorriso do moreno desmanchou e o dela aumentou. — Mas não desista! Talvez um dia eu me lembre de você. 

— Esperarei ansiosamente. — sussurrou com malicia.

— Foi para isso que nos acordou, Hope? Para vermos Kol flertar com uma mulher desconhecida. — disse Hayley olhando a filha que revirou os olhos.

— Katrina vai salvar meu pai. — respondeu Hope vendo a mãe abrir a boca para falar algo— Sem perguntas. Somente a deixe fazer e pronto. — a adolescente se direcionou a guardiã. 

— Eu preciso de uma vela. — disse calmamente.

Hope assentiu se retirando do comodo com rapidez. Os olhares dos Mikaelson se voltaram para a porta vendo Rebekah entrar apoiando o braço de Marcel em seu ombro.

— O que aconteceu? — perguntou Freya preocupada com a irmã.

— Ela — apontou para Katrina que deu de ombros — e Hope nos deixaram lá! Eu precisava de ajuda para levantar Marcel.

— Para uma original você é bem fraca, não? — zombou Katrina sorrindo. Rebekah soltou Marcel que se sentou na poltrona. A loira caminho ameaçadoramente em direção a outra loira que a olhou com indiferença. 

— Acho melhor você se calar antes que eu o faça. — rosnou a vampira original recebendo uma risada ríspida da outra loira.

— Tente — desafiou arqueando as sobrancelhas.

— Sua... — começou Rebekah 

— Voltei! — declarou Hope aparecendo e interrompendo a discussão das loiras. Ela foi ao lado de Katrina que sorriu e pegou a vela de suas mãos.

— Aonde está o hibrido? — perguntou recebendo o estranhamento dos Mikaelsons. 

— Sabe quem é meu irmão? — indagou Elijah a olhando com cautela.

— Oh, sim. Quem não conhece o ser mais poderoso da terra? É até ridículo não saber quem é Klaus Mikaelson — zombou. — E seus irmãos . — ela olhou Rebekah com desdem — E a vadia original. — provocou com um sorriso torto, recebendo outro olhar de morte de Rebekah.

— Você é uma vadia! — rosnou Rebekah, novamente, chamando a atenção da guardiã que se virou para a olhar.

— Com certeza! Não dizem que sempre reconhecemos uma as outras? — debochou vendo a vampira abrir a boca para retrucar. 

— Vem Katrina, deixe-me mostrar o quarto do meu pai. — disse Hope puxando a imortal para longe da tia. Ela ouviu a tia rosnar após ter recebido outro olhar desafiador de Katrina. — Por favor, não provoco minha tia ela pode ser bem desagradável quando a desafiam. — pediu Hope.

— Não sinto medo da sua tia. Estou aqui somente porque me pediu. — disse adentrando em um quarto amplo onde viu o hibrido deitado na cama.

Katrina se afastou da tribida e caminhou em direção a cama. Ela olhou o belo homem com o tronco de fora e mordeu o lábios. Ele era lindo. Parecia até um anjo dormindo. A loira se sentou ao seu lado e segurou seu maxilar olhando seu rosto. Ele estava pálido.

— Pode dizer o que ele tem? — perguntou Elijah e ela o olhou.

— Sim — ela respondeu — Seu irmão está morrendo. Na verdade, ele já deveria estar morto. Seu lado vampiro o está curando mas se ele fosse um simples lobisomem não teria tanta sorte. — explicou 

— Como ele pode estar morrendo? — questionou o original mais velho — Somos originais, não morremos por uma espada.

— Claro que morrem. Pode não ser por uma estaca ou facada mas existem outros meios de os matarem. 

Katrina afastou o lençol do tronco dele podendo ver seu abdome, ela acendeu a vela sem nem precisar a olhar. sussurrando STRAGES a vela se tomou em uma cor avermelhada fazendo Elijah estreitar os olhos em curiosidade. 

A loira deixou a vela derreter no centro do seu peito; ao pingar o necessário pós a vela em cima do criado mudo ao voltar seu olhar para o peito do homem ele estava aberto. Katrina enfiou a mão no peito do loiro e procurou aquele maldito saugen. Ao encontrar aquela criatura nojenta que estava presso a uma veia do coração do loiro ela o puxou vendo o loiro abrir os olhos e sugar o ar. Katrina tirou a mão de seu peito e se voltou a vela, falando algumas palavras em latim a chama derreteu a vela criando um recipiente onde ela pós o saugen que queimou.

Ela olhou o hibrido que estava com os olhos abertos a olhando com estranhamento. Ela sorriu antes de estender o pulso. Klaus o olhou e Katrina mordeu o lábios ao ver suas veias subirem em torno de seus olhos e seus olhos ficarem dourados. Isso era excitante. Ele a mordeu e ela se mexeu sentindo o prazer invadir suas veias. Suas presas mascando sua pele para afundarem em sua veia a fazia querem gemer mas ela não o fez, aliás, o irmão dele ainda estava ali. 

Klaus a olhou novamente; ele estava excitado, ele podia sentir como ela estava, sentia o cheiro do seu desejo, seu sexo estava em chamas por ele. Sem se importar se seu irmão estava ali, Niklaus soltou seu pulso e em um piscar mordeu seu pescoço a ouvindo suspirar. Suas mãos pesadas segurou com firmeza sua cintura a mantendo contra seu troco nu. Katrina enfiou suas unhas em seu ombro reprimindo um gemido.

— Acho que já é suficiente, não? — sussurrou fazendo Klaus se desvencilhar de seu pescoço. 

— Obrigado, amor. — agradeceu com seu sotaque carregado. Katrina revirou os olhos e se levantou. Ela deu as costas para os irmãos Mikaelsons e saiu do quarto indo até as escadas. 

Os que estavam no patio a olharam com agradecimento e ela assentiu. Ela olhou Kol que olhava sua espada e revirou os olhos, ela foi até ele e estendeu a mão. Kol a olhou e pós a arma em sua mão, ela sorriu. 

— Adeus. — disse olhando a todos. Ela caminhou até a saída do quartel sentindo os olhares curiosos sobre si.

☪☪☪

Katrina adentrou em sua mansão, ela estava escura o que significava o resultado de ter as luzes apagadas. Ela suspirou ao ouvir a respiração de Friga, ela adoraria poder estar sozinha agora mas parecia que sua amiga não deixaria. 

— Por que demorou, querida? — perguntou Friga com a voz em uma falsa preocupação. Katrina virou-se para a mulher que mal podia ver pela a escuridão.

— Estava resolvendo alguns problemas. Entre eles estavam incluídos me livrar de alguns servos da neve. — ironizou Katrina fagulhas de raiva explodindo em seu olhar. 

— Serio, Katrina? Acha que tive algo haver com isso? — questionou Friga com irritação — Eu estou nessa cidade por você. — se aproximou da outra loira segurando seu rosto — Por que eu me importo com você. — Friga colou seus lábios gélidos no da imortal que segurou sua cintura na intensão de aproxima-la mais. 

Friga grunhiu ao sentir algo quente atravessar seu peito. Abrindo os olhos que doíam se afastou de Katrina e a viu com uma cara de indiferença. Friga sentiu suas pernas pesarem e caiu sendo pega pela cintura pela imortal. A rainha sabia o que estava acontecendo, Katrina a havia apunhalado com a adaga das chamas. Ela estava lhe dando sono.

— P-por que fez isso comigo? — indagou em um sussurro — E-eu, eu gosto de você... de verdade. Eu te amo. — sussurrou sentindo lagrimas imundarem seus olhos.

— Mas eu não te amo. — disse friamente para a mulher que deixou uma lagrima escorrer de tristeza escorrer por sua face. 

A lagrima tocou o chão, mas agora estava gelada e sem vida alguma. 



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