História The Guardian - Capítulo 6


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Categorias Candice Accola, The Originals
Personagens Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Hope Mikaelson, Hot, Katrina Adamovich, Mabekah, Originais, Romance
Visualizações 32
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Alguém em Quem Confiar


Fanfic / Fanfiction The Guardian - Capítulo 6 - Alguém em Quem Confiar

ESTADOS UNIDOS, NOVA ORLEANS

Klaus andou até a mesa de jantar onde já estava servido o café e se sentou recebendo os olhares dos integrantes da família presente.

— Bom dia, pai! — disse sua filha dando lhe um beijo na bochecha. Hope sentou se na cadeira que ficava a sua direita.

— Bom dia, Hope. — disse com calma enquanto era lhe servido sangue no copo. — Alguém pode me dizer quem era aquele mulher? — perguntou Klaus com a mesa já composta por sua família.

— Katrina. — respondeu Hope.

— Por que ela me salvou?

— Não sabemos muito bem, mas, parece que foi porque Hope pediu. — disse Hayley. — Ela se pôs em perigo somente para salvar você.

— Você o que Hope? — Klaus a olhou com desaprovação.

— Eu sabia que Katrina ia me salvar. — disse a garota comendo um morango.

— Oh, sim. Tenho certeza que você sabia por isso estava tão assustada quando uma pedra de gelo quase nos cortou ao meio. — ironizou Rebekah e Hope revirou os olhos.

— Exatamente, foi quase. Mas Katrina apareceu e nos salvou.

— Não precisávamos dela. Eu daria um jeito — falou a loira fazendo a sobrinha rir.

— Sim, por isso que você estava encolida me abraçando. — retrucou a garota ganhando o olhar mortal da tia. Ela deu de ombros. — Eu gostei dela. — comentou.

— Para mim ela é uma vadia totalmente egocêntrica e controladora. — rosnou Rebekah.

— Descobriu isso somente a vendo uma vez? — debochou Marcel — Rebekah, pare de ser dramática, está bem? Eu também gostei dela.

— Você o que?! — questionou incrédula.

— Eu gostei dela, ela parecer gentil. — repetiu calmamente vendo a companheira bufar.

— Vocês homens são tão idiotas, não sabem nem reconhecer uma vadia quando veem uma.

— É como ela disse: “Uma sempre reconhece a outra” — zombou Kol recebendo um olhar mortal da irmã.

— Seus idiotas! Tenho certeza que se ela abrisse as pernas para vocês, vocês cairiam de joelhos.

— E de boca também. — adicionou Kol com um sorriso malicioso, Rebekah revirou os olhos e Klaus riu.

— Hayley, você não concorda comigo? Ela é uma verdadeira vadia, não? — Rebekah procurou apoio na lobisomem.

— Com certeza, ela tem cara de vadia — confirmou Hayley e Rebekah sorriu vitoriosa — Mas você também. — zombou fazendo a loira arquear a sobrancelha.

— Freya? — falou Rebekah procurando o apoio da irmã mais velha.

— Ela me pareceu ser uma boa pessoa por ajudar Niklaus. Se fosse qualquer outra pessoa teria acelerado a morte dele — disse recebendo o olhar do híbrido — Mas eu não confio. Aliás, somente a vimos uma vez e ela me soou muito arrogante. — declarou a bruxa fazendo a irmã mais nova sorrir.

— Nessa família todos são arrogantes — informou Kol — E o maior dentre nós é o Nik.

— Eu acho que meu pai ficaria lindo Katrina. — comentou Hope e o pai a olhou com a testa franzida. — O que foi?! Eu achei que vocês combinam.

— Claro que não! — reclamou Rebekah — Ela não é boa para o Nik.

— Não sei porque reclama depois que meu pai diz que ninguém é bom suficiente para você. — disse Hope — Vocês são bipolares, todos vocês. — sinalizou para todos na mesa — E eu vou sair agora pois não quero pegar essa horrível doença que parece ser de família. — falou a garota pegando a bolsa do chão e saindo do quartel.

— Viu, Rebekah? Espantou nossa sobrinha com suas loucuras. — debochou Kol recebido outro olhar mortal da irmã. Ele deu de ombros.

— E você, Elijah? — começou Klaus — O que acho dessa mulher?

— Ela falou algo estranho ontem. — comentou, recebendo o olhar dos que ainda se compunham na mesa. — Ela disse algo sobre existir outras formas de nos matar sem ser com uma estaca de carvalho branco.

— Impossivel, Elijah. Todas ar armas que podiam nos ferir foram destruídas, entre elas aquele bala de carvalho branco. — proferiu Klaus.

— Não destruímos, Marcel. — informou Kol — Acho que o devemos fazer agora antes que seja tarde. — ironizou vendo o moreno revirar os olhos e o ignorar.

— Temos que ficar de olho nela. — disse Hayley

☪☪☪

Hope sorriu ao ver o rapaz que sinalizou para ela com um belo sorriso nos lábios. A ruiva ao chegar a sua frente foi recebida por um beijo no canto da boca e um abraço. Ela passou os braços pelo pescoço do moreno e o olhou com um sorrisinho. Ela mordeu o lábio e ele sorriu pondo uma mecha do seu cabelo atrás da orelha.

Kaleb se aproximou dela devagar e com delicadeza colou seus lábios lhe dando um vasto beijo. Hope segurou sua nuca e ele apertou mais sua cintura a aproximando de entre suas pernas

Ambos se afastaram se olhando com sorrisos.

Hope e Kaleb se conheceram quando ela tinha voltado para Nova Orleans. Estava em seus pelos 12 anos de idade. De início eles foram amigos – por ambos serem seres sobrenaturais e terem origens da mesma linhagem de lobisomens –, e quando Hope completou 16 anos, no dia do seu aniversário ele a pediu em namoro e ela aceitou de imediato.

— Estava com saudades de você. — ele sussurrou e beijou o braço dela. A Mikaelson riu de leve e pôs a mão em seu ombro fazendo com a ponta do dedo indicador círculos imaginários.

— Pare de ser bobo — ela disse sorrindo —, nós vimos ontem.

— E somente por isso não posso sentir falta da minha namorada? — ele brincou — Vou pensar que não sente minha falta, já que me chama de bobo por dizer que estava com saudades. — disse manhoso e a tribida sorriu acariciando sua bochecha.

— Claro que senti sua falta, somente acho que você é muito dramático. — falou vendo o rapaz revirar os olhos.

— Tenho uma proposta para você. — ele disse, segurando em seus braços e a fazendo se sentar na banqueta que estava atrás dela.

— Que proposta? — perguntou Hope gentilmente.

— Bom, meus pais fizeram hoje uma viajem para Baton Rouge e eu queria saber se quer ir para minha casa. — falou direto e Hope o olhou surpresa.

Ela sabia o que ele queria e, ela seria mentirosa se falasse que não queria ter relações com ele. Ela sabia que podia confiar no namorado-amigo. Kaleb notando a expressão da namorada quis contornar a situação.

— Desculpe, não quero apressa-la em nada. Se acha que não está...

— Eu aceito. — ela o cortou, falando aquilo com um sorriso.

— Você tem certeza disso? — perguntou — Não tem problema algum nos esperarmos mais tempo se quiser. — ele sorriu de leve e ela se inclinou rapidamente beijando sua bochecha.

☪☪☪

Katrina se levantou do chaise ao ouvir baterem na porta. Ela pode identificar como sendo Hope pelo seu odor. Indo até a porta ela abriu vendo a garota a olhar com um sorriso. Involuntariamente ela sorriu para aquela doce garota.

— Entre Hope. — disse dando passagem para a garota que assentiu e entro na mansão.

Hope olhou em volta da mansão admirada. Além de sua família ela não conhecia outras pessoas apegadas a o estilo de séculos passados.

— Você mora aqui sozinha? — perguntou voltando a olhar a vampira que assentiu com um sorriso.

— Eu gosto da solidão. — a garota revirou os olhos como resposta.

— Ninguém gosta da solidão — disse, enquanto Katrina a guiava para uma sala ao lado —, somente se adaptam a ela. — falou e Katrina sorriu.

— É, Hope. Eu me adaptei a ela, me adaptei tanto que comecei a gostar de estar só. — disse se sentado a frente da garota.

— Não precisa estar só.

— Sim, eu preciso. — disse Katrina sorrindo de lado.

— Você me lembra ao meu pai. Ele sempre achar que fazer as coisas sozinho será o melhor. Mas não é. Ele sempre se machuca quando tenta salvar todos da sua forma, e a sua forma sempre envolve fazer coisas erradas. E não dá muito certo. —  falou Hope e Katrina sorriu.

— Então não sou tão parecida com ele — declarou —, tudo o que eu faço sozinha da certo. — sorriu presunçosamente e a pequena ruiva revirou os olhos claros.

— Impossível algo dar certo se estamos sozinhas, Katrina. — contrariou vendo a imortal mais velha a observar com...admiração? — Bem, eu não vim falar sobre estar sozinha ou não, eu... — Hope corou diante o olhar curioso de Caroline —, eu quero te perguntar uma coisa.



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