História The Guardian (Michaeng) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, TWICE
Personagens Chaeyoung, Mina, Sehun
Tags Chaeyoung, Michaeng, Mina, Twice, Yuri
Visualizações 52
Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Sobrenatural, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tenham uma boa leitura!

Capítulo 3 - Eu sou real


Fanfic / Fanfiction The Guardian (Michaeng) - Capítulo 3 - Eu sou real

“Percebo que ela está quase para acordar, em questão de segundos desapareço dali, não seria bom para ela se me visse agora que ainda está no hospital, por enquanto, vou vigiá-la e protege-la de longe, mas em pouco tempo, ela saberá de minha existência.”

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(Visão da Chaeyoung)

*Se passa uma semana*

Finalmente estou de alta, fiquei em observação por uma semana no hospital. Fiquei sabendo através de noticiários na TV que o taxista morreu no próprio acidente, ainda não sai da minha cabeça de que uma espécie de anjo me salvou aquele dia. Eu sou uma pessoa muito religiosa e acho que devido ao stress do momento eu possa ter visto algo, até porque algumas pessoas filmaram o ocorrido, quando passou na TV foi claro de que eu apenas cai no asfalto.

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Hoje era um dos piores dias que Chaeyoung tinha em sua vida, afinal, era 18 de Maio, aniversário de morte de seus pais. 

Seus pais haviam morrido há 3 anos atrás quando Chaeyoung tinha apenas 15 anos de idade, eles morreram devido ao acidente de carro no qual Chaeyoung também estava presente. Para ela, estar viva é apenas uma sorte, mal sabe ela que há 3 anos atrás o guardião de seus pais poderiam salvar apenas uma pessoa e seus pais havia dito para que apenas Chaeyoung vivesse, desde sua infância ela já está destinada a viver uma vida sobrenatural.

Chaeyoung foi criada pelos seus avós, mas eles não ligavam muito para ela, então sempre foi solitária e com poucos amigos, atualmente possui 18 anos e se sente sozinha no mundo, já pensara várias vezes em se matar, mas não conseguia completar o ato.

"Algum dia eu realmente serei feliz?", esse sempre é um dos primeiros pensamentos de seus dias.

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(Visão da Mina)

Eu definitivamente não sei como vou fazer para me apresentar a Chaeyoung, agora que ela voltou para sua casa, tenho que tentar me aproximar dela.

Estou em frente sua casa e com muito receio de entrar lá. Me sento em frente a casa e fico olhando para o movimento da rua, as pessoas andando pelas calçadas, carros passando, crianças correndo e passando por mim sem ao menos me sentir. Tudo parece normal, até que começo a escutar um choro, é incrível como sempre que acontece algo de ruim com ela, todos os meus sentidos são voltados apenas para ela, nesse momento eu consigo escutar apenas ela.

Logo me desespero e vou atrás dela, passo pelas paredes de sua casa, até chegar a porta de seu quarto, vou abrir a porta, mas paraliso ao escutar ela chorando e dizendo:

-- Por que sempre comigo? Não é muita coisa pra uma pessoa só?

Sinto vontade de chorar ao escutar essas palavras, lágrimas começam a rolar em meu rosto. Fecho meus olhos e tento pensar em algum momento feliz de minha vida quando eu ainda era humana e tento passar esse sentimento bom para ela, mesmo ainda estando distante dela.

-- Eu não quero mais viver, se for pra viver assim, não preciso dessa vida. - Ela diz isso aos prantos.

Era minha hora de entrar e dizer que está tudo bem, que essa fase vai passar, apesar de não saber exatamente o motivo de ela estar assim. Fecho meus olhos, respiro fundo e penso "Eu consigo fazer isso", com os olhos ainda fechados passo por sua porta, abro meus olhos e a vejo chorando, sentada no meio do chão de seu quarto, de costas para mim. 

Quanto mais me aproximo dela, mais sinto uma vibração no meu peito, é difícil explicar esse sentimento. Ajoelho-me perto dela, estou exatamente atrás dela e lhe dou um abraço.

Algo estranho acontece no momento em que meu corpo entra em contato com o seu. É como se eu tivesse tendo visões do passado dela. Estou vendo um casal e uma garota de aproximadamente 13 a 15 anos de idade em um carro, o carro está em descontrole e posso ver o desespero dos pais e da criança, ele está prestes a cair de um viaduto, "Por favor, salve ela", olho para aquela cena e vejo um guardião a segurando e a tirando do carro, no mesmo momento que o guardião salva a criança o carro cai do viaduto e os pais morrem.  

O guardião olha para a garota e diz:

-- Foi por você. - A menina olha para o guardião com um olhar vidrado.

Em questão de segundos o guardião começa a se dissipar, no mesmo instante entendo o motivo, querendo ou não seu protegido com certeza era o pai da criança e como ele preferiu salvar a criança, quebrou uma das regras "não mate seu protegido".

Depois disso minha visão volta ao normal e estou novamente no quarto da garota, estou abraçada com ela, aqui nessa atmosfera pode ter sido por segundos, mas eu tive a impressão de que demorou. 

Ela está de olhos fechados, agora entendo o motivo de seu desespero, retiro meus braços dela e digo:

-- Está tudo bem.

Ela arregala seus olhos ao abri-los, afinal, ela achara que estava sozinha naquele quarto, assustada ela dá um grito e se vira para mim. 

-- Quem é você? - Ela fica desesperada a me ver, mas entendo sua reação.

-- Fique calma.

Percebo que ela pega seu celular e desesperadamente começa discar o número da polícia. Não tenho outra escolha a não ser fazer alguma demonstração de meu poder. Coloco-me de pé, fecho meu olho, pode não parecer, mas eu estou muito nervosa com essa situação.

"Por favor, apareçam".

Penso nisso e em questão de segundos, sinto minhas asas aparecendo em minhas costas. Posso ver o espanto de Chaeyoung ao ver isso, ela abre sua boca e seus olhos abrem ao ver minhas asas. Olho para um espelho que esta do meu lado e posso ver minhas asas, são lindas e negras, olho para ela e lhe mostro um sorriso.

-- Eu devo estar delirando, mas é o delírio mais lindo que eu já tive.

-- Eu estou aqui por você.

Ela se levanta e chega próxima a mim, ainda maravilhada com o que está vendo, passa sua mão direita sobre meu rosto.

-- Eu posso te sentir. - Diz Chaeyoung.

-- Eu também. - Sorrio e fico maravilhada com o fato de que também posso senti-la.

Ela se espanta e dá um pulo para trás, fico sem entender sua ação, mas logo ela volta a dizer:

-- Suas asas são negras, você não deve ser do bem.

Dou uma risada de leve e a respondo:

-- Preto fica melhor em mim.

Ela faz uma expressão de dúvida e eu volto a dizer:

-- Pode ficar tranquila.

Posso ver um sorriso sair em seu rosto, era exatamente aquilo que eu queria ver naquele momento. Posso vê-la beliscando a si mesma, com certeza ela ainda não está acreditando no que está vendo, eu também não acreditaria se estivesse em seu lugar. Dou um passo à frente e ela um para trás, mas ela acaba batendo uma de suas pernas em uma cadeira e está prestes a cair no chão, em questão de segundos, me tele transporto para perto dela e a seguro, agora ela está em meus braços, posso escutar as fortes batidas de seu coração. 

Aproximo meu rosto ao seu e digo:

-- Sua vida não vai mais continuar a mesma.

Seus olhos se enchem de lágrimas, em um simples movimento, a deixo  de pé, solto minha mão da sua, ela continua paralisada e seus olhos estão vidrados para mim. Dou-lhe um sorriso e um passo para trás, olho para baixo e logo para seu rosto.

-- E aliás, foi eu quem te segurou quando você foi arremessada do carro - Continuo dizendo para ela.

Passo uma de minhas mãos sobre seu rosto e em meu simples gesto faz com que ela feche seus olhos, enquanto ela está de olhos fechados, desapareço do seu quarto como fumaça.

                                                                              Continua.


Notas Finais


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