História The guy next door. (Imagine Huang ZiTao) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Angst, Boss!kink, Daddykink, Exo, Exo Next Door, Hentai, Huang Zitao, Imagine, Imagine Tao, Ot12, Romance, Tao, Você
Exibições 64
Palavras 3.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oI!
Então, eu tô aqui de novo, porque eu sou dessas e sou trouxa e quero vocês fazer sofrer com meus imagine.
Enfim, eu realmente não tô tão bem quanto eu queria, porque eu tô sofrendo com dores de pulmão e isso tá fodendo minhas postagens pelas vezes que eu fico passando mal, buuut, hoje eu consegui fazer isso pra vocês, porque eu sou dessas, Anabel Mello faz tudo por vocês.
Sem mais delongas, e mais demoras, tá aqui, fresquinho acabado de sair mais um capítulo. sz
Boa leitura. sz

Capítulo 3 - I'm gonna keep coming up.


Fanfic / Fanfiction The guy next door. (Imagine Huang ZiTao) - Capítulo 3 - I'm gonna keep coming up.

Olhei então para trás; a respiração de Tao fazia-se sentir sobre o meu pescoço, deixando-me além de profundamente incomodada, profundamente estranha também. O que ele queria dizer com a “altura para estar sozinha”? Era uma altura como todas as outras. Levantei-me então, ficando sentada sobre a cama ao ver seu corpo desnudo. Como eu faria agora? Senti o corpo aquecer no mesmo instante; o seu sorriso abriu-se então, apontando para o meu rosto, novamente aquela praga de ficar corada por tudo, e por nada. Tapei então o rosto com a roupa da cama, queria fugir dali naquele instante e depois da vergonha que tinha passado justamente em frente a Tao, que não parecia de todo incomodado com tal coisa. Engoli em seco, olhando assim o seu rosto que se aproximou do meu.

— Não te lembras, pois não? – Quê? Onde ele queria chegar com tudo aquilo? Acenei de forma negativa com a cabeça em resposta a este. – Não mesmo? Eu não te pareço familiar? – Quê, novamente uma pergunta sem sentido? Claramente que ele parecia familiar a mim e não somente a mim, a dezenas de milhares de fãs.

— É, mas pela sua fama. Eu não me recordo de mais nada, desculpe.

— ... Como tu és lerda.

Levantou-se então por completo, porém eu, sem saber como, estendi a mão e segurei seu pulso, puxando-o assim para mais perto de mim. “Onde quer  chegar com tudo isto?” questionei, sentindo então a minha mão ser retirada com a do outro. “A lado nenhum. Nunca mais me apareças à frente.” Completou então, saindo pela porta da frente do quarto. Que raio de conversa era aquela? Não conseguia entender, bom, talvez eu não quisesse de todo entender ao certo o que se passava por me querer iludir o máximo que conseguia. Eu não queria acreditar na verdadeira natureza dele, muito menos que ele realmente era tão monstruoso quanto mostrava assim ser. Porquê? Eu nunca tinha feito nada de errado, eu era simplesmente uma pequena menina que estava tão ou mais perdida do que o que as pessoas alguma vez conseguiam imaginar. Voltei então a atirar-me para as mantas, fechando assim os olhos enquanto na janela da frente, Sehun continuava a observar. Medo, eu estava com tanto medo que algo de errado lhe fosse acontecer que parecia que todo o meu corpo ia assim congelar por completo, ao mínimo movimento que eu fizesse. Será que estava realmente tudo bem com ele?

-xXx-

Era já de manhã, o sol raiava baixo quando me dirigi à cozinha; os rapazes precisam de estar alimentados para o treino daquela manhã, numa sala somente para dança localizada no ultimo piso de casa, que era tão grande que tinha até medo de não conseguir arrumar toda ela num só dia. A bagunça por todo o lado onde eu passava ia se espalhando, mesmo que eu tivesse tudo arrumado desde o dia anterior. Bufei ligeiramente chateada e revoltada com o que estava então a ver.

— Aish, como eles são desarrumados, idio... – adiante de mim, Kyungsoo mostrou-se então. O rosto começou a ficar vermelho por demais, parecia que eu iria explodir a qualquer instante se continuasse perto dele. – B-Bom d-dia, Sr.K-Kyungsoo. – disse, curvando-me em sinal de reverência.

— Sem o Senhor, por favor. E sim, eles são horrívelmente desarrumados, até a mim me faz confusão isso. Enfim, espero que faças um bom dia de trabalho. – Voltei novamente a curvar-me, afastando-me dele, porém a sua mão forte segurou então o meu braço, puxando-me mais para ele. – Onde vais? É por ali os quartos. Cuida do meu hoje primeiro, ainda estão todos a dormir.

— E-Eu preciso de fazer o pequeno almoço, primeiramente, Sr.Kyungsoo. – respondi, remexendo-me ligeiramente  para me tentar soltar dos braços de D.O. – Deixe-me ir, por favor. Eu não posso perder este emprego...

Sorriu então com aquele seu jeito doce e fofo que sempre tinha mostrado, sentou-se em seguida no sofá de pele da sala com vista para a cozinha. Suspirei e voltei-me então para a bancada da cozinha, onde os produtos se encontravam então distribuídos previamente. Mal podia crer que tinha que fazer tanta coisa somente para 12 pessoas. “Assh, que bando de esfoemados, aigoo.” Pensei para mim mesma, pegando então nas facas que estavam a meu dispor. Nessa mesma altura, braços me seguraram pela cintura, ainda que eu estivesse de costas para o em questão. A sua voz ao meu ouvido não deixou qualquer tipo de dúvida restante, Kyungsoo havia se agarrado a mim por aparentemente motivo nenhum. Novamente aquela sensação de tremer dentro de mim, e Sehun estaria na outra casa este dia e o seguinte. Estava preocupada, claramente, porém tal coisa fora o que ocupara menos a minha mente.

O que pretendia ele com isto? As suas mãos frias pousaram sobre as minhas, sem que o seu corpo se afastasse de todo. Que sensação era aquela, tão diferente e fora do comum? Nunca me tinha sentido assim, de forma alguma, muito menos por causa de uma pessoa que era, supostamente, uma estrela a nível mundial. Olhei em direção a este, que permanecia com aquele sorriso tão belo e já vulgar em si. Onde ele queria chegar com toda esta aproximação do nada? Sem motivo aparente? Não sabia, nem estava de todo interessada em saber tal coisa, simplesmente o facto de ele estar ali já era algo bom para mim, já me conseguia sentir mais protegida e mais confortável na presença de Kyungsoo. Se tal era errado? Claramente que era, eu era uma empregada contratada, e somente deveria servir como tal, porém eu não me conseguia ver assim em alturas como estas.

— A-Ah, desculpa-me. Eu não queria de todo abusar, mas a forma como estavas entretida... Deixou-me fascinado, perdoa. – afastou-se então por final, encarando os meus olhos que confusos o olhavam de volta. O que estava ali a acontecer? Porquê aquela reação dele? Assenti simplesmente, informando que não havia problema algum.

Nesse instante, Zi Tao apareceu então, notando a troca de olhares que existia entre mim e ele. Contudo, realmente não compreendia novamente o porquê de este olhar Kyungsoo com aquele olhar semi-mortal, algo do tipo. Parecia estranho, parecia até sem sentido. Este afastou-se logo, e nesse mesmo instante, Huang puxara-me pelo braço para fora daquele sítio até seu quarto, onde me fez sentar sobre a sua cama, enquanto este me olhava assim profundamente nos olhos. Bruto como não o conhecia, este segurou o meu braço até que eu deixasse escapar um ai de dor; seus dedos com certeza iriam ficar marcados em meu braço durante algum tempo.

— Lembra-te porque estás aqui, e acima de tudo, lembra-te de quem te ajudou quando TU precisaste. Sim, isso mesmo, Sehun está enfiado naquela casa sem qualquer tipo de obrigação de tal coisa, para quê? Para tu estares a fazer olhinhos aos teus patrões? Isso faz sequer sentido? Que ridícula tu. Afasta-te deles, senão eu vou despedir-te.

— Tu não és o líder de nada, Tao. Afasta-te dela, ela não tem culpa de nada. – Suho, como somente eu o conhecia por não saber ainda qual o seu verdadeiro nome apareceu à porta, afastando assim o azulado de mim. – Tira as mãos de cima dela, e se queres reclamar com alguém, é com o Do, não com ela.

Este nada mais disse, bufando ao sair. A porta embatera com tal coisa que este iria rebentar a porta sem mais nem menos; como Tao conseguia ser tão diferente da pessoa que eu conhecia através das gravações deles? Dos concertos? Eu realmente não entendia, muito menos as razões pelas quais isto estava a acontecer e ele passasse o tempo todo a agir como se fosse dono de tudo e de todos. Isso era além de irritante, sem sentido algum. Engoli em seco, apertando ligeiramente o punho ao olhar a porta e os seus pertences dentro do quarto onde me encontrava. O outro que permanecia olhando assim para mim tentava entender o que se passava em mim, o que não era de todo fácil.

— Eu sei como te deves estar a sentir, não é fácil nada disto, muito menos o pequeno facto de ele estar a agir como um idiota quando tu não tens culpa de nada afinal. Desculpa, eu não vou permitir que isto continue assim. Ele é teu patrão, não teu dono. – disse, passando a mão por meus cabelos presos devidamente com o elástico.

— Eu até poderia acreditar isso, porém não acho que realmente tal coisa fosse mudar muito. Ele simplesmente não quer saber, ele está pouco se importando comigo, consigo, seja com quem for. Tao só pensa nele mesmo, e tal coisa está a deixar-me mal comigo mesma. Desculpe, mas eu temo que não possa continuar a trabalhar aqui, porém irei testar mais dois ou três dias, se nada melhorar, eu irei então sair desta casa.

Nesse instante, Baekhyun apareceu à porta, Sehun vinha acompanhando este. “Ah, ele está bem, que alívio...” pensei, deixando um sorriso pequeno escapar pelos meus lábios enquanto olhava todos eles. Treino, claramente que era isso, como me poderia eu esquecer de tal coisa? Que tola, eles nunca iriam deixar de treinar mesmo que eu estivesse lá, claro. Eu era somente uma empregada, e isso nunca iria mudar de forma alguma. Levantei-me então, curvando-me ligeiramente a estes ao tentar sair do quarto, porém a mão de Sehun parou-me entretanto.

— Hyung, ela pode vir connosco? Faz algum tempo que nõs não temos ninguém a assistir-nos a treinar... E eu acho que ela ia gostar, não sei... Se ela quiser, claro!

— Ah, sim, pode vir se ela quiser, não me importo com isso. – dissera então o líder do grupo, coisa que me deixou particularmente feliz mesmo que soubesse que teria que olhar o rosto de Tao por mais uns momentos, talvez isso vale-se a pena, se o prémio fosse estar um pouco mais perto deles.

-xXx-

O treino havia já começado, aliás, fazia um tempo já. Kyungsoo parecia cansado, mais do que todos os outros e do que o normal. As suas dificuldades em respirar eram também notórias, sem que eu conseguisse identificar o problema de primeira, porém tudo mudou conforme este me falou então e sua voz fortemente analasada assim como as vezes que fungava se fez então ouvir. Imprudente tonto, como ele pode ter ido treinar naquele estado, constipado até mais não? Provavelmente todo o seu corpo estava agora a doer, e este não conseguia de todo esconder-me tal coisa. A mão pousada sobre seu peito não deixava réstia de dúvida de que este não estava bem, de todo. Tossia imenso, dava até dó de ver o outro naquele estado e não conseguir fazer nada para o ajudar.

— Precisa de ajuda? Não me parece estar assim tão bem, muito menos depois de um treino físico com tanto esforço assim, estando a tossir dessa forma, muito menos estando a tossir dessa forma, que com certeza não lhe faz nada bem. Heh, que imprudentes vocês quando o assunto é dança e a música.

— Cuida dele, por favor.

Conforme olhei para trás... Kris. Aquele cabelo cor de fogo no topo e completamente preto no restante parecia deixá-lo ainda mais tentador do que o que ele já era na realidade. Engoli em seco, vendo então que os restantes se aproximaram então de mim, fazendo exatamente o mesmo pedido que o avermelhado me pedira. Não pude de todo negar, se Kyungsoo não tivesse pedido para continuar o treino por vontade própria. Sei que não era de todo bom, porém a forma e a entrega com que estes dançavam e queriam dar o seu tudo às fãs deixava qualquer sem saber como continuar então a negar-lhe tal coisa.

— Por favor, ---... Eu nunca quis tanto treinar! – “Como eu te negarei agora, hm?” Não negaria, é simples.

— Tudo bem, vá. Se não se sentir bem, por favor pare e venha ter comigo. Se não fizer isso, eu vou ficar muito zangada consigo, na certa, então melhor não testar tal coisa.

Limitou-se então a sorrir, e talvez o melhor depois daquilo fosse eu ir embora do local, então assim que os vi começarem a dançar, saí do local pelos meus próprios pés. Estavam com certeza a preparar um regresso em alto aos palcos, como seria de esperar deles, afinal e mesmo que fossem meus vizinhos, eles continuavam a ser o EXO, aquele grupo mundialmente conhecido que nunca iria desiludir os seus fãs, assim como haviam prometido a todas nós. A música deles era a única coisa que se ouvia então, que fez toda a casa se encher daquela melodia suave e bela de sempre, quer pelas suas vozes puras, quer pelas vozes mais graves e ríspidas dos rappers do grupo. Todas juntas, formavam a harmonia certa para todo e qualquer tipo de música.

Sentei-me então sobre o sofá, nada de novo havia para fazer, pela primeira vez estes pareciam nem ter tido tempo para desarrumar a casa em, que tolos. Apertei ligeiramente o punho, porém naquele instante uma voz se fez ouvir. “Tu estás para trabalhar, não descansar.” Tao, claramente que era ele com sua estupidez aguda de sempre, sua arrogância normal e já vulgar a que eu me tinha acostumado. “Sobe ao meu quarto, vou te encontrar lá. Se mexeres em algo, avisa onde puseste.” Assh, como ele era idiota e me irritava tanto...

“— Não te lembras, pois não? – Quê? Onde ele queria chegar com tudo aquilo? Acenei de forma negativa com a cabeça em resposta a este. – Não mesmo? Eu não te pareço familiar? – Quê, novamente uma pergunta sem sentido? Claramente que ele parecia familiar a mim e não somente a mim, a dezenas de milhares de fãs.

— É, mas pela sua fama. Eu não me recordo de mais nada, desculpe.

— ... Como tu és lerda.”

Aquelas palavras não saíam da minha mente nem por nada. Lembrar-me do que, em relação a este? De onde eu deveria conhecer Tao? Não sabia, não fazia a mínima ideia. Olhei então o azulado, assentindo ao levantar-me e rumar ao quarto privado deste, que se encontrava sempre da mesma forma, completamente igual ao que sempre foi. “Heh, ele nunca mexe em nada.” Sobre a sua mesa, uma moldura chamou então a minha atenção. Parecia ele, uns anos mais novo, sua mãe... Era provavelmente ela, sua mãe que este havia perdido fazia não tanto tempo. Seu armário levemente aberto... O perfume que vinha de suas roupas era agradável, tão próprio quanto o perfume suave de sua pele. Era agradável tal coisa, parecia que o sentia mais presente de mim... “Ossh, que idiota!” o que se estava a passar comigo? Estava eu de facto completamente sã?

— O que eu disse sobre mexeres nas coisas? – “Porra.” Disse para mim mesma, virando-me então na direção dele, quanto... Pow. Ele apareceu precisamente... Só de toalha à minha frente. Novamente o rosto queimar, com certeza estava novamente corada por causa do que estava a aconteceu. – Não precisas de corar.

— Desculpe, eu juro que eu não mexi em nada. – respondi então, porém a camisa pousada sobre a cama dava a informação completamente errada e que desmentia por completo o que eu estava então a fazer ali dentro. – Eu só queria ter a certeza que a sua camisa estaria pronta para quando chegasse, ela parecia levemente amachucada, e eu queria só verificar isso, perdão, Sr.Huang.

— Sem o senhor, pelo amor de Deus. Enfim, se me permites...

Assenti então, afastando-me do local onde este parecia ir trocar de roupa, porém talvez por causa de pensar assim decidi que seria melhor eu sair do mesmo do quarto, não que este estivesse sem roupa alguma, porém provavelmente só estaria a usar a sua roupa interior e seria um tanto vergonhoso para mim se alguma coisa acontecesse e a sua pele ficasse ainda mais exposta. A minha vergonha e tímidez provavelmente só iam tornar tudo pior para mim, porém nesse mesmo instante fui parada pelo seu braço e... A sua toalha caíu. Como previ, estava somente com sua roupa interior, deixando assim todo o restante de seu corpo à mercê de meus olhos. Tentei tapar o rosto, porém não consegui tal coisa porque este não me deixou. O que ele pretendia com tudo isto?

— Não vás embora já... Eu não disse que queria que fosses embora. – disse, roçando o seu lábio com aquele pedaço de metal frio sobre o meu pescoço; parecia além de tentador, tão errado que eu nem mesmo me conseguia sentir limpa com as sensações provocadas pelo Huang.

-xXx-

Noite cerrada, e eu continuava a não conseguir dormir, inferno. Queria entender o porquê de Zi ter feito tal coisa, me ter segurado daquela forma que em nada tinha a ver com nada, na verdade. Queria entender, acima de tudo, o porquê se este permanecer agarrado a mim nos meus pensamentos. Era irritante a forma como este me deixava fora de mim, era irritante a forma como este falava perto de mim, era irritante sua pele quente mesmo depois de um banho ao roçar na minha, era irritante seu lábio incrivelmente atraente com aquele pedaço de metal bem no centro roçava o meu pescoço. Era simplesmente irritante, porque ele me provocava, sabendo que era meu patrão e que eu nunca poderia de forma alguma responder-lhe.

“— Não vás embora já... Eu não disse que queria que fosses embora. – disse, roçando o seu lábio com aquele pedaço de metal frio sobre o meu pescoço; parecia além de tentador, tão errado que eu nem mesmo me conseguia sentir limpa com as sensações provocadas pelo Huang.”

“ASSH, QUE ÓDIO!” pensei ao mesmo tempo que cerrava os dentes, que emitiam um som ligeiro de ranger entre si. Era incrível eu sentir-me assim, porque nunca antes tinha acontecido algo do tipo. À porta alguém batera três vezes. “Sou eu, posso?” ouvi então... Que eu? Qual deles era desta vez? Ele de novo? Engoli em seco, tapando o meu corpo na totalidade mesmo que estivesse sentada sobre a cama. Medo, senti de facto medo que fosse novamente Tao a surgir para me importunar; não sabia se ia ser capaz de resistir novamente aos seus cabelos azuis tom de mar, aos seus lábios daquela forma, muito menos à forma como este me olhava enquanto eu passeava. Não conseguia entender o porquê, porquê é que o meu patrão era assim comigo.

— Posso, ---? Precisamos de conversar.


Notas Finais


perdoa os errinho
to correndo


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