História The Hard Rock Heroes - Capítulo 19


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Duff Mckagan, Guns, Guns N' Roses, Hard Rock, Hard Rock Heroes, Hollywood Rose, Izzy Stradlin, Los Angeles, Rock N' Roll, Roses, Saul Hudson, Slash, Steven Adler
Visualizações 31
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amorxs, como vcs estão?
Não tenho muito a dizer, só preciso agradecer aos novos favs e ao comentário maravilhoso da @skinsrise.
Boa leitura!

Capítulo 19 - Terceiro mês: Young at heart but it's getting much too late


Fanfic / Fanfiction The Hard Rock Heroes - Capítulo 19 - Terceiro mês: Young at heart but it's getting much too late

Eu estava nervosa e aquele era meu terceiro cigarro só nos últimos oito minutos.

- Merda, Duff – aperto os olhos – Por favor, me diga que isso foi completamente irrelevante para você

Fecho os olhos com força, enquanto o peso do que eu havia feito caía como cascatas para cima de mim. A respiração dele está próxima e minha vontade de morrer também.

- Abra os olhos

Acho que o tom imperativo em sua voz faz com que meu corpo, meio que entorpecido na minha mente agitada, faça exatamente o que ele pediu. A primeira coisa que enxergo são seus olhos, e eu sabia que ele não fazia ideia de como lidar com a minha óbvia insegurança... Ele não sabia meus motivos, e muito menos deveria saber. 

Duff abre a boca diversas vezes, procurando palavras para dizer e, quando não conseguia soltar nem um murmúrio sequer, ele balança a cabeça negativamente. Então, quando ele fez isso pela quarta vez, segurei seu rosto entre as minhas mãos trêmulas e movi meus lábios até os dele, para assim, mergulhar no paraíso perfeito que existia ao seu lado.

Eu só queria evitar as perguntas que ele quer fazer, porque eu simplesmente estou cansada de fugir da sua presença. E estou ainda mais cansada de mentir. McKagan não me merece, mas eu sei que ele sabe que meus sentimentos são verdadeiros, por mais que eu não expresse isso como eu queria... Mas, por enquanto, isso basta.

 Então eu deixo que ele me toque mais uma vez, tendo em mente que cada toque, por mais que eu não goste de pensar, pode ser o último.

(...)

Estar nos bastidores, ainda mais no camarim, era um sentimento que uma fã assídua como eu, não poderia explicar. O barulho da plateia britânica enchia o ambiente, e os garotos estavam um tanto animados. Alguns me lançavam olhares maliciosos, mais especificamente Slash e Steven que me flagraram saindo do quarto do Duff, enquanto ele dormia. Só de me lembrar, eu morria de vergonha. Mas, no momento, eu tinha coisas mais preocupantes para lidar.

Preciso assegurar que o sentimento entre mim e ele não seja tão intenso, se não... A quem eu quero enganar? Eu vou sumir, e se ele realmente sentir a minha falta, vai ter que lidar com isso. Ai então Duff terá a chance de ter uma vida normal, com duas filhas talentosas e lindas, que herdariam a beleza estonteante da mãe.

- Você anda muito pensativa

 Eu não o tinha visto se aproximar, logo não estava preparada para encara-lo.  Mas eu tinha que fazê-lo, e com isso torcer para que o tempo varra para longe qualquer sentimento amoroso que ele sinta por mim.

- Eu não estou me sentindo bem, só isso – era verdade, de certa forma.

- Eu fiz algo de errado?

Assim que o encarei, o brilho em seus olhos desapareceu. Mordi os lábios, triste por perceber aquilo. Obviamente algo em minha feição, havia deixado o punk hesitante de repente. Droga, doía em mim vê-lo assim.

- O problema sou eu, não...

- Para com isso, Margot – murmurou secamente – Já sei onde essa frase vai levar.

Neguei com a cabeça, mordendo os lábios com mais força. Eu estava com tanta vontade de chorar... Foi tão bom, mas tão bom... Hoje eu senti que ele gostava de mim também, mas eu era nova demais para sofrer por amor. E ele também. Deus, no que eu me meti?

- Eu gosto tanto de você... – me vi murmurando, a voz embargada – Que dói... Eu...

Então ele me beija, e eu me perco, mais uma vez. O que eu posso fazer? Todas as opções pareciam dolorosas demais.

- Hey, pombinhos – Axl chama e quando me separo de Duff, um sorriso malicioso complementava seu olhar – Está na hora do show, baby

Duff morde meu lábio inferior uma última vez, antes de lançar aqueles olhos brilhosos para cima de mim. Então ele sorri, e meio que não tem como eu não sorrir de volta. Deixo que ele se afaste e acompanhe o pessoal que, com uma bagunça peculiar e um tanto familiar para mim, passam pelos corredores dos bastidores até o palco.

Levo alguns segundos para me recuperar e acabo por segui-los, chegando bem na hora de Axl começar a cantar Welcome To The Jungle. Duff parece empenhado e distráido ao mesmo tempo, já que seus olhos me procuram o tempo todo. E é impossível não ficar temorosa com aquilo. Estou deixando que algo entre nós seja construído e eu sei, que a cada segundo, isso está ficando mais forte.

Tento não olhar tanto para ele, tento somente me concentrar na música e no ambiente. O céu está escuro e o frio é um tanto incômodo, mas nada que uma garota como eu não tenha passado por algo semelhante em Port Angeles. Também não posso deixar de notar que Steven, com todo o seu entusiasmo, pulava na bateria e se esforçava, fazendo aquilo tudo parecer fácil. Slash não parece que vai cair a qualquer momento no meio do palco, e agradeço mentalmente por isso. Ah, já o Axl... Ele enche o ambiente todo com a força da sua voz; é como se sua presença não pudesse passar despercebida, mesmo se ele não falasse nada. Por fim, Izzy estava quieto e concentrado, como era o costume, mas a base dele tornava o som equilibrado; ao mesmo tempo que era agressivo. Não quis prestar atenção no Duff, já que tudo nele me levava a pensar besteira.

- Duff não para de te olhar – Alan murmura ao meu lado – Acho melhor você olhar para ele, antes que ele venha até aqui

Fecho os olhos com força, processando aquelas palavras. Eu não duvidava daquilo. Então fiz o esforço que me cabia, e ele realmente estava me olhando. Quando notou, em um intervalo de milésimos, que eu finalmente o encarei, ele finalmente sorriu, com toda a feliz ingenuidade que um sentimento tão forte quanto o amor é capaz de produzir.

 

 

 


Notas Finais


Não gosto de deixar o capítulo com menos de mil palavras, mas não consegui prolongar. Espero que tenha gostado!
Beijos,
Little Vicky <3


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