História The heart wants what it wants - Capítulo 1


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Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oeee galerinha.
então, essa ideia pra fic eu já tinha há muito tempo mas nunca consegui escrever de verdade e hoje saaaiu! espero que gostem e desculpa pelo capítulo pequeno.
boa leitura!!

Capítulo 1 - Nash Grier


– Prazer, Nash Grier. 

Desprazer, Helena James. 

{...}

Eu a amava, eu amava-os, mas eu sabia que eu foi fruto de um mero amor proibido. 

 Ela era jovem, famosa, estilista. Ele, italiano e modelo. 

Ela só tinha um problema. Sua família, em especial, seu filho. Ela prometeu que voltaria aos Estados Unidos quando partiu à Europa em seu primeiro desfile de moda, e ela voltou. Mas não como antes, sua vida havia mudado, ela conheceu meu pai. 

Três meses se passaram, e ela estava definitivamente de volta à Itália, deixando tudo o que tinha na América, sem ao menos um remorso, sem ao menos pensar em seu filho, seu único filho até então. 

Essa é a minha mãe, Elizabeth James que juntamente com meu pai, esconderam isso de mim por 17 anos. 

{...}

– Eu já falei! não quero que me ligue mais, ou vou recorrer a polícia. 

Elizabeth, como pode ser tão baixa? você abandonou seu filho! 

– Eu tinha um sonho. Eu fui atrás. 

Sonho? você estava grávida dias depois! 

– Olha Chad, já fazem quase dezoito anos. Você ao menos já deveria ter seguido em frente sabe?

– Eu não vim aqui para isso. 

Então... 

– Seu filho acabou de gravar um filme e essa semana é a premiação. Ele insistiu que eu chamasse você. Sorte a sua que sua filho ainda te ama muito, mas já você, eu não posso dizer o mesmo. 

– Você sabe que não poderei ir, tenho negócios, compromissos. 

– Eu já esperava isso de você. Espero realmente que sua outra filha não tenha tido a mesma vida que o meu teve. Ter crescido sem a mãe. 

{...}

Desse dia em diante eu nunca mais fui a mesma com minha mãe. Não conseguíamos ficar na mesma mesa sem que haja alguma provocação e ela me mandasse para o ateliê. Ela sabia que eu odiava aquele lugar, ela fazia de propósito. Meu pai tentou intervir, mas ele só piorava as coisas. Eu me sentia inútil, como se a minha existência resultasse na destruição total de uma família. Mas não era minha culpa. 

– Já fazem dois anos! dois anos que vocês não conseguem olhar uma na cara da outra! - Olhei para o meu pai e depois para minha mãe que permanecia de olho na tv. - Já chega. Helena, arruma suas coisas. Você vai morar com sua avó. 

– O quê? eu nem a conheço! pai, você tá brincando né? 

– Sua mãe precisa esfriar a cabeça, as coleções dela já não estão tão boas...

– A culpa é única e exclusiva dela. Não me mete nisso. 

– Helena...

– Por que eu sempre tenho de arcar com os problemas dela? já não bastava eu ter nascido? 

– Arruma as suas coisas. Agora. 

– Pai... 

– Agora. 

E ele me mandou para os Estados Unidos. Sim, para onde tudo começou. Minha avó mora aqui há apenas dois anos, mas ela fala que nunca pretende voltar para a Itália de novo. 

Meu pai a apresentou pela primeira vez e ela pareceu estar muito feliz com a minha chegada. Isso me deixou um pouco melhor. 

– Helena! que prazer conhecer você! - Ela sorriu enquanto me apertava entre seus braços. - Garanto que vai amar aqui o quanto eu amo. 

– Que bom, vovó. - Sorri de volta. 

– Ah por favor, me chame de Kate. Ainda não estou acostumada com esse nome. 

– Tudo bem. - Ri. 

Afinal, meu pai era filho único. 

– O que quer fazer agora? temos a tarde toda livre. 

– Se importa se formos para casa? odeio avião e não consegui dormir nada durante a viagem, tô exausta. 

– Claro, mas a noite a gente tem que sair! vou fazer uma programação! 

Ri. Kate era o entusiasmo em pessoa, terei de me acostumar com esse jeitinho dela bem incomum para uma pessoa dessa idade. 

Chegamos em casa e ela era linda! mal pude acreditar que minha avó morasse aqui sozinha, vou fazer bastante proveito dela se eu ainda estiver viva para conhecer-lá toda. 

– Aqui é o seu quarto querida. Depois que terminar de se organizar, desce rapidinho. Tenho um favor pra te pedir. 

Assenti e fui para o banho. Já era final da tarde e eu coloquei então uma roupa mais quentinha. 

Desci e a encontrei na cozinha, mexendo algo no fogo. 

– Que cheiro bom! O que tá fazendo? 

– Ah, é um tradição do condomínio. - Franzi o cenho. 

– Um bolo? - Espiei. 

– Vizinhos novos. - Ela sorriu entusiasmada. - Quando eu cheguei aqui, fui surpreendida com tamanha boas vindas dos vizinhos. Então, agora que a casa da frente já foi alugada, fiz o mesmo. 

– Entendi. - Falei. - Mas você não vai até lá dar as próprias boas vindas? 

– Claro que vou. - Ela sorriu. - Mas eu pretendo fazer algo mais, entende? 

– Claro. - Sorri de volta e ela me entregou o bolo para que eu levasse até os novos vizinhos. 

– Obrigada querida! 

Atravessei a rua e logo adentrei o imenso jardim da casa azul a minha frente. Toquei a campainha e logo fui atendida por uma homem que sorriu assim que me viu. 

– Olá. 

– Olá. - Falei. - Bom, vocês são os novos vizinhos né? Eu e minha avó te desejamos boas vindas e qualquer coisa, moramos na casa a frente. 

– Nossa, muito obrigado mesmo! não imaginava isso. - Ele sorriu e acenou para trás de mim, me virei e vi minha avó à porta. 

– Pai, onde eu ponho isso...?

Era um garoto alto, de olhos tão azuis que quando nossos olhares se cruzaram, eu mal pude deixar de nota-los, fazendo um riso brotar dos seus lábios. 

– Filho, essa é a...

– Helena, vizinha da frente. 

– Helena, esse é meu filho. Único filho. - Ele sorriu ao dizer isto, ele deveria ser seu orgulho. 

Prazer, Nash Grier. 

Meu sorriso se desfez no exato momento dessas palavras.

Não era tanto prazer assim. 

Helena James. 


Notas Finais


até próximo! comentem o que acharam!
tentarei não demorar mt :)


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