História The Heir of the Gods - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Batalhas, Guerras Épicas, Magia, Poderes Mágicos
Visualizações 6
Palavras 1.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Para você que não entender direito o início, no segundo parágrafo, quando abrir as aspas é porque ela está se lembrando e revivendo a memória, e quando fechar ela parou de reviver a lembrança!
Boa leitura, esse capítulo é para mostrar como a Kyllie se sente, no quarto capítulo, a história principal irá começar!

Capítulo 2 - A predicted prophecy


Acordei cedo hoje, mais do que eu costumo acordar, e por um tempo me senti muito bem, parecia que três toneladas tinham saído de minhas costas.

Levantei da cama, e apenas quando fiquei de pé, percebi que estava nua, por algum motivo me esqueci o que tinha acontecido noite passada, me forcei a pensar até que me lembrei que depois de um dia horrível de treinamento, eu voltei pra casa cansada e com fome, eu fui fazer a janta e depois de toda aquela história de arrumar a mesa, comer, lavar a louça e ir dormir, cheguei em meu quarto, tirei minha roupa e “quando fui pegar vestes para dormir, senti duas mãos grandes e quentes me segurando pela cintura, me virou e me beijou, eu me assustei de início mas depois retribuí o beijo, Telifor me jogou na cama e continuou me beijando, desta vez mais intensamente, ele mordia meus lábios, beijava meu pescoço e por onde passava deixava marcas, as vezes doía, mas era uma dor boa, depois que Zaky nasceu, nós nunca mais tínhamos ficado juntos tão intensamente como agora, eu estava morrendo de saudades disso, e depois de 7 anos sem ter isso, com saudades disso, fiquei feliz de saber que ele também estava com saudades.

-Eu te amo, Kyllie. –Ele falou com sua voz grossa, que me deixou toda arrepiada.

-Eu te amo mais, Telifor. –Falei arranhando suas costas.

(...)”

A noite passada foi a melhor que eu já tive em muito tempo, com esses conflitos acontecendo, esses conselhos quase todas as semanas, todo o trabalho sendo uma mestre dessa vila, nunca pensei que eu poderia ficar tranqüila por tanto tempo como fiquei.

Tomei uma ducha rápida e coloquei minhas vestes, abri a porta da frente de casa e vi Zaky correndo em minha direção, vindo me abraçar.

-Bom dia, mamãe! –Falou Zaky, com aqueles olhos negros iguais aos meus, e os cabelos loiros iguais aos de Telifor.

-Bom dia, querido. –Segurei ele em meu colo e dei um beijo em sua bochecha. –O que faz acordado tão cedo?

-Eu fiquei com vontade de tomar água a um tempo. –Começou a falar. –E depois eu não fiquei mais com sono, então eu vim aqui pra fora.

-E como anda seus estudos e seus treinos na academia? –Perguntei.

-São legais. –Falou Zaky olhando para baixo.

-Só isso? –Falei. –São chatos para você?

-Não, eles são legais. –Falou Zaky. –Mas eu queria aprender à lutar com espadas e usar meus poderes.

-Você ainda é muito jovem para essas coisas. –Falei. –E              seus poderes só vão começar a se formarem quando você tiver 12 anos, mas você só vai poder usá-los com 14 anos.

-Mas por que isso? –Falou Zaky. –Por que eles não aparecessem agora?

-Porque você ainda é muito fraco para usar eles. –Falei. –E seu corpo ainda é muito pequeno e frágil para agüentar esses poderes.

-Mas isso vai demorar muito! –Disse Zaky indignado.

-Não. –Falei. –Quando você perceber já vai ter passado todo esse tempo e você já vai ser o mestre daqui.

-Promete? –Falou Zaky sorrindo.

-Prometo! –Falei sorrindo para ele.

Alguns dias depois.

Eu estava no banheiro quando comecei a me sentir enjoada com muita vontade de vomitar e quando eu vi que não iria segurar, o vomito saiu da minha boca direto no vaso sanitário, eu escorei minhas costas na porta com cuidado mas mesmo assim deu um estouro que pareceu que toda a vila escutou, comecei a imaginar quando eu tive isso da última vez e porque isso estaria acontecendo, foi quando me lembrei que a última vez que eu me senti assim, foi quando eu engravidei pela primeira vez, é uma sensação muito estranha ter outro corpo dentro de você, as vezes dói, cansa, você não pode mais fazer um monte de coisas que adora, mas só de pensar que depois disso tudo virá seu filho, vale a pena cada segundo de dor.

Eu ainda estava sentada no piso gelado do banheiro chorando e com um sorriso no meu rosto, quando ouvi passos vindo em direção ao banheiro.

-Mamãe,você está ai dentro? –Ouvi a voz de Zaky do outro lado da porta.

-Sim querido. –Respondi. –Chama seu pai pra mim por favor.

-Ta bem. –Falou Zaky se afastando da porta. –Já volto.

Eu esperei alguns minutos quando ouvi mais passos vindo na direção do banheiro.

-Querida, você está bem? –Perguntou Telifor com um tom de voz preocupado.

-Está tudo bem. –Respondi, mesmo sabendo que estava enjoada com uma puta vontade de vomitar em todo banheiro. –Eu só preciso de um copo d´água.

-Filho, pega um copo de água na cozinha. –Ouvi Telifor dizer para Zaky, depois ouvi passos apressados indo para a cozinha e voltando para a porta do banheiro.

Eu me levantei com um pouco de calma e abri a porta muito devagar, Telifor me entregou o copo de água e eu tomei em goles pequenos e lentos pra não me afogar com um simples copo de água.

-Por que você ficou assim? –Perguntou Telifor, com a voz meio tremula e seus olhos mostrando um certo desespero.

-Eu preciso te contar uma coisa. –Falei séria, e quando olhei para ele, ele parecia confuso.

-O que foi? –Ele falou segurando minha outra mão.

-Eu acho que eu estou grávida. –Falei, com uma lágrima escorrendo pela minha bochecha.

-O que? –O seu olho depois de ouvir essa notícia brilhou tanto, que parecia o Sol, um sorriso começou a se formar e quando eu menos esperava, ele pegou o copo da minha mão e me abraçou, me apertou tão forte que eu quase parei de respirar.

-A gente vai ter outro filho. –Falei chorando, enquanto ele me levantava cada vez mais do chão.

-Isso é incrível. –As palavras que saiam da boca dele eram poucas, mas só de ouvir elas eu sabia que ele não estava fingindo nada, era tão bom ouvir ele daquele jeito, fazia muito tempo que ele não ficava feliz desse jeito.

-O que ta acontecendo. –Ouvi Zaky falando enquanto ficava olhando para eu e Telifor.

-Você vai ter um irmão. –Falei e segurei ele no colo.

-Que demais! –Falou Zaky. –Eu sempre quis ter um irmão.

-Você vai ter que cuidar muito bem dele. –Falei. –Se eu e seu pai tivermos que viajar por causa de trabalho, você vai cuidar dele direitinho.

-Claro que sim! –Falou Zaky.

Eu nem acreditava que isso estava acontecendo comigo, outro filho! A maior felicidade para uma mulher casada, é ter um filho e ver ele crescendo, se tornando forte, para nós os Thawners, a gravidez é ainda pior, as humanas quando engravidam, sentem dores, enjôos, e coisas que nós também sentimos, só que nós temos muito mais, como sentirmos queimaduras na barriga por causa da aura que está sendo formada, sentimos fortes dores nos ossos, nossas pernas não se movem 3 dias por semana, os sintomas são muitos, mas ver seu filho nascer e ter ele no colo, é a melhor coisa que existe.

Três meses de gestação, está acontecendo alguma coisa errada nessa gravidez, as queimaduras estão muito intensas, em um mês eu tenho vinte queimaduras, isso não é normal, geralmente temos entre cinco e dez, em um mês, vinte é demais, eu já fui em um médio da vila, e ele disse que estava tudo bem com o bebê e comigo também, e que era a primeira vez que ele via uma coisa dessas, Deuses,o que está acontecendo comigo?

-Fica calma, amor. –Ouvi Telifor falando enquanto fazia uma bebida estranha para mim. –Vai dar tudo certo.

-Eu sei que vai dar tudo certo. –Falei, mesmo pensando ao contrário.

-Você não está acreditando. –Telifor disse enquanto olhava sério para mim.

-Estou sim! –Continuei mentindo para poupar ele de ouvir minhas reclamações.

-Você esqueceu que eu tenho a habilidade de saber quando uma pessoa está mentindo? –Ele falou com um tom bastante sério.

-Não. –Falei da forma mais convincente que eu podia.

-Você não vai conseguir me enganar. –Ele falou sério e depois começou a rir.

-Que droga! –Falei. –Como você adquiriu essa habilidade?

-Genética. –Ele falou olhando para a janela. –Meu pai tinha isso, e depois que eu nasci, descobri que poderia ver quando uma pessoa estava mentindo.

-Deve ser muito legal. –Falei.

-Nem tanto. –Ele falou enquanto me deu um copo da bebia que ele criou. –Algumas vezes eu descubro coisas que me deixam triste.

-Deve ser por isso que você foi eleito como mestre da vila. –Falei enquanto tomava aquela bebida com gosto horrível que ele me deu pros sintomas passarem um pouco.

-Talvez. –Ele falou pensativo. –Ou talvez porque eu seja o mais forte.

-Agora você já está se achando. –Falei e depois comecei a rir com a cara que ele fez.

-Só verdades. –Ele falou. –Mas eu estou ficando com sono, eu acho melhor nós dois irmos dormir.

-Eu vou ficar mais um tempo aqui. –Falei, ele concordou e me deu um selinho demorado e depois subiu as escadas.

Eu fiquei pensando na nossa conversa sobre a habilidade dele de poder saber quando alguém está mentindo, mas depois apenas fiquei pensando em como meu filho seria, se ele teria cabelos loiros e olhos negros como Zaky, ou se teria cabelos negros e olhos azuis, fiquei pensando nisso a noite inteira, até que peguei no sono, no sofá mesmo.

Acordei depois de um tempo e fiquei um tempo olhando para o teto, só depois de um tempo percebi que estava na sala, não me lembrava de muita coisa apenas que tinha tomado uma bebida horrível que parecia gosto de vômito, mas diferente de outras manhãs, não senti dor, nem queimaduras, nem nada, ter feito aquele sacrifício de tomar aquela bebida me fez bem.

Levantei daquele sofá com um pouco de tontura, porque eu me levantei rápido demais e fui andando devagar até o segundo andar, abri a porta do meu quarto e não vi ninguém ali deitado na cama, será que ele já tinha ido pro comando? Era cedo demais para isso, mas Telifor as vezes quebra sua própria rotina, me deitei e peguei no sono mais uma vez, para os Thawners a gravidez faz você ficar com sono mesmo tendo dormido 10 horas seguidas, é um saco, parece que você é inútil pra tudo por estar com sono, eu não posso fazer nada durante nove meses, não posso treinar meus poderes, não posso lutar com espadas, nem dar treinamentos eu posso, tudo que eu faço como mestre na vila é assinar papéis e administrar os recursos, eu não gosto de fazer isso, mas eu sou obrigada porque se eu não posso dar treinamento por causa da gravidez, tenho que fazer algo útil para a vila.

Esses meses passaram devagar, mas os confrontos não pararam, várias batalhas foram travadas entre o EG que é o Exército do Glork, e as vilas Thawners do norte e nordeste, na vila Thawner do sul graças aos Deuses ele não atacou, eu não quero ver meu filho no meio de uma batalha sangrenta e eu grávida não puder fazer nada, nessa última semana o EG e até Glork estavam quietos demais, parecia que estavam armando um plano, mandamos alguns espiões descobrirem os planos deles mas não voltaram ainda, temo que eles estejam mortos, mas eles não vão estar, esses espiões já foram em missões mais difíceis, isso deve ser fichinha para eles.

“Será que meu filho é o menino da profecia, será que ele nascerá com a aura negra prateada? Ou ele é só mais uma criança que nascerá nesse mundo? Tudo indica que é ele, mas se não for nenhum peso cairá por cima dele”

 


Notas Finais


Bju!


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