História The heiress of tony stark - Capítulo 51


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Categorias Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Loki, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Personagens Originais, Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Filha Do Homem De Ferro, Homem De Ferro, Patinação Artística, Romance, Vingadores
Exibições 49
Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


SURPRESAAAA 🎉🎉🎉🎉🎈💖 não esperavam me ver hoje né? Pois é eu resolvi fazer a capa do próximo capítulo q no caso é esse, hoje aí percebi q era um capítulo q eu gostei mt de escrever pq ele diz mt sobre mim (só em uma parte, quem me conhece vai saber qual é) aí fiquei com vontade de postar e tamo aqui né galera💜 boa leitura e até as notas finais 😘

Capítulo 51 - Feelings


Fanfic / Fanfiction The heiress of tony stark - Capítulo 51 - Feelings

- pai! - gritei ao entrar em casa - você tá aqui?
- que foi criatura - gritou do terceiro andar do nosso apartamento, eu nunca vou lá, é estranho, tem muitas armaduras velhas, as que não deram certo, as que machucaram alguém sem o Tony mandar...
- oque está fazendo aqui? - falei da porta da sala, o andar inteiro é apenas um cômodo, como um depósito.
- procurando uma peça velha que eu coloquei em uma dessas aqui - ele estava no meio de vários pedaços de armadura, chutando as que não queria em busca da certa. - quer alguma coisa? Se não, deixa eu me concentrar aqui
- não - depois dessa grosseria à qual já estou acostumada, até esqueci oque ia falar. Desci pro meu quarto e um cara está sentado me esperando - tá achando que aqui é casa da mãe Joana? Entra assim, sem ser convidado? Tia May ficaria aborrecida com seus modos.
- ah ela não se incomoda.
- porque está aqui? - fiquei séria e ele também
- porra Lu, será que dá pra gente conversar direito? - o encarei por um tempo e agarrei sua mão - porque nos trouxe aqui? - ele disse olhando em volta com uma mão na testa para cobrir os olhos do sol.
- sinto falta da praia, e aqui é uma então.... senta aí - o puxei para a areia fofa comigo. - eu morei doze anos na praia, mas eu não ia. Não muito pelo menos, e hoje eu sinto tanta falta do barulho do mar batendo na encosta da nossa casa
- nunca fui muito fã de praia, na primeira vez que fui engoli tanta água que fui pro hospital - ele disse olhando um menino correndo atrás da bola de vôlei que rolava em direção à água, eu ri. - não tem graça - um leve sorriso brotava em seu rosto
- tá, oque você queria falar exatamente?
- me desculpa tá? Olha eu não aguento mais você me ignorando e eu ignorando você por vingança e
- foi só por uns dois dias - interrompi ele
- com você parecem meses
- tá
- tá oque?
- eu te desculpo, estavam enchendo minha paciência por isso já
- não quero que me desculpe pelos outros, quero que venha daqui - ele tocou meu peito, mas querendo ser o coração.
- ah você entendeu oque eu quis dizer, sabe que não sou boa com palavras. - pisquei para conter as lágrimas por causa do sol forte.
- tudo bem, então não está mais brava comigo? Posso voltar a sentar do seu lado no almoço? - ele passou um braço por minha cintura e me puxou para perto
- é, pode - olho para o mar azul, e me concentro no barulho das ondas quebrando. Ele beijou minha cabeça e a apoiei em seu ombro - só pra saber, você tava olhando pra ela?
- Luna....
- só tô perguntando
- não, eu olhei mas oque eu poderia ter feito? Fechar os olhos toda vez que ela passar?
- seria bem legal da sua parte
- não, quando você vai entender que eu gosto de você? Que é com você que eu quero ficar? Pra sempre?
- talvez não seja pra sempre
- não seja tão realista amor - sorri e beijei sua boca, como eu senti falta disso. - você parecia irritada quando apareceu no seu quarto hoje.
- ah meu pai, sei lá oque deu nele e AAAAH - levantei num pulo e ele também
- oque foi??
- um bicho, aqueles que anda de lado qual o nome dessa porra?
- caranguejo?
- isso, passou do meu lado
- e daí? Tem medo?
- não... eu, me assustei
- há você tem medo - ele disse rindo - Luna Stark tem medo de um bicho de 10 centímetros - ele me ergueu e me jogou em seus ombros como um saco de batatas e correu eu direção à água
- se você me jogar na água eu te mato Peteeeer - falei e dei tapas nas costas dele
- não te jogo se me der um beijo
- então me coloca no chão né animal - ele me colocou no chão e saí correndo, sentei atrás de um coqueiro grosso.
- acha que consegue fugir de mim assim? - ele apareceu do meu lado e me prendeu junto a seu corpo - não lembro de ter ganhado meu beijo - ele sorri e passei as mãos por seu pescoço, o puxei para mim e o beijo, ele apertou minha cintura e mordi seu lábio de leve
- feliz? - perguntei com nossas testas encostadas
- com certeza. - nos levei para a frente da casa dele.
- ainda está chateada não é? - sorri e o olhei. Como ele me conhece tão bem?
- não, só preciso ensaiar, estou atrasada aliás - dou um beijo em seu rosto e apareço em meu quarto. Peguei o celular para chamar Jeremy e ele logo chega, fui colocar uma roupa melhor para patinar do que jeans e ouvi o elevador se abrir, dei pulinhos para o collant entrar direito e corri para baixo.
- oi, veio rápido - ele entrou - como veio até aqui?
- seu pai chegou comigo e disse que você provavelmente estaria aqui, vamos ensaiar ou não?
Fizemos o último levantamento da coreografia e sentamos um pouco, estávamos nisso à três horas.
- olha desculpa oque eu fiz outro dia, não foi sem querer, mas foi errado - ele disse limpando o gelo da bota preta.
- tudo bem, acontece bastante até - falei e ele riu - consegue fazer Biellmann? - ele negou - bom, eu sei - levantei, peguei impulso, fiz o anel e girei, rápido muito rápido, eu sempre fecho os olhos, se não fico tonta, puxo minha perna para cima como se fosse um elástico de cabelo que não acontece nada se você arrebentá-lo, eu penso assim sobre meu corpo, eu posso me arrebentar que logo ele vai estar lá novinho como antes, consegui, senti todos os músculos e ligações esticadas ao máximo, soltei a perna passando ela para frente terminando em um corrupio de dois pés simples. Olhei para ele, que estava boquiaberto, deslizei até ele. - e aí? Pode dizer que eu sou boa
- boa? Porra você é foda, como girou tanto?
- aquilo não é nada, nas olimpíadas elas dão o dobro e ainda é pouco
- ah entendi, seu objetivo é maior que competições "simples" - ele fez aspas com os dedos na altura dos olhos.
- eu amo patinação. Eu amo a liberdade que ela me dá que nada mais pode conceder entende? Ela me ajudou muito quando eu comecei a entender oque tinha acontecido e a culpa que eu sentia era ofuscada por horas a fio no ringue. É meu lugar preferido no mundo. Então se eu conseguisse fazer algo grande de verdade, uma vez que seja, eu poderia dizer que estou completa.
- eu vou te ajudar a conseguir, se nós nos destacarmos nessa competição, eles podem te convocar para algo maior, minha irmã conseguiu assim, mas ela quebrou o joelho então a carreira dela acabou depois de uma olimpíada, mas você se quebrar algo não tem problema certo? - sorri e o abracei. - eu preciso ir, minha mãe pediu para eu voltar antes das seis, quer ajuda com alguma coisa - ele se despediu e foi embora. Continuei ali patinando mais um pouco, lembrando de quando eu comecei a patinar lá na Califórnia, eu tinha sete anos e foi com patins de rodas, que aliás eu gosto mais do que os de gelo. Sai e coloquei os protetores na lâmina, que eu achei jogado no meu armário de collants, olhei em volta e vi Peter parado na porta.
- há quanto tempo está aí? - grito e me levanto para ir até ele, é foda andar com isso, o pé fica virando, então preciso andar devagar.
- o suficiente - ele está encostado na soleira, com os braços cruzados e um óculos de sol no topo da cabeça.
- pode vir até mim? Não consigo andar rápido com isso. - eu ri nervosa e ele veio até mim devagar - ah entendi porque está esquisito, só estávamos falando sobre ajudarmos um ao outro para ir às olimpíadas - me encostei na barra para alongamento que dá a volta na pista toda.
- tá
- você não consegue
- oque?
- tá se segurando pra não sorrir mas não consegue - ele fecha os olhos e ri, o abraço e ele me aperta, isso me arrepia, passei mais de metade da minha vida com ele mas ainda sim sinto falta quando ficamos alguns dias longe - nem precisei ler sua mente pra saber viu?
- me conhece bem - sua mão percorre meus cabelos - minha tia viu a cicatriz do tiro hoje, achei que fosse infartar.
- como?
- saí do banho com a toalha na cintura e ela apareceu no meu quarto, tive que explicar tudo, contei do jeito que você disse que aconteceu
- entendi, ui foi horrível fiquei com medo que você morresse ou não acordasse ou acordasse e não quisesse falar comigo - ele pôs um dedo sobre minha boca e parei de falar
- você salvou minha vida e estou aqui abraçando você. - acenti e ele me beijou, afundei minhas mãos em seus cabelos e suas mãos foram descendo até minha bunda e a apertaram - você não poderia usar algo que cubra mais você? - ele falou com a boca em meu pescoço
- e quando você chegar eu coloco isso?
- tá começando a entender oque eu quero - senti ele sorrir
- acho que eu sei faz tempo - me afastei só para poder olhar para ele - eu vou tirar isso - ele me olhou com uma cara muito feliz - o patins né Peter - caí na risada com o rosto triste que apareceu nele depois.
- eu amo você - ergui a cabeça para ele, que me observava com um olhar normal, sincero eu acho, mas não havia mais nada nele.
- eu também Peter, sempre - levantei e fui até ele - prometo que nunca mais vou ter esses ataques porque você olhou pra menina, pode olhar, to nem aí. - revirei os olhos e ele sorriu torto. Amo.
- ataques de que?
- de...ah você sabe, irritação e tal....
- eu chamo de ciúmes
- chame de Carlinhos se quiser - falei falsamente irritada e ele riu.
- ok, você teve um ataque de Carlinhos então
- a gente é muito idiota - estávamos se dobrando de rir. - vamos lá pra cima, estou exausta e com fome.
Depois de pegar um pacote de batatinhas na cozinha, me joguei no sofá ao lado de Tony que estava com a TV ligada mas jogando no celular, observei o noticiário por alguns segundos e cutuquei Tony
- lembra dele?? O cara que era seu fã, invadimos a van dele uns anos atrás.
- hã? Eu não faço isso nã... ah sim, verdade, mas eu não lembro de ele ser meu fã - ele ergueu uma sombrancelha e fez uma cara de dúvida.
- ELE TEM SUA CARA TATUADA NO BRAÇO PAI! - ele puxou meu salgadinho de mim e comeu - ei.
- a é, cada coisa que a gente vê por aí. - ele torceu a boca numa careta - Porque ele tá na TV? - ele me olhou com um rosto tão fofinho, dei de ombros e peguei minha comida de volta e acessei o netflix pela TV.
- olha, freak show tá disponível - Peter disse apontando para o quadrado de american horror story
- aí credo Peter, sai fora - dei um tapa em seu braço e senti os músculos - nossa - ele sorriu
- estou brincando, se um dia um desses - ele não fala palhaços - vier atrás de você, eu vou estar aqui - ele beijou minha cabeça
- nojentinhos - Tony resmungou e dei um chute leve nele.
- não enche - assistimos três episódios de breaking bad, meu pai saiu dali não sei quando, deitei a cabeça no colo de Peter e reparei que já estava escuro lá fora, apenas as luzes dos prédios iluminando - deveria ir, sua tia está sozinha - olhei para ele.
- nossa, nem vi a hora passar - saí de cima dele, que levantou e me deu um beijinho fofinho igual ele. Não acredito que pensei isso, que horror - até amanhã Lu - fiquei encarando o teto por um tempo até Pepper chegar
- oque está fazendo aí?
- Peter acabou de ir embora, estou me acostumando com o vazio no sofá - me sentei e ela sentou do meu lado - Tony está em algum lugar aí
- deixa ele quieto mais um pouco, é só me ver que já fica todo elétrico - ela revirou os olhos azuis, pareciam duas bolas de gude - como anda seu treino?
- ah tudo ótimo, tirando que ele me beijou esses dias - dei de ombros e ela me olhou assustada, tão fofo ela se preocupar comigo
- como assim? O Peter sabe? - ela me abraçou de lado
- não, meu deus, se ele souber acho que mata o coitado - ri e ela também
- quando Killian fez isso, achei que seu pai fosse mandar todas as armaduras atrás dele.
- ELE OQUE?
- você não sabia?
- NÃO, SE EU NÃO TIVESSE MATADO ELE LÁ NO PORTO, EU IRIA AGORA MESMO FAZER ISSO
- ei, calma, stress dá rugas flor - ela passou a mão por meus cabelos e me aquietei. - eu dei um jeito de o Tony se acalmar. Entende?
- infelizmente sei exatamente do que você está falando - olhei fixo para a xícara na mesinha de centro
- vou ver o que ele está aprontando, seja lá onde estiver - ela passou a mão pelo vestido azul celeste que vestia e subiu as escadas, toda delicada. Olhei para o Empire State lá fora, podia ver apenas o último andar dele e parte do East River, me arrastei para a outra ponta do sofá, que fica próxima ao vidro e descansei a cabeça no apoio de braço dele, olhando o sol se pôr. Eu não sei se eu desculpei o Peter realmente ou eu só não aguentava mais ficar longe dele. Ah quer saber? Que se foda essa porra toda. Da onde que eu, Luna, sinto ciúmes de uma loira aguada como a Katherine? Depois desse rápido raciocínio me levantei e subi as escadas, dei de encontro com Tony que estava com uma caixa enorme nos braços e quase a derrubou.
- ei, olha pra frente menina - ele disse me olhando por cima da caixa. Passei por ele correndo e fui para meu quarto, peguei um livro e deitei com a cabeça no fim da cama, de barriga para baixo. Uns 40 minutos depois meu pai entrou - oque deu em você? Tá estranha - ele fez sua típica cara de confuso e sentou perto de mim.
- não tô não - falei sem me virar para ele
- tá sim, conta pro tio Tony oque tá acontecendo nessa cabecinha - ele apertou minha cabeça com um abraço
- ah sai daqui - empurrei ele - você tava estranho comigo, então eu fiquei estranha também ué
- aonde aprendeu a se vingar desse jeito?
- com você né - ele deu um tapinha nas minhas costas e se levantou - não vai dar nenhuma lição de moral ou coisa do tipo?
- como se eu fosse um bom exemplo pra chegar a dar lições de moral pra você - ele saiu rindo e fiquei sozinha novamente. Me levantei e olhei pelo vidro, várias luzes e sirenes policiais estavam vindo do lado da Times Square, achei estranho mas ignorei, logo um barulho vindo do meu closet me chamou a atenção, andei até ele devagar, uma das mãos com uma bola de fogo, abri as portas e vi meu celular no chão, vibrando, uma foto fofinha do Peter aparecia embaixo do seu nome, catei ele e atendi.
*Ligação on*
- Luna? Preciso que venha pra Times agora - a voz dele estava afobada.
- oque aconteceu?
- vem pra cá e veja você mesma, se dissesse você não acreditaria - e desligou.
*Ligação of*


Notas Finais


Gostaram??? Faz tempo q eu n terminava com um suspense né fofuchos? 🌚🌚Hahahaha agr só semana q vem vcs vão saber oq vai rolar(( treeeeta treta treta)). ⛸ Então sobre a parte q é mt eu desse capítulo foi qndo a Luna(vulgo eu nesse momento pq nesse ponto somos parecidas) descreve oque é a patinação pra ela 💖💖 enfim é isso xuxus até semana q vem 😘🎉


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