História The Hell In Life - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Palavras 1.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores! Tudo bem com vocês? Espero que sim...
Boa leitura e nos vemos nas notas finais :*

Capítulo 11 - De mala e tudo.


O tempo era perfeito, nada melhor que os céus negros que antecedem a tempestade para acalmar Die, era como se ele conseguisse transferir um pouco da sua raiva para ele. 

 Se ele pudesse, ficaria ali parado, admirando a perfeição que é o lado escuro da natureza, mas, tinha assuntos pendentes para resolver, algo que lhe incomodava, não conseguia lidar com a incompetência de seus capangas, sempre fazendo com que seus objetivos tardem. Só dois entre eles que Die podia depositar um pouco de sua confiança, eles sentiam tanto ódio quanto ele. 

 Mas terá de ser ele mais uma vez, terá de ser ele para interferir no rumo dos acontecimentos. 

 "Quanto tempo será que um bando de vadias e moleques idiotas conseguem sobreviver? Exato! Quanto tempo eu quiser." 

 E sabendo disso, ele se concentra em um outro alvo.  

 Ele chega em frente ao campo aberto, cauteloso, como quem não queria nada, observando todos ali. O lugar estava lotado, as pessoas prontas para o casório, as pessoas prontas para morrer.

 Ele anda um quarteirão, encontrando o prédio que seus capangas descreveram, e então entra no mesmo, subindo até o último andar. A janela do apartamento ficava de frente para o campo, ele se ajoelha em frente a mesma e fica esperando o momento certo, que chega em seguida, junto com a noiva. 

 - Primeiro... ele vai sofrer- Ele murmura sozinho, enquanto espera ela entrar na igreja, e o casamento começar. Na hora que a noiva para ao lado do futuro marido, ele mira na cabeça da linda moça, e dispara, acertando-a em cheio, fazendo com que seu corpo sem vida, caísse ao chão. 

 As pessoas começam a correr desesperadas para tentar sair do local e o homem se joga ao lado da noiva, desesperado. Die observa todo o espaço, encontrando o ponto de gás que um de seus capangas conseguiram colocar dentro do lugar e sem pensar duas vezes ou hesitar, ele atira na mira, fazendo com que tudo explodisse, todas as pessoas, e então ele sai do prédio, e caminha em direção ao lugar que estava em pedaços, passando por ele, enquanto assobia, quase sendo atingido pelos destroços que ainda estavam voando.

 - É... Eu vou mesmo pro inferno- ele murmura, e se pega sorrindo, ao ver alguns pedaços de pessoas pelo caminho.

 Agora era hora de voltar sua atenção para os seus bonecos favoritos.


 Dylan chega em casa com seu pai, cansado de escutar o mesmo reclamar. 

 - Dylan, meu filho, eu te disse para manter distância dos problemas, foi difícil conseguir te matricular de volta por conta das suas confusões do passado-

 - Pai, está tudo bem, Okay? Acharam o culpado, está tudo certo!- Ele responde indo até a geladeira e pegando uma garrafa de água.

 - E a Julie? Com tudo isso que está passando... e agora mais o problema da mãe...- Ele responde e Dylan bebe um gole de água antes de encarar o pai.

 - Como assim? O que tem a mãe dela?- Ele pergunta e a reação de seu pai é sair, disfarçando, usando a desculpa de que precisa fazer uma coisa, e Dylan que não é bobo, percebeu que alguém estava escondendo alguma coisa. 

 Julie chega em casa, entrando na mesma seguida por seu pai. Os dois não trocaram nenhuma palavra durante todo o percurso até a casa, e o clima só piorava. 

 - Não vai falar nada?- Ele pergunta quando a filha já está subindo as escadas. 

 - Quer que eu fale o que? "Oh pai, muito obrigada por me colocar atrás das grades, era meu sonho e você o realizou!"- Ela responde e continua subindo as escadas. 

 - Você mentiu pra mim Julie! Disse que estava tudo sobre controle quanto as investigações e do dia pra noite, recebo a notícia de que foi detida como principal suspeita da morte da senhorita Kinny!- Ettan altera um pouco o seu tom de voz

- Não acho que estou errada, conto uma mentira branca e sou considerada a filha rebelde, você mente, mata e rouba por dinheiro e é considerado o homem mais importante de Atlanta! Que a Justiça prevaleça sobre essa cidade!- A garota revida e entra no corredor, antes que o empresário pudesse dizer algo a mais.


 Selly chega em casa, estava extremamente feliz pela notícia de que o louco que estava os perseguindo havia se matado. 

 - pai? Mãe? Voltei!- Ela abre a porta de casa e escuta um grito, em seguida, sua mãe se atira para cima dela.

 - Ele vai me matar!!! Vai me matar!!!- A mulher gritava desesperada, enquanto agredia a filha. 

 - Mãe! Para!- A garota suplicava até seu pai aparecer, tirando a mãe de cima da filha. 

 - Eu não sei mais o que faço Selly! A esquizofrenia da sua mãe está cada dia pior!- Ele responde assustado, enquanto leva a mulher para o andar de cima, largando a garota sozinha, com o rosto ardendo por conta dos arranhões de sua mãe. 


 Enquanto isso, Mari, suspeitava de seu pai, que definitivamente estava muito estranho. - Mãe? Você reparou no jeito que meu pai anda agindo?- Ela pergunta, secando os pratos que sua mãe lavava e lhe entregava.

 - Não... não se preocupe querida, é apenas estresse, ele está trabalhando até mais tarde...- A senhorita Rivers, conforta a filha, mas isso não foi o suficiente para fazer Mari parar de pensar nisso.

 No dia seguinte, Julie acorda irritada com uma buzina que estava tocando freneticamente em frente a sua janela.

  A garota se levanta furiosa e abre a porta que dá direto para a sacada, tendo assim, a visão de Dylan, em seu carro, tocando a buzina enquanto ri.

 -Dylan! Desgraça!- Ela grita

 - Eae Juliezinha! Estou buzinando faz meia hora! Sono de pedra que você tem!- ele reclama descendo do carro. 

 A garota corre para dentro do quarto e pega um de seus travesseiros, voltando para a sacada, o atirando em direção ao amigo, mas era péssima em pontaria.

 - Porra Julie! Travesseiros?- Ele ri alto e vai até a porta da casa dela.

 - Hey! Tia! Abre pra mim! Sou o bom senso e a Julie precisa de mim!- Ele bate na porta e Julie ri, segura de que Rose não abriria a porta para ele. Mas então ela para de rir quando Rose abre a porta. 

 - Traidora- A baixinha resmunga correndo para verificar se a porta de seu quarto estava realmente fechada. 

 O garoto tinha sorte de que os pais dela não estavam em casa, isso não acabaria bem se fosse o caso. 

 - Hey Julie! Abre a porta! Vamos nos atrasar para a escola!- Dylan começa a bater na porta.  

 - Eu não vou pra aula hoje, Você já pode ir embora!- ela responde procurando pelo celular.  

 - Não é você que escolhe mocinha, qual é! Estamos livres, o assassino se matou! Temos que comemorar com lições e estresse!- Ele brinca se encostando na porta. 

 - Eu já disse que não vou Dylan! Tenho coisas mais importantes para fazer hoje...- Ela responde e ele bufa. 

 - Okay, então abre pra eu te contar uma coisa que descobri- 

 - Que coisa?- Ela pergunta curiosa e ele sorri de lado, sabendo que seu plano daria certo. 

 - Só vou contar se abrir a porta- Ele propõe e o espírito de fofoqueira de Julie se manifesta, e ela corre até a porta, abrindo a mesma. 

 - Mas mulher é tudo fofoqueira mesmo!- ele exclama indignado e ela revira os olhos, enquanto ele entra no quarto. 

 - Julie... que malas são essas?- Ele pergunta apontando para as malas ao lado da cama da garota e ela suspira.

 - Estou indo embora com minha mãe...- Ela responde sentando na beira da cama e ele se senta também. 

 - Ah...- Murmura e os dois ficam em silêncio por um tempo.

 - Mas vou manter contato com vocês... agora que Die se matou, não tenho mais nada que me prenda nessa casa, nesse lugar... eu preciso ir embora, preciso tirar minha mãe e a Rose desse lugar...- Ela justifica, percebendo que Dylan estava chateado, mesmo que não demonstrasse. 

 - Não, isso é legal! Muito legal! Fico feliz por você, você tem que se afastar mesmo do seu pai...- Ele responde sorrindo minimamente. 

 - Obrigada por me apoiar- Ela responde retribuindo o sorriso dele, colocando sua cabeça no ombro do garoto, e eles permanecem assim durante um tempo. 

 - Bom, eu tenho que ir para a escola... Vou chamar todos e estaremos aqui para se despedir de você hoje a tarde- Ele responde se levantando e ela assente. 

Enquanto isso na casa de Harry, o garoto se desesperava ao procurar seu pen drive em seu quarto.

- seria esse daqui?- Alexa, sua irmã aparece em seu quarto, segurando o pequeno objeto.

Alexa era a irmã mais nova de Harry, quando seus pais se separaram, Harry ficou com o pai e ela com a mãe.

- Alexa! o que você está fazendo aqui?- Ele sorri, correndo até a irmã e os dois se abraçam.

- Mamãe viajou, vou ter que passar uns dias com vocês... por favor, me diga que o papai parou de trazer mulheres para essa casa durante a noite...- Ela suplica entregando o pen drive e o irmão ri, o pegando e guardando no bolso.

- Se você quiser eu minto para você se sentir melhor...- Ele dá de ombros e ela ri.

- Vem! vamos tomar um sorvete, ai você me conta como é Atlanta!- Ele puxa a irmã e os dois saiem de casa.


 Julie ficou arrumando as coisas para sua ida, e estava muito animada com ideia de fugir do seu pai. Mandou umas trinta mensagens para a mãe, perguntando aonde ela estava, afinal, a mulher combinou de encontrar Julie e Rose em casa por volta da uma da tarde, mas não apareceu. 

- Querida... eu tenho mesmo que fazer o almoço...- Rose avisa e sai para a cozinha, e então Julie se senta no sofá, colocando as malas ao seu lado. De repente a porta de entrada da casa se abre, e sua mãe entra, seguida pelo seu pai e a menina franze o cenho, confusa. 

 - Aonde vai com essas malas? Não pode viajar na metade do ano, a não ser que não esteja afim de passar de ano- O pai responde e sobe as escadas.

 - Mãe?- Ela chama a atenção de sua mãe, que respira fundo. 

 - Sinto muito Juh, mas não sairemos dessa casa- Ela responde e começa a subir as escadas, deixando a garota lá, com as malas cheias, e o coração vazio.

 


Notas Finais


Tuts tuts ^/^
Bom, eu não sei oque está acontecendo comigo, estou mudando tudo o que eu já tinha planejado, só espero que dê certo como eu imagino hhhsjshshshd
Espero que tenham gostado do Capitulo e que já estejam montando umas teorias aí sobre o nosso querido Die u.u
Game: Contem para mim, o que acham das famílias de alguns personagens! (Os que revelei até hoje)
Qual família é a melhor e qual a pior? Comentem aí qual e o porquê e até o próximo Cap :*


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