História The Hell In Life - Capítulo 12


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores :3
Como estou com a criatividade a mil, o capítulo saiu até que rapidinho (eu escutei um aleluia?)
Boa leitura e nos vemos nas notas finais! :*

Capítulo 12 - As rosas e os seus espinhos.


" Que a pessoa que inventou o castigo esteja sofrendo de hemorroidas"

Julie se encontrava trancada em seu quarto, já que sua mãe, com medo de o fato de não querer ir embora não fosse algo que pudesse impedir a filha de fazer isso, deu um jeito de colocá-la de castigo, trancada no quarto.

De repente, a garota, que pensava em tacar fogo, fazer rebelião e se jogar da ponte, se assusta com o barulho de uma pedra que parecia ter sido lançada contra o vidro da janela de sua sacada, e então se levanta em um pulo, indo verificar o que estava acontecendo, afinal, querendo ou não, o tal die, a traumatizou para sempre.

Ela respira fundo, aliviada ao ver que era só a Mari, parada em frente a janela, a morena parecia um pouco perdida.

- O que houve?- Julie pergunta ao notar o semblante de desespero de Mari.

- Preciso da sua ajuda... para desmascarar o meu pai- Ela murmura para Julie, que franze o cenho, sem entender do que a melhor amiga estava falando, já estava tarde, não havia ninguém nas ruas, e Mari com certeza não estava sóbria a ponto de aparecer na casa dela dessa maneira, falando algo que não fazia sentido algum.

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- Pode entrar- Dylan arreganha a porta de sua casa para Noah, que pigarra, trazendo a atenção do amigo de volta para a porta.

- Essa daqui é minha irmã...Alexa, ela insistiu em vir comigo, ficar sozinho com meu pai em uma casa não é algo que eu desejaria nem pro pior inimigo, muito menos pra minha...- Antes que Noah pudesse terminar de se explicar, sua irmã o interrompe, sorrindo abertamente, adentrando a casa.

- Você fala demais maninho... Você é o Dylan, certo? Meu irmão fala muito mal de você- Ela diz indo até o Dylan, erguendo a mão na direção do mesmo, para que ele a cumprimentasse, e assim ele faz.

- Prazer Alexa, nada do que ele disse é mentira...- Ele ri fraco e Noah revira os olhos.

- Podemos só jogar? Passa a senha do Wifi pra ela que ela nos deixa em paz- Ele resmunga e Dylan ri, logo passando a senha para a garota, que o comia com os olhos, enquanto a anotava.


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- Do que você está falando Mari?- Julie pergunta adentrando a sacada, na chance de ficar mais perto de onde a amiga estava.

- Eu estava desconfiando faz um bom tempo do meu pai, então o segui hoje a tarde, e ele entrou em uma casa estranha, e estava falando com uma mulher loira... eu vi pelo vidro da janela da sala da casa... Eu só quero saber se meu pai está traindo minha mãe nesse exato momento, ou está mesmo trabalhando até tarde como disse para ela... Por isso, preciso da sua ajuda para invadir aquela casa- A garota explica rapidamente e Julie respira fundo.

Mari sabia que podia contar com a melhor amiga, não importa o que pedisse, Julie sempre topava se houvesse um fim significativo, e esse pedido com certeza tinha.

- Okay- A baixinha responde depois de um tempo e corre para se trocar, afinal, um pijama de unicórnios e uma pantufa de coruja não eram uma boa roupa para se usar quando vai invadir a casa de alguém.

Ela volta até a sacada uns minutinhos depois, saltando lá de cima, caindo em pé e Mari sorri orgulhosa.

- Hora de arrancar o pinto do seu pai, ou entregar um café para a noite dele no trabalho ser menos cansativa, vamos precisar de um alicate e um café e descobriremos qual dos dois iremos usar- Julie responde arrumando a blusa de moletom no corpo e Mari se anima com a ideia.

- É por essas e outras razões que você é minha melhor amiga!- Ela exclama abraçando Julie de lado e as duas começam a andar, indo até o carro de Mari, que estava estacionado na esquina, para não chamar a atenção dos Anderson com mais de 17 anos.

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Enquanto isso, Selly estava em seu quarto, terminando de fazer uma redação, quando seu pai bate na porta que está entreaberta.

- Posso falar com você?- Ele entra no quarto, se sentando na beira da cama.

- Olha Selly... Falei com sua irmã hoje de manhã, e chegamos a um acordo sobre o que fazer com sua mãe... só preciso saber sua opinião sobre isso- Ele responde seriamente e a filha respira fundo.

- O que vocês decidiram?- Ela pergunta largando a caneta.

- Queremos interná-la... é a coisa certa a fazer, filha... sua mãe não está bem- Ele responde calmamente.

- Por que quer saber minha opinião? Sendo que eu concordando ou não, vocês irão fazer isso?- A ruiva se levanta, um pouco tensa.

- Filha, sua mãe precisa se tratar! Está claro que ela precisa de ajuda, você melhor do que ninguém sabe disso, afinal, quantas vezes ela já quis te matar?- Ele apela para a loucura e implicância que a mulher tem pela filha.

- Pai, faça o que quiser, mas não vai ter minha aprovação, agora pode me dar licença? Quero terminar de escrever- Ela responde de forma direta e vai até a porta, a arreganhando para o pai sair.

- Quando vão vir buscar ela?- A garota pergunta quando o pai já está caminhando em direção a porta.

- Amanhã pela tarde...- Ele responde antes de deixar o quarto da filha.


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- Foi aqui que viu seu pai?- Julie pergunta quando elas estão em frente a casa.

- Sim... as luzes estão apagadas... o que fazemos?- Mari pergunta para a amiga, que sorri maldosa.

- Entramos na casa e vamos até o quarto ver quem está lá...- Julie responde confiante.

- Mas e se meu pai não estiver lá?- Mari ainda tinha esperanças quanto a honestidade e fidelidade de seu pai.

- Fingimos que somos sônambulas... - ela brinca e puxa a amiga.

As duas vão até a porta da casa e percebem que ela está aberta, e então invadem a casa, subindo as escadas em silêncio, mas ao chegar no segundo andar, as duas são abordadas por três "capuzes pretos".

- Mari! Corre!- Julie grita e as duas se viram para descer as escadas, mas são pegas por esses caras, que na verdade são capangas de Die, e eles as arrastam para fora da casa, jogando-as na parte de trás da van preta que elas não tinham notado parada perto da casa.

- É uma rebelião... querem vingar a morte do chefe!- Julie fala pra amiga, desesperada enquanto acha uma brecha para que consigam fugir da van.

- Deixa eu adivinhar, viu isso em um filme também?- Mari responde enquanto tenta ligar para alguém pra pedir ajuda.


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- Valeu cara... vou indo nessa- Noah se despede do amigo.

- Obrigada pela internet... Anota meu número... se quiser me ligar- Alexa sugere e Dylan assente, pegando o celular e anotando o número que ela passa, enquanto Noah já estava do lado de fora da casa, tentando atender uma ligação da Mari, que sempre caia quando ele atendia.

- Okay... Anotado- Dylan ri sem graça e ela sorri abertamente, deixando a casa.


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Sam era estagiário no hospital de Gainesville, tinha se formado em medicina, e está correndo atrás para poder realizar o seu sonho de se tornar médico.

Enquanto arrumava algumas fichas de pacientes, o garoto é surpreendido pela ligação de Selly, a qual ele estranha pelo fato de já estar tarde.

- Selly? Aconteceu alguma coisa?- Ele pergunta colocando os papéis em cima da mesa, para dar mais atenção para a garota.

- Quero te pedir um favor... amanhã irão buscar minha mãe para levá-la para um hospício... Eu queria que ajudasse nesse processo, já que faz estágio, poderia ajudar os funcionários do hospicio, eu ficaria mais tranquila se alguém que eu conheço estivesse no meio, para garantir que não façam nada com ela- Ela diz, um pouco sem jeito e o garoto aceita imediatamente.

- Claro... sem problemas, eu posso fazer isso, irei me certificar que ela chegue em segurança...- 

- Irei te passar qual é o sanatório e a hora que irão vir buscá-la por mensagem- Ela fala em um tom de voz mais animado, que ele logo percebe, e fica contente por poder ajudar com isso.

- Oh sim! Pode mandar... Bom, pode me fazer um favor também?- Ele diz sorrindo de lado, até porque ela não podia ver isso, enquanto volta a pegar os papéis.

- O que estiver ao meu alcance...- Ela responde fechando a porta do quarto, pois sua mãe estava tendo uma crise no quarto ao lado.

- Se pudesse comentar sobre mim com a Julie, saber o que ela acha de mim...- Selly sabia sobre a queda que ele tinha por Julie, isso ficou evidente depois de Joyce ter drogado todo mundo e ele ter revelado enquanto via duendes.

- Pode deixar! Muito obrigada mesmo, você é um cara muito legal- Ela diz antes de desligar o telefone, um pouco mais tranquila em relação a sua mãe.


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- Me solta seu desgraçado!!!- Mari se debatia enquanto um dos capangas a tira de dentro da van, e sai a arrastando para dentro de uma casa estranha, isolada no meio de uma floresta.

Quando o outro capuz preto vai pegar Julie, ela lhe acerta no rosto, e tenta ir até o que levava Mari para ajudar a amiga, mas havia se esquecido de que eram três caras, e o terceiro a pega.

- Rapazes... tomem cuidado com essas garotas, elas são como rosas, mas tem seus espinhos... Olá queridas, sejam bem vindas aonde a tortura acontece, mas prometo que não irei machucá-las, se colaborarem comigo- Era Die, saindo de dentro do galpão, com sua máscara horripilante, que não conseguia camuflar seu charme, e seu aplicativo de mudança de voz no celular, reproduzindo o áudio que ele gravou, que não conseguia camuflar o tom de sarcarmo que ele usou.

- Não era pra essa porra estar morta?- Julie murmura tentando se soltar, enquanto Die apenas as observa de longe, de forma sinistra.

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Dylan estava preocupado com Julie, a garota só tinha lhe mandando uma mensagem a tarde dizendo que não iria embora e depois não o respondeu mais, ele pensou em ir até a casa dela, mas não seria uma boa ideia, pois o pai da garota estava em casa, então acabou por deixar pra lá por algumas horinhas, mas agora, já tarde da noite, ele voltava a pensar sobre isso.

O rapaz pega o celular, e vai até sua agenda, procurando o contato de Julie, para ligar pra ela, mas algo lhe chama a atenção, o contato de Alexa, e ele fica em dúvida sobre para quem ligar.

"Se Julie não me ligou ou me procurou, é porque não quer falar comigo, não vou forçá-la, ela deve estar bem".

E assim ele decide ligar para Alexa.


Notas Finais


Oiiiie meus amores :3
Espero que o capítulo tenha agradado a vocês, fiz com todo o carinho.
Vamos ao game....
Game: Parece que a coisa não deu certo para Julie e Mari... O que acham que Die planejou para as meninas?
Comentem aí e até o próximo capítulo, beijos :*


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