História The Hell In Life - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá corujinhaaass
Como vocês estão? Estou muito feliz pelos quase 100 inscritos, muito obrigada gente <3
Boa leitura para vocês e leiam as notas finais, bjusss

Capítulo 6 - Depoimentos.


                   P.V.O DIE

Estava esperando alguma notícia, qualquer que fosse, quando meu celular toca, e ao ver o nome dela no visor, um sorriso de satisfação se forma em meu rosto.

- Você ficou maluco? Tem ideia da burrada que fez? O que pretende fazer agora que a polícia toda de Gainesville está de olhos bem abertos para um assassino? Quando concordei...-

Antes que ela pudesse continuar tagarelando, suspiro fundo e a interrompo.

- Primeiro, você não me conhece, porquê se conhecesse, saberia que eu não faço uma burrada se acho que não poderei concertá-la e se ela não for me favorecer em algo, segundo, pare de gritar comigo, o fato de você ter distúrbios mentais não significa que eu seja surdo, e por último, mas não menos importante, quero que me mande todas as informações por torpedo, câmbio, desligo-

Falo em um tom autoritário e desligo o telefone, antes que ela se quer abrisse a boca para me responder.

Guardo o celular no bolso e começo a caminhar para o lugar em que deveria estar no momento.

                 P.V.O DYLAN

- Você está me pedindo o quê?- Grito indignado, tendo minha boca tapada com brutalidade por ela.

- Fala baixo desgraça!- Ela exclama e eu lambo sua mão, fazendo-a me soltar, enquanto torce o nariz.

- E antes que diga "que nojo", eu vi você voltando agora mesmo depois de passar álcool em gel na mão- Respondo vitorioso e ela me fuzila enquanto limpa a mão na camiseta.

Estávamos todos na delegacia, esperando sermos chamados para depor, Mari foi a primeira, já que ela foi a única a ser ferida pelo psicopata louco.

- Estou te pedindo para não citar a presença do Sam na escola- Ela volta a repetir e eu reviro os olhos, bufando em seguida.

- Julie, eu não vou acobertar aquele idiota, por que eu faria isso se acho que ele pode ser o assassino?-

- Porquê, caso a polícia ache que somos os culpados, Sam virá na delegacia e contará o que ele viu naquela noite- Ela respondeu confiante e eu franzi o cenho.

- Ele pode fazer isso agora e evitar que meu lindo rosto e o seu feio rosto, vá parar nos jornais como principais suspeitos- Discordei e foi a vez dela de bufar e revirar os olhos.

- Você não entende... Se falarmos sobre a presença dele naquela noite, ele vai ser interrogado, irá contar o que viu, e a polícia pode achar que ele inventou o fato de ter visto o assassino mascarado matando a Joyce para nos acobertar, já que vimos ele naquela noite e citamos isso, mas se ele vir depois, e nós fingirmos que não o vimos por lá, irão acreditar nele, já que Sam não é nada nosso, nem se quer nosso colega ele é mais, por isso, Sam é a testemunha que salvará nossas vidas, temos que omitir a parte em que ele entra- Ela explica rapidamente e eu começo a estralar os dedos.

- E como você pode ter tanta certeza que ele vai contar a verdade e nos ajudar com isso?- Perguntei torcendo para ela dizer "usaremos a violência".

- Porquê nós pediremos com educação?- Ela fala em um tom receoso e eu rio fraco, vendo Mari surgir na sala, acompanhada pelo xerife, que chama o nome da Julie, e ela se levanta rapidamente, o seguindo para dentro da sala.

                   P.V.O NOAH

O clima estava pesado naquele lugar, mas Julie e Dylan sempre davam um jeito de se estranhar.
Mari volta para a sala e foi a vez de Julie ir.

Me levanto do meu lugar, me sentando ao lado do Dylan, que agora estava calado, com uma expressão indecifrável.

- Eae Cara... Olha, eu posso imaginar o que houve lá dentro do colégio...-

Tento puxar assunto, e ele vira seu rosto para mim.

- Eu estava com medo de morrer, mas esse medo não chegava nem aos pés da minha preocupação com a Julie... Eu não me perdoaria se algo acontecesse com ela, me senti responsável pela vida dela... sabe o que é isso cara?- Ele respondeu e eu sorri minimamente, afinal, nunca escutei o Dylan falando da Julie desse jeito, jeito de quem se importa. Mas preferi não dizer nada, ele negaria, é claro.

Apenas assenti, não sabia o que dizer.

- Está tudo certo com a Mari?-

Ele muda de assunto e eu levo minha atenção para ela, que conversava com as meninas, e então Matt aparece com alguns copos de café na mão, e se senta ao nosso lado.

- Eu não sei... Estou meio receoso de falar com ela, afinal, ela só foi atacada porquê estava me esperando... um engraçadinho mandou uma mensagem para ela, pedindo que ela me encontrasse na frente da escola, mais cedo. Não tive culpa, mas não quero encher a cabeça dela com isso agora- Murmuro passando as mãos pelos cabelos e Dylan franze o cenho, roubando um dos cafés da mão do Matt.

-Espera...Alguém mandou uma mensagem mandando Mari estar lá naquela hora?- Matt pergunta e eu concordo confuso, e então Dylan olha para o Matt.

- É claro! Agora faz sentido! Não era a Joyce que aquele louco queria matar, era a Mari... Ele só a matou porquê não teve chance com a Mari, graças a você, você salvou a vida dela Noah!- ele respondeu batendo de leve no meu ombro, enquanto sorria.

- Isso quer dizer que o assassino não tem uma vítima em si, porque se tivesse, não teria optado em matar a Joyce, isso quer dizer que ele pode matar qualquer um que aparecer em sua frente- Matt completa, tomando um gole de café.

- Como assim gente? Mas porquê o assassino iria iria querer matar a Mari? Se ele mataria qualquer um, por que bolar todo um plano para que fosse a Mari?- Perguntei voltando a olhar para ela.

- Um assassino na maioria das vezes, tem uma obsessão por apenas uma pessoa, mas por ser louco ele mata quem puder... Mari era a primeira opção, como não deu certo, ele partiu para a segunda, que no caso era a Joyce, e ele vai continuar...Sendo planejado ou não.Leiam livros de psicopatas... por incrível  que pareça, eles são  decifraveis- Dylan respondeu e eu comecei a entender o que ele estava dizendo, e não pude deixar de concordar.

- Vou falar com ela-

Murmurei e eles concordaram, e então me levantei, indo me sentar ao lado dela.

                P.V.O JOSEPH

- Muito bem senhorita Anderson, por favor, se sente- Peço para a garota, me sentando em minha poltrona, e ela se senta de frente para mim, sorrindo, um sorriso indecifrável, e isso não era bom.

- Parece muito feliz pela morte da sua colega- Murmuro e ela bufa, desfazendo o sorriso.

- Ela não era minha colega, nos odiavamos, e você como xerife deveria saber disso, se não ficasse dentro de uma sala comendo rosquinhas... mas não te culpo, você não tinha casos para cuidar até hoje- A mesma dá de ombros e se ajeita na cadeira.
Senhorita Anderson, afiadíssima e confrontadora, um comportamento bem suspeito.

- Okay... Vamos começar, o que viu lá na escola?- Pergunto colocando minhas mãos sobre a mesa, a encarando de forma intimidadora.

............................................................

- Eu sinto muito pelo que teve que passar, mas será que não viram mais ninguém por lá?- Pergunto e ela mantém seu olhar fixo em mim.

Julie é o oposto do pai, que sempre odiou contatos visuais, e isso parece ser o que a bela jovem dos cabelos negros mais costuma fazer, e isso a torna intensa, já que seus olhos grandes e verdes, não dizem muito sobre ela, mas parecem ler tudo sobre os outros.

- Não, não vimos ninguém- Ela respondeu por fim e eu assenti, me levantando.

- Tudo bem, muito obrigada por contribuir com a nossa investigação- Agradeço e ela apenas sorri sem mostrar os dentes, enquanto deixamos a sala e eu chamo o segundo principal suspeito, ou levando em conta minha suposição, o cúmplice.

- Senhor Carter, por favor, me acompanhe-

Murmuro chamando sua atenção, e ele, trata logo de fazer o que eu peço, se levantando.

                     P.V.O MARI

Noah e eu conversamos durante todo o tempo em que esperávamos os outros serem interrogados, e tudo que ele me disse, entrou em minha mente e não saiu mais.

Após um bom tempo, nossos familiares começaram a chegar, e cada um foi para a sua casa.

Mas eu estava assustada, com medo de ser a vítima principal desse assassino, com medo de que ele viesse atrás de mim, atrás de fazer o que tinha em mente durante essa noite.

                  P.V.O NATY

No dia seguinte, a escola toda estava de luto pela vadia da Joyce, o que eu acho a maior falsidade do século, afinal, metade da escola não gostava dela, e deixava bem claro, e a outra metade fingia gostar.

- Bom pessoal, sei que todos estamos tristes pela perda de uma grande amiga, mas eu preciso passar essa atividade antes que eu tenha que fechar as notas, a sala de vocês é a única que falta, e se vieram para a escola, é porquê querem ter aula-O professor de artes se pronuncia, segurando uma venda de olhos nas mãos.

- Ou porquê foi obrigado pelo seu pai- Nanda respondeu e ele concordou.

- Naty? Gostaria de ser a primeira?-

Ele me chama e eu o fuzilo, o chingando mentalmente enquanto vou para a frente da sala.

- Vou colocar essa venda em seus olhos, e escolherei alguém para ficar de frente para você, e você terá que por meio dos toques, descobrir quem é, mas sem maldade pessoal! Por favor! Nada de apalpar seu colega-O professor respondeu em um tom de brincadeira e a sala inteira riu.

- Vamos lá- Ele murmurou colocando as vendas em meus olhos e eu não via mais nada, até que colocou alguém de frente para mim e levou minhas mãos até essa pessoa.

- Pode começar loira-

Comecei pelas mãos, para saber se eram femininas ou masculinas, e com certeza eram femininas. Continuei tocando, dessa vez nos braços, e eu tinha certeza  que era ou a Mari, ou a Julie, por conta de um tipo de alergia que as duas tem igualzinhas no braço.

- Seria a Joyce?- Brinquei em um tom de deboche e a sala inteira ficou em silêncio.

- Estou brincando... Mari-Respondi revirando os olhos, ao tocar nas unhas dela. Mari tem as unhas grandes, já a Julie, por conta das crises de ansiedade, roe as dela.

- Muito  bem... viram,  é bem fácil... Dylan! Sua vez!- Ele o chamou e tirou a venda dos meus olhos, e pude ver que a sala inteira me encarava.

                 P.V.O DYLAN

- Está falando sério?- Perguntei torcendo o nariz e ele sorriu de forma maldosa.

Por que ele é meu professor favorito mesmo?

Me levantei, quase que me arrastando para a frente e ele logo tratou de vendar meus olhos.

Depois de alguns minutinhos, minhas mãos foram levadas aos ombros de alguém.
Dei dois passos para a frente, e fiquei cara a cara com a pessoa, e já tive uma suposição de quem era, por conta do seu perfume doce e seu hálito de bala de hortelã.

Levei minhas mãos até o seu rosto e o acariciei com meus polegares e então desci as mãos por seus fios de cabelo, pegando em suas mãos, era ela, com sua cicatriz na mão esquerda e suas mãos  pequenas que quando entram em contato com a minha pele, para me dar tapas, dói.

Sinto ela suspirar e me afasto pigarrando.

- Julie- Murmuro por fim, e então o professor tirou a venda de meus olhos e eu havia acertado, é claro.

- Isso é muito fácil, ele só precisou sentir a cicatriz  na minha mão-Questionou e o professor entregou a venda para ela.

- Sua vez então...-Ele murmurou e ela pegou a mesma, cobrindo os olhos.

Me sentei em meu lugar, vendo o professor sair da sala e voltar em seguida.

Franzo meu cenho, confuso e sinto meu coração acelerar ao ver o assassino entrando na sala, pelo menos era a mesma máscara, a mesma roupa... se fosse  uma brincadeira com a Julie, era muito sem graça.

Ela começou a tocar a pessoa e eu me levantei do meu lugar em um pulo, nem senti se quer, meus pés tocarem o chão e já estava prendendo a tal pessoa na lousa.

Julie tirou a venda ao escutar a gritaria e arrancou a máscara da pessoa na hora, enquanto eu me preparava pra esmurrá-la.

- Sou eu! Sou eu!-


Notas Finais


Desculpem a demora pela postagem, comecei a trabalhar e isso me dificultou um pouco na hora de escrever, o cansaço dificultou a criatividade se é que me entendem slskskksks
Mas vamos ao game...
Game: Quem vocês acham que está por baixo daquela máscara? E por quê? Falem aí suas teorias e até o próximo capítulo :*


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