História The hell of love - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Novos Titãs (Teen Titans)
Personagens Asa Noturna, Ciborgue, Estelar, Garth (Aqualad / Tempest), Personagens Originais, Ravena
Tags Bbrae, Beast Boy, Garfield, Mutano, Raven, Ravena, Romance
Visualizações 55
Palavras 2.009
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu estou com problemas pra conseguir pegar o notebook pra escrever knsdakjasndj. Desculpa gente!
Boa leitura!

Capítulo 13 - Positive love


Stellar tornou a mirar seus olhos esmeraldas preenchidos de preocupação em Dick, ansiando para que ele estivesse realmente bem, algo a dizia que ele havia passado por algum tipo de risco, e isso ficou claro para ela quando viu o desânimo visual do namorado. Ah, isso com certeza seria um problema.

Respirou fundo quando viu Garth olhando para as grades fúteis de sua jaula, como se estivesse pensativo, e olhou para Cyborg, que aparentava estar na mesma situação de estar sendo controlado pelos próprios pensamentos. Concentrou-se no líder, e decidiu perguntar:

- Vamos ligar para o Garfield.

Aqualad a olhou com desaprovação por ouvir o nome indesejado, Dick concordou, assentindo a cabeça, e Cyborg balançou a cabeça subitamente, como se a necessidade de fazer isso fosse algo óbvio.

O líder pegou seu comunicador, mas ao mesmo tempo que abriu a tela, o rosto de um metamorfo assustado e desesperado foi exatamente o que veio a tela, chamando atenção de todos os outros titãs presentes por ali. Grayson estaria preocupada se não tivesse notado que não havia monstro algum atrás dele.

- ONDE CARALHOS VOCÊS ESTÃO? – ele gritou.

- Olha a boca, - disse Cyborg ao fundo, em tom de brincadeira – algum espírito pode não gostar.

- Cyborg?

- Sim. – Falou Dick, assentindo, pronto para passar informações – Estamos recebendo a ajuda de uma garota, portanto, acabamos juntos, mas estamos presos.

O olhar de desaprovação de Logan poderia ser considerado um tipo de ameaça para pessoas como Koriand’r, foi uma grande sorte a tamareana não ter chegado a encará-lo. Já ia acusa-los por ter sido deixado sozinho, mas notou que essas informações eram irrelevantes perante a informação/e motivo pelo qual ele havia ligado e balançou a cabeça, afastando a raiva.

- Eu a encontrei.

A equipe se calou, esperando que estivesse fazendo algum tipo de brincadeira. Garth enfiou o rosto no comunicador, finalmente interessado no que o seu tão odiado colega tinha a falar.

- Raven estava usando uma tiara, os olhos estão vermelhos, e ela ameaçou me matar. – Revirou os olhos – Ela não está em perigo, já podemos voltar.

- Vamos sair daqui. – Disse a alienígena, decidida e um pouco perturbada com o que havia acabado de ouvir – Agora.

- Mas... – O namorado abriu a boca pra falar, mas foi totalmente interrompido quando ouviu a garota soltando starbolts contra as grades.

- Vamos, não fiquem aí parados!

Aqualad nem sequer tentou discutir, lembrou das instruções simples de Áustria de como sair da jaula e começou a escalar as grades, forçando-as cada vez mais para que entortassem, enquanto Night Wing só precisou utilizar seu bastão, foi rápido para desfazê-las como barreiras de saída.

Cyborg ainda estava travado demais com a informação para ajudar Stellar, e mesmo assim, a força da princesa não aparentava estar sendo de menos, pelo contrário, ela já havia conseguido fazer alguns buracos nas grades, o que havia sido duvidoso, já que Victor afirmou serem boas o suficiente para lhes tirarem os poderes. Bom, pelo visto, ou seu sistema havia falhado – o que ele negaria completamente -, ou o local era enganativo.

Os heróis que estavam líderes se entreolharam, ciente de que não tinham a força suficiente para desfazer aquelas grades, ainda mais quando um deles não era portador de poderes e o outro só conseguia força em águas. No entanto, quando Grayson viu a determinação evidente de Stellar, esqueceu qualquer tipo de lógica.

Jogou-se contra as barreiras, rodopiando o bastão, e sendo jogado para longe ao mesmo tempo de maneira brusca, deixando a namorada preocupada em meio a tanta adrenalina. Dick a olhou, soltando mais um de seus poderes contra o que estava a mantendo presa, e também notou a quantia de dor que estava se mantendo em seu corpo. Tentou levantar, mas caiu, fazendo um suposto diagnóstico para si mesmo de que havia torcido seu pé.

As notas mentais estavam quase sendo levadas para as feridas de trevas mais uma vez, mas quando fixou todos os seus pensamentos na ruiva, não desistiu. Raven era sua irmã, ele não ia perde-la por completo, Stellar não ia perder a melhor amiga, Dick também não ia perder Stellar, o moreno quase caiu em sua nova tentativa de levantar. Quase. Viu Cyborg soltando algumas de suas camadas tecnológicas nas grades, sem ter tanto sucesso quanto Kori em relação aos objetivos e Aqualad encolhido no canto da sala com tantos poderes sendo soltos ao seu redor. Por que chamaram ele para a missão mesmo?

Ignorou todos os detalhes negativos de sua mente, e focou em quando Batman o focou em se tornar um bom aprendiz, quando passou a o considerar um garoto prodígio, e se jogou mais uma vez contra as barreiras. Falhando mais uma vez. Mas o líder se levantou mais uma vez, ele não desistiria tão fácil, se tinha algo que Grayson considerava tanto quanto a namorada, era sua honra.

No exato momento em que Koriand’r lançava mais uma de suas starbolts, o bastão violentamente agressivo estava indo diretamente a jaula, o que causou um grande impacto quando se encontrou, finalmente fazendo uma abertura significante na mesma. Dick sorriu quando a namorada o abraçou, feliz demais para lembrar que ele estava totalmente detonado. Gritava de alegria e agradecia a determinação do líder.

Cyborg saiu sorridente de dentro do lugar que antes estava preso e olhou para o ex-habitante de Atlanta, insatisfeito. Pelo menos Bee deveria saber como incentivá-lo a ser útil quando não estava dentro de local marinho para que ele tivesse tanto destaque nos titãs da costa leste. Deu de ombros para os pensamentos, e tornou a observar a alegria do casal a frente, logo se metendo entre os dois para um abraço coletivo, repleto de alegria.

No entanto, os três se entreolharam, finalmente questionando o que poderia ter feito com que a jaula se desintegrasse.

- Vocês devem estar se perguntando o motivo de conseguirem quebrar a jaula. – Aqualad finalmente começou a falar, fingindo não ter fugido de nada – O inferno é feito de influências negativas, a determinação e disposição para salvar alguém não são uma delas, por isso vocês tem essa capacidade de contrariar o que está determinado por aqui.

Stellar deu um sorriso para o titã da leste, finalmente se sentindo completa por estar próxima dos demais participantes da missão.

- Vamos, temos que salvar a Raven, amigos! - E correu para a porta.

Raven tornou a dar um sorriso tímido para Garth quando ele a mostrou uma sereia de cabelos roxos de um livro que ele julgava ser totalmente parecida com ela. Sereias e a empata eram duas coisas que não se misturavam, afinal, ela vivia dizendo para si mesma que não era bonita, não tinha nem como. Ela era um demônio, uma bruxa, uma estrangeira estranha de Azarath, e todos os outros nomes que Garfield já havia apontado para si.

- Eu não sou bonita assim, - disse, apontando para o rosto da marinha e tentando se esconder na própria capa, estava triste demais com seus pensamentos para aceitar a simplicidade de Aqualad em apontá-la de tal maneira.

-  Claro que não, você é mais.

Raven corou, sentando-se encolhida no banco, sem nenhuma vontade argumentar a favor ou contra do que acabara de ouvir, não queria olhar para o titã da leste de maneira alguma, mas ele a puxou com o indicador pelo queixo para fixar seus olhares um no outro. Não sentia que precisava dizer mais nada, já estava aproximando seus lábios dos dela, mas quando estava próximo de beijá-la, ela o empurrou, com agressividade, de maneira súbita.

- Não é assim que eu te vejo. - Olhou para o chão, triste com o acontecido, começou a correr para longe dali, na sua mente, só havia a imagem de uma pessoa desde que o momento romântico havia começado: Beast Boy.

Karl e Raven tinham um problema sério quando o assunto era concordância, e o servente tinha grande consciência desses fatos, mesmo assim, queria – e muito – insistir em suas ideias. Ainda que não tivesse poderes, a preocupação e cansaço da senhorita era sentida de longe por ele, e o indivíduo não queria nada mais nada menos do que o relaxamento da empata.

Perdeu a conta de quantas vezes havia sugerido viagens para a superior no passado e teve seu pedido negado como se ele um louco, mas essa ocasião era especial, não era? Afinal, ele tinha prendido quem a estava machucando, e ela precisava sim de um bom descanso. Não apenas isso, a noite passada com Áustria havia sido o suficiente para motivá-lo – sabe-se lá como - a se confessar para a mulher, mesmo que não pudessem ficar juntos em nenhuma circunstância, ele só queria que ela soubesse.

Adentrou o quarto da senhoria sem bater na porta outra vez, se deparando com uma garota chorando de preocupação consigo mesma, que se assustou com a chegada do homem e começou a limpar rapidamente suas lágrimas.

- Rae, o quê?

- Não é nada, - disse, com a voz embargada, o interpelando – por favor, não questione.

O servente principal assentiu, finalmente arrependido de não ter a mera consideração de bater na porta antes de entrar, ao invés de falar qualquer coisa, caminhou até a senhorita, a abraçando, deixando a empata surpresa e agradecida ao mesmo tempo. Ela não tinha mesmo isso há tempos, Koriand’r era o único ombro amigo que estava sempre disponível, e a proteção dos consideráveis irmãos faziam uma falta e tanto. Quanto a Logan... Era melhor não recordar, ele já havia causado preocupação o suficiente.

- Rae... – Karl chamou, a confortando – Sei que passou por muita coisa, você não quer mesmo dar um tempo nisso aqui? Viajar para longe? Esquecer de tudo por um tempo?

A garota de cabelos coloridos mordeu o lábio inferior pensativa. Por que não conseguia achar uma má ideia dessa vez? Ela estava realmente precisando de um tempo, afinal. Ainda sim, a preocupação que tinha com o que estava dando certo – ou errado – no submundo a sobrecarregava completamente na hora de optar por um sim. O olhou, esperando que ele fosse capaz de ler as perguntas que tinha em seus olhos, falhando quando notou que o servente prosseguia com sentimentos de esperança sobre a questão que havia acabado de levantar.

- Como vamos deixar tudo isso aqui? É uma responsabilidade e tanto.

- Você sabe que tem subordinados que se destacam, e eu confio em várias pessoas por aqui também, - deu de ombros – eles vão entender, será como ter um serviço de substituição temporária, entende?

- Ninguém substitui um líder. – Relembrou o lema de Trigon, com dor em âmago. Ela estava mesmo usando isso como justificativa?!

Karl ousou a revirar os olhos para o que havia acabado de ouvir, podia respeitar o antigo mestre, mas isso não significava que gostava dele, não havia nem como. Olhou mais uma para a superior, ainda acreditando que ela poderia confiar em sua ideia.

Raven fez uma careta, voltando a ficar pensativa. Sabia que a Terra lembraria as crianças que tanto amava e acabou perdendo ao aceitar seu destino de trevas, e se o servente estivesse próximo a ela, isso os deixaria mais conectados, ela interpretava esse ponto como algo bom. Poderia dar um tempo em suas alucinações e até mesmo esquecer do encontro repentino com Garfield em sua praia privada e revelação sobre a presença de outros titãs no submundo, mesmo que esse ainda fosse um assunto que precisava ser tratado. 

Acabou lembrando de histórias de livros onde pessoas morriam infelizes por simples negações como essas, e apenas esquecendo todo seu pessimismo que havia “puxado” da mãe, resolveu se arriscar.

A empata bufou, se jogando contra sua própria cama, e finalmente dizendo que aceitava, gerando uma explosão de fogos de artifício por dentro de Karl e um sorriso satisfeito por fora, fechou os olhos, esperando que seus pensamentos sumissem, enquanto o servente saia do quarto, se iludindo em mil visões do que poderia ocorrer na viagem,  em meio a planejamentos que envolviam músicas e jantares românticos. Podia até estar morto, mas nunca deixou de admirar seus tempos vivo.


Notas Finais


Comentem! :3


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