História The heroin - Capítulo 27


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 128
Palavras 1.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ficção Científica, Luta, Orange, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente! Eu sei que a maioria de vocês ficaram indignadas por eu ter parado naquela parte. Então, como eu sou boazinha e, não quero morrer, voltei mais cedo.

Capítulo 27 - Capítulo 27


Anteriormente em The heroin...


Emma...Clark e Lois sussurram ao mesmo tempo, ambos, com os olhos vermelhos novamente. A loira pôde ouvir seu nome sendo pronunciado pela boca dos, até então, "estranhos".


Desculpe, mas eu conheço vocês?a garota perguntou confusa.

                        *   *   *

Pov's Autora.

Emma olhava para aqueles dois desconhecidos com estranheza. Perguntava-se, por que eles a olhavam como se ela fosse a coisa mais importante na vida deles-pelo menos na opinião dela-, nos olhos dos desconhecidos, lágrimas queriam escorregar. A loira olhou para Mary, em uma pergunta muda de o que estava acontecendo, Margareth a encarava com o rosto pálido, a loira pôde notar que havia alguns vestígios de lágrimas, na verdade, todos os "adultos" tinham vestígios de lágrimas. Regina, assim como a loira, não estava entendendo nada, tamanha era sua confusão.


Lois, que estava para correr até a filha e abraçá-la, tentou murmurar alguma coisa, mas nada saía, um bolo enorme se formava em sua garganta, impedindo-a de falar qualquer coisa que fosse. A tensão na cozinha, era grande e, o silêncio, era maior ainda. Só se ouvia as respirações pesadas dos presentes à cozinha.


Clark encarava a filha com encanto, ela havia crescido tanto, era uma mistura perfeita sua e de Lois, tão linda, tão perfeita. Tudo que ele queria era levantar, abraçar a filha e nunca mais soltá-la, dizer o quanto a amava, mas ele sabia que não podia, a garota poderia se assustar com a invasão.


— Quem são vocês? E por que todo mundo está me olhando assim?— Emma quebrou o silêncio, sua expressão era de total confusão.


— Emma esses...são...—Mary não conseguia terminar a frase, estava nervosa demais.


— São quem? Por que ninguém fala nada?— a garota já estava ficando nervosa. Regina, percebendo isso, colocou a mão na cintura da loira.


Killian roía todas as unhas,  aquela situação estava o deixando apreensivo, ele conhecia bem sua amiga, sabia como era o temperamento dela, e o quão impaciente a mesma era. Ruby encarava tudo aquilo com os olhos arregalados e uma colher de cereal na boca. Puta que pariu! Era tudo que vinha a sua mente.


Zelena pensava em como aquilo tudo daria merda, muita merda, ela podia ver que todos estavam paralisados. Olhou para sua mãe, se perguntando quando ela abriria a boca, mas a mais velha não lhe devolveu o olhar, ela sequer piscava.


— Ninguém vai me responder?— Emma perguntou de novo, impaciente.


— Esses são...Cla-Clark...e L-Lois...— David conseguiu dizer.— seus...seus...pais biológicos...—disse a última parte em um sussurro.


Era difícil para ele dizer que Lois e Clark eram os verdadeiros pais da loira, pois, ele e sua esposa que haviam cuidado de Emma até agora, ele a amava incondicionalmente, ela era sua filha, e ninguém podia dizer ao contrário. Ele amava Lane e Kent, eram seus amigos, quase irmãos, mas ainda assim, era difícil para ele dizer que Emma não era totalmente sua.


A loira encarou David com o rosto atônito, abriu a boca varias vezes, tentando pronunciar algo, qualquer coisa. Respirou fundo, olhou para os presentes ali, na mesa, e voltou seu olhar para David e Mary, que estavam lado a lado.


— Meus pais?— perguntou com ironia, soltando um riso sem humor algum, um riso amargo.— Desculpe, mas meus pais estão aqui à minha frente, estou encarando eles agora.— disse encarando David e Mary.


Aquilo doeu em Lane, doeu muito, mas, por mais que doesse, sabia que, de certa forma, a filha estava certa. Havia perdido todos os momentos da filha, seus primeiros passinhos, a primeira palavra, o choro, a primeira nota ruim ou boa, o primeiro arranhão, não havia ensinado sua filha andar de bicicleta e nem lhe dado concelhos amorosos e, tudo isso, contribuia para que ela se sentisse mais culpada. Se encostou no marido para que não desabasse em um choro angustiado.


Para Clark, não fora diferente, saber que, para sua filha ele não significava nada, era enloquecedor,  angustiante, desesperador.  A culpa veio com força, fazendo-o soltar o ar de forma alta.


— Emma...filha...— Clark tentou.


— Não!— falou firme.— eu não sou sua filha.— disse fria.


Aquilo foi o ápice para que as lágrimas viessem, os olhos claros de Lois e Clark se desbulharam em lágrimas. Emma tentava segurar ao máximo as suas, colocando uma máscara impassível na cara.


Emma olhou uma última vez para todos e virou-se, saindo do recinto.


Lois levantou, seguindo os passos da filha, queria explicar que, tudo que havia feito até agora, fora para protegê-la. Vendo que sua esposa havia levantado para seguir a filha, kent levantou-se também.


— Emma, tente enten...— Lois foi interrompida.


— Eu não tenho que entender nada.— tentava mater a voz baixa.


Os que estavam na cozinha, correram para ver a confusão mais de perto.


— Eu...eu sei...que errei, mas eu te amo tanto, tudo, tudo que nós fizemos foi pra te proteger, filha!—Lois falou com a voz embargada.


— Nós só queríamos proteger nossa família.— diz Clark.


— Vocês não são os meus pais!— gritou a loira.— Eu nem mesmo sei quem são vocês. Mas sabem de uma coisa? Eu agradeço de verdade que tenham me dado para Mary  e David, porque eles sim são meus pais, pessoas maravilhosas, que sempre me deram amor, me apoiaram em todas as minhas decisões, cuidaram de mim, me ensinaram a nadar, a andar de bicicleta, jogar vídeo game, jogar bola, foram em todas as reuniões de pais, e nunca me abandonaram,  nem colocaram minha vida em perigo. Por culpa de vocês tem um louco tentando machucar todos que eu amo, Minha MÃE MARY QUASE MORREU, EU QUASE MORRI,porque esse louco queria se vingar de vocês, e ele não vai cansar até me atingir, para que assim, atinjam vocês tambem. Tudo que eu peço é que vocês resolvam esse problema e que vão embora, pois nossas vidas estavam bem melhores sem vocês.— dito isso, saiu porta à fora.


Lane e ka-el desabaram, chorando alto, abraçados um ao outro, seus soluços eram ouvidos por todos, era tanta dor que os dois queria arrancar seus corações, para que assim, a dor diminuísse um pouco. Sabiam que tinham errado, mas Emma havia sido dura demais, suas palavras foram como facadas em seus peitos, fortes e impiedosas.


— Eu vou atrás dela, ela só está de cabeça quente. Foram muitas emoções de um dia pro outro!— Regina tentou justificar de forma calma.


Saiu apressadamente atrás da namorada.


                       *   *   *


Emma permitiu-se chorar sentada no pequeno castelinho frente à praia, era um choro forte, sem restrições. Chorava pelo peso que era ser uma super-heroína, chorava por ter sido enganada, chorava por achar que era um peso na vida de seus pais, chorava pelo perigo que todos deviam estar correndo, chorava por não conseguir entender o que estava acontecendo e, porque tinha que ser justo com ela, ela só queria ser feliz. Sentiu uma mão macia tocar em seu ombro e, depois, braços delicados lhe envolverem.


— Como me encontrou ?— perguntou baixinho.


— Eu sempre irei te encontrar...— a morena respondeu no mesmo tom.


O vento da praia batia em seus rostos, fazendo com que alguns fios de cabelo atrapalhassem suas visões. Emma foi acalmando o choro com os pequenos afagos que Regina fazia em seus cabelos loiros e brilhantes.


— Por que tudo tem que ser tão difícil?— perguntou à namorada.


— Eu faço essa pergunta todos os dias, mas eu acho que ninguém nunca irá ter a resposta...—disse doce.


— Por culpa deles Lex quer destruir tudo que eu amo. Se acontecer algo com você ou com os outro...eu...eu morreria...— falou fraca, olhando a morena.— eu amo tanto você, você é o amor da minha vida...e...e...— estava ficando nervosa.


— Shiii...fica calma, nada vai acontecer.— lhe beijou os lábios. Passaram um bom tempo em silêncio.— Você não acha que foi dura demais com eles?— perguntou hesitante.


— Não acho!— foi grossa, mas logo se arrependeu.


— Desculpe, só queria dar minha opinião...— disse meio magoada.


Emma a puxou para um beijo doce, tentando se desculpar, colou suas testas após o beijo.


— Desculpa, desculpa, eu só estou estressada, angustiada...— sussurrava sob os lábios da amada.


— Não precisa se desculpar, eu sei como deve está se sentindo...

Levantaram-se e começaram a caminhar pelas ruas, e algo chamou a atenção de ambas,  panfletos colados em muros, postes, etc, com o rosto de 4 garotas, neles dizia que as mesmas estavam desaparecidas à dois dias.


— Como eu não fiquei sabendo disso?— Emma se perguntou— como não escutei nada, nem vi nada pelo meu radar?— continuava a se questionar.


— Acha que foi o Lex?— Regina perguntou.


— Por que ele faria isso, e o que ele ganharia com isso?— refletiu.


— Uma armadilha, talvez...— tentou.


— Não, não. Isso está muito estranho...— falava.— preciso saber o que está acontecendo, mas não posso me infiltra na delegacia.— falou frustrada.


— Eu conheça alguem que pode...


— Quem?— perguntou.


— Minha Mãe, prefeita e agente da CIA!— deu um sorriso esperto e puxou a namorada, correram para o encontro de Cora.


Lois e Clark já deviam ter ido junto de Mary e David para a casa dos mesmos, então não havia problema em voltar. De longe um ser grotesco as observavam.


Notas Finais


Postei e saí correndo


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