História The Hidden World - Capítulo 4


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Categorias As Peças Infernais, Violetta
Personagens Alexei De Quincey, Benedict Lightwood, Camila "Cami" Torres, Camille Belcourt, Cecily Herondale, Charlotte Fairchild, Diego, Federico, Francesca Cauviglia, Gabriel Lightwood, Gideon Lightwood, Henry Branwell, Irmão Enoch, James "Jem" Carstairs, Jessamine Lovelace, León Vargas, Ludmila Ferro, Magnus Bane, Maxi Pontes, Nathália "Naty" Vidal, Personagens Originais, Sophie Collins, Tessa Gray, Violetta Castillo, Will Herondale
Tags As Peças Infernais
Exibições 3
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Não sabia o que meus pais tinham ou porque estavam me forçando a fazer aquilo, eu sabia que suas loucuras tinham limites – como arrumar outro filho ou filha – mas agora eu percebia que aquilo, tudo o que me disseram, havia passado tudo.

Falam que fizeram tudo para me proteger, bom, eles falharam miseravelmente afinal, a alguns momentos atrás eu vi minha morte passando pelos meus olhos quando a tal besta estava na minha frente. Não sei porque me abalo com todas as mentiras e invenções deles, depois de tanto tempo vivendo neste mundo, com tanta coisa acontecendo, tanta coisa mudando, eu já devia ter me acostumado.

Todos cometem erros, isso eu sei suficientemente bem, mas meus pais passam de todos os limites de erros já cometidos e sei que levaram eles até o fim de suas vidas.

A primeira coisa que fiz ao chegar no meu quarto foi me sentar a beira da janela e ver o mundo correndo através dela. Haviam bêbados em todos os lugares, suas risadas ecoavam por todos os cantos, moças belas – prostitutas -  andavam por ai, com seus vestidos longos e carregados de volume e seus decotes, deles não prefiro nem falar. Vários homens as olhavam, alguns iam a lugares escondidos com elas sabe se lá fazer o que, nunca me importei e nem pretendo. Aquele era o mundo de fora, o mundo que poucas vezes eu vivia e, de hoje em diante, não poderia viver mesmo.

Quando dei por mim, Miranda estava em meu quarto com uma enorme mala de couro marrom na mão, ela já fazia o trabalho que eu devia estar fazendo e nem se importava com isso, apenas arrumava tudo no maior silêncio. Me levantei para ajudar mas a mesma fez um gesto com a mão de que não era preciso. Cada dia que se passava eu prestava mais atenção em Miranda, perguntando-me todos os minutos como conseguia viver naquele trabalho depois de tudo que já lhe havia acontecido.

[...]

Longos minutos depois tudo já estava arrumado, minha mãe que me acompanharia porque sabia que eu não me entenderia com meu pai tão breve. Nossa carruagem já nos esperava na rua, o homem que estava lá não era nosso cocheiro de sempre, ele era diferente mas não prestei atenção em suas feições. Ele escovava o pelo dos cavalos quando chegamos, mas parou para pegar nossas malas e colocar carruagem a dentro. Parecia que eu iria para uma cidade diferente, parecia que eu estava me despedindo de Londres, mas eu só andaria alguns minutos para chegar em meu destino. Um novo lugar, talvez minha nova casa.

Assim que minha mãe e eu entramos, a carruagem começou a se movimentar, chacoalhando as vezes por causa de alguns buracos e pedras que formavam a rua, mas aquilo era relaxante, mil vezes mais. Minha mãe não falava nada sequer como se tivesse medo de começar uma briga, eu olhava para sua barriga agora, praticamente escondida pelo vestido volumoso de minha mãe.

Após o que eu pensei ter passado uns 30 minutos, chegamos no tal local que observei pela janela enquanto entrávamos. Aquilo não se parecia nada com um Instituto mas sim, uma Igreja inteira em mármore em vários tons escuros, os portões se abriram sozinhos quando nos aproximamos e quando menos percebi já estávamos na parte de dentro. Havia mais cavalos por ali pois ouvi seus relinchos, de longe consegui ver a sombra de uma pessoa – um homem, pelo que imaginei – e ele tratava dos cavalos.

Paramos e o cocheiro abriu a porta para nós. Enquanto saíamos consegui ouvir passos vindos de longe. Não demorou muito para que se aproximassem, logo na minha frente haviam um homem e uma mulher, ela era baixa, talvez até mais do que eu, seus cabelos castanhos formavam uma trança de lado e ela trazia um sorriso amigável no rosto, o homem ao seu lado era alto e esguio, seus cabelos ruivos em um emaranhado louco.

_Carmen Vidal –disse a mulher, logo abraçando minha mãe – e você deve ser a Natália, certo? – direcionou a mim – eu sou Charlotte Branwell e aquele é meu marido, Henry Branwell. Bem vinda ao Instituto dos Caçadores de Sombras.

A partir daí, minha nova vida começara.

 

Continua?

 



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