História The Hills - Suga BTS - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Min Suga, Min Yoongi, Suga, Yoongi
Exibições 481
Palavras 2.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente! Essa é minha "primeira" fanfic. E é minha primeira fanfic com meus meninos. Meu bias/utt não é o Yoongi, mas eu tenho coisas por esse homem, passo bem mal, skldjalkjf. E ele, é um dos únicos meninos no qual eu consigo imaginar uma fanfic como essa. Vamos há algumas coisas antes:

1. A fanfic é insipirada na música "The Hills" do The Weeknd.
2. A fanfic terá um pouco do uso de palavras baixas e um certo sadomasoquismo, mas nada exagerado, porém, é bom avisar.
3. Capítulos serão postados com frequência, de dois em dois dias, ou, de três em três dias, e serão consideravelmente longos.

Se gostarem, por favor, comentem e favoritem! Boa leitura.

Capítulo 1 - Agência


- Sana... eu já te falei, não vai haver problema. Teus pais não vão ligar, e se ligarem, pode deixar que eu tomo a bronca! – falei ao celular, colocando meus sapatos.

- Tá muito tarde, e... – a interrompo.

- Não vem com esse papinho de estar tarde! Tem alguém aí com você, né? Pra estar se fazendo tão de santinha. Comigo você não é assim, Sana. – falei.

- Minha irmã ta aqui. – ela disse cochichando, se eu não me esforçasse, não teria escutado.

- Ah claro! – dei uma risada sarcástica. – Você é uma pilantra, hein Sana? O quê estou fazendo contigo?

- A gente se encontra onde? – ela perguntou.

- Na esquina da rua da minha casa, pode ser? Já estou saindo. – falei e me levantei.

- Tudo bem, já vou. - desliguei o telefone.

            Desci as escadas, e dei de cara com a minha mãe.

- Onde pensa que vai? – ela pergunta e solto uma risada.

- Sair com minha amiga. – sigo para à porta.

- Você não vai à lugar algum! Já olhou as horas? – ri alto.

- O quê é? Seu maridinho não está aqui pra te encher de amor, jóias, vida boa, e ainda por cima te colocar contra mim? – perguntei cruzando os braços.

- Você sabe que ele está viajando.

- Pouco me importa! Não ligo para ele, e passei a não ligar pra você, desde que você deixou ele controlar sua vida, desde que deixou ele te por contra mim.

- Olha como fala comigo! – ela eleva a voz. – Ainda sou sua mãe!

- Eu faço o quê eu bem entender, já tenho dezoito anos, querida mamãe, e logo menos estarei indo embora desse lugar nojento e asqueroso.

- Olha o quê você se tornou Yuno. – ela se levanta

- Sente sua bunda novamente no sofá... não é só isso o quê saber fazer o dia inteiro? Vá, mamãe! – dou uma risada cínica.

- Você está se tornando desprezível. – confesso que ouvir aquilo, fez meu coração dar um salto. Ela nunca tinha dito coisas desse tipo para mim, mesmo brigando todos os dias.

- Se eu me tornei assim hoje, foi por sua culpa! Foi culpa daquele crápula do teu marido. Qual é a sua? Me deixa em paz, finge que não tem mais filha! Que aliás, não sei como, seu marido ainda não lhe ordenou isso. – ela me lança um olhar fuzilador.

- Não fale assim de Leo. É ele quem paga todas as tuas contas. É ele quem pagou todas essas suas roupas, todas essas suas tatuagens asquerosas. Foi ELE, Yuno.

- Ah... dona Yoona! – dou uma risada maléfica. – Eu não me importo! – disse fria. – Sabe quem se tornou desprezível? Você. Você deixou de me tratar com amor, com toda aquela atenção, com toda aquela amizade de mãe e filha, por causa desse homem... e até hoje eu não entendo o porque. – algumas lágrimas involuntárias começam a cair, que ódio.

- Eu não sabia que se sentia assim... – ela muda o tom de voz.

- Claro que sabe! – dei ênfase. – Sabe sim, porque eu não sou mais aquela Yuno, mãe, amável, doce, gentil, alegre... eu me tornei fria, agressiva... por conta de tudo o quê sofri nesses últimos anos! Eu preferia viver naquela nossa casa simples, faltando tudo, mas não faltando amor, do que viver nessa casa podre de luxos, faltando o quê mais importa nessa vida, que é o amor. – falei, chorando com minhas palavras. Minha mãe permanecia parada, e não teve reação. – Mas quer saber? Eu não ligo! Me deixa viver minha vida. – abri a porta e sai.

            Fui em direção ao estacionamento, enxugando minhas lágrimas. Foi uma briga curta, mas com certeza a mais intensa até agora. Nenhuma de nós nunca havíamos parado para conversar sobre a tal verdade de todas as nossas discussões. Mas, não me importo. Já passou! Vou aproveitar minha noite.

            Peguei meu carro e fui até a esquina, Sana estava lá.

- Oi gatinha, vem sempre aqui?! – perguntei parando o carro em sua frente.

- Você não cresce mesmo. – rimos e ela entra no carro. – Demorou porquê? – ela coloca o cinto.

- Tive uma pequena briga com minha mãe, mas já passou, vamos aproveitar a noite. – digo e ligo o som do carro.

            Seguimos para à balada. Sana às vezes era pior que eu! Se finge de santa para a família, mas quando está comigo, suas asinhas se criam e ela fica louca. Seria a convivência?

            Cheguei da balada as cinco e meia da manhã. Queria ter bebido mais, só que... eu estava dirigindo! Apesar da minha sanidade não ser das melhores, às vezes tenho postura de adulta. Cai na cama como uma pedra, nem me dei o favor de tirar a roupa, da forma como me joguei, fiquei.

            Acordei às três horas, com uma dor de cabeça terrível. Fui ao banheiro, tomei um banho pesado e demorado. Lavei meu cabelo, e quando sai do Box, escovei meus dentes. A dor de cabeça tinha melhorado bastante. Coloquei uma roupa leve, e liguei para Sana.

- Acordou com ressaca? – perguntei rindo e ela apenas bufou.

- Estou com uma dor de cabeça do cassete. – falou.

- Também estava, tomei banho e passou.

- Já tomei também, tomei remédio e nada de passar! Vou ficar deitada o dia inteiro. – ela diz enquanto roou minhas unhas, eu tinha essa podre mania.

- Bom, amanhã vamos lá naquela agência? – perguntei.

- Tem certeza que quer ir? Olha, eu também estou louca pra minha vida dependente logo, meus pais são muito rígidos e... – ri alto. – O quê foi?

- Seus pais nem imaginam o quê tu faz, enquanto eles acham que você está dormindo! – ela riu.

- Nem me fale! Tive que enrolar minha irmã ontem, ainda bem que ela é tola, só tem 10 anos. – rimos juntas. – Mas voltando... você tem certeza?

- Eu tenho caralho! – falei convicta. – Porquê? Não vai me dizer que você não quer... – ela me interrompeu.

- Claro que não, vadia! – ela riu. – Era só pra saber se tu tinha certeza mesmo. Amanhã cedo vamos lá. – ela disse e respirei aliviada.

- Que ótimo! Tô louca pra sair dessa casa. Vamos passar juntas na porra do teste, e vamos pra aquela tal mansão de modelos na Coréia.

- Tomara que dê certo, né? – ela diz.

- Mas é claro que vai! Pelo menos essa tem que ser bola dentro. – rimos. – Tudo bem amiga, vou desligar, porque tu deve estar morrendo aí. – ela riu.

- Pior que estou mesmo!

- Melhoras! Tchau.

- Tchau! – desliguei o telefone.

            Ah! Que alivio saber que estou a um passo da minha independência. Finalmente! Há alguns dias atrás, enquanto eu estava na praia, um homem me parou e perguntou se eu não queria ser modelo, pois eu tinha o perfil para ser uma... falei que não tinha interesse. Ele insistiu, insistiu, até que aceitei fazer o teste, que seria amanhã. Sana, aceitou ir junto, já que ela também quer ser livrar da “rigidez” dos pais dela.

            Respirei fundo, e desci para comer algo, minha mãe estava na sala. Me olhou, mas não disse uma palavra sequer. Dei de ombros e fui fazer um lanche.

            No dia seguinte, acordei cedo, e preparada para fazer o teste! Se eu passasse, finalmente iria voltar para a Coréia, e lá poderia ter a minha vida, longe do crápula do meu padrasto. Fui ao banheiro, fiz minhas necessidades, tomei banho e me vesti. Avisei Sana que iria passar em sua casa bem cedo, e foi o quê fiz.

            Chegando na agência, havia várias garotas, todas elas tinham algum traço à Coréia... aqui só aceitavam descendentes coreanos?

- Eles darão o resultado hoje? – Sana me pergunta.

- Quando me encontrei com o homem que me forneceu à proposta, ele disse que os resultados sairiam no mesmo dia, dependendo do número de meninas que fossem no dia.

- Agora, deve ter umas quinze. – ela disse analisando.

- Provavelmente, saia hoje. – falei.

            Logo o homem que me forneceu à proposta, apareceu. Explicou algumas coisas e deu dicas, e disse que o resultado sairia hoje, e quem quisesse esperar, que ficasse na agência.

            Seguimos para o teste. Eu estava nervosa, mas logo passou, pois minha vontade de ir para à Coréia, era mais alta que qualquer nervosismo. Sugeri o mesmo à Sana, que aparentemente estava bem ansiosa.

            Terminados os testes, ficamos esperando na agência, queríamos logo saber se passamos, e quando iríamos passar. Conversamos com algumas garotas que ali se encontravam, eu não era de muita conversa, mas todas estavam ali pelo mesmo motivo, não é?
 

            Aguardamos mais um pouco. E então veio os resultados... a maioria passou! Inclusive eu e Sana. Estávamos radiantes.

- Apenas três garotas não passaram... – o homem começou a falar. – As que passaram, meus parabéns! Vocês seguem à Coréia amanhã. – como assim?

- Como assim? – Sana me olhou incrédula e fiz uma cara de dúvida. – Não tem aquelas paradas de passaporte, autorização, e essas coisas? – cochichou.

- Ah! Mas isso pouco importa agora. – falei.

- Mas como avisar meus pais que irei pra Coréia amanhã? – ela diz.

- Eles vão entender... e se não entenderem, foda-se! Você vai do mesmo jeito. – rimos.

- Não é tão simples... – ela disse.

- Qualquer coisa você me fala que eu vou lá... sabe que eu sou a dona da lábia.

            Continuamos ouvindo, ele disse para amanhã estarmos aqui cedo. Também explicou que não iríamos com avião convencional, iríamos com um jato particular.

            Deixei Sana em sua casa. Estacionei o carro na garagem, e entrei em casa. Aparentemente, não tinha ninguém, pena! Minha mãe saberia um pouco antes, e até teríamos mais uma briga onde eu jogaria tudo em sua cara, mas... não dessa vez! Ela vai saber amanhã mesmo, quando eu já estiver saindo. Entrei em meu quarto, arrumei minhas malas com alguns itens mais importantes, roupas, e alguns perfumes. Depois disso, apenas deitei e dormi. Preciso estar descansada, pois amanhã a viagem será longa!

            Acordei super empolgada, e já liguei para Sana.

- Sana? Ocorreu tudo bem aí? – perguntei.

- Não! – ela disse com raiva. – Mas... – ela ri abafado. – Vou fugir pela janela. – ri, mas não achei que ela fosse levar aquela minha proposta tão à sério...

- Sana... – falei desconfiada. – Você tem certeza disso? Digo... – olhei o chão por alguns segundos. – Se você não quiser ir, por causa de seus pais, tudo bem, eu entendo!

- Que isso, Yuno? Logo você? – ela ri irônica. – É claro que eu vou, eu pulo essa janela aqui e não tem problema. Vou levar roupas socadas numa mochila mas não tem problema, lá eu compro mais. – ela disse, fiquei apreensiva por alguns segundos.

- É que, você sabe, eu só me importo contigo, e mais ninguém e... sei lá, foda-se. Vamos embarcar nessa merda. – rimos em vitória.

- E você, já falou com sua mãe? – ela perguntou.

- Não... mas já já ela vai saber. Ela não tem controle sob mim, então. – ri.

- Vou me trocar, que não quero me atrasar. Nos encontramos no metrô? – ela perguntou.

- Sim! Já que deixarei meu carro aqui... – rimos. – Até mais amiga, amo você. – falei involuntariamente e desliguei.

            Me troquei e desci com minha única mala.

- Que isso Yuno? – minha mãe perguntou.

- Estou indo para a Coréia. – falei, sorrindo cinicamente.

- Com quê dinheiro? – ela perguntou.

- Fiz teste em uma agência de modelos ontem, passei, e a viagem para viver como modelo na Coréia, é hoje. – falei e ela se assustou.

- Como assim, Yuno? Você ta acreditando em tudo isso? Pela sua rebeldia, achei que não fosse tão ingênua. – ela disse.

- Não é só eu, querida mamãe. Várias outras garotas vão, inclusive uma amiga minha. – falei.

- Você não vai. – ela disse em tom sério.

- Eu vou onde eu quiser. Você sabe muito bem, que não tem moral alguma pra querer mandar em mim, Yoona. – falei rispidamente.

- Eu ainda sou sua mãe, garota! – ela disse.

- Estou indo, se não vou me atrasar... – fui em direção à porta.

- YUNO! – minha mãe gritou. – Não vá, estou com um péssimo pressentimento. Você vai se arrepender.

- Blá, blá, blá! – falei em desdém abrindo a porta. – Estou indo.

- Você vai se arrepender Yuno... mas vá! Você tem dezoito anos, não posso realmente te impedir. Mas depois, que tudo der errado, não fique choramingando, querendo voltar, porque vai ser tarde.

- Que você está desejando que tudo dê errado, eu sei.

- Olha a boca! Você vai se arrepender, escuta o quê eu to te falando.

- Já escutei, e estou indo. – coloquei a mala para fora.

- Eu estou sentindo uma coisa horrível em relação à isso, e não estou para brincadeiras Yuno. – ela disse séria, seu olhar estava triste.

- Deve ser culpa. – falei sem hesitar. – Culpa de ver que, sua filha, está indo embora, e que não sabe quando a irá ver novamente... não é mesmo, mamãe? – disse sorrindo cínica.

- Não é... – a interrompo.

- Estou indo! Viva aí, sua vida de luxo, com o crápula do seu marido e com essa coisa que está ai dentro. – falei e aponto rapidamente para sua barriga que estava ao quinto mês de gestação.

            Fechei a porta, e respirei profundamente. Fui andando, olhei para trás, e não... minha mãe não estava vindo atrás de mim. Dei de ombros, e segui meu caminho. Finalmente, eu iria me livrar de tudo, e viver uma vida normal.

            Peguei um táxi, e ele me deixou em frente à um shopping, segui mais adiante, andando uns dez minutos, e cheguei no metrô. Encontrei Sana, em uma estação, ela realmente fez aquela loucura.

            Chegamos ao encontro na agência, e logo menos, partimos para o aeroporto. Não demorou muito para que entrássemos no jatinho, e partíssemos para a Coréia. A viagem vai ser longa!


Notas Finais


Até o próximo capítulo! :)


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