História The Hills - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Luiz, Kevin Trapp, Zlatan Ibrahimovic
Personagens Zlatan Ibrahimović
Tags Zlatan Ibrahimovic
Exibições 226
Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei mais voltei.
Não vou colocar a culpa da demora só na faculdade, também foi por preguiça minha.

Espero que me perdoem e que não tenham me abandonado.

Com fé em deus e em qualquer outro santo, eu voltei a ativa hahaha
Beijos e espero que gostem.

Capítulo 10 - Você estava certa


Fanfic / Fanfiction The Hills - Capítulo 10 - Você estava certa

Acordo com os gritos de David na porta do meu quarto.

- O que foi peste? - Grito já irritada. Odiava ter que acordar cedo.

- Já estou saindo. Você prometeu que iria ficar com as crianças para mim. - Ele socava a porta do meu quarto enquanto falava.

Levanto em um pulo e vou em direção a porta. David não parava de bate-lá nem por um segundo.

- Porra! Enfia essa mão no cú. - Falo assim que abro a porta e dou de cara com David.

- Você já foi mais educada. - Ele sorrir.
Eu odiava em bom humor do David. Quem consegue ser tão feliz em plena 7:30 da manhã?

- Fala logo o que você quer. - Resmungo.

- Eu já estou saindo e você prometeu ficar com as crianças. Elas devem chegar a qualquer momento.

- Ok. Pode ir para o aeroporto, eu já irei descer.

- Obrigada mais uma vez maninha.  - David deposita um beijo em minha testa e logo desce as escadas.

Assim que ouvi o carro de David sair da garagem, logo fecho a porta do meu quarto e volto a me jogar sobre a cama. Fiquei rolando sobre os lenções até ouvir a campainha ser tocada. Me levanto frustrada e cominho até o espelho. Penso em trocar meu pijama, mas só a ideia de tirar a pouca me dá uma puta preguiça. 

Desço as escadas ao som irritante da campainha. Caminho até a porta e logo a abro. Perco a fala assim que vejo Zlatan parado bem na minha frente, logo as lembranças da noite passada invadem a minha mente.

- O David já acordou? - Ele pergunta não dando muita importância para a minha presença.

- Ele não te contou? David foi buscar a Sara no aeroporto.

- Droga David! - Ele exclama irritado. - Agora não sei com quem irei deixar as crianças. Acho que terão que ir comigo. - Ele passa as mãos entre os cabelos em um ato nervoso.

- Bom, eu tinha prometido ao David que ficaria com as crianças até ele voltar. Contanto que não seja um problema para você.

- Sério mesmo que você faria isso? - Ele parecia surpreso. - Eu ficaria muito agradecido Se fazer isso. As crianças estão passando por um momento difícil, não queria ter que levá-las até o forum
- Eu entendo seu lado, espero que tudo melhore logo. - Sorrio sincera. - E você não precisa me agradecer, eu que te devo desculpas depois das coisas que falei ontem.

- Não precisa se desculpar, eu até tinha me esquecido sobre ontem. - Ele responde.

Não vou nem dizer como essas palavras mexeram comigo. Será que era tão fácil de ser esquecida assim?

- Então, cadê as crianças? - Pergunto afim de acabar com o assunto constrangedor.

- Estão no carro. Vou lá buscar.

Zlatan vai até o carro e logo volta com as duas crianças e suas mochilas.
Vincent assim que me vê logo vem correndo em minha direção.

- Tia! Estava morrendo de saudades sua. - Ele abraçou minhas pernas.

- Saudades? Você me viu ontem mesmo. - Sorrio para a criança.

- Eu sinto saudades porque gosto muito da senhora.

Passo a mão entre seus cabelos e logo olho para Max, que estava escondido ao lado do pai.

- Vem também Max, tem tia Mari para todo mundo.

Ele vem caminhando em minha direção e logo me abraça.
Zlatan para em nossa frente e sorri diante a cena.

- Fico feliz que você e as crianças tenham se dado bem. - Ele ainda sorria. - Só que agora tenho que ir, não posso me atrasar.
Zlatan se abaixa até ficar na altura dos filhos.

- Espero que se comportem e façam tudo que a Mariana mandar.

As crianças concordam com a cabeça e dá um abraço de despedida no pai.

- Boa sorte, Zlatan. - Digo enquanto o mesmo começa a se afastar indo em direção ao carro.

- Obrigada. - Ele dá um meio sorriso. - Aliás, bonito pijama.

Sorrio totalmente sem graça diante sua comentário malicioso.

Espero Zlatan  se afastar com o carro para entrar em casa com as crianças.

- Tia, a senhora gosta do meu papai? - Max pergunta inocentemente.

- De ondem você tirou isso?

Pego a mochila dos dois e as coloco em algum canto da sala.

- É que a senhora fica toda sorridente quando ele fala algo com você.

- Isso quer dizer que a senhora vai ser nossa nova mamãe? - Vincent pergunta com os olhinhos brilhando de alegria.

- É claro que não! - Exclamo nervosa. - Eu seria uma péssima mãe, não tenho paciência para crianças.

- Eu pensei que seria legal, a senhora gosta tanto a gente. - Ele diz.

- Eu não gosto de vocês, eu aturo, isso é bem diferente de gostar.

- A senhora é realmente muito engraçada.

Respiro fundo e conto até 10. Tento me concentrar nas crianças a minha frente.

- Vocês já tomaram café? - Pergunto.

- Ainda não. O papai disse que o tio David iria dar. - Responde Max.

Além de ficar com os pirralhos ainda vou ter que dar comida. Eu mereço.

- E o que vocês costumam comer?

- Panquecas em formato de carinhas e vitamina de frutas vermelhas. - Responde Vincent.

- Eu dou cereal com leite, é pegar ou largar.

- Papai diz que cereal não faz bem para o nosso corpo.

- Ele não vai precisar saber. Eu não conto e você não conta.

As crianças concordaram com a cabeça e seguimos em direção a cozinha. Cada um se sentou no banquinho da bancada e ficaram me encarando. Coloquei cereal em três tigelas e logo em seguida o leite. Coloquei a tigela em frente a cada um e me sentei em cima da bancada.

- Tia, a senhora pode me dar na boca? - Vincent pergunta.

- Claro que não. Você tem idade suficiente para comer sozinho. - Respondo.

- É que minha mãe nunca me deu comida na boca, só achei que seria legal. - Ele fez uma carinha tão fofa que deu até uma pequena pontada em meu peito.

Eu posso não ser a melhor pessoa do mundo, mais se eu tivesse filhos, eu iria tratar com todo o carinho possível.
Respiro fundo e encaro a criança em minha frente.

- Só hoje. - Ele sorrir alegremente. - Então nem pense em se acostume com isso.

Puxo a criança para a bancada e o sento na minha frente.

- E você Max, quer que eu também lhe der o cereal na boca? - Pergunto para o irmão mais velho.

- Não precisa tia, eu já sou um homenzinho. O Vincent que ainda é uma criança. - Ele pareceu não dar muita importância e logo voltou a focar sua atenção ao cereal.

Assim que as crianças terminaram de comer, elas logo foram correndo até a sala de jogos que tinha na casa.

- Não corram, não gritem e não baguncem! - Grito para que eles ouçam.

Estava lavando a louça do café da manhã quando ouço meu celular tocar na bancada ao meu lado. Olho o visor e vejo a foto do David piscando na tela.

                               LIGAÇÃO ON

- Fala David.  Onde você está? - Digo assim que atendo.

- Olá pra você também maninha. - Diz ironicamente. - Eu tenho duas notícias para você. Quer primeiro a boa ou a ruim?

- Qual é a boa? - Pergunto.

- A boa é que a Sara já está comigo. - Ele responde.

- E desde quando isso é bom? Você sempre soube que eu nunca gostei dessa mocreia de dentes perfeitos.

- Por favor, não comece com o ciúme.

- Tá tá... Fala logo qual é a ruim, tenho certeza que não é tão ruim quanto a Sara.

- Bom... É que o carro quebrou e tenho que esperar o reboque chegar.

- E quanto tempo vai demorar isso?

- O cara disse que umas 6 horas?

- Como é que é? - Exalto a minha voz. - Desde quanto um reboque demora tanto tempo assim? Deixa a porcaria do carro ai e peguem um taxi.

- Eu não posso largar o carro aqui. Eu tenho que está presente quando o reboque chegar.

Respiro fundo para tentar não arrancar os cabelos do David quando ele chegar em casa.

- Tudo bem. Eu acho que consigo suportar isso. 

- Você tem certeza? - Ele pergunta meio incerto.

- Tenho. Só que você irá ficar me devendo uma.

- Tudo bem. Vou tentar chegar o mais rápido possível. 

Logo me despeço de David e desligo o celular.

                               LIGAÇÃO OFF

Termino de lavar a louça e vou em direção até onde as crianças estavam. Abro a porta e as vejo reclamando quando algum tomava um gol. Sorrio diante a cena e logo me recrimino por isso.

- Quer jogar tia? - Pergunta Max chamando a minha atenção.

- Não sei jogar. - Me aproximo e me sento ao lado deles. 

- A gente te ensina. Você vai aprender rapidinho. - Diz Vincent.
- Tudo bem, mas vão ter que me deixar ganhar. - Falo e os dois concordam com a cabeça.

Joguei algumas partidas com as crianças e logo depois as deixei para poder fazer o almoço.

- Se comportem que a tia vai descer para preparar o almoço. - Aviso os dois.

Eu não sabia o que faria para as crianças comerem. Eu nunca fui uma boa cozinheira, sempre era a minha mãe que fazia a comida. Acho que o máximo que eu conseguia fazer era um macarrão com ovo.

Decido então fazer macarrão com queijo e frango desfiado, seria uma refeição perfeita... Assim eu esperava.
Estava terminado de fazer o molho do frango quando as crianças sairam da sala de jogos. Max foi para a frente da tv e Vincent veio me fazer companhia

- O que está fazendo tia? - Ele pergunta parando ao meu lado.

- Estou terminando o molho do frango. Você quer me ajudar?

- Quero sim! - Diz com certa animação.

- Então arrume a mesa para a gente almoçar. - Digo.

Vincent logo me obedece e começa a fazer o que eu pedi.
Coloco a travessa de macarrão com queijo no centro da mesa e logo depois uma travessa de frango ao molho branco. Vincent se senta ao meu lado da mesa e Max vem logo em seguida. Coloco uma porção de macarrão e frango para cada um.

- Nossa tia, isso aqui está muito gostoso. - Diz Max enquanto se sujava com o molho do frango.

- Obrigada querido. - Sorrio.

Estava terminando de colocar suco nos copos quando ouço a campainha tocar. Me levanto e vou até a mesma para atender. Abro a porta e vejo Zlatan parado na minha frente.

- Oi! - Sorrio para o homem há minha frente.

- O David já chegou? - Pergunta.

- Ainda não. Entra! - Dou espaço para ele passar. - As crianças estão almoçando.

- Desculpa te dá todo esse trabalho. Só vim buscar eles mesmo.

- Não está sendo nenhum trabalho. - Que mentira da minha parte. - Fique e almoce com a gente.

Zlatan concordou meio a contra gosto e caminhamos lado a lado em direção a sala de jantar.

- Pai! - Max sorriu ao ver o pai. - A gente está se divertindo muito com a tia Mari. O senhor poderia deixar a gente mais vezes com ela.

Não mesmo. Isso vai ser uma coisa que nunca mais irá acontecer. Já tive crianças demais para um dia. Não consigo me imaginar ficando mais tempo com eles. 

- Chega né. A Mariana também tem a vida dela. - Ele me dá um meio sorriso. - Ela tem coisa mais importante do que cuidar dos filhos dos outros.

O clima para mim ficou tão sem graça que eu quis afundar minha cabeça no chão. Desse jeito eu fico parecendo a rainha má do conto da Branca de Neve.

- Que tal continuarmos a jantar? - Disse querendo aliviar o clima. - Senta Zlatan, vou pegar um prato para você.

Fui até a cozinha e logo voltei carregando um prato e um copo. Coloquei a frente de Zlatan e ele logo tratou de se servir.

- Até que você cozinha bem. - Ele diz assim que coloca o macarrão na boca. - Pensei que fosse só um rostinho bonito.

- Um rostinho bonito eu sou, mais também sou ótima em outras coisas. - Ótimo, isso acabou parecendo um duplo sentido.

- Eu tenho certeza que sim. - Ele deu um sorriso debochado e logo voltou a comer.

Assim que terminamos de comer, as crianças foram escovar os dentes, o que acabou deixando eu e Zlatan sozinhos. Sentamos no sofá da sala enquanto esperávamos as crianças. O silêncio estava tão constrangedor que eu resolvi dizer alguma coisa.

- É... - Começo meio sem graça. - Sobre as coisas que eu disse na festa, nada daquilo era verdade. Na verdade eu acho você um homem maravilhoso e um pai fantástico.

Era a primeira vez que eu estava sendo sincera com um homem. Nunca fiquei tão mexida com uma pessoa ao ponto de me abrir. Eu estou mudando, só não sei ligar com isso.

- Eu entendo seu lado. - Ele diz. - Não se preocupe com isso, eu não fiquei com raiva de você. Já estou acostumado a levar alguns foras. Nem sempre fui um jogador lindo e rico.

- A humildade com certeza mora em você. - Rio sendo acompanhada por ele.

Logo as crianças voltavam carregando suas mochilas.

- Está na minha hora. - Zlatan se levanta e caminha até a porta. - Ainda tenho que levar as crianças para a aula de taekwondo.

Concordei com a cabeça e os levei até a saída. Dou um beijo em cada uma das crianças e elas saem correndo em direção ao carro. Zlatan me dá um breve aceno e sai caminhando em direção as crianças.

- Zlatan! - Chamo sua atenção antes que se afaste. - Sabe... A gente bem que poderia sair um dia desses.

O que eu estou fazendo? Desde quando eu chamo um homem para sair? Eu realmente estou ficando louca.

- Eu acho que não. - Ele sorrir. - Você estava certa, eu não sou homem suficiente para você.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado
Beijos e até o próximo.


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