História The Hired Killer - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Tags Chanbaek, Chen, Exo, Exol, Jongin, Kaisoo, Kyungsoo, Sehun, Suho
Exibições 62
Palavras 1.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM TÁ DE VOLTA, ISSO MESMO, EU RAINHA MELLO!!! E vim agradar vocês, porque vocês são safados. Boa leitura e não morram. Beijoooos.

Capítulo 11 - Capitulo 10 - Queima de arquivos.


Cheguei em casa após tudo aquilo determinado a entrar em contato com Kai. Peguei meu telefone e procurei na internet o número da cafeteria onde o mesmo trabalha. Anotei em um papel e decidi que pela manhã ligaria.

Kai estava em perigo, talvez ele não estivesse ciente de quem eram as pessoas que estava se relacionando, morando. Kris me alertou que talvez eu estaria sendo precipitado em achar isso, e que ele poderia ser parte do grupo. Mas meu coração falava, e fala, que não.

Tomei um banho quente e demorado, imaginando o que falar ao ligar para ele. Troquei de roupa e me deitei, respirando fundo. Logo fechei os olhos sem tardar a pegar no sono.

[...]

Acordei por volta das 8:00 da manhã com um barulho vindo de baixo. Levantei-me rapidamente, talvez fosse Krystal, mas ela não é desastrada. Meu coração acelerava a cada passo dado.

- Krystal? - falei alto na intenção de obter respostas, sem sucesso. - QUEM ESTÁ AÍ?!

Ao descer as escadas, agarrei o primeiro jarro de flores que vi na frente. Meu coração doeu por ele ter sido caro, mas ele me protegeria, caso fosse algum ladrão.

Caminhei lentamente até a cozinha e ao me deparar com a imagem, deixei que o jarro caísse com facilidade da minha mão.

- Oh, Kyung! Eu não queria assustá-lo. - Kai falou virando-se para mim com um sorriso torto e brincalhão no rosto.

- O-onde está Krystal? - perguntei. - Como entrou?

- Ela está na lavanderia, consegui convencê-la a abrir a porta. - falou se aproximando.

Meu coração, agora aliviado, não fazia com que minha mente barulhenta e perturbada desconfiasse de algo ali. Como ele adivinhara que eu precisava falar com ele?

~•~•~•~

- Você está pálido. - falou sorrindo e tocando meu rosto com as pontas dos seus dedos. - E gelado. Algo de errado em me ver?

Perguntei e Kyung apenas negou com a cabeça. Minha missão agora era juntar todas as papeladas que ele havia conseguido com os dois policiais e esconder o melhor possível.

- O que você veio fazer aqui? - o menor perguntou.

- Eu vim ver você, Kyung. - falei aproximando nossos lábios, quando fomos atrapalhados pela empregada.

- D-Desculpa. - falou.

- Tudo bem, Krystal. - Kyung disse indo em direção ao balcão. - Você está liberada hoje, pode ir.

A garota apenas assentiu com a cabeça e saiu dali rapidamente. Me virei para Kyung que me olhava de cima a baixo.

- Esta cidade nunca esteve tão quente quanto hoje, ou seria porque eu estou perto de você? - falei me aproximando do garoto, colocando minha mão em sua cintura.

Kyung arfou baixo quando o puxei, colando nossos corpos. O menor mordeu o lábio, me olhando com um sorriso malicioso.

- Talvez você esteja vestido demais. - retrucou e eu sorri.

- Então que tal você me ajudar a tirar esse monte de roupas? - perguntei o menor sorriu.

Calmamente, Kyung começou a tirar minhas roupas. Seu olhar e seu rosto angelical escondiam seus desejos mais profundos. O ajudei a tirar minha camisa, e sem delongas, o agarrei pela cintura, iniciando um beijo fervoroso e com urgência.

Kyung apertou suas mãos em meu pescoço, como se pedisse mais daquilo. O levantei e o coloquei sobre o balcão, tirando seu roupão em seguida, deixando-o apenas com a cueca que cobria suas partes intimas.

Mordi seu lábio com força, fazendo com que o menor gemesse. Kyung passou suas mãos em meus cabelos os apertando e puxando minha cabeça para trás. Passou seus lábios pelo meu pescoço, chupando-o e mordendo com força. Arfei baixo, sentindo todo o meu corpo se arrepiar.

Peguei o menor no colo e o levei para a sala, não gostaria de seguir um caminho tão longo até seu quarto. Já era possível ver minha ereção sob a calça no qual estava vestido. Deitei o menor em seu sofá, ficando por cima do mesmo.

Kyung agilmente levou suas mãos até os botões da minha calça, abrindo a mesma e a abaixando junto com minha roupa debaixo, revelando minha ereção. Habilidosamente passou seus dedos sobre minha glande, arrancando-me um gemido falho.

O menor umideceu os lábios e rodeou todo meu membro com sua língua, me olhando com um sorriso malicioso, sabendo o quanto eu desejava seu boca ali.

- Vamos, Kyung, eu estou enlouquecendo! - falei e o menor soltou uma risada.

Fechei meus olhos ao sentir seus lábios carnudos tomarem conta do meu membro, levei minhas mãos até sua cabeça e comecei a ajudá-lo com os movimentos. Kyung serpenteava sua língua habilidosamente, aumentando meu prazer.

Respirei fundo e logo vi o garoto se afastar um pouco e retirar sua roupa íntima. Me inclinei sobre Kyung, colando nossos lábios fervorosamente em um beijo de urgência. Levei minha mão até seu membro e o apertei com força, o garoto gemeu contra meus lábios enquanto se contorcia em baixo de mim.

Em um movimento súdito, Kyung me sentou no sofá, agora ficando sobre mim. Ele rebolava em meu colo de forma que me fazia gemer seu nome em seu ouvido. Segurei firme em sua cintura e passei minha língua em toda a extensão do seu pescoço, até sua orelha.

- Eu vou foder você agora, Kyung. - falei e ele gemeu baixinho.

- Apenas o faça. - o menor falou, arrancando-me um sorriso.

O levantei o suficiente para que sentasse sobre meu membro, Kyung agora gemia alto a cada estocada. O menor rebolava sobre meu membro ferozmente. Levei meus lábios até seu torso, depositando chupões no mesmo. Kyung puxou meus cabelos, aumentando o ritmo do seu rebolado sobre mim. Minha respiração já descompasada se misturava com seus gemidos altos, o que me deixa ainda mais excitado.

Kyung saiu de cima de mim e ficou de quatro sobre o sofá, ajoelhei-me atrás dele, introduzindo seu interior com dois dedos, fazendo movimentos circulares.

- Você gosta disso, hum? - falei e ele gemeu novamente.

Retirei os dedos e sem delongas introduzi meu membro novamente, segurei em sua cintura, dando fortes estocadas. O menor gemia alto e implorava por mais. Levei minha mão até seu membro e comecei a masturbá-lo, até que juntos chegamos ao nosso ápice e caímos sobre o sofá.

O suor em nossos rostos escorria fortemente, nossas respirações fora do ritmo eram as únicas coisas audíveis. Kyung deitou sua cabeça em meu peito e respirou fundo.

- Eu preciso de um banho agora. - falou.

Eu sorri. Apesar de ter adorado aquilo tudo, meu objetivo era outro. Eu precisava que ele se distraísse para que eu pudesse pegar as papeladas.

- Vai lá, espero você aqui. - falei.

- Ok. - o menor selou nossos lábios e se levantou, indo direto para o seu quarto.

Era o momento perfeito. Levantei-me e me vesti rapidamente, comecei a fazer uma varredura pela casa, até achar o escritório. Bingo! Estavam todas sobre a mesa. Recolhi tudo e saí rapidamente dali. Deixei um bilhete sobre a mesa avisando que meu chefe havia me ligado com urgência e saí de sua casa.

Me doía fazer aquilo, eu realmente gostava de Kyung, ele me fazia um bem que eu nunca havia sentido. Mas era pra sua própria proteção. Não sabia o que Lay era capaz de fazer.


Notas Finais


AMO VOCÊS KSKAKSKAKS.


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