História The Hired Killer - Capítulo 12


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Categorias EXO
Tags Chanbaek, Chen, Exo, Exol, Jongin, Kaisoo, Kyungsoo, Sehun, Suho
Exibições 48
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii amores. Gostaria de avisar que a fic tá em reta final. Não quero me prolongar muito nela, então... Espero que estejam gostando e esperem um final bem choque. Porque vai ser louco (preparem logo o coração, tô avisando de hoje!). Boa leitura e até logo, XX.

Capítulo 12 - Capítulo 11 - Xeque-Mate


{Uma semana após o último encontro com Kai}

- Alô? - falei assim que atendi o celular.

- Kyung, a polícia finalmente decidiu prender os suspeitos. - Suho falou. - Estamos com uma operação agora se dirigindo para o local de esconderijo.

- M-Mas e o Kai? - perguntei ainda confuso. - Sinto dizer, mas ele é o próprio JongIn, Kyung. Não sei como conseguiu nos enganar por tanto tempo, mas agora o pegamos.

Soltei um suspiro pesado e uma onda de ódio, que já havia se ploriferado em mim, aumentou sua intensidade. Joguei o celular contra a parede com força, vendo-o se estraçalhar por completo.

Como pude ser tão idiota?! Eu tinha nojo de mim mesmo, por tudo. Por ter amado um assassino, e não só por isso, por ter amado logo o assassino dos meus pais. Eu sentia nojo e ódio. Queria me vingar e sentir o gosto que ele sentiu ao me enganar, de uma forma mil vezes pior. Eu estava enlouquecendo, eu precisava ficar cara a cara com Kai, ou melhor, Jongin e jogar tudo na sua cara.

*Flashback On*

{Uma semana atrás}

Saí do banho e não encontrei Kai na sala. O procurei por toda a casa mas não estava mais ali. Suspirei e encontrei um bilhete sobre a mesa, era seu. Avisando que seu chefe havia o chamado mais cedo.

Balancei a cabeça negativamente e caminhei até a cozinha, fiz um café bem quente e logo em seguida fui para o meu escritório. Algo hoje não estava normal e me dizia para conferir as cópias dos docies novamente.

Assim que entrei, coloquei a caneca sobre a mesa e comecei a procurar os papéis. Não estavam ali. Corri por toda a casa em busca deles e em nenhum lugar consegui encontrá-los.

- Suho, os docies sumiram! - falei na ligação, desesperados.

- Como assim, Kyungsoo? - Suho falou - Onde você os deixou?

- Em cima da minha mesa, no meu escritório. - falei olhando novamente sobre a mesa - Procurei no resto da casa, mas não estão aqui. E estava até ontem à noite!

- Quem entrou ai? - perguntou

- Apenas Krystal, mas ela não mexe no meu escritório, é ordem. - respirei fundo e Fechei os olhos, logo a imagem de Kai veio na minha cabeça. - Kai.

- O que? Kai? - perguntou incrédulo.

- Sim, droga! - chutei a mesa com força, derrubando o cafe sobre alguns documentos. - Ele foi o único que ficou aqui depois que Krystal saiu, eu fui tomar banho e ele ficou no andar de baixo. Meu Deus, não pode ser, isso não pode ser!

- Kai, aquele da cafeteria? - perguntou novamente, um barulho atrás da ligação dava a impressão de papeis sendo revirados.

- Sim, ele! - respondi.

- Puta merda! - Suho praticamente gritou.

- O que? O que foi? - perguntei já desesperado.

- Kyung, esse Kai, ele é o Jongin. - respondeu. - A gente estava o seguindo desde o dia que o vimos entrando naquela casa. Conseguimos as suas digitais e bateram com a do suspeito. Eu deveria ter te avisado antes.

Um baque me atingiu. Eu senti o mundo girar e podia jurar que estava desmaiando, mas apenas caí com as costas na parede. O celular em minhas mãos escorregou até o chão. Eu estava em choque. Não podia ser verdade.

*Flashback of*

~•~•~•~

- VAMOS RÁPIDO! - Lay gritou já na porta.

A polícia havia nos descoberto, deveríamos fugir pra outra cidade enquanto a noticia não se espalhava.

Entramos no carro rapidamente e seguimos em direção ao aeroporto. Compramos as passagens separadas, cada um ia para um lugar. Tao decidiu voltar pra China junto com LuHan e o Chen, Xiumin decidiu ficar na Coréia mas em uma cidade um pouco mais distante de Seoul. Não sabia para onde ir.

- Vamos pegar o primeiro vôo para a Europa. - Lay falou me puxando.

- O que? Europa? Você enlouqueceu? - perguntei.

- Quanto mais longe melhor, seu imbecil. - falou raivoso. - Lembre-se que a culpa maior é sua!

- E POR QUE EU DEVERIA IR COM VOCÊ? - gritei, já havia perdido a paciência.

- Porque EU sou o único que você tem, querendo ou não. - Lay respondeu. - Eu sou o único que te ama e que tô aqui nesse momento fugindo com você. Então, me agradeça.

Respirei fundo e o segui, conseguimos comprar de ultima hora as passagens pro próximo vôo. Chen, LuHan e Tao deram a sorte de pegar as últimas passagens para o primeiro vôo pra China. Xiumin aguardava seu vôo.

[...]

Após exaustivas horas de viagem, chegamos à Londres. Por sorte, tínhamos contas no exterior em nomes falsos. Ligamos para um amigo que morava aqui e pedimos ajuda para encontrar um AP.

Depois de resolvermos tudo, estávamos agora mais calmos. A essa altura Kyung já sabia a verdade sobre tudo. Ele estaria me odiando. Eu não conseguia tirar ele da minha cabeça. Eu o amava tanto, eu não deveria ter feito com que sofresse. Eu me sentia mais monstro ainda. Eu acabei com ele em todos os sentidos e todas às vezes sem querer.

- Você está pensativo. - Lay falou.

- Óbvio! - Falei sem olha-lo.

- Ai, Kai, aproveita agora. Estamos bem, hum? - Lay sentou-se no meu colo e passou seus braços em volta do meu pescoço.

- Sai daqui! - o empurrei e saí do quarto.

- Você vai me amar de novo, JongIn!

~•~•~•~

-Eles fugiram. - Kris falou suspirando.

- COMO ASSIM ELES FUGIRAM?!!! - gritei - VOCÊS SÃO TÃO INCOPETENTES!

- Não nos culpe, não fomos nós que nos apaixonados por um assassino, logo o dos nossos pais! - Sino falou raivoso.

- Encontrem eles, nem que seja no inferno! - falei colocando as mãos sobre a mesa. - ENCONTREM ELES!



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