História The Hisho Delakai - Hot and Shonen Adventure. - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Hentai, Interativa, Originais, Romance, Shoujo, Shounen, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Youkais Parte 1.8 (Dio Amazuka)


Fanfic / Fanfiction The Hisho Delakai - Hot and Shonen Adventure. - Capítulo 24 - Youkais Parte 1.8 (Dio Amazuka)

Youkais - Granadas e portais/ A batalha na Arena de Betsy

[Floresta, 14º Celsius. P.O.V. Dio Amazuka ON]

Shinghajk e eu caminhávamos pela longa montanha da floresta durante nosso treinamento de resistência contra o frio afinal segundo ela existiam demônios que poderiam nos matar congelados, mas se treinássemos escalando essas montanhas adquiriríamos experiencia com o frio... Shinghajk já tinha falado pela trigésima vez que se preocupava se Yukine estava bem na casa e eu me perguntava quando ela pararia de ser tão lolicon e voltar a atenção para o treino.

— Como derrotaremos Tanatos andando essas montanhas? — perguntei ainda sentindo o frio arder em minha pele.

— Tanatos domina a morte, a morte é imprevisível e você precisa estar preparado para sobreviver a ela de qualquer forma... QUEBRE ESSE SELO LOGO!

— Se você me treinar mais eu quebrarei esse selo! 

Shinghajk bocejou e chegamos ao pico da montanha, Shinghajk deitou sobre a neve e roncou um pouco no chão.

— NÃO É HORA DE DORMIR AGORA! — Falei.

— Descanso é essencial para qualquer um jovem Dio... Inclusive demônios... Acho que já descansei o suficiente... Demônios sofrem de insonia sabia? — Shinghajk falou e alongou o corpo tirando a blusa de frio dela.

— Esta frio! — Falei.

— É esta... Nunca liguei para o frio exceto quando eu era humana.

— Já foi humana?

— Ainda sou, mas por passar o tempo constantemente na forma demoníaca sou considerada um demônio.

— Ok... me diga uma coisa...

— O que?

— VAMOS TER QUE DESCER ESSA MONTANHA DE NOVO?

— É evidente que sim... É o ultimo estagio do treino, mas antes iremos treinar e conhecer minha prima.

— Você tem prima?

— Meu irmão e meus dois primos são umas das poucas pessoas que conheço de minha família... 

— Meus pêsames...

— Tudo bem jovem Dio... — Shinghajk e eu caminhamos na montanha fria até casa da prima dela e vimos uma garota no caminho com um revolver na mão que atirou vezes seguidas na nossa direção "De fato foi apenas na minha direção...".

— Não atire em nós! — Falei e a garota andou até nós e jogou uma granada em minha direção então eu me afastei da granada e percebi que a granada me seguia, vi que era um caso grave então corri, mas não escapei da granada que explodiu me lançando no ar. Ao acordar novamente eu estava em uma cama e uma raposa me observava. Senti alguém se movendo sobre mim e virei meu rosto vendo que era aquela garota novamente.

— Sou a prima de Shinghajk! Infelizmente não posso te matar nem pegar carne para fazer um guisado de cenouras e Dio Amazuka... PODERIA PARAR DE OLHAR PARA MIM PERVERTIDO!

"Olhar é normal... O pior mesmo é ela sentada sobre mim nessa posição sugestiva..."

— Como mora aqui? — Perguntei.

— Não sei se eu confiaria em responder a pergunta de um P.E.R.V.E.R.T.I.D.O. — A garota continuava a me encarar. — Responderei assim mesmo... Eu atravesso um portal criado por minha GUNGUNGUN-TOCA-O-SOM-DJ cujo nome abreviado é GunTSDJ00.

— 00?

— Na verdade era para eu ganhar a linha 50, mas como não tinham mais armas dessa linha no comercio...

— Comercio?

— ACHA QUE EU COMPRO PIZZA ONDE?

— Sei lá você liga no Disk Pizza?

— NÃO SEI SE PERCEBEU DEMÔNIOS NÃO POSSUEM REDE TELEFÔNICA...

— Nossa deve ser uma merda ficar sem telefonar para a pizzaria... Ao menos tem internet? — Perguntei e a garota recarregou a arma com algumas balas de prata e tirou do bolso uma barra de chocolate que mordeu e engoliu.

— SHINGHAJK EU SEI QUE ELE FAZ PARTE DA PROFECIA DESSE TANATOS, MAS EU POSSO MATAR ELE? 

— Ei se acalme! — Falei e ela ainda mirava para entre minhas pernas com o revolver.

— Me acalmar com o que? Humanos tem coisas melhores que demônios...

— Poderia ao menos mirar o revolver para outro lugar?

— Já desisti de te matar... Quero lutar um pouco!

— FINALMENTE VOCÊ FALOU MEU IDIOMA! — Falei e a garota criou um portal na parede com o revolver dela.

Estávamos em uma arena com um chão pintado como um campo de basquete e imensas arquibancadas feitas de madeira ao nosso redor o topo tinha um teto feito com algum cristal transparente verde.

— Desculpa estou com fome...

— Fome?

— Desejo...

— Como assim?

— Se eu vencer posso transar um pouco?

Meu rosto ficou vermelho. — O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE?

— Nunca toquei em um garoto antes e... — Os olhos roxos da garota e o cabelo amarelo dela ficaram com uma cor vermelha e ela andou até mim com o revolver na mão e a língua para fora da boca. — Tive uma ideia para esta batalha! Se eu vencer você transa comigo...

— E se eu vencer?

— Eu transo com você! Quer premio melhor que esse? FIQUE CALMO É BRINCADEIRINHA se você vencer eu paro de te incomodar por 10 segundos e te ensino algumas habilidades novas. — Disse a garota que apontou o revolver para a própria cabeça e deu um tiro de confete nela.

— Parece justo! E a Shinghajk dificilmente tem alguma batalha seria com alguém então hora da batalha! — Falei e cumprimentei a garota antes de iniciarmos a batalha.

— Meu nome é Betsy Ghaykillty alias... E a batalha já começou! — Betsy disparou balas em minha direção, mas as destruí com um soco flamejante roxo. Betsy recarregou a arma após ter saltado no ar com uma cambalhota e disparou varias outras balas em minha direção, mas essas eram teleguiadas e tentavam me alcançar então tive que saltar até a arquibancada para que as balas atingissem a arquibancada. — Lamento Dio... Ninguém escapa das minhas balas eu as controlo com a mente... Poderei te devorar ao que parece ha ha ha — Betsy ria enquanto estava sentada no chão me observando correr das balas.

"Eu também tenho meus truques!"

Concentrei minha visão que era minha melhor habilidade para ficar mais rápido que as balas e as peguei com minha mão e disparei elas contra a direção de Betsy que aparentemente tinha conseguido atingir a mesma velocidade que minha habilidade e desviou.

— Como atingiu minha velocidade? — Perguntei. — NINGUÉM PODE SER MAIS RÁPIDO QUE EU! — Falei e em seguida foquei me em ver detalhadamente como a arma de Betsy funcionava... Deve ter um gatilho toda arma tem um e o tempo para ela puxar o gatilho...

— Lamento não há gatilho! Controlo tudo na arma com a mente! "Isso a mente!"

— Estou vendo um pneu na sua barriga! — falei e ela corou perdendo um pouco da velocidade. — Então é verdade? — Betsy perdeu o foco em correr e disparou inúmeras balas em minha direção.

"Ela esqueceu que usou o mesmo truque antes para me atacar e da mesma forma falhou... Já venci essa batalha!"

Corri até Betsy e ela largou a arma no chão.

— Lembra da granada teleguiada? — Ela disse e por essa eu não esperava. — Essa é especial ela aumenta de tamanho enquanto você foge e só explode quando toca você, alias posso alterar o conteúdo de qualquer granada minha quando quiser e o dessa é um gás sonífero que o fará apagar e quando acordar novamente já vai estar comigo na cama.

— Droga! — Falei e corri o mais rápido que pude e então lembrei do teto da arquibancada que estava bem acima de mim. "preciso daquele poder de antes!" parei de correr e fechei os olhos a granada iria me acertar, mas concentrei uma alta energia mesmo não me transformando e saltei até o teto quebrando ele com os punhos flamejantes roxos criados por minha visão e como o buraco para a granada teleguiada era pequeno e a granada gigante por estar aumentando consequentemente acertou o teto, mas voltou para o lado de dentro da arena e explodiu próximo de Betsy "Lamento Betsy eu ganhei a batalha...".

— Recurso emergencial, portal... O ultimo oponente que enfrentei tinha um poder similar ao seu, mas ele venceu a batalha, pois não sai da arena a tempo, mas treinei por anos até encontrar um rival a altura com o mesmo poder e você realmente é um grande rival. — Betsy sorriu.

— Digo o mesmo! Mas me recuso a perder uma batalha. — Falei ainda observando todos os pontos ao redor, mas não tinha nada além da arena a não ser uma grande queda no meio do nada. — Pelo visto a batalha termina aqui nesse telhado... Gorda...

— Esse truque não funcionará novamente e mesmo se eu fosse eu seria uma gorda com orgulho. — Betsy tirou uma granada do bolso e sorriu olhando ainda para mim. — A arena está cheia de gás sonífero forte uma simples inalação de 1 minuto leva a um grande sono... Essa granada possui o que restou do sonífero enfim... Me sinto envergonhada...

"Envergonhada? Ela é bipolar?"

— Sem discurso e batalha! — Falei e Betsy arremessou a granada dela para fora da arena e se sentou no chão.

— Você venceu Dio, nunca me senti tão viva durante uma batalha como hoje... Vou me arrepender de ter jogado essa granada no meio do nada depois eu poderia ter tido uma deliciosa noite, mas enfim podemos ser amigos? — Betsy sorriu e piscou com os dois olhos sorrindo.

— Claro. — Respondi e ficamos no teto da arena aguardando o efeito do gás sumir.

— Vou me arrepender depois é o caralho... Preciso de uma granada e vencer essa batalha! — Betsy procurou por uma granada no bolso, mas não achou nada. — Merda... — Betsy resmungou e deitou no teto e em seguida adormeceu.



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