História The History of Pana - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Ana Paula Padrão, Carosella, Padrão, Pana, Paola Carosella
Visualizações 260
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem vindos a The History Of Pana a primeira fic Pana desse mundinho, bem vindos ao penúltimo capítulo, o inicio do fim para um novo começo

Capítulo 28 - Just say I do


Fanfic / Fanfiction The History of Pana - Capítulo 28 - Just say I do

Ana Paula’s POV


 

Alguns meses depois..

 

Meses se passaram e meu namoro com Paola apenas evoluiu. Apesar de ficar mais em sua casa que em meu apartamento não havíamos estabelecido uma decisão sobre morarmos juntas, nós ao menos entramos no assunto, mas eu já tenho um espaço em seu guarda-roupa e uma escova de dentes em seu banheiro, ou seja, um pequeno passo para a humanidade, mas um grande passo para “pana”.


 

Falando em pana, mesmo não tendo assumido oficialmente nosso namoro acho que damos muito na casa, pois o grupo de fãs que nos apoiam andam aumentando consideravelmente. “Chupa farofeiras! Ou seria farosellas? Que seja, não é real e não quero saber de gente que torce pra minha mulher com outro, que falta de respeito.. Ok que eles não sabem de mim e Paola, mas eu sei e não gosto, entendeu?”. Voltando.. No meio da temporada do Masterchef eu havia postado uma foto minha sentada em uma cadeira no camarim improvisado da Portela em que a Paola aparece meio distorcida no espelho tirando uma foto que ao menos eu sabia que estava sendo tirada, mas enfim o ponto que quero chegar é que teve uma enxurrada de comentários “Pana” o que me fez ter muita vontade de gritar aos quatro ventos que sim, é real, pana existe e está  “vivíssimo”. Só não digo que é essas coisas de “otp” “canon” e sei lá mais o que porque nunca sei o que essas coisas significam, entendeu?


 

– Terra chamando Paulinha. - Nina estalava os dedos em frente a meu rosto.


 

– Enquanto você ficar me chamando assim que não vou te responder. - Cruzo os braços.


 

– Me engana que eu gosto, Aninha Paulinha. - Responde debochada fazendo-me revirar os olhos. - Sei que você estava pensando em o quão linda eu sou.


 

– Ata, Nanina. - Chamo-a pelo apelido que havia dado para retrucar o Aninha Paulinha e pelo fato de implicar com ela por ser um centímetro menor que eu.


 

Vocês provavelmente devem estar se perguntando em que capítulo desta história eu e Perla começamos a dar certo juntas, bom não foi algo grandioso, nós apenas percebemos que tínhamos um bem em comum (no caso Paola e Fran) e que se fossemos conviver por causa dela que fosse de forma pacífica, entendeu?! Até que ela é bem legal e apesar de implicarmos sempre uma com a outra, mas era apenas uma característica da amizade que estamos cultivando.


 

– Vocês duas menos implicância e mais atividade porque eu não vou fazer tudo sozinha. - Repreende Mariana, a nova namorada de Nina. Elas se conheceram em uma boate e estão juntas desde então. A Mari é uma pessoa maravilhosa se a Nina elas brigarem vou trancá-las em um quarto até ouvir os gemidos de reconciliação.


 

– Ela que começou, amor. - Diz Nanina com um bico manhoso no rosto indo dar um selinho demorado na namorada.


 

– É pra fazer o almoço ou deixar minha namorada de vela? - A voz de Paola soa pela cozinha chamando nossa atenção para onde a mesma se encontrava junto com Patrícia e Larissa. Minha argentina havia ido ao supermercado comprar o suco de uva da Fran porque somos mães insubordinadas e esquecemos, e aproveitou para passar na casa de Larissa para mostrar o caminho da casa de Nina para ela e Pat.


 

– A Nanina judia de mim, amor. - Falo com um bico manhoso no rosto indo abraçá-la deitando minha cabeça em seu peito.

 

– Ai que mentira! Amorzinho, fala pra ela que foi a Aninha Paulinha que começou.


 

– Eu achei que só ia ter a Fran de criança aqui. - Patrícia se pronunciou.


 

– Se eu soubesse que o almoço seria no maternal teria trago Ki-Suco ao em vez de Cabernet Sauvignon. - Acrescenta Larissa.


 

– Nossa quanto bullying contra nossa pessoa, vem Nanina nem nossas namoradas nos defendem. - Digo ao perceber que Paola só ria e cruzo meus braços com o de Nina.


 

– Eu ia falar que a Nina e a Ana são crianças crescidas, mas não dá pra salvar nem no tamanho, desculpe crianças. - Mariana brinca fazendo com que Nanina a olhe indignada.


 

– Eu achei que existia uma relação extraconjugal aqui, mas estava enganada, agora eu e a Aninha Paulinha vamos nos unir e reproduzir pessoas de estatura respeitável que merecem o devido reconhecimento. - Cruza nossas mãos.

 

– Ei! Fica longe da minha mulher, só eu posso reproduzir com ela. - Paola me puxa pelo braço deixando-me de costas para a mesma que agora enlaçava meu corpo com seus braços firmes. Paola deposita um beijo casto em minha nuca após colocar meu cabelo de lado para depois apoiar sua cabeça em cima da minha. Todos esses gestos fofos me deixariam boba se eu não tivesse estática pelo “minha mulher”, Paola nunca me chamou assim era sempre “minha namorada” e a possibilidade de ser a mulher de dela aqueceu meu coração.  


 

– Por que você não é assim? - Nina se volta para Mariana em falsa indignação.


 

– Porque eu tenho uma mulher e não uma filha, ainda. - Enfatiza o ainda.


 

– Não sei porque me senti ofendida com esse comentário. - Digo fingindo estar pensativa.


 

– MAMÃES! MAMÃES! - A vozinha de Fran soa seguida de um pequeno furacão loiro entrando na cozinha, abaixo com os braços abertos só esperando aquele corpinho que se jogou em meus braços como o previsto.


 

– Cansou de assistir desenho? - Pergunto beijando seu rosto.


 

– Eu quero nadar! - Soa animada.


 

– Que tal a gente levar o almoço lá para fora e passarmos o dia na piscina? - Paola sugere passando seu braço novamente por minha cintura.


 

– Eu só vou deixar utilizarem minha piscina se a dindinha receber um beijão na bochecha! - Diz Nina se aproximando para que Fran pule para seu colo e a pequena o fez antes de agarrar seu pescoço colando sua boca na bochecha da madrinha. - Agora sim! Hoje teremos um almoço ao ar livre menina!


 

– Ebaa! - Grita Fran erguendo os bracinhos para o alto fazendo-nos rir.


 

***

 

– A Fran consegue acabar com a energia de todas nós juntas em apenas uma tarde. - Comenta Paola se sentando entre minhas pernas para depois se recostar em mim. Após passarmos um prazeroso dia na piscina Fran depois de tirar todas as nossas energias finalmente dormiu e agora estávamos todas com nossas respectivas namoradas deitadas nas espreguiçadeiras conversando enquanto observamos o fim da tarde.


 

– Estamos ficando velhas. - Comento. - Tá na hora de vocês terem filhos ou adotarem para ajudar na energia de Fran.


 

– Concordo, eu quero essa casa cheia de crianças ela é muito grande só para mim e Mari.


 

– Vocês namoram a menos tempo que as enroladas ali e já moram juntas, as duas tem uma filha e tão nesse cú doce. - Fala Patrícia. Tenho certeza que ela comentou isso só para fugir do assunto filhos, filha da mãe, mas eu não vou deixar passar!


 

– Falou a que tá procurando apartamento em São Paulo a dois meses, mas nunca se muda. - Retruco e a mesma mostra a língua.


 

– Eu passo mais tempo aqui que lá no Rio sua mal comida só quero achar o lugar perfeito para construir uma família com meu bebê.


 

– Ela pode ser tudo menos mal comida, isso eu te garanto. - Paola se pronuncia maliciosa fazendo todas rirem. - Já que entramos nesse assunto acho que essa é minha deixa. - Diz fazendo-me olhá-la incrédula quando a mesma se separa de meu corpo sentando virada para mim. - Ana, eu sei que a gente não tocou no assunto, mas eu acho que está na hora de darmos um passo adiante no nosso relacionamento, é um passo pequeno comparado a tudo que passamos e construímos, mas é muito importante para mim e espero que seja para você também. Eu te amo muito e queria que esse momento fosse especial então lá vai.. - Meu coração parou e subiu pela garganta até a boca quando Paola levou a mão ao bolso da blusa de frio que havia descido vestida após deixar uma Fran adormecida no quarto. Quando sua mão saiu de dentro no bolso percebi que a caixa era muito grande para ser o que eu estava esperando, mas não deixei transparecer minha decepção. - Ana Paula Padrão, você aceita morar comigo? - Pergunta abrindo a caixinha branca mostrando a chave com a ponta em forma de coração.


 

– É claro que eu aceito, meu amor, é tudo que eu mais quero. - Digo abraçando-a forte.


 

– Não querendo estragar o clima, mas já estragando, eu preciso me expressar por todas aqui.. Paola você só me decepciona, eu super esperando um pedido de casamento! Mas to feliz por vocês parabéns. - Nina se levanta e vem nos abraçar seguida das meninas.


 

Pois é, eu também esperava.


 

***


 

Depois daquele quase pedido de casamento e da Paola me chamando de amor na cozinha eu comecei a reconsiderar algumas coisas acabando por decidir cometer a que pode ser a maior loucura da minha vida. Eu fiz coisas que muitos duvidaram, mas foi tudo na carreira e isso que estou prestes a fazer com toda certeza deixa todas as loucuras de minha carreira no chinelo. Mas eu irei fazer essa loucura com todo medo primeiramente e muito amor. Estava na hora de tomar dois grandes passos e eles não podem esperar.


 

– Ana, foco aqui, eu sei que você está com medo, mas você entrou na Coreia do Norte e no Afeganistão você vai passar por tudo isso de olhos fechados. - Diz Laura tirando-me de meus devaneios como se tivesse escutando-os.


 

Depois de toda a confusão com Laura mesmo tendo ficado muito chateada com ela eu não poderia negar que antes de tudo havia uma grande amizade ali e aos poucos Laurinha ia reconstruindo minha confiança nela e nossa amizade, Paola foi totalmente contra no começo, mas eu tenho meus jeitinhos de domar a fera e ela acabou aceitando Laura na minha vida mesmo sempre estando com 5 pés atrás. Que mundo irônico, não é mesmo? A alguns meses a Laura criará a maior briga minha e de Paola, e hoje ela era meu braço direito na loucura que estou prestes a cometer.


 

– Mas Laurinha nada se compara com isso vai por mim!


 

– Ai, quanto drama, não é como se ela fosse recusar. - Revira os olhos. - Agora vamos ajustar os detalhes, pois a final ao vivo é amanhã. Eu falei com Pato hoje e…


 

***

 

O dia da final ao vivo havia chegado e eu estava numa ansiedade sem fim estava cada vez mais próximo de um dos que pode ser o momento mais especial da minha vida.. ou não.


 

– Ana, por favor, pare de se mexer você vai borrar a maquiagem! Você nunca fica assim nas finais, o que está acontecendo? - Questiona Carol.


 

– É só ansiedade eu me apeguei muito aos dois participantes. - Minto.


 

– Até parece Ana, você ao menos gosta da Bruna, mas seja o que for segurei até eu terminar minha maquiagem se não você vai igual uma palhaça pra aquele estúdio.


 

– Estamos prontas? - Paola coloca a cabeça da porta antes de entrar de corpo todo revelando o quão maravilhosa estava.


 

– Estaríamos se sua namorada aquietasse o cú na cadeira! Paola fala pra ela sossegar já é a terceira final dela e ela não estava nervosa assim nem na primeira.


 

– Mi amor, você irá se sair bem, não sei o que te preocupa, mas tenho certeza que tudo vai dar certo, eu estarei a poucos metros de você, tudo bem? - Paola se abaixa do lado da minha cadeira depositando um beijo em minha mão. Definitivamente ela não sabia o que em preocupava, mas com toda certeza ela me acalmou e me deu mais segurança do que iria fazer daqui alguns momentos.


 

– Obrigada, meu amor. - Enlaço nossas mãos e deixo Carol terminar sua maquiagem sem mais problemas.


 

– Está na hora, meninas, vamos? - A produtora aparece da porta assim que Kathy acaba de finalizar meu cabelo. A seguimos até o estúdio que já estava uma falação devido a presença dos participantes da temporada e dos familiares dos finalistas cumprimentamos quem podíamos antes da produtora gritar “TODOS AOS SEUS LUGARES FALTAM 5 MINUTOS”,


 

***


 

– Bom, mas acho que agora sim estamos todos preparados para revelar.. Quem levou o troféu MasterChef 2016. E o grande vencedor do MasterChef Brasil é.. Para tudo! - Ergo as mãos e ouço todos reclamando. Meu coração se acelera e eu começo a suar frio. Estava na hora. - Como está noite é uma noite muito especial para todos aqui presente eu quero fazer algo a altura para uma pessoa que está neste estúdio. Antes de revelar quem é o grande vencedor dessa temporada eu gostaria de convidar a chef Paola para se juntar a mim aqui. - Dou espaço no meu ‘quadradinho” apontando para meu lado. Paola caminha incrédula me olhando como se perguntasse o que estava acontecendo, assim que a mesma se posiciona ao meu lado Fogaça se posiciona estrategicamente ao nosso lado pegando o papel que estava em minha mão. - Paola eu venho pensando nisso a um bom tempo e eu precisava fazer isso de forma especial assim como foi o seu pedido de namoro.. - Ouço a surpresa de todos dentro do estúdio e vejo os olhos de Paola marejarem antes de prosseguir. - Paola Florencia Carosella, a três anos uma argentina muito tímida e desastrada me jogou no chão antes mesmo de falar seu nome, quem diria que aquele esbarrão não jogaria apenas eu no chão, mas também toda a minha vida para que a partir dali eu começasse a construir uma com você nela. Quem me ouve falando assim nem parece que eu demorei três anos para finalmente estar em seus braços, não é mesmo? Mas eu diria que eu esperaria novamente te amando às escuras para poder estar aqui neste exato momento prestes a fazer a melhor escolha da minha vida. Desde que te conheci tive a certeza de que havia surgido para ser a mulher da minha vida, para a minha vida toda. A única e eterna, a mais amada dentre todas as outras do mundo, aquela a quem eu deveria dedicar todo o meu carinho e atenção. Passaram-se, dias, semanas e meses, até mesmo anos, e o tempo apenas reforçou a minha primeira opinião, pois foi me mostrando, cada vez mais, a criatura mais doce e bela que poderia encontrar na face da terra. Proporcionas-me tudo o que eu poderia desejar encontrar num ser humano, pois dás-me carinho, conforto, atenção e tranquilidade. Me dá alegria cada vez que sorri ou olhas para mim, e dá-me prazer de cada vez que toca a minha pele com as tuas mãos e com os teus beijos. Eu sei que te amo e não sinto o peso de carregar todo este amor no meu coração porque, pelo contrário, é este amor que me dá força e coragem para suportar o peso de todos os contratempos e adversidades do dia a dia. Quando penso em ti revitalizo o meu espírito e renovo os meus sonhos de futuro, e você sempre faz parte desses sonhos. Aliás, se não fosse assim, não seriam sonhos! Tenho a certeza de que este período em que estamos juntas é o período mais belo e feliz que já vivi. Hoje, olho para o passado e percebo o quanto a minha vida era oca, o quanto o meu quotidiano era entediante e quanto tempo eu precisava de dar um sentido a tudo até você e Fran aparecerem e mostrarem que a futura família Padrão-Carosella era o sentido de tudo. O teu amor transformou-me, e hoje faz com que eu perceba o mundo e as perspectivas futuras sob uma nova óptica, uma óptica que privilegia os esforços cooperados e o desejo de conquistar para, depois, dividir. Dividir contigo, desfrutar contigo o resultado das boas colheitas. Por tudo isso, minha deusa espanhola que depois eu descobri ser argentina, é que eu preciso fazer-te uma pergunta e espero que ela não te traga surpresa ou espanto, mas apenas alegria, como também me trará a maior alegria do mundo se eu tiver uma resposta positiva para ela… - Pego a caixinha azul envolvida por uma fita branca da Tiffany com Fogaça após enxugar algumas lágrimas em vão e respirar fundo. - Quer se casar comigo?


 

– Você e o seu dom de me surpreender e tirar as palavras da minha boca! Não sou uma jornalista conceituada tão boa com as palavras, mas eu preciso dizer que eu te amo tanto, a ponto de falar nisso e meus olhos se encherem de água. Eu te amo tanto, a ponto de te querer pro resto da minha vida. Eu sempre te amei e eu estaria mentindo se dissesse que isso nunca vai mudar porque eu estou constantemente te amando cada vez mais. Nós fizemos tudo ao contrário tivemos uma filha, moramos juntas e agora iremos nos casar, pois eu aceito me casar com você, eu aceito oficializar a família Padrão-Carosella, eu aceito tudo que venha com você, eu aceito ser sua mulher e mostrar ao mundo todo dia o quanto eu amo você Ana Paula Padrão futura Carosella. - Diz entre lágrimas estendendo a mão para que eu colocasse o anel, assim que o mesmo foi colocado minha noiva, quanto prazer em finalmente dizer isso, me puxa para um beijo apaixonada aos sons dos gritos dos presentes em rede nacional nós nos entregamos oficialmente uma para a outra.


Notas Finais


* quem chorou muito cmg?? foi muito difícil escrever essa última cena gente eu só chorava imaginando se fosse de verdade!
* desculpem qualquer erro eu queria muito postar esse cap ainda hoje!
* deixo aqui minha propagandinha de uma das minhas fics favs pq todos merecem ler esse hino escrito pelo minha doce Jucherry https://spiritfanfics.com/historia/me-tienes-10258772


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