História The Horcrux - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~YPL

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Córmaco Mclaggen, Dobby, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fenrir Greyback, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Petunia Dursley, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black, Theodore Nott, Tom Riddle Jr., Valter Dursley
Tags Evil Dumbledore, Harry, Harry Potter, Potter, Revelaçoes, Sexo, Snamione, Tom Riddle Jr, Tomarry, Voldemort, Wolfsatr, Yaoi
Visualizações 496
Palavras 3.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olááááá pessoas do meu coração Sonserino, como estão???
espero que gostem do cap de hoje, hoje tem Snape finalmente dando o troco em quem merece.
Não esqueçam de comentar bjss

Capítulo 8 - Confusão


Harry estava sentando em sua nova cama, coisa que o já perturbava em pensar que agora tinha uma cama nova e sua em um quarto novo e seu em uma casa que ele deveria morar até seus 17 anos com um homem que até então o odiava e ele retribuía com exatidão esse sentimento, sentado ali com a cabeça entre as mãos ouvindo a chuva e o vento baterem com força contra  a janela ele tentava também ignorar a voz do homem que vinha do outro lado da porta.

-Você ira descer para o jantar!

Ele tentou se manter em silencio, ele sentia raiva, raiva de Dumbledore por deixar que Snape ficasse com ele como se ele fosse apenas um objeto a ser vendido ao melhor lance, raiva de Sirius e Remo por apenas o deixarem ir....

-Potter! Não pode ficar ai a noite toda sem jantar!

Naquele ponto ele já queria arrancar os cabelos...

-Potter se não sair sai eu juro  que...

Okay aquilo era demais para ele, ele não se deixaria ser ameaçado pelo seu professor de poções fora da sala de aula, o moreno se levantou pegando sua varinha e andando em paços largos até a porta e a abrindo com força vendo Snape com as narinas infladas e olhos serrados para com ele e Dobby praticamente encolhido atrás da capa do novo mestre, Harry não pensou duas vezes em apontar a varinha para o mais velho.

- Jura o que? Vai me amaldiçoar? Não melhor ainda vai me bater? Ou então quem sabe vai me entregar pra algum comensal da morte? Acha que  eu não sei o que você é, e não sei exatamente por que Dumbledore me deixaria com você... – cada palavra de Harry vinha cheia de veneno, raiva, seus olhos verdes brilhando com o contrates da meia luz que avia no corredor da casa do mestre das poções, um brilho de raiva que Snape odiou ver mas que o lembravam do mesmo tom de raiva e ódio que vinha de outro par de olhos, mas esses eram vermelhos – você não se importa comigo, nunca se importou em me humilhar e deixar claro o quanto me despreza, porque apenas não me deixa em paz até eu fazer 17 anos ou pelo menos até as férias acabarem!

Snape não o conhecia, ele estava agora responsável por um adolescente que ele achava ser a cópia cuspida do pai em todos os sentidos, mas agora vendo ele ali com raiva, ódio.... e até mesmo ele ousava dizer medo... ele não sabia mais quem aquele menino era.

-Dobby traga o jantar para ele se ele quiser, vou estar no meu laboratório se precisarem de alguma coisa.

Harry levantou uma sobrancelha diante a frase do homem, ficando confuso não só por ele não ter revidado como também não ter lhe privado de comer ou ter dito para não ser incomodado, o menino acreditava ter caído em uma realidade paralela...

------//------

Antes.

Harry abriu os olhos rápido sua respiração apreçada, sentindo seu coração bater forte contra seu peito e levantando o tronco da cama rapidamente, ele se sentia desorientado e mal conseguia ver, suas mãos batendo freneticamente a sua volta procurando seus óculos, sentindo seu coração  espancar em seu peito com medo, medo de estar indefeso quando eles viessem de novo, ele não conseguia notar que estava na enfermaria e sua mente confusa ainda achava que estava na casa de seus tios, ele então sentiu  uma mão tocar a sua, ela era quente e macia nada como as que ele costuma sentir  tocar sua pele durante o verão mas ele conhecia aquele toque.

-Hermione?

Ele sentiu um peso ser adicionado na cama e a figura embaçada parar em sua frente, a menina colocou seus óculos em seu rosto.

-Melhor?

 Ele assentiu e viu o sorriso que ela tinha nos lábios mas também o olhar preocupado, percebeu então que estava na enfermaria de Hogwarts e se perguntou como tinha chego ali.

-Hm, o que aconteceu?

  -Eu que pergunto, essa história de atacado por comensais ainda não parecer certa para mim.

Ele juntou as sobrancelhas em confusão.

-Comensais? Hermione eu nem ao menos sei como cheguei aqui!

A menina olhou para baixo levando uma das mãos até a capa que usava a segurando fechada contra seu corpo  como um reflexo enquanto suas bochechas ficavam quente dando a ela um olhar quase de incomodo com a sensação.

-Snape o trouce.

Harry coçou os cabelos incomodado, ele mal conseguia se lembrar de tudo, se lembrava dos tios o batendo mas isso não era novidade, não se lembrava de Snape, não sabia como ele  tinha o achado, e não sabia como  comensais se encaixavam na história, ele se sentia envergonhado por Snape ter visto ele daquele jeito... estava tão imerso naquele sentimento que só prestou atenção na amiga quando sentiu suas mãos tocarem seu rosto.

-Harry? Você está bem?

-Sim... só confuso....

Ela assentiu com um sorrio doce no rosto, e ele deveria se sentir melhor com o carinho da amiga, mas só se sentia com vergonha, e se ela soubesse a verdade sobre o que acontecia com ele? Essa possibilidade o dava vontade de beber o primeiro frasco de veneno que visse.

-Eu preciso chamar Dumbledore e a professora McGonagall, e os outros.

A morena já estava  de pé e perto da  porta quando Harry conseguiu processar ela dizer que ‘e os outros’.

-Quem mais está aqui?

-Sirius e Remo, Rony também estavam  aqui mas eu mandei ele embora, estava causando mais problemas do que ajudando.

Ele levantou uma sobrancelha se perguntando o que ela quis dizer mas ela não deu muita atenção saindo apressada pelas portas da enfermaria.

---//---

Harry olhava distraído para o teto tentando juntar os pedaços de tudo que aconteceu, e tentando saber o que diria quando perguntassem a ele sobre os tais comensais...

-Harry!

Ele pensou em se levantar mas sentiu o corpo ser esmagado pelo padrinho, ele o abraçava tão forte que fazia difícil para o menino respirar.

-Hm... Sirius.. respirar...

Ele soltou Harry o puxando pelos ombros fazendo ele se sentar, ele olhou em volta vendo Remo  mais perto deles assim como Hermione, Já Snape, McGonagall e Dumbledore estavam mais afastados ambos o olhando para Harry e o deixando nervoso, ele conseguia perceber que  alguma coisa estava errada, o arrepio em sua espinha e os olhares fixos nele diziam isso.

Hermione ainda não sabia do que fora decidido no escritório  do diretor momentos antes dela chegar e também conseguia sentir o clima pesado que se formava, todos em silêncio, Sirius agarrado aos ombros do afilhado, Remo olhando apreensivo para Snape e Sirius, com medo de quando o diretor falasse o que aconteceria, Harry já estava ficando irritado com todo aquele silêncio e com o aperto de Sirius, dês que o padrinho entrara em sua vida ele demonstrava todo o carinho que sentia por Harry, mas ele ainda sentia a raiva do homem por deixá-lo com os tios, sentia raiva de Dumbledore por acreditar que o que aconteceu era um simples ataque de comensais e por nunca ter notado nada, sentia raiva de Remo por nunca dizer nada, sentia raiva de Snape por ter visto naquele estado, e sentia raiva de si mesmo por nunca ter falado nada, fica mais bravo ainda por saber que mesmo estando ali na enfermaria, cercado por pessoas que ele acreditava serem todas de extrema confiança, ele não falaria nada, e enrolaria usando a história de ataque de comensais o máximo que podia.

-Vão me dizer o que está acontecendo?

Foi Dumbledore que tomou a frente.

-Esperávamos que você nós dissesse Harry, o professor Snape descobriu que comensais atacariam você e sua família – o uso daquela palavras causou um bolo no estomago de Harry, fazendo ele  fechar as mãos com força tentando se controlar para não falar algo que gerasse mais confusão- infelizmente ele chegou tarde demais.

Ele olhou impaciente para o diretor e para Snape, esse que agora mantinha sua cabeça baixa e andava em direção a  uma das janelas e encarava o lado de fora de braços cruzados, tinha mais coisa ali.

-E... o que aconteceu com eles?

Dumbledore tinha seu olhar como sempre calmo por trás dos óculos meia lua, Minerva, estava claramente ansiosa e até mesmo com medo do futuro do menino, não ficava assim em relação a Potter dês do dia em que deixou ele com os Dursley, ela então deu um passo a frente e estava pronta para falar quando foi interrompida pelo diretor.

-Infelizmente Harry, seu primo foi encontrado morto, e seus tios desapareceram, já arranjei para que o ministério organize os aurores para buscá-los-  Harry queria se sentir mal, eram pessoas que estavam perdidas provavelmente mortas, era um garoto da sua idade que estava morto, mas ele não se sentia e isso na verdade o assustava- então enquanto isso eu acho melhor, e tenho certeza que o ministério ira concordar comigo que você fique sobre a tutela do – ele esperava ouvir o nome dos Weasley’s, esperava ouvir que ficaria em Hogwarts, ou até mesmo por um milagre fosse embora com Sirius, mas a ideia inicial do frasco de veneno soava muito melhor do que ele teve de ouvir – professor Snape.

Ele sentia se descontrolar aos poucos, como ele podia fazer isso com ele, deixando ele com aqueles trouxas que não passavam de ratos, e agora isso, na mente de Harry ele achava que Dumbledore sábia que ele o mestre das poções se odiavam, sentia a raiva e amargura crescerem tanto em si que viu quando Sirius se afastou dele, viu quando todos os olhavam espantados e como se afastavam dele.

-Harry ...

Foi Hermione que o chamou, ele podia ouvir a voz dela mas não era como se ela estivesse ao seu lado, era como se cada uma daquelas pessoas estivesse traindo ele, o levando para um buraco pior do que ele sairá.

-Harry por favor... você precisa se acalmar...

Aquela não era a voz que Harry queria ouvir para acalmar seus pensamentos, aquela não era a voz que ele precisava, mas Tom sabia melhor, sabia que não poderia ajudar o menino quando o mandou acordar, não poderia pois Dumbledore estaria ouvindo, e Harry não sábia que o que fazer para parar aquilo que apesar da fonte descontrolada de magia que vibrava ao seu redor lhe dar uma sensação de poder, também o sobrecarregava, fazia doer cada ponto de seu corpo.

Ele era fraco, em sua mente Harry se achava fraco, para ele aquilo só mostrava que não podia se controlar... ele só queria ser forte, queria poder ser tão forte quanto ele dissera que ele era... e pensar nele, pensar em sua voz lhe dizendo isso... o deixava triste... mas ao mesmo tempo acalmava...

“Você é forte, você é mais forte que imagina eu não.... Eu não estaria aqui com você se não fosse...”

Ele queria ser forte, queria ser superior a todo aquele caos em que ele vivia...

Ele repetia a voz dele em sua mente, de novo e de novo, do mesmo que ele não entendia  sua raiva, ele não entendia como aquilo podia o acalmar, e muito menos de onde ele tinha vontade de se acalmar.

A verdade era que Harry Potter ainda tinha muito que aprender, e esse foi o exato pensamento de Snape ao ver o menino se descontrolar e ver ele tomar controle a os poucos,  ele também viu que não era o único que observava o menino, viu como ao contrario de todos ali que olhavam preocupados para Potter, Dumbledore, o analisava como quem olha para um tabuleiro de xadrez.

---//---

 

-Você viu como ele ficou Remo, você acha que deixar ele com aquele ensebado do Snape vai fazer bem a ele?

-Sirius você tem que entender, ele não pode viver nesse castelo, ele não pode viver conosco, somos apenas um fugitivo e um lobo,  aqueles tios dele já devem estar mortos, e com quem ele vai viver? Com os Weasley, mais uma despesa para eles? Odeio concordar mas Snape parece a melhor das nossas opções no momento, e tem até o lado bom de você poder ver ele nas férias...

Harry escutava essas palavras que faziam seu estomago revirar, que ajudavam ele a se localizar, ao perceber que estava acordando nem se lembrava de ter dormido, ele abriu  os olhos e olhou para os dois, os quais não notaram que estavam sendo observados, e continuaram falando.

- ...  repito a sua frase Sirius, nós vimos ele, Harry sempre fora um garoto especial, acho que isso não é segredo para ninguém,  mas com tudo que vem acontecendo, o retorno de Voldemort... isso deve ter afetado ele, talvez vivendo com um bruxo possa ajudar.

-Se tenho que viver com um bruxo, a uma lista que posso pensar que não envolvem o nome do ranhoso.

A voz de Harry chamou a atenção dos homens principalmente a de Sirius que sorriu para o menino diante a sua frase.

-Porque você dois não conversam enquanto eu vou chamar os outros.

Harry não pode deixar de reparar em como Sirius soltou com pesar a mão de Remo, aquilo arrancou um peque sorriso dele.

Sirius então foi até Harry se sentando na cama e olhando para o afilhado.

-Sirius...

-Hm?

-Eu estou completamente fodido não é?

-Diria que está pior do que eu quando tenho pulgas.

----//---

Foram horas de conversa  até que que Harry cansara de tentar se livrar de Snape, ele sempre quisera se ver livre dos tios mas morar com Snape não era algo que ele estava ansioso.

E agora parado ali na frente daquele armário sobre as escadas ele conseguia sentir seu sangue pulsar em suas veias e seu coração martelar contra seu peito, conseguia sentir em seu corpo tudo que aturou ali, conseguia ver claramente e ouvir tudo novamente parado ali.

Ele tinha ido até para pegar suas poucas coisas, e se mudar para a casa de Snape, ele também  na expressão do professor que para sua surpresa esperava pacientemente perto da porta, que aquilo era incomodo.

Ele finalmente suspirou e andou até ele.

-Podemos ir se quiser.

Snape nada disse apenas esticou o braço para Harry, eles tinha aparatado até ali, o que fez Harry querer dizer não quando viu que voltariam do mesmo jeito... mesmo assim ele segurou firme seu malão e respirou fundo fechando os olhos...

Quando seus olhos se abriram ele já estava na frente da casa do professor, ele deveria pensar que aquela era sua casa também?

Snape entrou primeiro e Harry o seguiu, ele se sentia dormente... como se estivesse em uma ilusão...

------//--------

Agora.

Harry levantou uma sobrancelha diante a frase do homem, ficando confuso não só por ele não ter revidado como também não ter lhe privado de comer ou ter dito para não ser incomodado, o menino acreditava ter caído em uma realidade paralela...

Severo sentia sua cabeça pulsar, ver aonde o filho dela foi forçado a viver, ver o que fizeram com ele, e ver que ele estava tão irritado e com medo que pensou que ele poderia deixá-lo sem comer, que poderia bater nele..

Honestamente ele já estava em seu limite, Dumbledore tinha praticamente forçado aquele elfo dentro de sua casa para ficar de olho nele, Harry nunca aceitaria morar com ele e tinha também toda a confusão com o Lord das trevas...

O que fazia pensar que talvez tivesse algo que o acalmasse...

Ele abriu a porta do laboratório e desceu as escadas apressadamente indo até a cozinha e vendo Dobby mecher em algo nos armários.

-Eu tenho que sair, cuide de Harry.

Dobby na mesma hora assentiu e viu Snape aparatar.

O mestre das poções aparatou nos portões da mansão do Lord, ele não precisava falar com ele para o que tinha que fazer, sábia que ele já deveria ter deixado ordens para quem quer que seja que estivesse guardando as celas.

Ele deu a volta na propriedade e entrou por uma sua lateral seguindo pelo corredor até outra porta que daria para descida de escadas em que a sala das celas sem encontravam, iluminando seu caminho com sua varinha se alguém estivesse ali poderia ver seus lábios se formarem em um sorriso quase que satisfeito pelo que iria fazer.

Ele nunca gostara de tortura, mas sempre fora bom nisso, e essa séria a única que ele iria realmente aproveitar cada segundo.

E agora parado na frente da vaca que estava causando tanta dor de cabeça para ele, ele poderia finalmente descontar tudo aquilo na pessoa certa.

Abriu a cela entrando e iluminando o local.

- Petunia Evans.

Ele fez questão de frisar bem o sobrenome dela ignorando o nome de casada ela o olhava assustada mas ainda assim insistia em manter o nariz em pé.

-Encolhida no canto como a verme que você é – ele praticamente voou para cima dela fazendo sua capa se mover e segurando o rosto dela apertado com uma das mãos –me diga o quanto de abuso você achou que poderia infligir sobre o filho de Lily antes que eu fizesse alguma coisa contra você? O quanto você achou que poderia fazer antes que eu viesse e te esmagasse como a barata nojenta e asquerosa que você é?

Os olhos da mulher brilhavam de medo, seus cabelos loiros sujos assim como sua pele, Snape podia ver o reflexo do seu próprio ódio nos olhos da mulher.

-Eu vou me divertir tanto ouvindo seus gritos, ouvindo seus ossos quebrarem vendo sua vida inútil se esvair de seus olhos, acho que será meu maior prazer na vida ouvir sua ultima respiração... Sabe Petunia muitos bruxos em suas torturas já começam com um crucio fazendo suas vitimas sentirem dor tão rápido... eu pessoalmente acho que tem que ser algo mais gradual, algo que realmente deixe uma impressão.

Snape conjurou uma cadeira e se sentou, e em seguida apontou a varinha para Petunia.

-Vamos começar?

Snape cumpriu sua promessa, foram horas brotando imagens na mente dela, fazendo ela ver o querido filho e marido morrerem de novo e de novo e de novo, vendo ela ver seus piores medos como se estivessem ali, e como ele se divertia quando na agonia dela achar que o que ela via era real ela berrava se arranhava e se jogava contra as paredes,  e ele só parou quando faltava pouco para sua mente ficar destruída... ele queria que ela sentisse o final...

-Acho que esse está sento um de meus melhores trabalhos, eu lhe disse sobre como bruxos usam o crucio ... bom você sendo apenas uma trouxa nãos sabe o que... a maldição da dor... é realmente insuportável, mas é bem menos dolorido do que esse presente que estou lhe dando em agradecimento pelos seus bons cuidados com seu sobrinho, agora a maldição da morte... também acho  pouco para você... morrer sem dor...

Ele se levantou e se ajoelhou diante ao corpo dela a segurando pelos cabelos.

-Esse foi eu mesmo que inventei... foi feito para usar em pessoas como você... morrer agonizando de dor... demora muito tempo sabe... os corte sangram o bastante para matar mas não imediatamente...

Severo se levantou dando alguns passos para trás finalmente dizendo.

- Sectumsempra.

Ele finalmente respirou aliviado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


bjs bjs pessoal me digam o que acharam : )


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...