História The Host - Capítulo 1


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Categorias A Hospedeira, Justin Bieber, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Exibições 85
Palavras 2.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Sci-Fi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*Essa fanfic será inspirada no livro e filme "A Hospedeira", mas isso não quer dizer que os finais serão iguais.
*Essa fanfic NÃO É JELENA, então para aqueles que, só se interessam por esse shipper, leiam a minha outra fanfic https://spiritfanfics.com/historia/the-unknown-girl-6143113.
*A aparência da Selena é o corpo da Scarllet, enquanto a personalidade é da alma que se chama Selena.
*Peço desculpas pela capa e sinopse escrota.
*Qualquer dica construtiva será bem vida.

Capítulo 1 - O começo.


Fanfic / Fanfiction The Host - Capítulo 1 - O começo.

"Estou acordando, sinto isso em meus ossos

O bastante para explodir meus sistemas

Bem-vindo à nova era, à nova era

Bem-vindo à nova era, à nova era"

 

 

INSERIDA.

{...}

 

O nome do Curandeiro era Henry.

Como era uma alma, por natureza ele era inteiramente bom: compassivo, paciente, honesto, virtuoso e cheio de amor. A ansiedade era uma emoção incomum para Henry.

A irritação era ainda mais rara. Contudo, agora que estava em um corpo humano isso estava se tornando extremamente comum.

A instalação a qual havia sido designado a comandar era remotamente pacata, localizada no extremo oeste onde não haviam rebeldes, TV ou até mesmo estradas. Era exatamente disso que ele precisava no momento.

Darren, seu assistente, fez uma careta em desaprovação ao que lhes foram designados. Henry sabia que seu assistente desaprovava esse tipo de procedimento, mas regras são regras e deve-se segui-las.

—Ela é apenas uma criança.—exclama baixinho. —As duas são!

 

—Eu sei, mas se não colocarmos essa pobre e jovem alma no corpo ambas irão morrer.—Henry tinha consciência do que estava fazendo, apesar de se sentir culpado, tudo isso seria para um bem maior.

 

—Pelo estado do corpo...duvido que passe desta noite.—Darren diz pesadamente, recebendo um tapa de seu superior Henry.

 

—Ser pessimista não irá ajudar.

 

Henry olhou para o corpo inconsciente da jovem, deitado de bruços na mesa de operação. A compaixão encheu seu coração quando ele se lembrou de quanto aquele pobre corpo estava arrebentado quando os Buscadores o levaram para a instalação de Cura. Apesar de todo o esforço para tentar cura-lo ele ainda não saberia dizer se estava adequado para receber a alma, mas seria um risco que teria que fazer...para salvar sua sobrinha.

Quanta dor elas deviam ter sofrido? Talvez tenho sido inimaginável.

O corpo jogado de dez andares. Sua sobrinha atacada por rebeldes vendo seus pais sendo mortos na sua frente...o motivo? Nenhum dos dois lados aceitavam a relação entre um rebelde e uma alma, por isso sua irmã fugiu para viver em paz com seu amor, mas a paz não durou muito.

 

O Comando chamou esse acontecimento como: "efeito colateral".  O curandeiro ri sem humor ao lembrar-se das palavras de seus superiores, como se essas palavras fossem diminuir a sua dor.

 

Agora ele precisava seguir as regras. Pelo menos uma vez na vida ele precisa se curvar perante todos, para manter o único laço afetivo que o sobrou. Henry devia isso a sua falecida irmã.

 

—O corpo precisa ficar perfeito, Darren.—diz o curandeiro em tom de suplicação ao seu assistente que continuava a negar mostrando a sua desaprovação.

 

—Nada disso deveria ter acontecido. Uma vida perdida não justifica a outra. Isso está errado! As leis estão erradas.—grita Darren.

 

O curandeiro tapa a boca de seu assistente rapidamente, temendo que alguém os ouça. Mesmo que estejam sozinhos em um lugar completamente esquecido pelos outros, todo cuido é pouco.

 

—Escute, Darren. Nunca mais diga isso, em hipótese alguma!—exclama Henry. —Agora largue de pensar besteira e vamos começar o processo.

 

—Não. Eu não posso fazer isso.

 

—Espero que tenha consciência das consequências que serão geradas por isso.—diz Henry olhando para Darren. Apesar da diferença de idade entre eles ser pouca, o curandeiro tinha a sensação de estar conversando com uma criança birrenta as vezes e isso o deixava incomodado .

 

—Tudo bem. Como o Senhor diz: "A lei é a Lei". Além do mais os Buscadores não nos deixariam em paz se não fizéssemos isso, certo? Foi por esse motivo de terem dado a permissão da sua sobrinha continuar viva.—diz o jovem com os olhos arregalados por ter finalmente entendido a situação que o curandeiro se encontrava.

 

—Calado. Não quero mais falar sobre isso, apenas me ajude a terminar o procedimento e está liberado para ir descansar.—diz Henry, em um tom rude.

 

O curandeiro Henry concentrou-se no corpo inconsciente. Introduziu, com movimentos curtos e precisos, o bisturi na pele à altura da base do crânio da paciente, e então aspergiu uma medicação que diminuiu o excesso de sangramento antes que ele aumentasse a fissura. Henry explorou delicadamente sob os músculos do pescoço, com cuidado para não machuca-los, expondo os ossos descorados no alto da coluna vertebral.

 

—A alma esta pronta, Henry.—informou Darren.

 

—Eu também. Traga-a.

 

Henry sentiu Darren em seu cotovelo e soube, sem olhar, que seu assistente estaria preparado, a mão estendida e esperando;  eles trabalhavam juntos havia muitos anos, apesar de discordarem frequentemente de várias coisas, eles trabalhavam em sintonia. Henry manteve a incisão aberta.

A mão de Darren entrou no campo de visão, o brilho de prata de uma alma, mas de alguma forma diferente de todas as outras que já havia visto, talvez pelo fato de sua sobrinha não ser inteiramente uma alma, isso deixava tudo mais perigoso pois o curandeiro não sabia quais seriam as possíveis complicações e variáveis que poderia acontecer durante o processo. Embora fossem todas encantadoras, essa pareceu particularmente graciosa aos olhos de Henry e Darren.

 

Henry não pode deixar de pensar o quanto seu cunhado era inteligente e habilidoso, pois ele conseguiu o que queria, ele conseguiu fazer sua mulher gerar uma criança metade alma. Foi assim que Selena passou a existir. Ela é única, e isto que o curandeiro está fazendo é uma honra para muitos, pois ele teve a oportunidade de conhecer e estudar uma estrutura fisiológica de uma alma totalmente diferente das outras, mas para ele isso era muito perigoso, qualquer erro que cometesse sua sobrinha não sobreviveria. Esse era o seu maior medo.

 

Darren colocou, delicadamente, a pequena criatura reluzente na abertura que Henry fizera no pescoço humano. A alma escorregou suavemente para dentro do espaço oferecido, entrelaçando-se.

Henry apreciou a habilidade com que sua sobrinha (a alma) tomou posse do novo corpo. Ah esse corpo!

Ele apareceu no momento certo, talvez seja ironia do destino mas o curandeiro via sua sobrinha no rosto da menina antes mesmo da alma estar em seu corpo. Os traços da garota lembravam os da sobrinha, esse foi um dos motivos por lutar para que esse corpo fosse destinado para ele. Ela merecia algo familiar.

 

—Muito bem—sussurrou ele, sabendo que ela não podia ouvi-lo. Ele limpou e tratou o ferimento, passou a pomada que vedava a incisão logo atrás da alma, em seguida aplicou o pó espacial para prevenir cicatrizes.

 

—Perfeito.—disse o assistente. —Agora só nos resta esperar.

 

Esperar. O curandeiro senti a ansiedade tomar conta dele. Mas e se ela não acordasse? O que ele iria fazer?

 

—Lamento ter te forçado.—disse Henry.

 

—Você só está cumprindo o seu dever de Curandeiro e Tio. Por mais que não sejamos humanos, nós sentimos as mesmas coisas que eles e é isso que os sentimentos fazem, então não se lamente Curandeiro. Eu Lamento.—disse o assistente, fazendo um reverencia em sinal de respeito e saindo logo em seguida.

 

Henry olhou para o corpo que descansava tranquilamente, desejando que sua sobrinha estivesse bem. Ao se inclinar sobre o corpo e sussurrar em seu ouvido, ele desejou com todas as forças que lhe restavam que ela pudesse ouvi-lo.

 

—Minha querida. Minha sobrinha. Selena, desde seu nascimento eu sabia que a sorte estaria ao seu lado, apesar dos acontecimentos, ela continuou pois você está aqui! Viva. Contudo, eu queria que nada disso tivesse acontecido com você.  Eu só quero que você saiba que eu estou aqui, não precisa ter medo...Selena.

 

LEMBRADA

"Eu não sou eu

Eu me sinto como se eu não existisse

Como se eu estivesse desaparecendo

Alguém me ajude agora?

Alguém me ajude agora?"

 

{...}

 

Eu sabia o que iria acontecer assim que minhas pálpebras se fecharam. Eu iria morrer. O que eu senti não foi alivio e nem paz e sim medo, pânico e angustia. Mas o que aconteceu? Por qual razão eu estava morrendo? Qual é o meu nome? Quanto anos eu tenho? Quem sou eu ?

 

Senti a sedação ceder aos poucos e a lucidez ir tomando seu lugar. Tentei me lembrar, mas nada veio. Talvez eu realmente tenho morrido. Mas que lugar seria esse? O céu é um lugar onde nada existe somente os seus pensamentos? Espera. Eu acredito nisso? Ah são tantas perguntas!

 

Ouço vozes, elas eram suaves e estavam próximas , embora só agora eu tomasse consciências delas, pareciam estar em meio a uma conversa sussurrada.

 

—Temo que seja demais para ela —dizia uma delas. A voz era grossa e suave ao mesmo tempo; uma voz masculina. — Principalmente para ela que presenciou tamanha violência.—o tom demonstrava repulsa.

 

—Dizem que ela só gritou uma vez.—disse outra voz, em um tom de admiração.

 

—Eu sei—admitiu o homem.—Ela é muito forte. Sempre foi.—diz rindo baixinho. Será que ele me conhece?—Outros ficariam muito mais traumatizados por muito menos.

 

—Tenho certeza de que ela vai ficar bem. Olhe! Seu rosto já está com uma aparência mais saudável, não está?

 

—Sim, isso é um alivio. Selena é igual a mãe, forte e destemida...ninguém consegue derruba-la.—ouço o homem dizer.

 

Selena. Esse era o meu nome? É um nome engraçado, mas é tão familiar. Eu gosto de Selena. Esse homem conhece a minha mãe? Quem é a minha mãe? Não consigo me lembrar de seu rosto e do seu nome...Han ou Kand...Hugh! Não consigo me lembrar!

 

—Os Buscadores chegaram amanhã e eles estão procurando por respostas.

 

Buscadores. Só de ouvir sinto um arrepio pelo meu corpo.

 

—Eu sei, Darren.

 

—Ela já deveria ter acordado...será que errei na dose?—perguntou parecendo preocupado.

 

—Não diga besteiras.—disse o homem.—Quando estiver pronta ela vai acordar.—disse com convicção.—Agora venha comigo, precisamos enviar o relatório do procedimento.

 

Aos poucos as vozes foram desaparecendo até que o silencio se instalasse novamente. Tudo bem, eu preciso me lembrar! Eu preciso me lembrar de alguma coisa! Qualquer coisa!

 

Se lembre de algo. Droga! O que São buscadores? Quem são essas pessoas?

 

Essas perguntas soavam altas ao mesmo tempo. Senti meu corpo reagir a elas; senti que poderia mexer minha mão , mas não sei se isso é coisa da minha cabeça. Acho que não estou morta, pelo menos.

[...]

 

—Quando ela vai acordar? A sedação deve estar quase acabando.—disse uma voz feminina em um tom rude.

 

—Quando estiver pronta. Deixe-a em paz. Ela merece lidar com a situação como achar mais confortável. Depois de passar por uma situação traumática como aquela, ela merece que esperemos seu tempo.—disse a voz grossa masculina que ouvi outra noite. Ele parecia ter pena de mim, é o que parecia pelo seu tom de voz. O que aconteceu comigo? Por que ninguém diz o que realmente aconteceu?

 

—Ela é forte, a alma Selena.—disse a mulher.—Se tivermos sorte, conseguiremos tirar informações sobre a vida que esse corpo levava e com quem levava. Ah! Estávamos tão perto de descobrir onde o grupo dessa garota estava.—confessou a mulher, parecendo frustrada coma situação.—Essa garota ai...ela ia entregar a localização desse grupo em troca de uma miséria. Como tudo pode dar errado? —completou a mulher em um tom totalmente alterado.

 

—Buscadora, acredito na filosofia em que para tudo há uma razão. Acredito que conseguirá atingir seu objetivo ainda.—disse o homem.

 

—É. Eu também acredito.

Sinto a presença da mulher mais perto de mim, posso dizer que é ela pois sua respiração ainda estava descompensada e, provavelmente, seu pé batia contra o chão gerando um barulho extremamente irritante.

 

Senti o sangue pulsar em meu pescoço, martelar em meus ouvidos. Minhas mãos se fecharam em punhos apertados. Um barulho de maquinha começou a soar, indicando a aceleração da minha frequência cardíaca. Houve uma reação na sala: a batida distinta dos sapatos da Buscadora se aproximou de mim, mesclando-se com o arrastar mais suave, que deve ter sido o Curandeiro. Abro meus olhos recebendo uma luz forte em minha face, fazendo-os lacrimejarem.

 

—Bem vinda de volta, Selena.—disse a voz feminina...Buscadora.

 

[...]

Depois de ter sido avaliada e interrogada pela buscadora que insistia e insistia novamente, para que eu tentasse e tentasse outra vez me lembrar de algo, de qualquer coisa sobre a garota que habitava esse corpo, mas eu não me lembrava de nada, nem mesmo da minha vida. Simplesmente havia esquecido de tudo.

 

O Curandeiro, não parecia gostar do tom de voz da Buscadora comigo, eu também não gostava mas eram apenas perguntas, certo? O que poderia dar errado?

 

Quando a Buscadora finalmente se cansou disse que tentaríamos novamente amanhã e se retirou sem dizer mais nada. Assim que saiu senti como se finalmente pudesse respirar normalmente outra vez. Que tipo de mulher era aquela? Eu ainda não sei dizer, mas ela parecia ter um interesse em especial por esse corpo ou aonde ele podia poderia levar.

 

O Curandeiro deu-me um remédio para o sono, pois poderia relaxar depois de um dia tão...tumultuado. Ele era gentil comigo, e eu sei o motivo, mas mesmo assim eu sou grata a ele. Tomei o pequeno comprimido azul e me deitei na cama improvisada, desejando que adormecesse rapidamente e que todo esse processo acabasse logo.

 

[...]

Ouço barulhos, ruídos de passos se aproximando. Ruídos de passos se tornaram mais altos e sussurros os quais eu não conseguia compreender. Alguém abriu uma porta, pois ouvi o gemido agudo seguido pelo barulho mais alto de passos.

 

—Pega ela. Vamos antes que alguém nos veja!—exclamou uma voz fina; masculina tentando sussurrar.

 

—Estou indo.—diz outra voz um pouco mais grossa.—Sua irmã é pesada.—exclama a voz. Sinto alguém tocar em meus braços, depois em minhas costas e pernas. O que está acontecendo? Irmã?

Sou puxada para cima, sentindo uma sensação estranha na barriga. Eu queria gritar e pedir por socorro, mas eu nem conseguia me mexer, muito menos gritar por ajuda.

 

—Vamos logo Shawn. Os parasitas logo iram voltar.—sussurra a voz mais fina com raiva.

 

Sinto um vento frio bater contra mim. O som dos passos agora estavam mais rápidos e contínuos. Estávamos correndo. Eles estavam me raptando!

 

—Coloque ela na carro!

 

Sinto sendo colocada com cuidado sob algo duro com um cheiro que me parecia familiar, mas eu não me lembro do que. Ouço um barulho agudo, acho que foram os pneus cantando. Que Merda! Será que eu estava vestida?

 

—Que merda, cara!—exclamou a voz mais grossa.—Será que fizeram alguma coisa com ela?—perguntou.

 

—Eu não sei, Shawn.—exclamou alto a voz mais fina. Ele estava nervoso e isso me deixou com medo. O que eles querem de mim? Eu preciso acordar e fugir!—Você não checou ?

 

 Acorde agora! Acorde! Você precisa se salvar!

 

—Não.—respondeu o tal de Shawn.

 

O que ele deveria checar? A cada momento que se passa isso fica mais estranho!

 

—ENTÃO CHEQUE AGORA !

 

—EU VOU CHECAR, PORRA!

 

Não me toque! Eu preciso acordar desse pesadelo! Vamos, Selena! Acorde!

 

Reuni todas as forças que eu poderia ainda ter e tentei achar uma maneira de me mexer, de me reconectar com meu corpo. Senti como se algo no meu corpo tivesse se encaixado, como ossos deslocados que foram postos no lugar, e eu finalmente voltei a sentir os meus braços, minhas pernas , meu corpo.

Assim que senti o toque do tal garoto desconhecido, tentei recuar ao seu toque, mas a mão não me soltou. Abri meus olhos e gritei ao ver um rosto coberto por uma mascara assustadora, que estava segurando o meu braço fortemente agora. O homem tateou os dedo até meu pescoço, passando seus dedos pela área. Gritei novamente e pedi para que me soltasse, mas o homem estava parado me olhando como se estivesse em choque. Perguntei-me a razão pela sua reação. Eu estava de roupa então porque ele estava tão pasmo? Será que está surpreso por eu ainda estar viva...talvez tenha sido ele que me fez ficar nesse estado e agora veio terminar o que começou. Ele apontou um objeto preto na minha direção, fazendo-me arregalar os olhos. Ele vai me matar? Porque teria todo esse trabalha se poderia matar-me lá mesmo.

Uma luz é emitida pelo objeto, cegando-me por alguns segundos. Solto um gemido e fecho meus olhos que lacrimejavam. 

 

—O que está acontecendo ai? Por que a Scarllet está gritando?—Perguntou o outro homem mascarado que estava dirigindo, em um tom alterado pelo nervosismo.

 

—Droga, droga, droga..—disse o mascarado que tentava me conter.—  Zayn, temos um problema aqui!—sinto-o me segurar com mais força, muita força.

 

—QUE PROBLEMA? ELA ESTÁ FERIDA?

 

Não Bro...essa não é mais a Scarllet.—acho que se ele pudesse cuspir em mim, ele cuspiria.

 

"Eles me olham como se sentisse nojo de mim

Eles me olham como se eu fosse uma aberração

Porque eu tenho medo?

Eu não escolhi ser assim

Eu não escolher estar nessa situação

Eu só quero desaparecer."

 



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