História The Hybrid - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Jh_GoT_vale

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxa, Drama, Lobo, Romance, Vampiro, Violencia, Yaoi
Visualizações 10
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello bitchs, é a primeira história que nós faremos, eu realmente espero que gostem... Comentem por favor.

Bjs: B e Jh

Capítulo 1 - New Life


Fanfic / Fanfiction The Hybrid - Capítulo 1 - New Life

    POV Thomas

Quando meu pai me disse que iriamos nos mudar de cidade por causa do seu emprego, no primeiro momento fiquei em choque para logo depois o sentimento mudar para medo, medo daquilo que não conheço, medo de não me adaptar e medo do que poderia acontecer. Tentei fazer com que ele mudasse de ideia e tudo que ganhei foi:

Vai ser bom para nós dois.

Depois de alguns dias pensando a respeito, decido que realmente possa ser bom tanto para mim quanto para meu pai.

Meu nome é Thomas Snow e nesse exato momento estou dentro do carro do meu pai enquanto ele dirige rumo a nossa nova vida.

Meus olhos vão distraidamente para a janela do carro e tudo o que vejo são árvores, pego meu celular e vejo que são 10:26 da manhã, não consigo relaxar a ansiedade e medo me dominam enquanto penso no que pode acontecer daqui para frente, nunca tive que me mudar então não sei se vou conseguir me adaptar ou fazer amigos.

Sou filho único, o que sempre foi muito solitário já que meu pai trabalha muito

para podermos nós sustentar, e como sempre fui tímido tinha poucos colegas na escola, no entanto sempre tive meu pai ao meu lado eu e ele sempre fomos muito unidos, ele sempre foi e sempre o melhor pai do mundo.

Olho, distraidamente, para a janela e no meio de tantas árvores vejo alguém ou alguma coisa passando

rapidamente, olho alarmado para meu pai que continua a dirigir tranquilamente como se nada houvesse acontecido e olho novamente para a janela mais não vejo, infelizmente, nenhum sinal do que poderia ser aquilo. Balanço a cabeça tentado esquecer do que vi.

Além de está ansioso e com medo agora estou enlouquecendo, ótimo era só o que faltava.

Tiro meu colar, delicadamente, do pescoço e o abro. Dentro dele vejo que está escrito dois nomes, Alaric, que é o nome do meu pai, e o da minha mãe, Amélia.

Nunca conheci minha mãe, papai sempre me disse que ela morreu durante meu parto e sim me sinto muito culpado por isso porém, sempre que tento perguntar alguma coisa sobre ela, ele desconversa e muda de assunto sempre fico desconfiado mais não ligo, talvez só seja difícil pra ele falar sobre ela.

Mais teve um dia em especial que eu estava atrás de um antigo caderno meu no sótão, da minha antiga casa, quando encontrei uma foto, que parecia ter sido tirado a vinte anos atrás de tão velha e empoeirada que estava, na foto tinha uma versão mais nova do papai e uma mulher que parecia ter no máximo 27 anos, ele e a mulher, ainda desconhecida, estavam abraçados e tinham enormes sorrisos no rosto pareciam apaixonados, então imaginei que fosse minha mãe, mas no momento em que fui atrás de mais fotos ouvi a voz do meu pai me chamando e escondi a foto em meu bolso enquanto descia.

Depois disso, obviamente, tentei encontrar mais fotos, mas aquela foi a única que achei e a guardo até hoje, nunca contei ao meu pai com medo que ele a tirasse de mim. Esse sempre foi o único segredo que guardo a sete chaves do meu pai, porque geralmente conto tudo a ele.

Sou tirado dos meus pensamentos com a voz do meu pai me chamando:

— Filho… — tomou uma grande lufada de ar.— Eu sei que é difícil se mudar assim de uma hora pra outra e peço perdão por isso, você sabe que eu…

— Pai… Tá tudo bem. — o interrompi assim que sinto o desespero em sua voz.— Sério, eu já entendi que você não tem culpa.

— Tudo o que eu faço é para seu bem, filho. — diz ele dando um sorriso aliviado.

— Pai, eu sei o que você passa para nos sustentar e sei que o senhor faz tudo isso porque me ama, mas… Também quem não me ama né!? — o mesmo não me olha, mas consigo ver pelo canto de olho um sorriso enorme crescendo em seu rosto.

— A claro amo sim, assim como você ama pimenta não é? — ele começa a gargalha com a expressão de incrédulo que faço.

— Isso foi golpe baixo.— resmungo olhando ele continuar a rir.

Bom vocês não devem tá entendendo né?

Bom quando tinha 13 anos eu e meu pai fomos para Cancún no México, e em uma noite, no hotel, estava tendo uma competição de quem como mais pimenta e eu uma criança curiosa e que nunca tinha provado uma pimenta na vida, fui e, sem saber, comi a pimenta mais picante que havia no local, e foi assim que além de passa o resto da noite no banheiro também fiquei com a minha boca em fogo e minha dignidade no lixo.

Moral da história: Sempre saiba o que vai comer, antes de comer.

— Pai, você sabe o quanto eu fiquei traumatizado com aquele dia. — faço bico enquanto vejo o mesmo parar de rir aos poucos.— Ah, que vida trágica meu próprio pai rindo de mim, acho que já posso completar o meu plano: Fazer todo mundo pensar que sou feliz e por fim me matar. — sou dramático e o vejo revirar os olhos.

— Você pode falar qualquer coisa, mas com o pai que você tem não pode ser mais feliz. — vejo o mesmo dá um sorriso convencido.

— convencido. — resmungo e pego o fone conectando em meu celular.

Olho para frente e vejo a placa da cidade, Bem-vindo a Fort Collins.

Bem... Boa sorte, Thomas.

****

Sinto meu ombro ser balançado levemente e abro os olhos, olho ao redor tentando me alerta e assim que olho para o banco de motorista encontro um sorriso ansioso e nervoso no rosto do meu pai, assim que recobra, totalmente, minha consciência tiro o fone, que ainda estava em meu ouvido, e vejo que o carro está parado e então noto o porquê do meu pai está nervoso.

Ele não sabe se vou gostar da casa.

— Vamos Thomas, ainda temos muitas caixas para desempacotar... — olho para ele cabisbaixo.— e não pense que eu vou fazer isso sozinho mocinho. — solto um longo suspiro saindo do carro.

Olho a casa que ele comprou e fico de boca aberta, a “Casa” parecia ser mais uma cabana por ser toda feita de madeira ao contrário de casas convencionais que vemos por ai, mais isso não faz que ela seja pequena ao contraído ela é bem grande. Olho pro meu pai, que está parado ao meu lado, que está com o olhar fixado em meu rosto tentado algum traço de desgosto, o que com certeza não vai achar, e sorrio largamente.

— Pai, essa casa é linda. — Olho novamente pra casa e suspiro.— Pelo visto você tem bom gosto né pai?! Porque o resto... Tenho até pena. — tento o fazer ele relaxar o que funciona.

— Você sempre faz piada de tudo! — ele leva a mão a cabeça e eu reviro os olhos.— mas… Você gostou da casa? Assim de verdade? Sem mentiras.— olho para, ainda, ansioso.

— Claro pai, além de ser linda ela parece ser bem espaçosa. — e é verdade, a casa parece ser para uma família de 5 pessoas.

— Bem vamos, ainda temos que terminar de fazer a mudança. — coloca um braço por cima de meus ombros e sai me levando junto com ele.

Assim que ele a porta de entrada da casa meu queixo vai ao chão, ela é tão linda por dentro quanto é por fora, claro que eu sei o bom gosto que meu pai tem, mas… Uau a casa é realmente muito bonita.

— É Alaric, você se superou dessa vez. — Olho para ele ainda boca aberta e ele dar um sorriso presunçoso.

— Eu sei, agora vamos começar a arrumar! — bate palmas elétrico e eu solto um suspiro desanimado.

Que comece minha nova vida.

****

Coloco, cuidadosamente, meu globo de neve em cima da cômoda e me levanto olhando orgulhosamente para o quarto. Tinha acabado de arrumar minha nova casa e como afirmei ela é toda feita de madeira incluindo meu quarto.

— Thomas.— grita e eu reviro os olho.— desce aqui agora!

Olho mais uma vez para meu quarto e desço as escadas escutando meu pai resmungando, dou risada ao entrar na cozinha e o ver em cima de uma cadeira se equilibrando, enquanto coloca algo em cima do armário.

— Cuidado para não cair.— o mesmo me olha por cima do ombro com um sorriso arrogante no rosto.

— Não vou.— balanço a cabeça em negação ao sentir um pouco, ou muito, de presunção em sua voz.— mais eu te chamei pra outra coisa.— desce da cadeira com, agora, uma expressão seria e rapidamente fico preocupado.

— O que? — franzo o cenho e chego mais perto do mesmo.

— Calma, não se preocupe.— olha para mim com um sorriso de canto.— eu só te chamei pra avisar que amanhã vai começar suas aul... Não faça essa cara.— ele olha para mim tentando segurar o riso ao ver o visível desagrado em meu rosto.

— Mais... Mais já? — olho para ele desesperado e o mesmo não aguenta mais segurar e dar uma grande gargalhada.

— Sim ou o rapazinho pensou que não ia terminar o resto desse ano? — olha para mim com o ar engraçado e fico vermelha.

— Bem... Eu... Anh... Pensei? — falo, porém soa mais como uma pergunta.

— É, mas não vai.— solta um riso baixo e faço um bico irritado.— Ah... Não fica assim talvez esse ano você finalmente arrume um namoradinho.— olha para mim com um olhar zombeteiro e estendo a língua para ele em um gesto infantil.

E sim, você leu certo, não esta delirando, ainda, eu Thomas Snow sou gay e meu pai sabe, na verdade quando eu contei para ele, o mesmo não fez nada somente disse que já sabia desde que eu usava fralda, o que não faz o menor sentido levando em conta que eu era apenas um bebê, fiquei feliz por isso mais teve um lado ruim em tudo isso. Eu por ser muito tímido nunca tive um namorado, na verdade eu nunca nem beijei alguém o que é muito vergonhoso e leva ao meu pai a fazer várias brincadeiras sem graça como essa.

— E quem disse que eu quero um namorado? — olho para ele arqueando uma sombrancelha e o mesmo olha para mim com um sorriso de canto.

— Você quer, só é... Tímido. — continua a olhar para mim, só que agora com um olhar carinhoso, e desvio o olhar envergonhado.

— E-eu só sou a-assim.— me bato mentalmente por gagueja.

— Eu sei e isso é muito fofo.— pega meu queixo e levanta me fazendo o olhar ainda envergonhado.— mas ás vezes você precisa relaxar mais.

— Tudo bem pai, eu vou tentar relaxar mais e deixar as coisas acontecerem ok? — resmungo tão baixo, que caso ele não tivesse tão perto de mim não teria escutado.

— Ok, só lembre que eu falo isso para seu bem.— beija minha testa e eu, enfim, sorrio.

— Eu sei.— mumurro para mim mesmo.

— Agora, chega de momentos sentimentais e vamos... — faz suspense e eu olho pro mesmo curioso.— pedir pizza.— termina me fazendo rir.

— Corrida até o telefone? — fico em posição e o mesmo só acena com a cabeça também ficando em posição.

— 1... 2... 3... E já! — sai correndo tropeçando em tudo que ver pela frente e vou logo atrás gargalhando como um louco.

****

Me jogo na cama e viro de lado vendo no relógio que são 11:05, começo a pensar no que meu pai falou.

Sim é verdade o que ele disse, eu quero fazer novos amigos, quero beber até não aguentar mais, quero ir a festas, quero sair, quero beijar, quero namorar, quero transar, quero fazer tudo o que um adolescente normal faz

Claro que eu já tive chance de fazer tudo isso, mas na maioria das vezes às pessoas que me convidavam eram grandes idiotas que só queriam saber de popularidade e sexo e quando não eram esses idiotas e sim pessoas legais que só queriam fazer amizade comigo minha timidez sempre falava mais alto e eu acabava negando.

Continuo pensando a respeito por um tempo até que vejo que já são 00:05 e decido que já é tarde e é melhor eu dormir para não chegar com olheiras na minha nova escola.

Mas antes de me entregar para o mundo dos sonhos, chego a conclusão que o melhor a se fazer e seguir os conselhos do papai e relaxar, deixar as coisas acontecerem.

Afinal o que de ruim pode acontecer? 


Notas Finais


Bye bichts, espero que tenham gostado, comentem.

Até a próxima.


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