História The Hybrid - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camren
Exibições 136
Palavras 2.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem voltou!

Capítulo 11 - Princesa


Fanfic / Fanfiction The Hybrid - Capítulo 11 - Princesa

Camila Pov

 

Nas últimas semanas, depois dos acontecimentos recentes, minha vida virou uma bola de neve.

Lauren ou Hayley sempre estavam por perto, pois os capangas de Marcus podiam aparecer. Fiquei sabendo do que aconteceu semana passada e fui alertada, e mesmo de mal grado Lauren começou a me ensinar técnicas de defesa. Hoje era quarta-feira e eu já estava acabada, Lauren não pegava leve nos treinos e meu corpo estava todo dolorido. E agora com a aparição de Richard ela estava ainda mais insuportável.

 

— Vamos ainda não terminou, fique em posição de defesa. — ela falava enquanto Hayley se preparava para atacar novamente, agora começamos o treino com armas brancas, que no meu caso era um punhal. — Estou indo Mila. — Hayley avisou, diferente de Lauren, ela tinha pena de mim.

— Proteja-se, gire… mais rápido, de novo! — Lauren gritou quando errei o tempo e Hayley me acertou.

— Preciso descansar. — falei caindo esticada na grama do jardim dos Jauregui.

 

Lauren bufou e veio me ajudar a levantar.

 

— Nada mal para uma princesa. — falou, e não sabia se era para parecer um elogio ou era seu típico deboche.

 

Passamos a treinar uma vez por semana e durante meses, eu já me sentia mais solta com os movimentos e não doía tanto assim, agora eu lutava com Lauren quase de igual para igual. Quase, porque as vezes ela usava mais força do que necessário.

 

Dois meses se passaram e a primeira pista do que Marcus estava fazendo apareceu, e para o meu azar eu estava sozinha. Tive sorte da criatura estar debilitada e não conseguir completar um ataque direito.

 

— O que era aquilo? — perguntei depois de conseguir chegar na mansão.

— Creio que ele usou o sangue que tirou de você para começar seu exército, mas parece que não tem dado certo. — Dinah avaliou.

— Só o sangue dela não basta então? — Falou Lauren andando de um lado para o outro.

— Exato.

— Isso é bom não é? — questionei. Elas olharam-se entre si e depois olharam para mim.

— Significa que eles precisam de você viva. A má notícia é que ele vai fazer de tudo para você se tornar um deles. — Lauren falou calma.

— Eu estou cansada disso! O que há de ruim eu virar um deles, Lauren? — perguntei e ela me fuzilou com o olhar.

— O que deu em você? Até um tempo atrás não queria ser “uma sanguessuga” e agora isso. Não é legal ser assim.

— Mas você faz parecer legal. — rebati.

— Eu nasci assim, é diferente. Você tem a escolha de ser normal! — rosnou irritada, engoli em seco. Então a toda poderosa Lauren queria ser normal.

— Como você disse a escolha é minha. — falei, eu estava cansada de ser protegida, cansada de ser tratada com pena, cansada de ser fraca.

— Ótimo! Quando Richard voltar daqui a três semanas talvez você queira pedir a ele. — Lauren gritou tão alto que pareceu ser um rosnado, seus olhos estavam em um tom escuro.

 

Ela saiu bufando de raiva, seus olhos estavam mais verdes que o normal. Me arrependi de ter dito aquilo. Toquei em um ponto sensível que acabo de descobrir.

 

— Ela parece ser durona mas é uma manteiga derretida. — Hayley falou e me dei conta dela ali. — Ela só quer te proteger desse mundo, você não viu as coisas sombrias que ela passou.

— Como assim?

— Camila, Lauren foi criada no meio de um conflito. Desde que ela nasceu e souberam do “dom” dela, a perseguiram. Se não fosse sua mãe… ela estaria morta. Sabe o que é uma criança descobrir que pode fazer coisas incríveis? Parece legal não é? Mas a primeira vez que ela saiu do controle… não foi nada legal. Ela levou anos para aprender a controlar. — ela falou séria e estremeci ao imaginar Lauren ainda criança tendo que lidar com tudo aquilo.

 

E por um momento me senti uma idiota e insensível.

 

Já em casa após um banho, me joguei no sofá ainda me sentindo tensa. Algumas dores nas costas, e pequenos roxos nos braços, depois da pausa Lauren pegou pesado comigo; e me olhava como se fosse me matar a qualquer momento.

Ouvi um barulho vindo da cozinha e estremeci, lembro muito bem de ter trancado a porta da cozinha antes de vir para a sala. Meu corpo ficou imóvel ouvindo passos lentos. Droga cadê meu taco de beisebol?

Quando ouvi o som de panelas caindo no chão entrei realmente em pânico, alcancei meu celular e o tremor de minhas mãos me fizeram demorar mais do que o normal para achar o número de Hayley; ela se tornou a única pessoa confiável para mim, além de Dinah. A TV estava ligada no volume baixo, e somente a claridade da tela iluminava a sala.

Quando Hayley atendeu eu não sabia o que falar, nenhum pedido de socorro saiu. Pois segundos depois senti meu corpo ser erguido do chão como se fosse de brinquedo. Meu telefone caiu ao chão ainda com a chamada ativa.

 

— Encontrei você. Ele vai me dar uma ótima recompensa por levá-la até ele. — Era um homem barbudo, forte e tinha um odor extremamente forte. Seus olhos estavam escuros e pelo seu porte, deduzi ser um lobisomem. Eu estava ferrada.

 

— Me solta! — tentei gritar mesmo ele apertando meu pescoço. Nisso ele apertou mais ainda e senti-me perder o fôlego. Estava perdendo a consciência e eu só conseguia pensar numa pessoa para me salvar. A tão entediante, Lauren Jauregui.

 

Lauren Pov

 

— O que ele está planejando? Que pista inútil foi essa? — esbravejei quando Trevor voltou com informações sobre Marcus.

 

Ele tinha um corte no supercílio e nada mais, para alguém que disse ter enfrentado um bando de lobisomens isso estava muito estranho.

 

— Eu consegui mantê-los ocupados por um bom tempo, mas um deles saiu dizendo que ia buscar a mercadoria. — falou calmo. Calmo demais.

— Lauren, calma. Sempre é alarme falso, eles nunca fazem nada. — Michael falou, tocando meu ombro. Eu andava de um lado para o outro na sala de estar. Algo me dizia que aquilo não estava certo.

 

Acabei me preocupando demais em pegar Marcus nos últimos tempos que havia deixado de lado algo que deveria ser importante. Mas eu treinei ela certo? Devia ficar segura.

 

— O que aconteceu? — a voz de Cassandra ecoou me fazendo bufar. Ela se tornou nossa nova hóspede e sempre estava por perto.

— Marcus está um passo a nossa frente, é isso que está acontecendo! Pensei que havia dito que ele não era problema. — cuspi as palavras rudemente.

— E não é. Ele é só um peão; podemos removê-lo a qualquer momento. — falou calma.

— Ah, é mesmo? E que tal pensar nisso agora. Nosso clã está sendo morto aos poucos. Seremos os próximos! — eu estava ofegante, e senti minhas pressas sobressaírem.

 

Cassandra caminhou até mim e desferiu um tapa no meu rosto. Levei a mão ao local que ardia, não entendendo seu ataque de fúria contra mim. Ninguém jamais tinha tocado em mim, não se eu não deixasse.

 

— Mas que porra?! — gritei.

— Lauren! — dessa vez foi Hayley surgindo pelo hall, ela estava afobada e respirei fundo, pela sua cara não era nada bom. — Eles pegaram a Camila.

 

Foi tudo o que ela disse e foi automático meu corpo se mover e passar rapidamente por ela. Não ouvi o que diziam, e usei minha velocidade para chegar a tempo a casa de Camila.

Encontrei a porta totalmente aberta e coisas caídas pelo chão. Um forte odor de alfa me fez ficar em alerta.

 

— Pensei que não viria. Ele disse que você viria. — o homem alto e ameaçador falou. Mas meus olhos só focaram em Camila amarrada em uma cadeira, parcialmente desacordada. E com uma faca cravada em sua perna.

— Quem mandou você vai se arrepender de usar lacaios fracotes. — falei sentindo meu sangue pulsar. Minha visão ficou mais afiada. E meus dentes estavam prontos para arrancar sua jugular.

 

Ele soltou uma risada histérica, parecia louco. E ria a todo momento, nem o fato de eu ser uma híbrida o assustava.

Ele tirou as mãos do bolso e nelas tinham dois punhais, eles cintilavam e notei serem feitos de prata assim que ele me acertou, mas como? Tão rápido?

Fui arremessada contra a parede e cai ao chão meio tonta. Ele era mais forte do que pensei.

 

— Marcus mandou um recado. — falou ao se mover rapidamente e chutar meu estômago.

 

Segurei em sua perna e desferi um golpe em seu joelho o estalo foi como música aos meus ouvidos. Ele acabara de despertar o monstro dentro de mim. Sentia minha pulsação a mil, e meu desejo era de acabar logo com ele, mas não antes sem brincar.

 

— Okay, deixo você falar, depois eu corto sua língua. — me levantei arrumando meu sobretudo.

 

Ele gemia de dor e caminhou mancando para perto de Camila.

 

— Sua vadia! — rosnou com os olhos escurecendo. Peguei um dos punhais que tinham caído no chão, aquilo não me feria, afinal eu era uma híbrida.

— Talvez você queira começar a falar… — andei a passos lentos o rodeando, então ele começou a rir e aquilo me irritou muito.

 

Odiava que zombassem e subestimassem da minha força.

 

Olhei para Camila e senti um formigamento no peito, uma sensação estranha. Vê-la ali parada era angustiante, já que geralmente ela era falante e chata. Esses novos “sentimentos” estavam me deixando confusa. Ela era inconveniente, mimada, e sabia como me irritar; mas agora ela estava bem ali na minha frente com a respiração curta. Totalmente imóvel. Por algum motivo eu preferia ela gritando comigo.

Tais pensamentos me assombravam. Eu não podia sentir isso, não de novo.

 

— Talvez você queira salvar a moça. — falou me fazendo olhá-lo outra vez. Ele veio para cima de mim numa velocidade assustadora, mal vi quando ele jogou seu corpo contra o meu e preparei para o impacto de um soco ou algo qualquer. Mas eu não imaginava a estaca em sua mão.

 

Senti uma dor imensa onde fui atingida, “não subestime o inimigo” a voz irritante de Camila soava em minha cabeça, hoje durante o treino falamos disso e ela teimou que mesmo eu sendo poderosa não podia abaixar a guarda, e eu a odiava com todas as forças por estar sempre certa.

Cai de joelhos tentando respirar. Ao contrário do que os humanos pensam, estacas não nos matam, só nos atrasam e sentimos dor como qualquer humano.

Vi o grande lobisomem levantar o pequeno corpo de Camila e a jogar sob os ombros. E antes de eu desmaiar pela dor, tentei pronunciar seu nome, em vão.

 

[…]

 

Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, mas acordei com uma forte dor na região do abdômen; minha visão estava turva e flashes do que aconteceu vieram como uma enxurrada na minha mente. Camila.

Apalpei com cuidado onde sentia dor e a estaca ainda estava ali; respirei fundo e a puxei de uma vez, a dor me fez gritar e fiquei alguns segundos sem ar. A dor era tamanha que eu tremia.

Em menos de um minuto começou a cicatrização, já estava melhor e para o azar daquele ser inferior, furiosa. Levantei-me do chão e fui para fora da casa, eu estava com raiva de mim mesma por ter sido tão fraca, por ter subestimado aquele homem; meu sangue fervia e temia perder o controle.

Marcus estava brincando comigo, ele sempre foi assim. Testando meus limites, foi assim da última vez e a perda foi grande para ambos os lados.

O vento batia em meu rosto enquanto eu andava em direção ao único lugar que ele poderia estar.

 

Parei em frente a sua mansão e achei estranho a falta de movimento, nenhum capanga para me impedir. Ele deve ter previsto que eu viria, mas porque? Meu telefone vibrava insistentemente em meu bolso, adentrei a mansão e vi várias mensagens de Hayley e ligações de Michael. Não vou subestimar o inimigo novamente, mandei uma mensagem para Hayley dizendo do ocorrido e avisando onde eu estava. Revirei os olhos quando ela mandou eu esperar pelos outros. Óbvio que não dei atenção. Marcus tinha me irritado e ele ia pagar muito caro por isso.

 

Segui um aroma familiar até o jardim dos fundos, o mesmo lugar por onde entrei para resgatar Camila da primeira vez, e cá estou eu novamente. Para fazer o mesmo.

 

— De volta ao início. — a voz entediante de Marcus falou. Ele estava ridiculamente sentado em uma espécie de trono, ao seu lado Camila amarrada e amordaçada; seus olhos focavam o chão.

 

Entre nós uma dúzia de vampiros prontos para me atacar a qualquer momento. Permaneci parada, controlando a vontade acabar logo com aquilo.

 

— Você sempre com um péssimo gosto para decoração, Marcus. — falei aparentando calma. Assim que falei os olhos castanhos e chorosos de Camila encontraram os meus e os vi brilhar e tentar murmurar algo através da mordaça.

— O que temos aqui… parece que alguém se importa com a donzela. — falou se levantando e rodeando Camila.

— Já brincou bastante Marcus, solte-a. — falei dando pequenos passos para o meio da multidão de lacaios. Eu sentia medo neles, nenhum se movia.

— Descobri algo interessante, então não vai dar. E você atrapalhou meu ritual Lauren! — exclamou.

— Oh, me desculpe. Esqueci que você tem toda uma frescura. Pode continuar. — falei cruzando os braços ele pareceu incrédulo, assim como Camila. Ela olhava para mim com os olhos cheios de lágrimas.

 

Tentei entrar em sua mente, mas era impossível. Espero que ela confie em mim.

 

Um dos seus homens trouxe uma cadeira e eu me sentei de camarote para assistir seu “ritual”. Marcus não deixava tais costumes e era entediante. Eu sabia da informação que Marcus disse ter, o que só confirmava minha suspeita de um traidor na mansão de Michael.

Marcus se posicionou atrás de Camila a levantando e os olhos suplicantes dela gritavam por ajuda. Ela murmurava com mais força contra o pano em sua boca até que eu ouvi um “idiota” abafado. Contei rapidamente com os olhos a quantidade de inimigos, mas nenhum deles era tão rápido quando eu. As vezes a chave para a vitória é deixar que o inimigo pense que está ganhando.

Marcus deixou o pescoço de Camila à mostra e eu via seus movimentos tão lentos que bufei com a demora.

 

— Cansei. — murmurei para mim mesma. No segundo seguinte eu apareci atrás de Marcus e com uma estaca na mão. — Muito lento. — falei em seu ouvido, e sem chance dele reagir ao meu ataque eu cravei em seu coração.

 

Adrenalina percorria meu sangue e girei a estaca causando um grito agonizante de dor vindo dele. Seus lacaios logo vieram para cima de mim, o primeiro foi fácil derrubar. E no segundo já me sentia entediada.

Dois corpos sem vida no chão deixaram os outros em alerta, eles pararam completamente e recuaram quando lancei a eles um olhar mortal.

 

— Você me dá muito trabalho princesa. — falei ao tirar a mordaça e as cordas que a amarravam.

— Sua idiota! — Camila gritou me dando um tapa. Mesmo com a perna ferida e os olhos vermelhos pelo choro; ela ainda tinha força para continuar me batendo.

— Hey, pare com isso! — ela continuou por mais ou menos um minuto. Tempo suficiente para eu notar cerca de trinta homens na área do jardim. Todos de joelhos, com os olhos atentos.

 

Eles olhavam para Camila.

 

— O que você fez? — falei baixo para ela ouvir. Camila se apoiou em meu ombro; e quando os olhos dela caíram sob aqueles lacaios eles simplesmente se curvaram. — Que merda é essa?

— O que você fez? — ela perguntou assustada. — Porque eles parecem zumbis?

— Algum tipo de compulsão, eu acho. — um deles se levantou e fez uma reverência e aproximou-se.

— Peço perdão em nome de todos. Não sabíamos que a senhorita era a Princesa Camila. — falou vacilante.

— Como diabos soube disso? — perguntei ficando furiosa.

— Rumos correm por todos os lugares. Devo alertá-las de um traidor em sua própria casa. Srta. Jauregui.

— Eu vou dissecar quando achá-lo! — rosnei alto fazendo Camila e o homem a minha frente estremecer.

— O que… o que vai ser deles? — Camila sussurrou próxima ao meu ouvido, e um arrepio foi enviado para cada parte do meu corpo.

— Não posso confiar neles… Eu vou matá-los.

— Não! — Camila apressou-se em dizer.

— Agora com nosso líder morto, ficaríamos felizes em protegê-la princesa. — um homem alto e careca falou. — E claro a você também Srta. Jauregui.

 

Os raios solares já estavam quase dando o ar da graça, ficou acordado que eles permaneceriam vivos apenas pelo pedido de Camila; em poucos minutos notei fidelidade daquele bando. Era estranho, uma mera humana já possuir um pequeno exército para sua proteção.

E de algum modo eu sentia-me incomodada com a mudança. Eles permaneceriam pelo tempo que eu achasse conveniente.

 

— Você veio, porque? — Camila estava no banco de trás. Elliot, um dos homens concedeu a mim um carro para irmos embora. Olhei pelo retrovisor e ela se esforçava para não dormir.

— Não se engane. Eu não vim por você. Aquele imbecil enfiou uma estava em mim. — falei.

 

Estava pronta para retrucar qualquer coisa que ela dissesse, mas o carro ficou em silêncio; somente o ressoar de sua respiração calma e serena. Ela havia pegado no sono.

 

— Não se acostume. — sussurrei.


Notas Finais


Que evolução, elas começaram a se suportar....

Espero que tenham gostado, até a próxima amores


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