História The idea of falling in love. billdip - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls, O Segredo Além do Jardim (Over the Garden Wall)
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Wirt
Tags Bill Cipher, Billdip, Crossover, Dipper Pines, Gravity Falls, Mabel, O Segredo Além Do Jardim, Over The Garden Wall, Yaoi
Visualizações 99
Palavras 2.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi, leitores.
Eu sei que é tarde, mas esse capitulo acabou demorando mais do que imaginei; pois ficou meio longo.

Porém espero que gostem, e tentei ao máximo expressar bem a personalidade de ambos bêbados; espero que tenham conseguido captar a idéia.

Enfim, boa leitura. ♡

Capítulo 3 - Redemption


Fanfic / Fanfiction The idea of falling in love. billdip - Capítulo 3 - Redemption

── chapter written while listening: Shape of You - Ed Sheeran ♫

┋ chapter two ❏

❝Dipper泥棒 ❪ ponto de vista: 

 

E aqui estava eu, á 1 da manhã, em frente a Cabana do Mistério, sem ao menos conseguir bater na porta; minhas mãos tremiam, e eu me senti sem coragem alguma de encarar Mabel e os outros. E aparentemente eles estavam me esperando, por causa das luzes acesas.

 

"Cara, tem certeza que o Dipper tá vindo?" Uma voz levemente familiar, falou do outro lado da porta. "Já está mó' tarde, acho que é bom que você vá dormir, Mabel." Após alguns segundos notei que era Wendy. E em seguida, escutei passos se aproximando. "Eu vou para casa, qualquer coisa me liga." Me assustei, e me afastei da porta. Olhei para os lados em desespero; e avistei um arbusto, perfeito para se esconder. Sem pensar duas vezes, me escondi nele; segundos antes da porta abrir bruscamente. "Boa noite, e não se preocupe muito, cara."

 

Esperei o barulho do carro de Wendy se afastar, e espiei; a porta da casa estava aberta e a luz continuava acesa; senti meu celular vibrar no meu bolso e isso me deu um susto; era Mabel me ligando e mandando varias mensagens preocupada. Me senti culpado, mas eu não estava em condições de encara-la agora; eu simplesmente não conseguia. Foram tantos anos separados e tantos dias que eu chorava com saudades dela, que agora eu estava completamente nervoso.

 

"Desculpa, Mabel." Sussurrei, mesmo sabendo que ela não escutaria. "Mas terá que esperar mais um pouco." Me afastei da Cabana do Mistério, com passos lentos; e um pouco de culpa por preocupa-la; mas sem conseguir voltar. 

 

Andei por alguns minutos, pensando em onde passaria a noite. A cidade estava quieto, todos devem estar dormindo. Após um tempo avistei a Skull Fracture; pensei por um tempo, realmente considerando se dava uma passada ou não; por fim, decidindo entrar. Eu precisava esfriar a cabeça. Peguei minha identidade na minha mochila (N/A: No capitulo anterior eu não especifiquei, mas a mala de Dipper é uma mochila.) e segurei sua alça firmemente, eu estava um pouco nervoso, da ultima vez que havia entrado ali eu era de menor, mas agora eu já tinha 18 anos e sou um adulto completamente maduro. Entrei no local, e me sentei ao balcão; engoli a seco, quando o barman me lançou um olhar tenebroso.

 

"Aqui não é local para crianças, vá pra casa, está tarde." Falou bruscamente.

 

"Eu sou de maior." Mostrei minha identidade. Seus olhos revezaram entre minha identidade e meu rosto; por fim, ele abriu um sorriso sarcástico.

 

"Okay, okay, Sr. De Maior! O que você deseja beber?" Perguntou em um tom provocador. Cerrei os dentes e sorri no mesmo nível provocador.

 

"Me dê sua bebida mais forte, Sr. Barman." Respondi tirando um olhar surpreso de sua face.

 

Ele sorriu sarcasticamente, e se virou para o balcão despejando um liquido que não identifiquei o que era, em um mini-copo. Após alguns minutos misturando, com outros líquidos, ele por fim terminou, colocando bruscamente o copo em minha frente, com um sorriso vencedor no rosto.

 

"Vá em frente, beba!" Exclamou. Alternei meus olhos entre ele e aquela bebida duvidosa, me sentindo encurralado; meio nervoso segurei o copo, juntando toda minha coragem e tomando tudo em um gole; o liquido desceu por minha garganta rasgando-a e queimando-a completamente; bati o copo com força na mesa, soltando um longo suspiro. "UAU! Olha só, o garoto até que tem coragem." O barman falou rindo; tentei focar meu olhar nele, mas já estava tudo girando.

 

"O-O que tem nessa bebida?" Perguntei, meio tonto.

 

"Receita da casa." Sorriu sarcasticamente. Quando foquei meus olhos, notei que esse barman até que era bonitinho. Ele usava um colete amarelo, sobre uma blusa social branca, com suas mangas dobradas e uma gravata borboleta preta enrolada em seu pescoço; sua cintura estava envolvida por um avental preto de barman. Seu cabelo era loiro, com raiz preta e era dividido desigualmente, deixando o lado esquerdo, com uma impressão de franja, tanto que algumas mechas caiam em seus olhos, que por sinal tinham uma cor escura, porém com as escleras amarelada; seu olhar era penetrante e provocador, o que era bem sexy. "Que medo, estou sendo comido com os olhos." Ele falou, chamando minha atenção; corei bruscamente com seu comentário e isso fez ele rir alto.

 

"C-Cala boca, e me faz outra dose disso." Falei, desviando o olhar meio nervoso.

 

"Você ficou sabendo?" Escutei uma voz familiar falar. "O Dipper Pines está voltando." Rodei meus olhos pelo local, avistando o dono da voz, era aqueles policiais jogando sinuca.

 

"Sério?" O oficial Durland perguntou surpreso. "Deveríamos organizar uma festa de boas-vindas; aquele garoto salvou a cidade!" 

 

"Salvou a cidade, porém matou os próprios pais." Murmurei para mim mesmo em um tom irônico.

 

"Falou comigo?" O barman perguntou, colocando o copo na minha frente. O encarei em silencio, antes de pegar a dose e bebe-la completamente mais uma vez em um gole.

 

"Mais...!" Pedi impaciente.

 

"Vai com calma, garoto." Ele riu fraco.

 

"Maaaaisssss." Insisti em um tom manhoso; o que fez ele rir.

 

"Já está nessa situação?" Falou sorrindo.

 

"Olha aqui, dá pra você tirar esse sorriso extremamente sedutor da minha frente e me dar uma bebida de uma vez?" Falei com um tom irritado. Ele apenas riu e foi fazer a bebida, voltando minutos depois com dois copos na mão.

 

"Um é por conta da casa." Falou, colocando os dois copos na minha frente. Sorri de canto, e dessa vez tomei a bebida calmamente, fazendo careta á cada gole. "Então quer dizer que meu sorriso é extremamente sedutor?" Perguntou em um tom provacador, apoiando os braços no balcão; enquanto me encarava com um olhar penetrante que me fez estremecer.

 

"E-Eu disse isso? Não lembro." Respondi desviando o olhar para a bebida, vagamente nervoso.

 

"Disse."

 

"Deve ter sido da boca para fora, haha." Disfarcei; sorrindo forçado, o que fez ele dar uma breve risada. 

 

"Eu nunca te vi por Gravity Falls, é novo por aqui?" Perguntou mudando de assunto.

 

"Queria ser..." Falei pensativo, o que deixou ele com uma expressão confusa. "Desculpa, estava falando comigo mesmo. Não sou novo aqui, já vim nas férias para cá, mas já faz um bom tempo." Expliquei.

 

"Veio visitar alguém?"

 

"Quase isso, vim ver minha irmã." 

 

"Hum, e por que não está com ela agora?" Perguntou. O encarei em silencio por um tempo, antes de suspirar.

 

"Eu fiquei nervoso e não consegui bater na porta da casa." Expliquei.

 

"Ah, entendi. E agora você está em um bar com aspecto assustador, conversando com o barman; eu completamente te entendo." Falou em um tom brincalhão, o que me fez rir.

 

"Eu devo estar completamente maluco!" Exclamei entre os risos.

 

"Devo concordar. Mas, relaxa, ser maluco por um dia não faz mal." 

 

"Ser maluco sozinho é sem graça..." Falei, bebendo o primeiro copo em um gole, e empurrando o outro para ele, com um sorriso largo. "Por favor, Sr.Barman não deixe seu querido cliente ficar bêbado sozinho." Falei, tirando um olhar confuso de seu rosto, o que me fez rir. "Pooor favooor." Insisti; ele abriu a boca pronto para falar algo, mas logo fechou e sorriu largo. Se aproximou de uma garota perto do balcão, e cochichou algo em seu ouvido, sem tirar os olhos de mim; após alguns segundos falando, ele retirou o avental deixando em uma cadeira, enquanto caminhava até mim. Se sentou ao meu lado, e pegou o mini-copo, lançando um olhar provocador para mim, antes de beber a dose em um gole.

 

"Okay, você me convenceu." Falou tirando um sorriso de meu rosto. "O barman aqui vai te fazer companhia, garoto."

 

Passaram por volta de duas horas e meia; e eu já havia tomado umas 8, 9, 10, 11, sei lá quantas doses daquela bebida; me sentia leve pra caralho, e nem lembrava mais do motivo de estar nervoso antes de entrar nesse bar.

 

O barman, não estava diferente de mim, ficava lançando flertes cômicos, o que me deixava pensativo se era efeito do álcool.

 

"Sério, fala a verdade, essa identidade é falsa né?" Ele falou com os olhos arregalados. "Eu te dou 14 anos, na real, 18 é impossível!"

 

"Nossa, obrigado por me dar 14 anos, para agradecer te dou no máximo 16." Respondi ironicamente.

 

"Olha só para seu tamanho, mano. Impossível, impossível." Falou ignorando meu comentário.

 

"O que importa o tamanho do corpo né? O importante é o tamanho de outra coisa." Falei com um sorriso ambíguo; que tirou uma expressão maliciosa do rosto do barman, por segundos buguei, mas logo entendi completamente o sentido que ele entendeu. "AH DROGA, O QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO?? EU TO FALANDO DO TAMANHO DA MATURIDADE, MEU DEUS." Falei alto, corando bruscamente. Ele riu descontroladamente, o que me deixou mais nervoso ainda. "Eu não acredito em você, cara, nossa."

 

"Ei, quer dar uma volta?" Falou, apoiando a cabeça nos braços, enquanto me encarava com uma expressão manhosa; pensei por alguns segundos por fim, sorrindo.

 

"Oh, um completo desconhecido acabou de em convidar para dar uma volta. Acho que vou ser assassinado nas sombras. O que devo fazer?" Falei dramaticamente. Ele riu, e fingiu um telefone com as mãos.

 

"O que? Coração do garoto? O que você quer dizer com "você deve aceitar o convite do desconhecido"? Ah, falar isso pra ele? Entendi, entendi, pode deixar. Tchau, se cuida, beijos." Falou me fazendo rir, ele abaixou a mão e me olhou sorrindo. "Seu coração falou para você aceitar. Acho bom obedecer ein, tem até aquele ditado "Sempre siga seu coração.", super recomendo."

 

"Baah, se o meu coração tá mandando, acho que fico sem escolhas né."

 

"Então, vamos?" Perguntou, se levantando, segurando a sua cintura com a mão direita, abrindo um espaço para entrelaçar meu braço no dele, deixei o dinheiro da conta no balcão, em seguida me virando para ele e entrelaçando nossos braços. Saímos rindo do local, e entre tropeços.

 

Caminhamos por um longo tempo; conversando sobre as coisas mais retardadas que o ser humano é capaz de conversar; o barman me lançou algumas cantadas que eu titulei de pedreiro, e eu lancei algumas que ele falou serem de um "completo iniciante".

 

"Eu não acho que seja possível existirem cantadas de iniciantes, quer dizer, todas são a mesma coisa, uma completa falta de experiência amorosa." Falei em um tom serio, o que soou engraçado, pois eu estava falando de cantadas seriamente.

 

"Defina: "falta de experiência amorosa."

 

"Virjão, que não beija a séculos e não sabe como chegar na pessoa."

 

"Sério?" Perguntou com um olhar incrédulo. "Eu pareço isso para você?"

 

"Não, você tá mais para um badboy pegador mesmo." Respondi, sem saber exatamente o que eu estávamos conversando; eu estava falando tudo aleatoriamente, aparentemente, bêbado pra caralho. "UAU, QUE LUGAR É ESSE?" perguntei surpreso com a vista, dava de ver a cidade inteira dali, e o céu parecia maior do que nunca. Ele sorriu, e se sentou, batendo no espaço ao seu lado, provavelmente, indicando para que eu me sentasse também. E assim o fiz.

 

"Eu encontrei esse lugar um tempo após chegar aqui." Falou em um tom distante. "Eu estava completamente perdido, repleto de vingança e nada mais..." Parou um pouco, e encarou o céu, como se estivesse vivenciando a cena novamente. "Porém, enquanto vagava, encontrei esse local, e ao olhar para o céu, eu chorei. Estava tão belo, tão complexo, que eu me senti um grande lixo, por desperdiçar todas as coisas maravilhosas que eu poderia apreciar, apenas por uma vingança idiota. Graças a esse local, eu decidi recomeçar desde o zero; eu quero ser alguém melhor, eu vou ser alguém melhor!" Falou, me deixando pensativo. Sua frase ecoou em minha mente, eu acho que deveria seguir seu exemplo, deixar todas essas lembranças que me aprisionam de lado, e tentar recomeçar. Me levantei, por impulso, e criei coragem; o barman me encarou confuso. Encarei aquele céu, e respirei fundo, antes de catar todo ar em meu pulmão e gritar com todas minhas forças.

 

"EU SOU DIPPER PINES, E EU ABSOLUTAMENTE, SEM DUVIDA ALGUMA, COM TODA CERTEZA DO MUNDO: TAMBÉM VOU ENCONTRAR O MEU MOTIVO PARA RECOMEÇAR." Minha voz ecoou pelo local, e eu me senti completamente revigorado. Meu corpo ficou leve e por segundos jurei que poderia voar; nunca havia me sentindo tão feliz e em paz como agora. Recuperei meu ar e me virei para o barman sorrindo; ele estava de pé, com um olhar surpreso; o que me fez rir. Após alguns segundos ele abriu um sorriso largo e caminhou até mim; se aproximando o suficiente, para que meu coração acelerasse e eu sentisse sua respiração. "B-B-Barman...?" Falei com a voz trêmula, sem conseguir desviar meu olhar que se alternava entre seus lábios e seus olhos penetrantes. Seus mãos seguraram meu rosto, acariciando-o; senti meu coração subindo pela minha garganta, e nesse momento era certeza que meu rosto estava idêntico à um tomate; fechei meus olhos por impulso, mas logo os abri, quando senti suas mãos se afastarem de meu rosto. Ele se afastou, e passou a mão no cabelo, demonstrando nervosismo.

 

"Ah, droga, se eu fizesse isso, você provavelmente me odiaria mais ainda." Falou, fazendo careta. O encarei confuso, e vagamente frustrado; ele pareceu notar, pois suspirou desanimado e me encarou hesitante. "Olha, antes de qualquer coisa, vou te dizer que eu juro que não sabia que era você, já faz cinco anos... 'apesar de continuar baixinho." Falou baixo a última parte, mas eu acabei escutando do mesmo jeito. Eu permanecia confuso, e quando o sol nasceu eu finalmente entendi; na sombra do homem em minha frente, havia uma peculiar silhueta triangular, o qual nunca esqueceria. "Sentiu saudades, Pinetree?" Falou em seu habitual tom sarcástico, o qual me lembrava bem.

 

"B-Bill?! O que? Como? Por quê?" Perguntei aos poucos ficando nervoso.

 

"Se acalme, pinetree. Eu não sei como, e nem o porquê, eu simplesmente apareci aqui do nada, entende? Mas eu não busco vingança nem nada assim; eu apenas... ah, droga." Passou as mãos no cabelo mais rapidamente, parecendo extremamente nervoso; ele se aproximou rapidamente, e agarrou firmemente meu braço, enquanto me encarava seriamente. "Olha, eu apenas... aaaaa. Eu só vou viver na minha, ok? Eu já disse, quero simplesmente apreciar as coisas, entende? Sem planos, sem segundas intenções, sem destruir o mundo e todas essas coisas." Falou, me olhando com uma expressão nervosa, me senti completamente confuso naquele momento. Bill Cipher estava realmente em minha frente? Ou eu estava bêbadasso', e por isso estava imaginando e escutando coisas?

 

"Eu estou me sentindo estranho e confuso; to muito bêbado e tonto pra caralho. Então acho que vou indo..." Falei, desesperado em achar alguma desculpa que me tirasse dali. Ele largou meu braço e sorriu fraco.

 

Peguei minha mochila. e sai dali cambaleando; bêbado, nervoso, tonto e confuso.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ótimo primeiro dia em Gravity Falls, ein...


Notas Finais


Gostaram? (´ﻌ`)
Espero que sim, aaaaa.

Conforme escrevia notei que não descrevi muito bem os locais, então me perdoem. Da próxima vez, tentarei deixar o texto de uma forma fácil de imaginar, então por hoje, me perdoem, uh?

Enfim, até o próximo capítulo....


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