História The Ideal Girl - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexis Ren, Ben Affleck, Dylan O'Brien, Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Dylan O'Brien, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Exibições 215
Palavras 3.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeey Rainhas! 👑
Antes de tudo eu quero pedir desculpas pela demora do capítulo. Esses dias não está sendo fácil pra mim, eu to com alguns probleminhas de saúde que eu preciso resolver, eu posso demorar um tiquinho pra postar mais eu não vou abandonar vocês, eu prometo!
Quero agradecer por não ter deistido da fic, vocês não sabem o quanto isso me alegra.
Sem mais delongas, espero que gostem!
Beijinhos de Luz! 😘❤

Capítulo 6 - Quem está perdendo é você


Fanfic / Fanfiction The Ideal Girl - Capítulo 6 - Quem está perdendo é você

Não sou mais do jeito que costumava ser
Tirei o disco do modo 'repetir'
Você me matou mas sobrevivi
Agora estou voltando a vida
Miss Movin'On - Fifth Harmony

 

Justin Bieber

Acordo com os raios de sol batendo em meu rosto. Levantando um pouco a cabeça, vejo que as cortinas estão um pouco abertas. 

Droga! Resmungo baixo. 

Olho para o lado e vejo a bela loira seminua dormindo tranquilamente. "Ontem à noite foi quente" penso e automaticamente um sorriso safado aparece em meus lábios. Amélia sabia como me ganhar de uma forma injusta. Qual homem na face da terra e em bom estado mental negaria uma boa noite de sexo com ela? 

Mas, mesmo com todo sexo com a Amélia meus pensamentos estão voltados para a morena e o fato de que a mesma não se lembra de mim. 

Porra eu não entendo! É como se eu nunca tivesse existido para ela. 

Sinto o outro lado da cama se mover e braços rondando minha cintura.

- Bom dia meu amor. - Ela fala de forma manhosa. Sorrio para a mesma.

- Bom dia minha loira. - digo depositando um beijo no topo da sua cabeça.

- Acordou cedo hoje, depois da noite de ontem pensei que só acordaria amanhã. - Diz sapeca e eu rio.

- Eu não pretendia, mas as cortinas estão um pouco abertas e a claridade foi toda no meu rosto. - Digo passando as mãos pelo mesmo.

A verdade é que a cena de ontem não sai da minha cabeça e toda vez que eu penso aquela porra de incômodo volta e eu não entendo o motivo.

- Justin! Eu estou falando com você! - Amélia diz estralando os dedos na minha frente e eu saio dos meus pensamentos

- Quê? Claro que eu estou aqui. - Digo e ela retira seu braço da minha cintura e senta sobre a cama.

- Não, você não está! Eu estou falando e você está perdido nos seus pensamentos. Diga que você não está pensando sobre o que ocorreu ontem. - Ela pede levemente irritada. 

Vai da merda!

- E se eu estiver, qual é o problema? - Digo áspero. 

Que droga, agora eu não posso mais pensar?! Era só o que me faltava mesmo!

Ontem quando chegamos do Hospital dissemos para Amélia que Sophia estava com uns parafusos soltos e não se lembrava de mim, o que gerou uma discussão com ela fazendo o drama e depois uma boa noite de sexo. 

- Qual é o problema pergunto eu! Desde que a Sophia acordou você está estranho. Fala o que aconteceu lá que te afetou. – Ela fala irritada.

- Ela não se lembra de mim. - Digo a olhando.

- E dai? - Ela fala e se levanta vestindo a minha camisa.

 - Como assim "e daí?" Amélia?! - Me levanto também - Ela se lembra dos seus pais, de você, dos cachorros Amélia! Ela se lembra dos malditos cachorros! - Digo alterado - Até dos olhos daquele Surfista ela se lembrou. - Digo a última parte fazendo uma careta.

- E DESDE QUANDO VOCÊ SE IMPORTA COM ELA JUSTIN?! - Ela grita - VOCÊ NUNCA LIGOU PARA ELA, SEMPRE A TRATOU MAL LONGE DOS MEUS PAIS,  NÃO SUPORTAVA NEM FICAR MUITO TEMPO PERTO DELA, SEMPRE DAVA SUAS PATADAS QUANDO ELA TENTAVA FALAR COM VOCÊ. PORQUE AGORA VOCÊ SE IMPORTA COM O FATO DELA NÃO SE LEMBRAR DE VOCÊ PORRA?! - Ela grita raivosamente.

- VOCÊ TAMBÉM A TRATAVA DO MESMO JEITO, E ELA É A SUA IRMÃ CARALHO! - Grito para ela também. Ela tratava a irmã praticamente do mesmo jeito.

- PORQUE EU SEI QUE ELA GOS... AAAAAAAAH QUE INFERNO! - Ela grita, respira fundo e me olha. - Eu tenho os meus motivos Justin! Mais quais são os seu? - Ela me pergunta e meu calo. 

Eu não tinha motivos concretos para justificar a forma que eu tratava a Sophi, eu nem sabia o porquê de eu fazer isso. 

- É Justin, talvez seja por isso que ela não se lembra de você, mais veja pelo lado bom. - Ela diz calma se aproximando de mim.

- Qual é o lado bom nisso? - Digo confuso pela mudança repentina dela.

- Ela agora não vai estar mais no seu pé e vamos poder voltar com os preparativos do casamento. - Ela diz animadamente - Que, aliás, preciso me arrumar, eu e a mamãe iremos resolver algumas coisas do casamento e irei escolher meu vestido. Tem roupas suas no meu closet. - Ela diz e vai para o banheiro.

- Quem vai buscar a Sophia no Hospital? -  Pergunto sem pensar.

- Não faço a mínima ideia, talvez o papai... Isso não me importa. - Ela responde de dentro do banheiro.

O que ela iria dizer antes do seu grito histérico? 

Sigo para o closet com aquela frase incompleta em minha mente.

*****

Desço as escadas da casa indo em direção à cozinha. Durante meu banho não conseguia parar de pensar na forma como a Amélia agiu quando contei pra ela sobre a Sophi e naquela frase incompleta dela. 

O que ela queria dizer com tudo aquilo?

Chego à cozinha e encontro a Venellope tomando o seu café, me aproximo da mesma.

- Bom dia llope. – Chamo-a pelo apelido e ela sorri.

- Bom dia Justin. - Ela responde. - Cadê a Amélia? Vamos nos atrasar. - Ela fala e em seguida toma seu suco.

- Esta se arrumando, aquela ali até pra ir à esquina se arruma. - Reviro os olhos e ela ri. Coloco uma xícara de café pra mim. - Ela falou pra mim que iriam sair. - Digo e como um pedaço da minha panqueca.

- Oh sim! Iremos resolver algumas coisas do casamento, precisamos colocar em dia os preparativos. Agora que a Sophi acordou ficará mais fácil. - Ela fala e eu aproveito.

- E quem vai buscar a Sophi? - Pergunto como quem não quer nada e tomo um pouco do meu café. Vanellope arregala os olhos. 

Ela esqueceu! 

- Ai meu Deus Justin! Ela recebe alta hoje.  - Ela diz afobada e eu concordo. - Você precisa ir buscar ela Justin, o Henry está ocupado com a empresa e se eu desmarcar com a Amélia ela irá surtar. - Ela diz e eu a olho com cara de poucos amigos.

- Sinto muito mais eu não vou pegar a Sophi. - Digo e termino meu café. Vanellope me olha sem entender e eu Reviro os olhos.

- Mas porque não Justin? - Ela pergunta confusa.

- Esqueceu que ela não se lembra de mim. - Digo meio rude. - Ela não vai querer vir.

- Justin querido, eu sei que ela não se lembra de você, mas não deixe isso lhe afetar, vire o jogo. Faça ela se lembrar de você. - Ela fala com sua voz materna. - O que acha?

- Tudo bem llope, eu vou - Digo me dando por vencido.

- Vai por mim Justin, vai valer a pena. - Ela diz e se levanta. 

Como assim vai valer a pena?

Levanto da mesa e vejo a Amélia descendo as escadas, ela se aproxima e me abraça, deposito meus braços em sua cintura. 

- O que meu futuro marido irá fazer durante o dia? - Fala beijando o meu pescoço. Sorrio.

- Eu vou buscar a Sophia. - Digo e vejo o seu semblante mudar. 

- Ah vai? Tudo bem então. - Diz se soltando de mim. - Eu vou indo, a mamãe está me esperando. Eu te amo. - Ela me beija e sai.

Saio da cozinha e sigo para garagem, destravo o carro e entro no mesmo. 

Cassete! Como ela vai reagir quando souber que sou eu que vou trazê-la pra casa?

Ligo o carro e saio da garagem indo em direção ao hospital.

Dylan O'brien

Desligo a moto na estrada do Hospital, ontem à noite quase não consigo dormir, meus pensamentos foram tomados por certa morena. 

Ela tinha se lembrado de mim! 

Quer dizer, ela se lembrou dos meus olhos que fazem parte de mim, então tecnicamente ela se lembrou de mim. Rio com o meu pensamento infantil. 

A verdade é que eu gostei disso, fez despertar algo em mim que não existia há muito tempo desde a... Interrompo meu próprio pensamento, não iria estragar meu dia com isso. Entro no hospital e sigo para a recepção.

- Bom dia, eu vim visitar a paciente Sophia Lee-Müller. - Digo e a recepcionista digita em seu computador.

- Quarto 205. - Ela responde e me entrega o crachá de visitante, agradeço e sigo para o corredor tão conhecido por mim.

A cada passo que eu dava meu coração acelerava. 

Calma Dylan! Repito isso pra mim algumas vezes mais não surtia efeito. 

Chego a seu quarto e bato duas vezes na porta antes de entrar, escuto sua doce voz dizendo um “entre” e eu obedeço. Ela me olha e sorri. 

E que sorriso!

- Bom dia Sophia Adormecida. - Digo e ela ri.

- Sério? Sophia Adormecida? - Pergunta ainda rindo e eu rio também.

- Claro! Eu fiz uma pequena modificação, até porque o nome dela é Bela, por isso o "Bela adormecida" - Digo convincente e ela gargalha enquanto eu me aproximo da cama.

- Eu gostei da sua modificação. - diz ela cessando o riso. - É bom ver você Dylan. - ela diz e eu sorrio.

- Como tá se sentindo? - Pergunto e ela olha para mim.

- Estou me sentindo bem melhor. - Ela responde.

Olho pra ela e me permito por alguns segundos repara-la. Seu rosto estava mais corado, seus lábios tinham um tom rosado e seus olhos estavam com mais brilho. 

Ela estava linda! 

- Posso te fazer uma pergunta? - Ela diz e me sento na beira da cama.

- Acabou de fazer. - Digo normal e ela ri. 

Já disse que a risada dela é linda? 

- Claro, pode sim.

- Porque você ficou vindo durante o tempo que eu estava em coma? Quer dizer, você não me conhecia, então não tinha motivos pra vir, porque continuou vindo?  - Seus olhos castanhos me olham de forma curiosa. 

Merda! 

O que eu iria dizer a ela? Que eu estava preocupado com uma pessoa desconhecida? Que me encantei com o seu rosto angelical? Ou que eu queria conhecê-la de verdade?  Eu não posso dizer isso a ela. 

Pensa rápido Dylan!

- A verdade? Eu não faço à mínima ideia, eu só sinto uma grande necessidade de ficar perto de você. Eu ainda estou descobrindo o que é isso. - Digo próximo demais do seu rosto.

Seus olhos brilham e sua boca fica entreaberta como um convite e por um impulso eu o aceito de bom agrado. Aproximo-me mais do seu rosto e deposito minha mão em sua nuca, ela fecha os olhos e quando eu penso que vou experimentar o sabor dos seus lábios a porta se abre fazendo com que no separemos rapidamente. 

Oh merda! Justo agora?

- Atrapalho? - Pergunta o doutor com um sorrisinho no rosto.

- Não, tudo bem. - Respondo rapidamente me levantando, reparo em Sophi e seu rosto está corado fazendo o médico rir. 

- Bem senhorita Lee-Müller, o resultado dos outros exames deram tudo ok, eu vim aqui lhe dar alta. - O médico fala enquanto escreve em sua prancheta e a enfermeira retira os fios da Sophi. - Espero que não tenha uma próxima senhorita Lee-Müller. Cuide bem dela rapaz - Diz e sai junto com a enfermeira. E o clima tenso se estala no ambiente.

- É... A sua mãe, ela trouxe umas roupas para você. Durante esse mês ela sempre achou que você iria acordar então... - Digo e vou a uma espécie de guarda roupa ali e pego a mochila que tinha e a entrego.

Ela vai pra o banheiro e depois de alguns segundos ela sai com uma calça jeans de cor clara com alguns rasgos, uma blusa cinza apertada e um vans branco, seus cabelos longos agora estavam soltos. 

Ela estava linda!

-  Vamos? Eu não vejo a hora de sair desse hospital. - Ela diz e nós seguimos em direção à porta.

Seguimos por aquele extenso corredor e eu não conseguia parar de pensar em como seria daqui pra frente. Ela já tinha se recuperado e iria voltar pra a sua vida a qual eu não participava. Eu já tinha me acostumado com ela na minha vida, mesmo ela estando deitada naquela cama já era costume acordar pela manhã e ir vê-la. 

Oh droga!  

Se o psicólogo Bryan descobre que eu tenho uma queda pela "Soso" como ele à chama eu terei sérios problemas de audição.

- Dylan, você está ai?  - Pergunta a morena olhando pra mim.

- Oi... Claro... Estou aqui, o que foi? - Digo saindo dos meus pensamentos. Ela ri.

- Eu estou falando com você e você está com cara de paisagem, é engraçado. -  A morena diz e eu coro levemente. - Eu tava dizendo que meus pais não vieram me buscar ainda, ou seja, não tenho como voltar pra casa. - Ela diz sentando em um banco que tinha ali e eu aproveito a oportunidade de ficar mais tempo com ela.

- Eu te levo. - Digo e ela olha pra mim. - Topa uma aventura? - Ela se levanta do banco.

- Claro. - ela diz simples com um meio sorrio nos lábios. Sorrio também.

Pego a sua mão e guio até a minha moto. Ao chega à mesma vejo os olhos da morena se arregalarem, acho que ela nunca andou de moto, rio com essa possibilidade. Entrego o capacete a ela e coloco o meu.  Obrigado Senhor por ter me lembrando de colocar o outro capacete na moto. Subo e pelo retrovisor a vejo colocar o capacete com certo receio e subir na moto.

- Primeira vez que anda de moto? - Pergunto e escuto um sim abafado pelo capacete. Sorrio, vejo a mesma procurando onde segurar, pego suas mãos e coloco sobre a minha cintura, ligo a moto.

- Preparada? - pergunto e recebo uma balançada de cabeça como resposta.

Acelero a moto e saio dali sentindo uma sensação boa dentro mim.

*****

Durante o percurso eu quase sinto as mãos da Sophia tocar no pâncreas de tanto aperto que ela me dava quando eu costurava os carros e acelerava. O mais engraçado eram os "Para! Para! Para!", os "Não! Não! Não" e o “Ai Senhor, eu vou morrer!”. Eu gargalhava a cada grito que ela dava.

Estaciono a moto em frente à sua casa e desligo, tiro o capacete e desço da moto esperando ela fazer o mesmo. Ela tenta descer da moto tirando o capacete ao mesmo tempo, o que dá errado, pois quando ela pisa no chão seu pé escorrega por ter pisado na quina do meio fio e, antes que ela caia, eu a seguro pela cintura deixando nossos corpos colados e seu rosto próximo ao meu. 

Vejo seus olhos castanhos olhando atentamente para mim e sinto sua respiração se misturar com a minha. E antes de pôr em prática o que eu pensei, mais uma maldita vez sou interrompido. Mas dessa vez ao o empata era o irritante do Ken Humano.

- Que porra é essa aqui Sophia?

 

Justin Bieber

Estaciono o carro em frente ao hospital e desligo o mesmo. Ainda acho que eu ter vindo buscar Sophia não foi uma boa ideia, mas como a Vanellope sugeriu, posso tentar fazer com que ela se lembre de mim. 

Suspiro alto e saio do carro decidido a mudar essa situação. Entro no hospital e vou para a recepção.

- Bom dia eu vim buscar a paciente Sophia Lee-Müller. - Digo para a recepcionista e ela digita em seu computador.

- Ela já recebeu alta senhor e não se encontra mais no Hospital. - Responde olhando pra mim. 

- Como assim? - Pergunto confuso tentando manter a calma.

- Ela deu saída com o Senhor Dylan O'brien. - Responde olhando em seu computador.  

Filho da Puta! 

- Ah! Obrigado. - Digo com um sorriso falso e saio.

Respira fundo Justin, respira fundo...

EU VOU SOCAR A CARA DAQUELE BABACA!

Como assim ele veio aqui e a levou? Ele não tem esse direito, nem amigo dela ele é, só salvou ela. Grande coisa!

Saio do Hospital em passos largos, destravo o carro e entro no mesmo batendo a porta com força. Bufo ao mesmo tempo em que soco o volante.

Hoje com certeza não é o meu dia! 

Primeiro a discussão com a Amélia e sua frase sem nexo e agora isso. 

Ligo o carro e acelero pegando a via principal voltando pra residência dos Lee-Müller.

*****

Na entrada da rua eu avisto uma CBR 650F preta em frente à casa da Sophia  com um casal em cima dela. Reduzo a velocidade e paro o carro do outro lado da rua um pouco atrás da moto. Para a minha surpresa o casal era a Sophia e o Dylan, e ela ainda segurava a cintura dele. 

Aperto o volante do carro com força e rosno um palavrão. Essa aproximação deles está me irritando! Esse ser humano se brota de Nárnia e ela se lembra dos malditos olhos castanhos. Argh! Meus olhos também são castanhos caralho!

Ele desce da moto e espera ela descer, Sophia como a desastrada de sempre, ao descer da moto pisa em falso e quase cai mais o Aquaman a pega pela cintura ficando próximo... Próximo demais.

Chega! Vou acabar com essa palhaçada agora.

Desço do carro batendo forte a porta e ando em passos largos até o casalzinho.

- Que porra é essa aqui Sophia? - Digo quando chego perto e o casal se separa. Sophi cora, já Dylan revira os olhos. Babaca!

- Acho que não é da sua conta! - Responde Dylan irônico e Sophi ri baixinho. 

Ah, mas eu vou bater nesse cara!

-  Eu perguntei a Sophia. - Digo cruzando os braços.

- Como ele disse, não é da sua conta. – Ela diz seca, eu fico sem reação. Ela continua - Dylan obrigada por ter ido me visitar e pela carona. Até a próxima. - Diz entregando o capacete e deposita um beijo em sua bochecha e entra na casa me ignorando. 

O Aquaman com um sorriso idiota no rosto sobe em sua moto e liga a mesma, antes de sair ele olha pra mim com uma cara de deboche.

- Perdeu alguma coisa? - Digo rude e ele ri.  

Do que ele está rindo?

- Não meu caro, quem está perdendo é você. - Diz debochadamente e acelera a moto sumindo do meu campo de visão.

O que ele quis dizer com isso?

 

Quebrei o vidro que me cercava
Não sou do jeito que você se lembra
Eu era uma garota tão boa
Tão frágil, mas não mais
Miss Movin'On - Fiffth Harmony


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado!
Eu vou tentar fazer o próximo capítulo o mais rápido possível, mais eu não vou dizer quando irei postar, desculpa! Mais não irá demorar muito, isso eu garanto!
Obrigada rainhas por não terem desistido de mim!
Beijinhos de Luz! 😘❤


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