História The Ideal Photo - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeodan, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jugkook, Rap Monster, Suga, Yoongi
Exibições 30
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Queria pedir desculpa pela minha demora e por não ter postado antes, já que o capítulo estava pronto.

Desculpem qualquer erro.

Estou em semana de provas, então talvez eu demore para atualizar.

Boa Leitura!

Capítulo 16 - Momentos Feitos Para Durar


Fanfic / Fanfiction The Ideal Photo - Capítulo 16 - Momentos Feitos Para Durar

YangMi Pov's 

 Abri meus olhos e olhei ao meu lado, vendo TaeHyung que dormia tranquilamente. 

 O agradeci mentalmente, pois foi graças a ele que eu não sinto os efeitos da bebida. 

 Me virei de lado e pús o rosto nas mãos, para que me permitisse a observá-lo. Parecia um anjo enquanto dormia, sua boca estava entreaberta e em certos momentos eu me segurava para não rir quando ele produzia barulhos engraçados — roncos para ser mais exata. Com certeza estava dormindo profundamente. 

 Peguei meu celular de cima da escrivaninha e logo que entrei no twitter mordi o lábio preocupada. A briga da noite anterior já era um dos assuntos mais falados. 

Muitos eram à favor de TaeHyung, já outros, como sempre o haters, riam da situação e diziam que tudo aquilo era merecido. Me senti mal ao pensar que aquilo tudo poderia ser culpa minha. Mesmo me sentindo desconfortável por estar com aquele peso nas minhas costas, continuei olhando cada um dos comentários postados com a tag.

"Quem é essa daí? Tenho certeza que não vale nada, não vou nem esquentar a cabeça." 

 "Como o TaeHyung pode ficar com uma pessoa assim? Nossa."

 "Quem essa daí pensa que é pra roubar o MEU TaeHyung." 

 "Se meter com pessoas erradas dá nisso, tenho certeza que ela vai acabar com a vida dele, tem até cara de fingida." 

 Vários comentários como esses tomavam a minha timeline e me faziam sentir cada vez mais repulsa de mim mesma.

 Estava sendo inevitável não chorar depois de ver todos aqueles comentários, então coloquei o celular no criado-mudo, me enrolei e abracei a mim mesma enquanto chorava baixinho, para não acordar o maior.

 — Por quê me odeiam tanto — sussurei baixo para mim mesma.

 — Bom dia Yang — ouvi TaeHyung dizer com voz de sono. 

 Rapidamente sequei o rosto e me virei para ele, que me encarava sorrindo, com um sorriso falso no rosto. 

 — Bom dia — mordi o lábio.

 — O que foi? — seu sorriso se desfez. 

 — Nada, ué — sorri amarelo.

 — YangMi, você estava chorando não estava? — franziu o cenho. — Ouvi você fungando e seus olhos estão vermelhos. 

 — Deve ser coisa da sua cabeça — desviei o olhar. 

 — Me diz a verdade — pediu. — Não minta para mim. 

 — Já que você insiste — suspirei. — Eu estava chorando mesmo. 

 — Por quê? — ergueu a sobrancelha. 

 — Toma — peguei meu celular e estendi para o mais alto que o pegou rapidamente da minha mão.  

— Adorei essa foto — disse olhando a lockscreen que continha uma foto sua. 

 — TaeHyung, desbloqueia — bati a mão na testa. 

 — Ah, desculpe — sorriu envergonhado pela sua lentidão.

 Assim que ele desbloqueou a tela, passou a ter acesso sobre todos tweets mencionados com aquela tag. Seus olhos se arregalaram quando começou a ler comentários um poucos preconceituosos e desrespeitosos. 

 Escondi meu rosto nas mãos, totalmente culpada.

 — Me desculpa por ter estragado a sua vida — pedi sentindo as lágrimas vindo novamente.

 Meu corpo rapidamente foi abraçado por longos braços e aquilo me acalmou imediatamente. TaeHyung conseguia me fazer sentir segura.

 — Você não chegou nem perto de estragar minha vida, por favor Yang, nunca mais diga isso — pediu ainda abraçado a mim.

 — Mas tudo que está acontecendo com você é por minha culpa — abaixei o rosto.

— Realmente, por isso que eu devo te agradecer. 

 O olhei totalmente confusa. 

 — Yang, você conseguiu me fazer sentir algo totalmente novo — beijou o topo da minha cabeça e me soltou. 

 — O que? — perguntei curiosa. 

 Ele sorriu de canto e se aproximou de mim, segurando meu rosto e guiando minha boca em direção à sua. Sua língua pediu passagem e eu logo cedi, permitindo que nossas línguas travassem uma batalha entre elas mesmas, me deixando totalmente alucinada ao ter a oportunidade de explorar toda a sua boca. 

 Fui sendo deitada lentamente na cama, enquanto TaeHyung se punhava sobre mim, com todo o cuidado para não me machucar. Nos separamos graças a falta de ar e nos entreolhamos totalmente alucinados. Sorri envergonhada para ele e o mesmo tocou meu rosto, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. 

 Sorriu para mim e voltou a acariciar minha bochecha.

 — Nunca mais diga aquilo, ok? — sorriu. 

 Tirei sua mão do meu rosto e ele me olhou confuso. 

 — O que foi? 

 — TaeHyung, você tem namorada, acho que ela não gostaria de saber que nós nos beijamos.

 — Eu não me importo com a YangRa — segurou meu rosto indo juntá-lo ao seu novamente, porém eu o afastei. 

 — Não importa, você namora ela, o mínimo que você pode fazer é ser fiel, se quiser me tocar de novo terá que terminar com ela, isso é mais certo do que traí-la.

 Ele bufou e pegou o celular.

 — Vou fazer isso agora — desbloqueou a tela.  

— TaeHyung, para — peguei o celular. — Não quero ser a autora do seu término. 

 — Não seria, eu apenas não aguento mais a YangRa. 

 — Mas você só decidiu fazer isso por quê eu falei aquilo — fiz bico. — Não faz nada sem pensar, por favor.

 — Tudo bem — se deu por derrotado. 

 — E a partir de agora? — o olhei temerosa.

 — Tudo vai mudar — suspirou. — Nossa relação se incluí nisso.

 — Nossa relação? — dei ênfase no "nossa". 

 — É, ué — sorriu. — Aliás, são que horas?

 — Vai dar dez horas — olhei no celular. 

 — Tenho certeza que o Manager e até o CEO já sabem de tudo — mordeu o lábio preocupado. 

 — Vai dar tudo certo — sorri amarelo. 

 Ele era uma gracinha quando acordava, seu cabelo estava levemente arrepiado e seus olhos ficavam menores que o normal, não aguentei e comecei a gargalhar. 

 — O que foi? — coçou os olhos.

 — Você fica muito fofo quando acorda — sorri. 

 — Você fica muito linda quando sorri — disse me fazendo corar violentamente. 

 — Aish, deixa disso — sorri envergonhada. 

 O clima agradável que circundava logo foi interrompido pelo celular de TaeHyung, que começou a tocar de repente. 

Nós entreolhamos preocupados e ele falou: 

 — É o Namjoon Hyung.

 — Atende — incentivei.

 Ele atendeu a ligação e a colocou no viva voz. 

 — Alô? 

 — Oi, TaeHyung?

 — Oi, Hyung. 

 — Aonde você está? 

 — Por quê? — mordeu o lábio.

 — Vem para a Big Hit agora! — mandou. — A coisa aqui tá feia. 

 — Hyung, você acha que o CEO seria capaz de me tirar do grupo? — perguntou hesitante. 

 — Óbvio que não Tae, ele considera todos nós seus filhos, vai fazer o máximo para aliviar sua situação. 

 — Tem razão — suspirou.

 — Agora deixa de papo e vem logo pra cá — ordenou. 

 — Já estou indo.

 — Nos vemos daqui a pouco — disse e desligou o telefone.  

TaeHyung me olhou e indagou:

 — Vamos nos arrumar? 

 — Você quer que eu vá com você? — perguntei confusa. 

 — Querer eu quero, mas se você não quiser não precisa — sorriu envergonhado.

 — Então eu vou — sorri amigável. — Quer colocar outra roupa? Posso pegar alguma do meu irmão.

 — Quero sim, obrigado — sorriu. 

 Acenei rapidamente com a cabeça e corri para o quarto do meu irmão, pegando uma calça, uma blusa polo e uma jaqueta de couro. Voltei e entreguei ao maior. 

 — Seu irmão não vai se incomodar? — perguntou hesitante. 

 — Ele está no exército, nem vai desconfiar — mordi o lábio ao lembrar do meu irmão que estava fora a mais ou menos um ano. 

 — Ah sim… Não sabia que tinha irmãos. 

 — É que eu tento não tocar no assunto, sinto tanta falta do meu irmão, éramos muito próximos — sorri amarelo. 

 — Me desculpe pela indelicadeza — abaixou a cabeça envergonhado. 

 — Tudo bem, Tae — balancei a cabeça. 

Novamente o celular do maior começou a tocar, ele o pegou e o atendeu, colocando-o no viva-voz. 

 — Tae? — era Jimin.

 — Jimin? O que foi? — indagou. 

 — Tenho uma notícia para te dar e não é muito boa — hesitou.

 — Jiminie, o que aconteceu? — perguntei preocupada. 

 — A YangRa está aqui. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Beijos.


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