História The Implementation of Travel - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Big Bang Theory
Tags Amy, Shamy, Sheldon, Tbbt
Exibições 90
Palavras 2.634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey Sweets!
Como vão? Espero que bem.
Vamos deixar a conversa nas notas finais, ok?
Capítulo curto (milagre) por uma simples questão: há muuuita informação, se eu fizer uma bíblia em um cap, ficará confuso. Quero esclarecer as coisas dando a cada personagem seu momento, e hoje teremos uma personagem que amo fazer.
Perdoem quaisquer erros. Espero que gostem ♥

Capítulo 14 - Aquele do presente misterioso


Fanfic / Fanfiction The Implementation of Travel - Capítulo 14 - Aquele do presente misterioso

... Mantenha na mente todos os sacrifícios que estou fazendo pra te manter ao meu lado e evitar que você saia pela porta [...] Eu nunca serei o favorito da sua mãe, seu pai não pode nem me olhar nos olhos. Se eu fosse eles, eu faria a mesma coisa, dizendo "lá vai minha menininha, andando com aquele cara problemático". Mas eles só estão com medo de algo que não podem entender. Mas querida, me veja fazê-los mudar de idéia. Sim, por você eu vou tentar. Eu vou recolher esses pedaços quebrados até sangrar, se isso deixar as coisas bem...” (Bruno Mars – It Will Rain)

 

 

Passaram-se quarenta minutos desde que Sheldon deitou-se naquela cama estranha e tentou dormir, só tentou, pois parece que o sono se perdeu no caminho. Ficou agradecido por os quartos terem banheiros e ele não precisar sair e acidentalmente, esbarrar com a Sra. Fowler, ele não gostaria de ter mais um momento desagradável naquela noite. Remexia-se de um lado para o outro, sentia os lençóis gélidos contra seu corpo quente, provocando uma reação irritante. Agora, em vez de fechar os olhos, ele os aperta com força, tentando forçar-se a adormecer, mas seu descanso não poderia ser concluído e ele já sabia o porquê.

Não parava de pensar em Amy e sobre o que Lizzy havia lhe contado. Tudo o que ele gostaria de fazer neste momento, é poder confortá-la, mas não se atreve a ir até o seu quarto para fazer isso, e ainda mais a esta hora da noite, que provavelmente ela deve estar dormindo.

Sua mente viaja nas lembranças de mais cedo, lembra-se da “conversa” que teve com o padrasto de Amy, que na verdade, ele falou quase o tempo todo, Sheldon apenas concordava em certas vezes, sempre olhando para Amy, que estava um pouco afastada dos dois. De vez em quando, Frank oferecia bebida a Sheldon, que constantemente negava, mesmo socialmente, ele prefere não beber para não acabar como no jantar que teve com Ramona. Apesar disso, percebeu que o padrasto de sua namorada tinha o mesmo problema que Penny, e não conseguia se manter por muito tempo sem tomar um gole de álcool.

O rumo da conversa era sobre o projeto que Sheldon, Howard e Leonard desenvolveram e tudo estava relativamente indo bem, algumas pessoas foram embora e outras ficaram para o jantar; ele se recordava que a família de Tina ficou, já as Millers se retiraram com uma feição arrogante. Frank se mostrou interessado sobre o giroscópio dos meninos, e Sheldon tentou explicar da maneira mais simples possível, para que ele não passe uma impressão de “sabe tudo”. Os dois começaram a se soltar um com o outro, e isso incomodou Amy, que acabou saindo para a cozinha com o pretexto de ajudar Lizzy a pôr o jantar. Sheldon notou sua saída repentina, bem como seus olhares de desgosto e foi atrás dela para verificar se havia feito algo de errado.

Ele adentrou na cozinha e a viu retirando alguns pratos do armário. Lizzy o avistou e pigarreou tentando chamar a atenção da morena. Amy vira-se para Sheldon e se espanta com sua presença, em seguida coloca os pratos em cima da pequena mesa.

“Eu... lembrei que tenho que arrumar as cortinas, com licença”, Lizzy sai apressadamente, inventando a primeira desculpa que vinha em sua mente para dar privacidade ao casal.

Amy passa os olhos pelo rosto de seu namorado. “Por que está aqui? Não deveria estar conversando?”, ela pergunta encarando-o.

“Amy, tem algo que está te incomodando? O que eu fiz de errado?”, ele é direto.

“Você não fez nada de errado”, disse em tom relativamente calmo.

“Então por que está assim? Parece que você não gostou de me ver perto do seu padrasto”, ele fala um pouco confuso.

Amy desvia o olhar. “Não sei do que você está falando. Apenas saí de lá para ajudar Lizzy, só isso”.

Ele cruza os braços. “Eu não acredito”.

“Pois acredite, porque é a verdade”, ela empurra seus óculos para mais perto dos olhos.

Ele estreita os olhos para ela. “Então, vai me dizer que você não ficou incomodada com minha conversa com Frank?”.

Ela começa a andar para frente, passando por ele. “Bem, por que eu ficaria incomodada? Não há nada demais nisso. Frank e eu apenas não nos damos bem, somente”, fala nervosa e continuava andando.

Sheldon caminha até ela e a pega pelo braço, fazendo-a parar de se mover.

“Amy... você tem certeza que não tem nada que queira me dizer?”.

Ela agora estava em uma “saia justa”. Não sabia como responder aquela pergunta. Sheldon estava preocupado com ela e demonstrou isso, o que a fez se sentir ainda pior por ocultar uma coisa dessas para ele. Porém não achou conveniente lhe falar sobre isso, era melhor esperar, pelo menos era o que ela pretendia, mas agora estava diante de um par de olhos azuis esperando uma resposta, e algo lhe dizia que não a deixaria em paz até conseguir o que queria.

Antes que Amy reproduzisse qualquer som com a boca, alguém entra na cozinha, interrompendo os dois.

“Desculpe por interferir, senhor, senhora, mas todos estão esperando para o jantar e eu já irei servir”, disse uma moça que Lizzy contratou para ajudá-la a preparar as refeições.

Sheldon solta imediatamente o braço de Amy e recompõe sua postura. Ela olhou para ele e suspirou aliviada por não ter responder nada por enquanto.

Salva pelo gongo Fowler!

“Obrigada por nos avisar, Rose”, ela sorri para a empregada e sai de lá sem olhar para Sheldon.

Durante o jantar, os dois trocaram diversos olhares, parecia que queriam ler a mente um do outro, principalmente Sheldon, que percebeu o alívio que Amy teve ao não ter que responder a sua pergunta. Se não havia nada de errado, ela poderia simplesmente falar, certo?

Assim que o jantar acabou, ele agradeceu por tudo e apertou a mão de Frank já estendida como um sinal de “Boa Noite”. De fato, ele teve uma boa conversa com ele, muito melhor do que a Sra. Fowler, mas ainda assim, aquele homem não lhe transparecia confiança, algo nele parecia obscuro, e ele tinha certeza que isso tem algo a ver com Amy. E isso, o físico tinha plena certeza de que iria descobrir de qualquer jeito.

Neste momento, Sheldon tenta dormir novamente. Sem sucesso, ele alcança o telefone que está em cima do criado mudo ao lado da cama e entra no Facebook. Verifica as novas postagens de seus amigos e tudo que encontra são fotos de Raj com Bernadette e Cinnamon, pelo que parece, o bebê deu seu primeiro chute e Bernadette finalmente mostrou um pouco de empolgação com a situação. Olhando a tela do aparelho, ele sente uma falta de seus amigos; a companhia de Amy era muito agradável e sem dúvidas, Sheldon adorava viajar com ela, eles viviam indo a conferências juntos. Mas agora, nesta casa estranha, com essas pessoas estranhas e nem um pouco confiáveis, ele sentia-se incomodado e um pouco perdido. Necessitava do chocolatinho que Penny trazia para ele do mercado, ou do macarrão mal feito da mesma. Dos jogos descontraídos que seus amigos faziam durante seu trabalho no protótipo, do seu trabalho cansativo e desafiante. Ele queria estar em sua casa, pois para Sheldon, este lugar não se parecia em nada com uma casa.

Além disso, Amy quase não falava com ele, a mãe dela demonstrava estar sempre querendo distanciá-los, e o pior, sua filha aceitava. Isso o irritava extremamente, desde que chegou, não falou com seus amigos e mal conversou com sua namorada. Está sempre sendo testado e submetido a fazer coisas que não queria; não há nada que ele prezaria mais neste momento do que um tempo com Amy. Ele sentia sua falta, do seu calor nessa noite gelada, do seu perfume, da sua voz, tudo nela era reconfortante para ele. Dormir ao seu lado é a melhor coisa para ele, parece que o sono fica mais leve e tranqüilo, e ele precisava disso agora, para curar essa insônia que estava dominando-o.

Ele coloca o celular novamente em cima do criado mudo e em um impulso, se levanta da cama. Caminha até a porta, trêmulo, o quarto tinha um ar frio insuportável, talvez por conta da varanda e por não ser usado há um bom tempo, aquele clima desagradável tomou conta do ambiente. Ele abre a porta devagar para não fazer barulho e fecha da mesma forma. Graças a sua memória excelente, ele sabia onde o quarto de Amy ficava e caminhou pelos corredores na escuridão, com apenas a luz fraca do abajur ajudando. Quando chegou a seu destino, respirou fundo, ia batendo na porta quando ouviu um choro.

De início, pensou que estava ouvindo coisas, porém os soluços estavam ficando cada vez mais alto. O físico pressionou a testa contra a madeira da porta, constatando que sua namorada está mesmo chorando.

Seu maior desejo neste momento, é entrar nesse quarto e abraçá-la, confortá-la, porém sua cabeça estava cheia de perguntas sem respostas. Por que Amy está em prantos? Será que se ele for ao seu encontro poderá ajudar em algo?

Sheldon olhou para o relógio em seu pulso direito. 00h30min. A casa permanecia em um silêncio completo, a ventania da noite era alta, e o sono que antes não vinha, agora parecia dominá-lo. Ele olhou no relógio novamente e viu que cinco minutos se passaram. Não ouvia mais o choro de sua amada, apenas pequenos fungados.

Deduziu que ela havia dormido, e resolveu fazer o mesmo, ignorando a vontade de adentrar no local. Talvez seja o melhor neste momento, deixá-la pensar sobre tudo. Lembrou-se de quando perdeu seu Pop-Pop, da dor que sentiu, tudo que queria era ficar só, porém ninguém respeitava isso, o que fazia sua raiva crescer. Desta vez, decidiu respeitar o luto de Amy.

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As ruas de Boston estavam com uma bonança absurda naquela manhã de sábado. Mal havia trânsito, o tempo era excelente na época do outono, as folhas secas caíam deixando as calçadas das vizinhas nobres completamente cobertas, dando um ar ainda mais sofisticado ao local. O dia havia apenas começado, porém as brisas calmas deram a impressão de que aquele final de semana seria perfeito para os moradores da cidade.

Entretanto, em uma casa, ou melhor, mansão específica do Beacon Hill, apesar do lindo sol que está exposto, este dia não poderia ser mais sombrio.

Lizzy põe a mesa do café para os presentes naquele ambiente frio. Ela resolve conversar com o jardineiro enquanto seus patrões tomavam seu café-da-manhã, era divertido falar sobre as mudas de plantas e suas dificuldades de cultivação a cada estação.

Porém algo a qual ela não estava habituada a ver era um presente na porta de casa. A caixa era preta com o laço de mesma cor e algumas bolinhas brancas na parte de baixo. A empregada pega a embalagem do chão, um pouco confusa. E esta expressão só aumenta quando vê para quem é o tal ‘presente’.

Para Lizzy.

A mulher mais velha achou que aquilo seria algum tipo de brincadeira das crianças do bairro nobre, elas adoravam importunar a dona da casa, Sra. Fowler por acharem-na rabugenta. Recordou-se de quando eles haviam mandado uma caixa em um papel de embrulho, parecendo um presente também, para Vivian, que quando abriu deparou-se com um sapo enorme. Lizzy riu, afinal, eram somente crianças.

Porém este parece não ser o caso. Por vias das dúvidas, resolveu esquecer sua conversa com o jardineiro e entrou novamente na casa, guiando-se para a cozinha. Somente ela de empregada havia acordado, então ficou sozinha no ambiente. Abriu rapidamente o embrulho, e retirou a parte de cima da caixa.

Ela arregalou os olhos com o que viu dentro. Não eram sapos, aranhas, lagartas. Era muito mais assustador do que isso.

Havia um colar, que Lizzy o reconheceu imediatamente. Ele pertenceu ao Mr. Fowlers, e posteriormente a governanta. A jóia tinha um formato de coração, muito bonito, banhado em ouro. Com as mãos trêmulas, abriu o colar e se deparou com uma pequena foto dentro. Estava James Fowler e Lizzy, abraçados.

As lágrimas começaram a brotar em seus olhos castanhos, e com as costas da mão limpou-as. Não tinha somente aquilo ali dentro, havia outra foto e o que parecia ser um bilhete embaixo do colar.

Ela pegou os dois objetos com a mesma rapidez de antes, primeiro a foto, que a analisou. Nela estavam presentes Amy, Anastasia e Amanda.

Amanda? Essa foto...

O cenário da fotografia mostrava a festa da filha mais velha da família, que no dia em questão completava seus dezesseis anos. Lizzy lembrou-se deste dia como se o revivesse de novo, fechando os olhos com as lembranças. O pai de Amy ainda estava vivo e havia resquícios de felicidade naquela casa.

Antes

“Você fez um ótimo bolo Lizzy, adoro sua comida”, comentou um homem alto, de olhos azuis intensos.

Ele encostou-se a árvore relativamente grande que se localizava no jardim da casa, e mostrou um sorriso a mulher.

“Obrigado Mr. Fowler”, disse ela sorrindo. “Suas filhas ajudaram também, estavam empolgadas com a festa”.

Ele soltou uma risada fraca, mas que ainda era gostosa aos ouvidos de Lizzy.

“Já lhe disse, não tenha cordialidade comigo. Me chame de James, não estamos na frente dos meus sócios da empresa”, ele sorri de canto.

A moça revirou os olhos. “Desculpe James, é que estou começando a me acostumar a te chamar assim, afinal, já faz dezesseis anos que trabalho aqui. Nem me lembro de ter uma vida antes”, seu tom se entristece e Mr. Fowler percebe.

“Ei...”, ele levanta seu queixo. “Você tinha uma vida antes, eu sei porque estava nela. E você também tem uma vida agora, e eu sei, porque também estou nela”, James sorri amarelo.

Lizzy se acalma e volta a rir, ele a acompanha, logo, os dois estavam dando altas gargalhadas. Aos poucos, o riso foi cessando, quando eles ficaram de frente um pro outro.

James olhava fixamente para os olhos daquela mulher, e ela fazia o mesmo. Ele suspira.

“Obrigado, mil vezes, obrigado. Nunca vou poder te pagar”, ele diz sério.

“Pelo que está me agradecendo?”, pergunta ela ainda o olhando sem pestanejar.

“Por você tratar minhas filhas assim, por cuidar delas, por dar a elas amor que...”, ele faz uma pausa. “Obrigado por ser uma mãe para elas. Vivian está doente, você sabe, e eu realmente não sei lidar com isso. É egoísmo meu te forçar a isso depois de tudo que passamos, mas eu não conheço ninguém em minha vida mais gentil e paciente que você. Aliás, nunca conheci alguém mais perfeita que você”.

Aquelas palavras fizeram-na derramar lágrimas que insistiam em permanecer pelos olhos, soluçava baixinho, desejando parar de chorar, mas seu corpo não obedecia. James se aproxima dela e com um grande carinho, a abraça, passando a mão por seu cabelo, e sussurrando palavras para acalmá-la. Palavras de carinho, gratidão.

Eles finalmente se afastaram, e Mr. Fowler limpou o restante das lágrimas quentes e salgadas que ainda estavam presentes nos olhos de Lizzy.

“Não se preocupe. Eu sempre irei ajudar você, James”.

Agora

Depois destas lembranças, não conseguiu mais conter as lágrimas que se formavam. Era uma tortura para ela se lembrar de tudo justamente agora. Quem foi a alma que fez isso com ela? Por quê?

Resolveu então ler o bilhete que veio junto dos objetos, e como se fosse possível, se surpreendeu ainda mais.

“Antes de sair desse lugar, eu não pude ir sem levar comigo as coisas mais importantes em minha vida. Você, Amy, Anastasia e meu pai. Desculpe se roubei seu colar e sua foto. Acho que sentiu falta deles, então estou devolvendo. Faça bom uso”.

O bilhete era anônimo. Mas tinha certeza de quem havia enviado seus pertences para a verdadeira dona.

Amanda.

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Notas Finais


Até que em fim estamos tendo alguns avanços né? Chega de mistérios, vamos contar os segredos!
quem acompanha minha outra fanfic (Yellow), sabe o que eu passei esses meses que não postei nada. Pra quem não sabe, estou doente. Agradeço a preocupação de alguns, eu queria dizer que adoro vocês docinhos (sweetsss).
Sim, eu estou bem. Fui diagnosticada precocemente (tanks god), e meu tratamento está leve (por enquanto), talvez eu fique sem postar, mas não irei deixar isso, mesmo sem comentários. Além disso, minha avó morreu, então to de luto...
Enfim, eu retirei sangue para alguns exames (sério, é uma droga), e estou tonta. Se eu responder vocês estranho, eu não estou bebada kdsdjskdjks.
Até aproxima! Sweets lovers ♥


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