História The impossible is possible 2 e 3 Temporada. (Camren) - Capítulo 70


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Palavras 1.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 70 - 3 Temp. Cap 13


Lauren Pov

Saio da cela, eu e Austin saímos da sala.

Lauren: - Para onde?

Austin: - Tem um carro a sul daqui, não muito longe.

Lauren: - Vamos então. Alguns agentes aparecem e atiram, desvio das balas e tiro Austin da reta, derrubo os agentes.

Austin: - Vai você, usa seus poderes.

Lauren: - Não vou te deixar aqui, vamos sair juntos.

Austin: - Então vamos. Saímos da base, vários agentes aparecem atrás de nós.

Filipes: - Acaba de cometer um grande erro Austin. Ele parece com raiva, muita raiva. – PEGUEM ELES. Começamos a correr, os agentes vêm atrás de nós e atiram, um tiro pega bem no meu ombro, perco o equilíbrio, mas me recupero.

Austin: - Merda, merda, merda.

Lauren: - Esse é seu mantra?

Austin: - Mais ou menos. Vejo uma bala na direção de Austin, tiro ele da reta e pega no meu braço.

Lauren: - A que ótimo, fica na minha frente, assim não te atingem.

Austin: - Tá louca?

Lauren: - Sempre, mais rápido. Empurro ele para minha frente e continuamos, a chuva não tá ajudando muito, um agente em uma moto para na nossa frente, nós dois caímos. – Eles estão de moto, que maravilha. Um chega atrás de mim e me acerta com uma arma de choque, consigo me livrar da mesma. – Isso não é legal sabia. Soco o rosto do agente, ajudo Austin a levantar.

Austin: - Acho que vamos ter que lutar um pouco.

Lauren: - Será? Ele ri, os agentes vêm para cima de nós, um dele me acerta bem no ombro, sacanagem isso em, consigo derrubar um bom número e Austin também. – Vamos. Voltamos a correr, ouço dois disparos e quando percebo estou no chão com um tiro na perna e outro atravessou minha costela.

Austin: - Meu deus Lauren. Ele me ajuda, ignoro a dor e continuamos, chegamos perto de um penhasco.

Lauren: - Diz que tem outro caminho.

Austin: - Tem, aquele. Ele aponta para o caminho e tem vários agentes.

Lauren: - Vamos pular então.

Austin: - Você tá doida? Não, não vamos conseguir, vamos cair.

Lauren: - Sim, vamos cair, mas do outro lado.

Austin: - Isso é uma péssima ideia.

Lauren: - Vai ser divertido.

Austin: - Ata, com certeza, pular para nossa morte, super divertido. Acabo rindo.

Lauren: - Se prepara.

Austin: - Oq? Já? Seguro seu pescoço e corro na direção do penhasco, caímos com tudo do outro lado, acho que termine de quebrar minhas costelas. – É, isso foi uma péssima ideia.

Lauren: - Consegue correr?

Austin: - Deixa eu ver se consigo viver aqui primeiro.

Lauren: - Exagerado. Nos levantamos. – Nós estamos um bagaço.

Austin: - Por que será né Lauren?

Lauren: - Pufff, nem sei. Olho para trás e os agentes estão parados. – Acho que não vão arriscar.

Austin: - Nossa vantagem, ou não né, tô todo quebrado aqui.

Lauren: - Não reclama, que não foi você que levou vários tiros.

Austin: - Ok ok. Seguimos para onde o carro dele está, entramos. – Para onde?

Lauren: - Minha casa, consegue dirigir?

Austin: - Acho que sim. Ele liga o carro e dá partida, tiro a bala que está no meu ombro, arranco um pedaço da blusa do Austin e amarro no seu braço que está sangrando muito.

Lauren: - Tem alguma coisa errada.

Austin: - Como assim? O pneu do carro estoura, o carro sai da estrada, uso o restinho da minha energia e nos tiro do carro. – Lá se vai meu salário de 6 meses.

Lauren: - Diz que aquela luz é da minha casa.

Austin: - Siim, acho que bati a cabeça.

Lauren: - Vira. Ele vira e tem um corte na sua cabeça. – Tem uma enfermaria na casa. Ajudo ele a levantar e vamos para minha casa, estamos sangrando, molhados por causa da chuva e nossa cara tá uma merda, chegamos na frente e bato na porta com tudo.

Camila Pov

Vero: - Oq fazemos?

Camila: - Seja quem for que tenha pegado essas coisas, não tem boas intenções.

Demi: - Que merda.

Ally: - E eu achando que íamos ficar em paz finalmente.

Normani: - Mas tá difícil.

Lucy: - Põem difícil nisso. Sinto algo estranho, como se estivesse, completa? Olho para Lucy que parece sentir o mesmo, então batem na porta, com muita força aliás, vou abrir e...

Lauren: - Oi amor. Ela e Austin caem no chão. – Ai Austin.

Austin: - Nem vem, você que desequilibrou.

Lauren: - Nada a ver.

Austin: - Acho que vou desmaiar. Ele apaga.

Lauren: - Aí merda, levem ele para enfermaria, ele perdeu bastante sangue e tem um corte na cabeça. Tom pega ele e leva para enfermaria, Normani vai junto, ajudo Lauren a levantar.

Camila: - Meu deus amor, você tá horrível.

Lauren: - Imagino. Olho seu estado.

Camila: - Como saiu?

Lauren: - Longa história, preciso de um banho, licença. Ela sobe as escadas com dificuldade.

Lucy: - Está fraca, mas bem.

Camila: - Eu vou lá. Subo e vou para o quarto, a porta do banheiro está um pouco aberta, entro, Lauren está em baixo do chuveiro com a cabeça baixa, suas feridas sangram, entro no box com roupa mesmo. – Amor. Ela vira a cabeça de lado. – Vamos colocar curativos nisso. Ela acinte, ela desliga o chuveiro, saio do box e vou para o quarto, pego os curativos e espero ela vir, ela vem enrolada na toalha, se senta do meu lado. – Como se sente?

Lauren: - Já tive dias melhores.

Camila: - E piores.

Lauren: - Com certeza, como as crianças estão?

Camila: - Sentem sua falta. Começo a cuidar dos seus ferimentos. – Como saíram de lá?

Lauren: - Austin me tirou, mas o alarme soou e vieram atrás de nós.

Camila: - Vão vir atrás de você.

Lauren: - Eu sei, descobriu alguma coisa?

Camila: - Sim, depois te conto, agora vem cá. Abraço ela de lado. – Cansada?

Lauren: - Muito.

Camila: - Vou avisar ao pessoal que amanhã conversamos.

Lauren: - Tá.

Camila: - Já volto. Saio do quarto e vou para sala.

Sharon: - Como ela tá?

Camila: - Melhor, nós vamos dormir, amanhã conversamos sobre tudo isso.

Ally: - Até amanhã então. Me despeço de todos e volto para o quarto, Lauren está deitada com a mão na costela e uma cara de dor.

Camila: - Doendo muito?

Lauren: - Sim, processo de cura parece que dói mais do que quando machuca. Me deito do lado dela.

Camila: - Posso fazer alguma coisa para ajudar?

Lauren: - Só fica comigo.

Camila: - Sempre.

Lauren: - Eu não vou poder ficar aqui né.

Camila: - Vamos dá um jeito. Ela me encara. – Prometo, agora descansa, amanhã pensamos em tudo isso.

Lauren: - Eu te amo.

Camila: - Senti falta disso, eu também te amo Lolo. Fico fazendo cafuné nela, até ela dormir, durmo logo depois.



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